A desculpa que a seleção brasileira esperava!!!

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Árbitros podem favorecer atletas que vestem vermelho, diz estudo
12 de julho, 2008 - 10h38 GMT (07h38 Brasília) Oliver Conway BBC News


Há muito tempo torcidas rivais acusam os árbitros de favorecerem times como os ingleses Manchester United e Liverpool. Agora parece que eles podem ter alguma razão para a queixa - ambas as equipes usam uniformes vermelhos e um novo estudo na Alemanha sugere que isso pode dar a elas uma vantagem em decisões difíceis.

Pesquisadores da Universidade de Münster testaram sua teoria de que os árbitros favorecem inconscientemente competidores vestidos de vermelho em juízes que atuam em lutas de arte marcial do tipo taekwondo.

Quarenta e dois árbitros assistiram a vídeos de disputas e deram pontos para a os competidores. Os atletas tinham desempenho muito semelhante e um usava uniforme azul e o outro, vermelho.

Em seguida, os pesquisadores submeteram novamente os vídeos aos árbitros, mas com as cores das roupas trocadas graças a um truque de computador. Eles deram 13% mais pontos aos atletas que vestiam vermelho, embora a sua atuação fosse exatamente a mesma de antes.

O estudo complementa pesquisa do biólogo que estuda evolução, Russel Hill, e que sugere que roupas vermelhas ajudam os atletas a ter melhor desempenho.

Hill disse à BBC que este novo estudo vem de encontro aos resultados de outros esportes Olímpicos de combate, como luta greco-romana e boxe.

Os pesquisadores alemães acreditam que exista um favorecimento também no futebol, mas bem menor do que o verificado em esportes de combate.


Bom, essa pesquisa, sem dúvidas será utilizada pela CBF.

Eu vou viver muito....

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Brigas de casal podem prolongar a vida, diz estudo
23 de janeiro, 2008 - 08h05 GMT (06h05 Brasília)


Um estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, sugere que os casais que resolvem suas diferenças e manifestam seus sentimentos de raiva ou revolta em relação ao outro vivem mais.

O estudo, publicado na revista especializada Journal of Family Communication, analisou 192 casais ao longo de 17 anos, divididos em quatro grupos.

O primeiro continha casais que expressavam sua indignação quando se sentiam ofendidos injustamente pelo outro; o segundo e o terceiro incluíam casais em que ou o homem ou a mulher reprimiam este tipo de sentimento; e o quarto continha casais em que ambos os membros não demonstravam qualquer reação diante de uma ofensa descabida.

Segundo os especialistas, entre os 26 casais do grupo que reprimiam seus ressentimentos, houve 13 mortes ao longo do estudo. Entre os 166 pares restantes, 41 morreram.

Injustiça

Para o coordenador do estudo, Ernest Harburg, quando ambos os cônjuges reprimem sua indignação diante de uma "ataque" ou crítica injusta do outro, o risco de morte dobra.

"Quando casais se unem, uma das tarefas mais difíceis é saber se reconciliar após uma briga", disse Harburg. "E ninguém é treinado para isso. Se o problema não resolve e, em vez disso, a pessoa enterra a raiva e fica remoendo esse sentimento, pode estar correndo riscos."

O pesquisador explicou que o estudo se concentrou em críticas consideradas injustas e inadequadas. Nos casos em que as críticas foram consideradas justas, não houve indignação ou rancores por parte dos membros do casal.

Harburg ainda disse que os resultados da pesquisa são preliminares e que os pesquisadores agora preparam um novo estudo para acompanhar casais ao longo de 30 anos.



Gente eu vou viver muito, pois se tem uma coisa que eu não faço é guardar o que me faz mal ou bem para depois, se gosto, digo que gosto, sem jogos ou enrolação, se não gosto também. E eu uso todas as vias, voz levemente alterada (alta), e-mail, mensagem pelo celular, scrap... em fim eu não deixo mal entendido para amanhã e vou te considerar melhor amigo se falar o que sente para mim e não para os outros que não tem nada com o assunto!

Depois que adotei um passado de 2 dias as coisas melhoraram mais ainda, sabe por quê? Como eu falo na hora o que sinto e penso, dou um prazo máximo de 2 dias para as outras pessoas fazerem também... pois se tem coisa detestável nessa vida é começar uma discussão por causa do leite e a pessoa começar falar coisas de quando a vaca ainda nem tinha nascido!!!

Bem é isso encerro com uma frase que uso no meu orkut: "Depois que eu morrer pouco me importa saber se você gostava de mim ou não... por isso, diga o que tiver de me dizer, bom ou mal, mas diga agora!!!" (Tine Araujo)

E você já soltou o verbo hoje??? Amanhã pode ser tarde...





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Divórcio na China é um pouco mais que 1,99

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Divórcios aumentam quase 20% em 2007 na China
25 de janeiro, 2008 - 10h58 GMT (08h58 Brasília)


A taxa de divórcios na China aumentou em quase 20% em 2007, segundo o Ministério dos Negócios Civis do país.

Cerca de 1,4 milhão de casais de divorciaram no ano passado, um aumento de 18,2% em relação a 2006.

Segundo a agência estatal de notícias chinesa, Xinhua, o número de divórcios no país está aumentando desde 1980, quando o número de casais que se divorciaram foi de 341 mil.

Segundo o correspondente da BBC em Pequim Daniel Griffiths várias razões podem explicar o fenômeno, entre elas, uma mudança da lei que facilita os trâmites do divórcio.

Uma nova regulamentação implantada em 2003 simplificou o procedimento, permitindo que os casais se divorciem num prazo de um dia a um custo de 10 iuan (cerca de R$ 2,44).

Antes da nova lei, os casais tinham que pedir permissão dos empregadores ou de comitês comunitários para o divórcio. Muitos também desistiam do divórcio para evitar o constrangimento público.

Filhos únicos

Outros fatores para explicar o aumento no número de divórcios seriam a extensão de turnos de trabalho e pressões sobre pessoas que migraram de zonas rurais para a cidade em busca de trabalho.

A política do filho único adotada na China, segundo Griffiths, também teria responsabilidade no fenômeno, por fomentar a formação de uma geração de adultos que se concentra em suas próprias necessidades e seria incapaz de manter um relacionamento.

Chen Xinxin, especialista do Instituto de Estudos da Mulher da China, afirmou que mais mulheres conseguiram a independência financeira e estão determinadas a ficarem solteiras.

"Isto também contribuiu para a alta incidência de divórcios", disse.

Mas o governo também relatou um aumento no número de casamentos em 2007, da ordem de 12%, em relação a 2006. Foram 9,5 milhões de casamentos.

O aumento nos divórcios não significa que os chineses estão perdendo a fé no casamento, disse Xu Anqi, da Academia de Ciências Sociais de Xangai à agência Xinhua.

"Eles procuram casamentos de maior qualidade. As expectativas estão mais altas. As coisas que casais agüentavam há dez anos não são mais toleradas atualmente", disse.



A notícia é velha, mas o prazo de um dia a um custo de 10 iuan (cerca de R$ 2,44) para o divórcio não pode passar em brancas nuvens! Mais barato do que casar! Conheço uns 5 homens que ficariam muito felizes se esse fosse o valor cobrado no Brasil. Esse negócio de filho único e, de preferência, do sexo masculino também é uma coisa assustadora que acontece por lá, não apoio! Assim como, também, não apoio casamentos de aparência!

Por fim, fiquei com vontade de ler o livro Mulher Chinesa de Ana Cristina Alves e entender melhor como as coisas funcionam por lá.

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Obs: Este post não é patrocinado!

Pimenta nos olhos dos outros é refresco!!!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Anestésicos podem piorar dor pós-operatória, diz estudo
24 de junho, 2008 - 16h13 GMT (13h13 Brasília)


Alguns anestésicos podem piorar a dor após a cirurgia, diz um estudo publicado nos Estados Unidos.

Segundo a pesquisa, feita por especialistas do Georgetown University Medical Center, em Washington DC, algumas drogas anestésicas usadas mundialmente possuem efeito irritante, estimulando os nervos e causando desconforto muito tempo após a operação.

O estudo, incluído na mais recente edição da revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, pode levar profissionais da área a optar por outros tipos de anestésicos.

Um especialista britânico disse que resolver o problema da dor pós-operatória é hoje uma prioridade entre anestesistas.


Alho e pimenta malagueta

Os cientistas sabem há algum tempo que certas drogas, como o gás isoflurano, são eficientes em levar o paciente ao estado de inconsciência e mantê-lo nessas condições, mas também são agentes químicos irritantes.

Alguns anestesistas usam drogas analgésicas para minimizar esse efeito antes mesmo de ministrar o anestésico.

O novo estudo, no entanto, sugere que a ação irritante dos anestésicos não é passageira, e permanece durante muito tempo após os efeitos do analgésico e da anestesia terem passado.

Segundo os cientistas, essas drogas agem nos mesmos receptores das células nervosas que são ativados quando em contato com substâncias como alho, mostarda e pimenta malagueta.

Se estimulados de forma muito intensa, os receptores podem não apenas produzir uma sensação imediata de dor, mas também podem levar a uma supersensibilização a longo prazo dos sensores da dor no sistema nervoso.

No paciente, a conseqüência pode ser um aumento significativo da dor após a cirurgia.


Experiência

Como parte do estudo, os pesquisadores manipularam o DNA de ratos, retirando dos animais dois receptores nervosos específicos.

Eles verificaram que os animais não apresentaram sinais de dor após ser expostos aos gases anestésicos.

O responsável pelo estudo, Gerard Ahern, disse: "Não há um reconhecimento de que essas drogas resultem na liberação de substâncias químicas que recrutam células do sistema imunológico para os nervos, o que causa mais dor de inflamação".

"A escolha do anestésico parece ser um determinante importante na dor pós-operatória".

Ahern disse que embora esse efeito possa ser reduzido pelo uso de outros tipos de anestésicos, as alternativas disponíveis podem não ser tão eficientes em outros aspectos.

Comentando o estudo, Ian Power, um especialista da University of Edinburgh, na Escócia, disse que a dor pós-operatória continua a ser um problema sério, apesar de avanços no campo da anestesia nas últimas décadas.

"Estamos muito conscientes de que a dor aguda pós-operatória pode persistir e tornar-se crônica e duradoura, e temos procurado as razões para isso - talvez essa pesquisa possa esclarecê-las."

Outro especialista, Richard Langford, do Bart's e The London NHS Trust, disse que os resultados são interessantes, mas ressaltou que vários fatores se combinam para produzir a sensação de dor, como as proporções da cirurgia, a disposição mental e o grau de ansiedade do paciente.




Fazer uma cirurgia sem anestesia ao meu ver é desumano! Espero que ninguém nunca precise fazer uma sem! Agora viver com dor para o resto da vida, também não dá! Fortaleza já está tratando os casos de dor crônica, espero que o resto do país também siga esse exemplo!






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