[Oportunidade] Estágios na TIM e na CPA

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Estágio na TIM Celular

Cursos: Engenharia Elétrica, Administração, Estatística, Informática, Direito, Publicidade de Propaganda

Universidades: UFPR, CEFET, PUC, FAE, CURITIBA, POSITIVO

Idade: Até 24 anos

Conhecimentos: Intermediário em Informática

Cursando: A partir do 3º ano (5º período) e previsão de formação no mínimo para julho de 2009

Disponibilidade: Estagiar 6 horas diárias de segunda a sexta feira

Bolsa auxílio: R$ 650,00 + Vale Transporte + Vale Refeição de R$ 16,00 dia + celular (carga mensal de R$ 60,00)

Interessados encaminhar currículo para: vpankiw@timsul.com.br



* * * * * * *

Estágio na Comissão Própria de Avaliação da UFPR

A UFPR está oferecendo cinco vagas para acadêmicos dos cursos de Estatística, Análises de Sistemas, Gestão da Informação ou áreas afins para trabalhar com banco de dados na CPA-UFPR. O aluno receberá uma bolsa auxílio de R$ 520,00/mês. A jornada de trabalho é de 6 horas/dia, de segunda a sexta-feira, por um período de seis meses. Preferência para acadêmicos com pelo menos o 2º ano. O aluno deve ter mínimo conhecimento do aplicativo Excel ou Softwares Estatísticos.

Os interessados devem enviar, através do e-mail arleblue@ufpr.br ou junglos@ufpr.br, uma cópia do currículo simplificado*.

Mais informações: 3360-5121 com Arlete, Vanessa ou Junglos, ou por e-mail.

*Currículo Simplificado: incluir números do rg, cpf, matrícula, telefones, data de nascimento, endereço, conta bancária, nome da escola, curso, período, horário das aulas.



* * * * * * *

E-mails recebidos do Prof Joel Maurício Corrêa da Rosa, Coordenador do Curso de Estatística na UFPR, dias 26 e 29/04/08.



Observação importante: Este post não é patrocinado!


Hoje é dia do Estatístico!!!

quinta-feira, 29 de maio de 2008

A estatística me escolheu em 1994!!! Fiz vestibular para Engenharia Química e na segunda opção de curso marquei estatística, sabe como que é, sem muita concorrência!!! De fato um curso fácil de entrar, mas muito difícil de sair formado!!! Bem não passei em Engenharia, chorei horrores, até que em um belo dia de sol, coincidência ou não, era meu aniversário, MAKTUB, saiu a segunda chamada da UFPR e meu nome estava lá, só que para o curso de Estatística, eu fui e me apaixonei!!! A história toda você pode ler clicando aqui, pois hoje eu quero apenas dizer PARABÉNS a todos que escolheram esse curso e essa profissão que, realmente, exige mais do que conhecimento matemático e raciocínio lógico, exige AMOR, DEDICAÇÃO E OBSERVAÇÃO DO MUNDO DE FORMA NEUTRA E COMPLETA! Parabéns para mim e para todos os apaixonados e orgulhosos Estatísticos do Mundo!!!





Não somos donos da verdade! Mas toda verdade é uma (observação) estatística! (Tine Araujo)



* * * * * * *

Doris S M Fontes
Coord. Geral do CONRE-3

O QUE FAZ UM ESTATÍSTICO?

Essa é uma pergunta que muitos fazem mesmo hoje, mesmo depois de mais de 40 anos que a profissão foi regulamentada.

Quando dizemos para os estudantes do segundo grau (ensino médio) que a profissão de ESTATÍSTICO está em alta, a primeira pergunta que eles fazem é justamente essa: O que faz um estatístico?

Pensando em ajudar o jovem aluno do ensino médio a entender um pouco do que fazemos, o CONRE-3 montou um pequeno flyer que costumamos distribuir aos que procuram uma carreira para cursar na universidade.



POR QUE ESCOLHER O BACHARELADO EM ESTATÍSTICA?

Que tal ser um profissional super versátil, que possa trabalhar em qualquer área e se dar sempre muito bem?

E que tal trabalhar com equipes diferentes, poder interagir com vários profissionais e ainda exercer uma função importante?

E, melhor ainda, não ter muito concorrente?

Gostou, não é? Pois este profissional existe e pode ser um Estatístico!

O Estatístico é aquele que se forma Bacharel em Estatística. No Brasil há 29 universidades e/ou escolas que oferecem cursos de Bacharelado em Estatística.


Mas, para que serve a ESTATÍSTICA, afinal de contas?

Imagine um médico e um farmacêutico querendo saber se um remédio em desenvolvimento é bom ou ruim. Para testar o remédio, é preciso PLANEJAR muito bem o experimento, COLETAR corretamente os dados, ANALISAR com muito cuidado e DIVULGAR seus resultados de forma honesta e com confiança no que está dizendo. Imagine o perigo de uma pesquisa mal feita num assunto tão importante! Bom, para não colocar a vida de ninguém em risco, é preciso tomar muitos cuidados. Antes de mais nada, é preciso planejar cada etapa abaixo:

O remédio será testado em quem?
-- Homens? Mulheres? Idosos? Crianças? Obesos? Jovens? Quem?

Quantas pessoas serão necessárias para testar?
-- Basta testar em uma ou duas pessoas? Ou será melhor testar em 10 pessoas? 30? 500? 2.000? Como saber?
-- Há dinheiro para testar em tanta gente?

E se houver dois grupos de pessoas?
-- Para um grupo de voluntários dá-se o remédio a ser testado; para o outro grupo, dá-se um remédio “de mentirinha”, chamado placebo, mas não se conta a verdade para ninguém. Será que há diferença nos resultados de um grupo para outro?

-- Mas o remédio foi testado só com um grupo de pessoas, em geral voluntários, como é que depois pode-se afirmar que este remédio vai ser bom para todo mundo? É certeza absoluta?



O Estatístico é exatamente o profissional que auxiliará tanto o médico como o farmacêutico em cada uma destas etapas: desde o tipo de voluntário, quantidade e controle das pessoas que farão parte do experimento (amostragem), na coleta cuidadosa e minuciosa dos dados (campo), na organização destes dados no computador (banco de dados e tabulação), na hora de fazer todas as comparações interessantes, interpretar os resultados (testes estatísticos) e divulgá-los para todos os envolvidos (análises estatísticas). Como os testes são feitos somente num grupo de pessoas, existe uma pequena chance de haver um erro, não é mesmo? O Estatístico saberá dizer que tipo de erro poderá ocorrer e com que grau de certeza o resultado será divulgado.

A Estatística é um conjunto de técnicas e métodos que vai ajudar o Estatístico em todas as etapas acima: na amostragem, na organização dos dados, na geração de tabelas e análises comparativas, na interpretação dos resultados, de forma que todas as afirmações possam ser feitas dentro de um limite de segurança estabelecido.

Mas a Estatística não é usada só para ver se o remédio é bom ou não. Se você pensar bem, muita coisa do nosso dia-a-dia acontece em conseqüência de estudos que levam em conta análises estatísticas. Vejam alguns exemplos:

• Você abre o jornal e lê a manchete: “Cruzamentos: perigo à vista”. A matéria mostra um gráfico sobre criminalidade na cidade e traz evidências de que num certo cruzamento houve muito mais assaltos do que noutros. Quantas pessoas evitarão este cruzamento ou passaraõ a ter atenção redobrada nestes locais?

• Um estudo científico mostra que mulheres fumantes têm probabilidade maior de desenvolver câncer do pulmão do que homens fumantes. Quantas mulheres não pararam de fumar diante desta notícia?

• A CET faz um estudo sobre o trânsito na cidade de São Paulo e decide se o rodízio será necessário ou não com base nas estatísticas sobre a quantidade e tipos de veículos diariamente nas ruas, locais mais congestionados, horários de pico, etc.

• A prefeitura da cidade reformula o sistema de transporte público com base nos relatórios estatísticos contendo informações detalhadas sobre fluxo de passageiros, linhas mais requisitadas, tempo de ociosidade, demanda vs. oferta, etc.

• O governo divulga dados estatísticos que influenciam todos os índices financeiros que usamos no dia-a-dia: comércio, indústria, transporte, clientes, etc... que vão influenciar nas contas que vamos pagar (prestações, crediário, luz, água, telefone, gás, etc.)

Oxalobacter Formigenes, eu não carrego... que pena!!!

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Bactéria 'pode ajudar no tratamento de cálculo renal'
09 de março, 2008 - 15h33 GMT (12h33 Brasília)

Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, sugere que a presença de uma bactéria intestinal pode reduzir os riscos de desenvolver cálculo renal.

Segundo os pesquisadores, pessoas que naturalmente carregam a bactéria Oxalobacter formigenes são 70% menos suscetíveis a ter pedras no rim.

As pedras nos rins se formam a partir do resíduo de substâncias que são expelidas pela urina. Cerca de 80% são formadas por um composto chamado oxalato de cálcio.

A bactéria Oxalobacter formigenes consegue quebrar o oxalato no intestino e está presente em uma grande proporção da população.

O estudo, publicado na revista científica Journal of the American Society of Nephrology, afirma que o próximo passo será tentar usar a bactéria em tratamentos probióticos, que estimulam o equilíbrio das bactérias no intestino.

Caso os resultados sejam positivos, a administração da bactéria pode ser usada como tratamento profilático para pessoas com tendência a desenvolver pedras no rim.

"Nossa descoberta tem uma importância clínica em potencial, mas a possibilidade de usar a bactéria como um probiótico ainda está nos estágios iniciais de investigação", afirmou David Kaufman, que liderou o estudo.

Tratamento

Segundo o urologista Derek Machin, do Hospital Universitário de Aintree, na Grã-Bretanha, um tratamento eficaz para pacientes com pedra no rim seria um avanço.

De acordo com ele, as pedras nos rins atualmente são eliminadas com pequenos choques elétricos que as detonam, mas o tratamento nem sempre é eficaz.

Somente no Reino Unido, três em cada 20 homens e uma em cada 20 mulheres sofrem de cálculo renal.

"Para algumas pessoas, o cálculo renal é um problema contínuo ao longo da vida", fiz Machin.

Ele ressalta ainda que há muita pesquisa pela frente antes que o uso dos probióticos possa ser testado em pacientes.


Tomara que dê certo. Gente não existe dor pior no mundo. Pelo menos eu nunca senti algo que superasse a dor do cálculo renal que me atacou em 2001. Sinceramente terrível!!! Conclusão não abuso mais do sal, meu arquiinimigo e, provavelmente, não tenho essa bactéria no meu corpo [hehehe] que pena, pois isso só aumenta a minha probabilidade de sentir essa dor desumana novamente...

[Divulgação] Blogs de Amigos Estatísticos

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Fiquei muito feliz ao saber que dois amigos meus do tempo de UFPR um formado e um bem perto da formatura resolveram ter um blog, onde falam sobre muitos assuntos, entre eles, é claro, sobre nossa paixão: Estatística! Vale a pena fazer uma visita!


Cleibson Almeida - Opinião, Tecnologia e Estatística
Este Blog conta com colaboradores e tirando o Jackson, estudei com todos!
Alexandre Suchy - Estatística e Indústria (Estatístico)
Cleibson Almeida - Estatística e Tecnologia (Estatístico e Mestrando em Métodos Númericos)
Elaine Schilipack - Estatística e Previdência Privada (em breve Estatística)
Jackson Brutkowski - Informática, Esportes, Música, Idiomas
Marcos Tadeu - Estatística e Concursos Públicos (Estatístico e Mestrando em Métodos Númericos)



Ronildo Costa - Joolma
Com o Ronildo não cheguei a cursar nenhuma matéria, mas tive a oportunidade de trabalhar com ele em uma grande empresa de comunicação. Além de gostar de Estatística e Joolma ele, assim como eu, adora GeoProcessamento.




Você é Estatístico? Tem um blog ou site? Quer divulgar aqui?
Entre em contato:
esteouaquele@gmail.com

Observação aos que pediram pareceria: Estou aos poucos atualizando a Cadeia de Markov, dessa forma peço um pouco de paciência, todos serão incluídos.

Uma conversa com Sérgio Paulo Pádua Pires

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Sérgio é meu amigo, estatístico e um dos diretores do Latam - Laboratório de Análises Toxicológicas e Ambientais, localizado na Rua Rodrigues Alves, 246 no bairro Seminário Curitiba.

O Latam presta serviços de análises toxicológicas ocupacionais. O que é isso? São exames exigidos pelo Ministério do Trabalho quando o funcionário de uma empresa é exposto a agentes químicos, como, por exemplo, o chumbo; a NR7 - Normativa Regulamentadora 07 explica bem essas exigências solicitadas.

Só que possuir uma estrutura para análises toxicológicas junto das análises clínicas, requer um alto investimento que apenas grandes laboratórios se dispõe a pagar, pensando nisso o Latam surgiu para atender os laboratórios que só realizam análises clínicas e terceirizam a análise toxicológica. Hoje, o Latam, já conta, para esse tipo de análise, com clientes em São Paulo e Santa Catarina, além do Paraná.

Alguns exames têm prazos para serem entregues, como por exemplo, exames demissionais onde a empresa deve apresentar (normalmente ao sindicato) num prazo de 10 dias corridos, todos os exames do colaborador. Aqui entra mais um diferencial do Latam, que começou a utilizar o site como ferramenta na agilidade e conclusão do processo. Como funciona?




O trabalhador desligado deve ser encaminhado a um médico do trabalho(*), este solicita exames e encaminha à um laboratório de análises clínicas, que na maioria das vezes não realiza análise toxicológica, transferindo assim, essa parte dos exames solicitados para o Latam. Com o intuito de diminuir a morosidade, principalmente da distância física (entre estados/cidades), foi criado no site uma área restrita aos clientes, que no caso, são os laboratórios de análises clínicas.

É realizado um registro do envio do material para o laboratório no site, quando recebido o Latam libera o status colocando em análise e o cliente pode acompanhar passo-a-passo todo o processo. Assim que se obtém o resultado ele é disponibilizado no site e pode ser impresso pelo cliente! Economiza-se tempo e, principalmente, dinheiro com carta, sedex, motoboy, fax, ... (**)

Mas por quê um blog focado em estatística, foi conversar com o Sérgio??? Só porque ele é amigo e divulgador do blog? Só porque ele é um dos diretores do Latam? Só por que ele é estatístico? Sim, foi por tudo isso e algo, especialmente, a mais!

O site do Latam conta com uma área exclusiva desenvolvida para educação onde o visitante pode realizar o cálculo de curvas de calibração através do modelo de regressão linear, utilizando o software R de maneira prática.

Segue exemplo de utilização da ferramenta disponibilizada pelo Latam.






Para o futuro o Latam pretende disponibilizar mais cálculos estatísticos em seu site. Aguardemos!


Notas:
(*) Empresas com até 200 empregados com grau de risco 3 ou menor, não são obrigadas a possuir médico do trabalho.
(**) O site do Latam foi desenvolvido pela G2C Tech Consultoria utilizando-se apenas de softwares livres.


Referências adicionais:
Latam
NR7 - Normativa Regulamentadora 07
G2C Tech Consultoria Ltda
Software R


* * * * * * *
Este post participa do Blogueiro Repórter

As desculpas na hora de dormir também evoluem

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Avanços tecnológicos prejudicam vida a dois, diz estudo
07 de março, 2008 - 20h12 GMT (17h12 Brasília)

As invenções tecnológicas da vida moderna, como computadores e telefones celulares, estão prejudicando o relacionamento de casais britânicos na hora de ir para a cama, aponta uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha.

O estudo, conduzido pela organização The Sleep Council, ouviu cerca de 1,4 mil britânicos de várias faixas etárias e mostrou que aparelhos como computadores, jogos eletrônicos e celulares podem estar se tornando os grandes vilões da vida a dois.

A sondagem, que investigou os hábitos que as pessoas têm na hora de dormir, apontou que 9% dos entrevistados disseram que sempre dormem sozinhos e 16% admitiram dormir longe do parceiro pelo menos uma vez por mês, porque seus quartos "acabaram se tornando uma central de comunicação".

De acordo com o Sleep Council, oito em cada dez pessoas disseram usar computadores e outros aparelhos pouco antes de pegar no sono.

Um terço disse fazer ligações, enviar ou receber e-mails e mensagens pelo celular quando já estão deitados.

Orações

A pesquisa ainda mostrou que um em cada cinco admite acessar sites de relacionamento, jogar no computador e ouvir músicas no formato mp3.

Em contrapartida, dizem os especialistas, "apenas um décimo dos entrevistados disse rezar antes de dormir".

Para Jessica Alexander, do Sleep Council, "com a nossa sociedade funcionando 24 horas por dia, sete dias por semana, os aparelhos eletrônicos estão dividindo a vida e até os quartos dos casais".

Ainda segundo Alexander, adultos jovens têm mais tendência a dizer aos parceiros que "não querem ser incomodados com eletrônicos quando já estão na cama".

"Eles preferem dormir separados e ter uma boa noite de sono e acreditam que isso não significa uma crise no relacionamento", afirma.

Ainda segundo a sondagem, adultos entre 25 e 34 anos são os que mais gostam de dormir cedo durante a semana, indo para cama por volta das 22h.

O estudo ainda apontou que 37% dos homens dormem de pijamas e 40% preferem ficar nus.



Não vou mentir, dei muitas gargalhadas com essa pesquisa! Ela começa falando sobre os casais, depois menciona as orações antes de dormir [...] volta a falar dos casais e depois menciona sobre homens que dormem nus e de pijamas [...] Não entendi essas ligações, talvez esteja faltando uma parte importante que não foi traduzida para a matéria!

Na verdade encasquetei com as orações. O que rezar tem haver com avanço tecnológico? E na hora de dormir? Ahhh já saquei! A mulher reza para que ele durma de pijamas e fique jogando no notebook até ela, definitivamente, dormir sem precisar dar desculpa. O homem nu, reza para que ela venha dormir sem o celular para que a amiga dela não ligue no meio da noite e estrague seus planos!!! Acho que os pedidos seriam diversos... mas desde a pré história homens e mulheres têm “clichês” para a hora de dormir... apenas as orações é que continuam as mesmas...

Mas o importante, mesmo, é que 37% dos homens dormem de pijamas, 40% dormem nus e os outros 23% ... Bom os outros 23% eu acho que são chamados de “Ricardão” porque não dormem!!! kakaka

Pelo menos achei a cama do futuro!!! E ela já vem na versão solteiro (oh maldade)...






Fonte da Imagem: 611Report

Escrever sempre me alivia...

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Escrever 'pode aliviar estresse de pacientes com câncer'
22 de março, 2008 - 15h14 GMT (12h14 Brasília)

Um estudo realizado com pacientes que sofrem de câncer sugere que escrever sobre os medos relacionados à doença pode aliviar o estresse dos pacientes.

A pesquisa, publicada na edição desta semana da revista científica The Oncologist, foi realizada com 71 pacientes que sofriam de leucemia ou linfoma em uma clínica especializada em Washington D.C, nos Estados Unidos.

A pesquisadora Nancy Morgan, que liderou o estudo, pediu para os pacientes para responderem a um questionário sobre como a doença havia afetado suas vidas e como se sentiam com as mudanças que enfrentaram depois do diagnóstico.

Depois de três semanas, 53% dos participantes afirmaram que o exercício mudou suas opiniões sobre a doença, enquanto 38% se sentiram diferentes com relação à sua condição.

"Pensamentos e sentimentos ou processar de forma cognitiva as emoções relacionadas ao câncer são elementos essenciais neste exercício. Escrever apenas sobre os fatos não traz nenhum benefício", disse Morgan.

Segundo a pesquisadora, apesar de não ter provas concretas sobre o impacto direto do exercício da escrita nos pacientes, os benefícios da terapia já mostraram que a prática pode ser integrada ao programa de clínicas especializadas.

"Fico satisfeito que tantos pacientes ficaram interessados neste tipo de terapia", disse Bruce Cheson, director da clínica Lombardi Center, onde o estudo foi realizado.




Acabei de aderir a essa terapia! Deus permita que eu não precise ficar mais longe de meus blogs por tanto tempo! Obrigada a todos que tiveram paciência para aguardar meu retorno, ele ainda não está 100%, mas espero que nos próximos dias possa compensar minhas faltas por aqui.

Agora sobre os medos, confesso que morro de medo de acidentes de carro, principalmente, de colisões que envolvam a lateral, como por exemplo, direto na porta do motorista (no caso minha porta). Acho que terei que escrever isso umas 1000 vezes para aliviar o estresse que isso me traz. E você, do que tem medo???