Você confia em político?

sábado, 26 de janeiro de 2008

Latino-americanos são os que menos confiam em políticos
17 de janeiro, 2008 - 13h57 GMT (11h57 Brasília)

A população da América Latina é a que menos confia na honestidade dos políticos, indica uma pesquisa do grupo Gallup Internacional. Entre os latino-americanos entrevistados, 77% disseram acreditar que os políticos são desonestos.

O resultado faz parte da pesquisa "Voz do Povo" divulgada nesta quinta-feira, que afirma também que 30% dos entrevistados acreditam que o mundo vai ser menos seguro no futuro.

Entre outubro e dezembro de 2007, o Gallup entrevistou 61,6 mil pessoas em 60 países para elaborar a "Voz do Povo" – que representaria as opiniões de 1,5 bilhão de cidadãos.

O Brasil não entrou no levantamento, mas entre os países latino-americanos analisados, a Colômbia é que a menos confia em seus políticos (90% dos entrevistados acham que a categoria é desonesta), seguida por Paraguai (89%), Bolívia (88%) e Equador (87%).

Os países mais pessimistas sobre o futuro, segundo a pesquisa, são os Estados Unidos e o Canadá, onde 62% dos entrevistados disseram acreditar que o mundo vai ser menos seguro no futuro. Apenas 13% manifestaram a opinião contrária.

Prioridades

No Oriente Médio, o percentual de entrevistados que acredita que o mundo vai estar mais seguro no futuro é maior (23%), embora mais de a metade (51%) seja da opinião contrária.

Para os latino-americanos, as principais prioridades dos líderes mundiais deveriam ser eliminar a miséria e a fome no mundo (27%) e proteger o meio ambiente (18%).

Outras questões, como incentivar o crescimento econômico e incrementar a economia mundial, reduzir as diferenças entre países ricos e pobres e diminuir o número de conflitos e guerras no mundo ficam empatados no terceiro lugar, com 9% das respostas.

Para os latino-americanos, a chamada guerra contra o terrorismo aparece atrás dessas questões, com 6% das respostas. O assunto menos importante entre os escolhidos pelo Gallup foi a promoção da igualdade entre homens e mulheres (1%).
Europa

Já entre os países europeus, a prioridade número um é a redução da fome e da miséria no mundo (17%), seguida pelo fim das guerras e conflitos (13%) e pela proteção do meio ambiente e redução das diferenças entre países ricos e pobres (12%).

Na África, no entanto, essa é a principal preocupação dos cidadãos (17%), ao lado de incentivos ao crescimento econômico e incrementar a economia mundial, seguidos por redução da fome e da miséria no mundo (15%).

Os resultados contrastam com as prioridades dos Estados Unidos e do Canadá, onde a redução de guerras e conflitos (18%) e o combate ao terrorismo (17%) são as duas principais preocupações da população, segundo o Gallup, seguidos por incentivos ao crescimento econômico e incrementar a economia mundial (16%).

O Oriente Médio, no entanto, é a única região em que o combate ao terrorismo encabeça a lista de prioridades (29%), seguido pelo fim das guerras (19%).

A pesquisa foi realizada sob encomenda do Fórum Econômico Mundial, que volta a se reunir neste ano em Davos, entre 23 e 27 de janeiro.



* * * * * *

Minha primeira pergunta ao terminar de ler esse artigo foi: por que eles deixaram de fora o Brasil, uma vez que temos uma filial do Instituto Gallup no Brasil ??? Por que nossa opinião não tem importância?

Pensando nessa exclusão, lembrei de um comercial...




Infelizmente, a política no Brasil sempre é palco de piada e, como sempre, quem paga os custos desses espetáculos somos nós os contribuintes...




Falando nisso!!! Não esqueça do IPTU, do IPVA e que esse ano é ano de eleição!!!

1 Observações:

disse...

Olá Tinr!
Venho agradecer sua visita e seu comentário.
È muito importante saber que pessoas como vc me visitam, faz com que devamos ficar cada vez melhor.
Li parte de suas post e adorei, é muito bom saber que temos alguém nesse Brasil que se importa com estatíscas.
Se me permitir colocarei seu blog em por eu ando, la no meu cantinho!
Beijos e fique com Deus, bom final de semana!
RÔ!