USA Baby Boom

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

EUA vivem pequeno 'baby boom', diz pesquisa
16 de janeiro, 2008 - 17h55 GMT (15h55 Brasília)


Dados preliminares de 2006 indicam que o número de nascimentos nos Estados Unidos aumentou 3%, sugerindo que o país está passando por um pequeno "baby boom".

De acordo com estes dados, os Estados Unidos agora têm uma taxa de fertilidade mais alta do que qualquer um dos países industrializados da Europa, Austrália, Canadá e Japão.

O aumento do número de nascimentos foi observado em todas as faixas etárias, mulheres na faixa dos 20, 30 e 40 anos.

Segundo a analista para questões religiosas da BBC, Frances Harrison, um dos fatores determinantes para este aumento seria a população latina no país, responsável por quase 25% de todos os nascimentos nos Estados Unidos.

Pesquisas mostram que a tendência entre os imigrantes que chegam aos Estados Unidos é ter mais filhos, pois estas crianças ganham automaticamente a cidadania americana.

Questão cultural

Mas Harrison acrescenta que a alta taxa de natalidade americana não se deve apenas aos imigrantes, pois mulheres brancas americanas têm mais filhos do que européias brancas, mesmo com alguns governos europeus adotando políticas de incentivo ao aumento da natalidade.

Uma das teorias seria de que a onda de nascimentos faz parte de uma questão cultural. Americanos têm uma visão mais favorável de filhos do que outros países ocidentais.

Eles respondem ao aumento de prosperidade no país com a decisão de ter outro filho.

Outro fator, segundo Harrison, é que os maridos nos Estados Unidos ajudam mais nos cuidados com os filhos do que em países como Itália ou Japão.

E ainda, nos Estados Unidos a probabilidade de casais continuarem uma gravidez indesejada e ter filhos fora do casamento é maior.

A queda no uso de métodos contraceptivos e o acesso limitado ao aborto em alguns Estados também tiveram papel importante neste aumento da taxa de natalidade.

Mas, a analista afirma também que todos os sinais mostram que mulheres tendem a ter menos filhos quanto mais bem educadas e mais oportunidades têm na vida profissional.



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Bom, ao meu ver, o nascimento de uma criança deve ser planejado, ela deve ser desejada. Creio que acima de tudo a criança que chega ao mundo, deve ser amada incondicionalmente. É bom saber que, pelo menos nos Estados Unidos, pessoas com mais condições financeiras optam por ter (mais) um filho, além dos maridos serem mais participativos na criação dos mesmos. Eu, caso pudesse, teria uns três... Por enquanto, sigo apenas as palavras de Plínio de Oliveira: “seja o que for, eu digo sim para o amor”!!!

1 Observações:

[>Dallai<] disse...

A taxa de natalidade aqui no Brasil também é alta. Claro! Quanto mais filhos, mais "bolsa-qualquer-coisa" nós pagamos. Vivemos num país de alta concentração de renda, onde o governo, através de políticas sociais populistas, indiretamente incentiva o crescimento da massa pobre. Isso tudo associado à estúpida mania de algumas pessoas de bater no peito e demonstrar o orgulho por ter 4 ou 5 filhos...