Só pode ser discurso!!!

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

América Latina tem mais de 200 milhões de pobres, diz BID
20 de março, 2007 - 11h26 GMT (08h26 Brasília)

Mesmo com o significativo crescimento econômico dos últimos anos, mais de 200 milhões de pessoas ainda vivem abaixo da linha da pobreza na América Latina, segundo o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luís Alberto Moreno, que classificou a situação de "inaceitável".

No entanto, ainda de acordo com o Moreno, que discursava na abertura da reunião executiva do BID, na Cidade da Guatemala, o número de latino-americanos vivendo abaixo das linhas da pobreza e da miséria é o mais baixo da história recente.

"Embora 13 milhões de pessoas tenham escapado das garras da pobreza nos últimos anos, a expansão econômica não se refletiu numa melhora da qualidade de vida para grande parte dos nossos habitantes", afirmou o presidente do BID.

'40% de pobres'

O BID estima que 40% dos moradores da região vivem na linha da pobreza, enquanto 15% ainda estariam na miséria.

O presidente do banco previu um crescimento econômico para a região de 4,8% a 5% para este ano, pouco abaixo do registrado no ano passado, de 5,3%.

Moreno salientou que essa expansão, no entanto, não levou à melhora esperada para grande parte da população latino-americana.

"A desigualdade continua. É inaceitável que 205 milhões de pessoas vivam abaixo da linha da pobreza", disse Moreno.

Em seu discurso de abertura do encontro na Guatemala, Moreno aproveitou para elogiar o pioneirismo do programa Pró-Álcool no Brasil.

"Devemos nos espelhar no Brasil, líder mundial em biocombustíveis, e não só para aprender com essa experiência, mas também pela importância do intercâmbio de tecnologias entre países-irmãos."

Participaram da abertura do encontro autoridades da região como a presidente do Chile, Michelle Bachelet, o presidente de El Salvador, Elías Antonio Saca, o presidente de Honduras, José Manuel Zelaya, e o anfitrião, presidente da Guatemala, Oscar Berger, entre outros.


É incrível como são os discursos... começou falando da pobreza no mundo e terminou elogiando o Brasil pela liderança em biocombustíveis.



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