Ser mulher não é fácil!!!

domingo, 30 de setembro de 2007

28/09/2007

Duas pesquisas americanas chegaram, separadamente, à conclusão de que os homens de hoje são mais felizes que as mulheres.

Segundo as pesquisas, dos anos 70 para cá os sexos trocaram de lugar na escala de felicidade: se naquela época elas eram um pouco mais felizes do que eles, atualmente são eles que levam vantagem.

Um estudo realizado pelo economista Alan Krueger, da Universidade de Princeton, perguntou aos pesquisados o que sentiam durante cada atividade que praticavam durante o dia.

Homens e mulheres deram respostas parecidas sobre o que gostavam de fazer (como sair com os amigos) e do que não gostavam (como pagar contas).

Entretanto, o estudo observou diferenças nas reações a diversas atividades.

Entre as mais curiosas, eles notaram que homens sentem aparentemente bastante prazer em passar tempo com seus pais, enquanto mulheres consideram esta atividade apenas um pouco menos prazerosa que lavar roupa.

Outra conclusão foi de que, dos anos 60 até os dias de hoje, os homens foram reduzindo gradualmente as atividades que consideravam desagradáveis.

Atualmente eles trabalham menos e relaxam mais, disseram os cientistas, ao passo que a presença das mulheres no mercado de trabalho foi crescendo.

Obrigações e frustração

Nos anos 70, a mulher gastava 23 horas semanais com atividades consideradas desagradáveis - 40 minutos a mais que o homem.

Hoje, se as mulheres continuam gastando o mesmo tempo em atividades de que não gostam, o tempo que os homens perdem caiu para 21,5 horas - o que aumentou para 90 minutos a diferença entre um sexo e outro.

"As mulheres atualmente têm uma lista muito mais longa de obrigações. E elas não conseguem fazer tudo, portanto muitas delas acabam se sentindo um pouco frustradas", avalia Krueger.

O casal de economistas Betsey Stevenson e Justin Wolfers, da Universidade da Pensilvânia, chegaram a uma conclusão semelhante em uma pesquisa que perguntava aos entrevistados o quão satisfeitos eles estavam com suas vidas.

Em 1976, 16% dos homens estavam satisfeitos com suas vidas; em 2007, a porcentagem subiu para 25%. Já a porcentagem de mulheres felizes se manteve igual: 22%.

Na opinião de Stevenson, a mulher de hoje provavelmente se sente menos feliz do que o homem porque, há três décadas, tinha ambições muito menores.

Segundo ela, uma estudante de Administração que encontrou recentemente resumiu o sentimento da mulher moderna.

A estudante contou que a meta de vida de sua mãe se resumia a ter um jardim bonito, uma casa organizada e crianças educadas, que tivessem sucesso nos estudos. "Eu também quero todas estas coisas, mas também quero uma grande carreira e ter impacto em um mundo mais abrangente", disse a estudante. (BBC)

Ser mulher não é fácil... e enquanto elas não descobrirem que podem dominar o mundo educando seus filhos, principalmente os homens, de forma não machista, vão continuar sobrendo e fazendo outras mulheres sofrerem!!!

O Matemático, o Matemático Aplicado e o Estatístico

sábado, 29 de setembro de 2007

Um matemático, um matemático aplicado e um estatístico concorrem a um mesmo emprego. Na entrevista, perguntam: "O que é 1+1?"

O matemático responde: "Eu posso provar que existe mas não é único."

O matemático aplicado pensa e ao final de um bocado diz: "A resposta é aproximadamente 1.99 com um erro de 0.01".

O estatístico sai da sala, pensa durante alguns minutos e, eventualmente em desespero, regressa à sala e pergunta: "Então, o que é que quer que seja?"

(fonte)


Essa foi maldosa!!! Mas piada é piada!!!

O Físico, o Homem do Circo e o Estatístico

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Um físico, um homem do circo muito forte e um estatístico foram abandonados numa ilha deserta. Uma caixa com enlatados chega a terra e a questão é como abrir as embalagens.

O físico sugere deixar cair as conservas do alto das árvores para que ao entrarem em contacto com o solo se abram.

O homem do circo, como era muito forte, disse que isso dava muito trabalho. Em vez disso, ele iria abrir os enlatados com as próprias mãos.

O estatístico abanou a cabeça e disse que ainda dava muito trabalho. Sabia de uma maneira para abrir as embalagens sem se preocupar muito. Primeiro, diz ele, assumimos que temos um abre latas...

(fonte)

Qual a maior crise do Outlier?

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Ainda não ter encontrado sua distribuição!!!

(Tine Araujo)

O que o Box Plot disse ao Outlier?

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Nem te atrevas a aproximar-te de mim.
(fonte)

Quantos estatísticos são necessários para trocar uma lâmpada?

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Realmente ainda não sabemos.
O nosso modelo inclinou-se para a esquerda.

(Uma pequena variação desta anedota:)
=> 100 - 1 para mudar a lâmpada em causa e n-1 para testar a sua sobrevivência.

(fonte)

Qual a probabilidade de duas bombas em um avião?

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Um homem, que viaja muito, ficou muito preocupado com a hipótese de haver uma bomba a bordo de um avião onde ele se encontrava.

Determinou a probabilidade de isso acontecer. Era baixa mas não o suficiente para ele.

Nos dias que correm ele viaja sempre com uma bomba na sua mala.

A razão que ele apresenta é que a probabilidade de duas bombas estarem bordo seria infinitesimal.

(fonte)

Só um passinho para atrás pessoal...

domingo, 23 de setembro de 2007

Mundo terá 9 bilhões de pessoas em 2050, diz ONU
27 de junho, 2007 - 13h19 GMT (10h19 Brasília)

O mundo terá em 2050 cerca de 2,5 bilhões de habitantes a mais do que hoje, elevando o total de moradores do planeta a 9 bilhões, estima um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgado nesta quarta-feira.
E até 2030, cinco bilhões de pessoas viverão nas cidades, o equivalente a 60% da população, disse o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

No ano em que o mundo ultrapassa uma marca de mais de 50% de seus 6,6 bilhões de moradores vivendo em centros urbanos, o UNFPA dedicou seu relatório anual Situação da População Mundial 2007 ao tema da urbanização.

O crescimento urbano ocorrerá quase que exclusivamente no mundo em desenvolvimento, onde em 2030 viverão 80% da população das cidades, disse a ONU.

Em 30 anos, a população urbana nos países ricos aumentará em apenas 100 milhões de pessoas, o equivalente a 11% da população urbana atual nesses países (veja quadro).

Na América Latina, 200 milhões de moradores urbanos adicionais até 2030 significarão um aumento de 50% em relação a hoje.

Já na Ásia e na África, carros-chefes do crescimento das cidades, a população urbana dobrará neste período.


População urbana 2000/2030 (bilhões)
Ásia – 1,4 / 2,7
África – 0,3 / 0,7
AL e Caribe – 0,4 / 0,6
Desenvolvidos – 0,9 / 1
Total – 3 / 5
Fonte: Fundo para População da ONU

Com as cidades desses continentes crescendo ao ritmo de um milhão de habitantes por semana, quase sete em cada dez cidadãos urbanos serão asiáticos ou africanos em 2030, previu o estudo.

Favelas

O cenário de concentração do crescimento urbano em cidades do mundo em desenvolvimento fez o UNFPA alertar para a conseqüente explosão das favelas.

Atualmente, um bilhão de pessoas vivem em favelas, 90% das quais estão nos países em desenvolvimento e 40% na Índia ou na China.

"Na África Subsaariana, a urbanização tornou-se virtualmente sinônimo de crescimento das favelas; 72% da população urbana da região vive sob condições de favela, comparados a 56% no Sul da Ásia", disse o relatório.

"A população de favelas na África Subsaariana quase dobrou em 15 anos, alcançando cerca de 200 milhões em 2005."

Para os brasileiros, as favelas viraram a maior ilustração das grandes cidades, com milhões de habitantes. Mas o relatório ressaltou que a maior parte do crescimento se dará em cidades de menos de 500 mil habitantes.

"É preciso concentrar a atenção onde o crescimento é maior", afirmou a diretora-executiva do UNFPA, Thoraya Ahmed Obaid.


A batalha para alcançar a meta de reduzir à metade a pobreza extrema antes de 2015 (parte das Metas do Milênio) se dará nas favelas mundiais.


Thoraya Obaid, diretora-executiva do UNFPA

"Portanto, é preciso prestar maior atenção às cidades menores, proporcionando-lhes recursos como informação e assistência técnica (para encarar desafios futuros)."

Obaid acrescentou que "a urbanização é inevitável", e que o processo deveria ser "uma força para o bem".

Migração campo-cidade

O relatório disse que o crescimento urbano do futuro não se dará pela migração do campo para as cidades, e sim pelo próprio aumento das populações que já vivem nelas, e criticou políticas oficiais de alguns países de proibir ou desencorajar a movimentação do mundo rural para o urbano.

Tais políticas, hoje comuns, por exemplo, na China, também caracterizaram a América Latina nos anos 70.

"A transição urbana na América Latina ocorreu apesar de muitas políticas antiurbanas explícitas. De modo geral, a transição urbana foi positiva para o desenvolvimento", observou o relatório.

"Uma atitude proativa em relação ao inevitável crescimento urbano teria minimizado muitas de suas conseqüências negativas, particularmente a formação de favelas e a falta de serviços urbanos para os pobres."

Até 2050 vamos ouvir muito essa frase: "Só um passinho para atrás pessoal..." só quem já andou de ônibus em horário de pico conhece hehehe

Tá com calor? Se prepare... vai piorar!!!

sábado, 22 de setembro de 2007

Preocupação com clima cresce mais no Brasil que no mundo, diz estudo
05 de junho, 2007 - 11h36 GMT (08h36 Brasília)

Os brasileiros estão em terceiro lugar entre os povos cuja preocupação com o aquecimento global mais cresceu nos últimos seis meses – a porcentagem da população que se diz preocupada com o tema mais do que triplicou no período, enquanto no mundo ela pouco mais que dobrou.

De acordo com uma pesquisa publicada nesta terça-feira e realizada online pelo Instituto de Mudanças Ambientais da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, e pela empresa Nielsen, em outubro de 2006, 7% dos entrevistados afirmava que as mudanças climáticas eram a sua maior ou segunda maior preocupação.

Em abril deste ano, essa porcentagem saltou para 24%. No mundo, essa variação no período foi de 7% a 16%.

O estudo indica que os gregos são os que apresentaram o maior aumento em relação à população na preocupação com o assunto (passando de 4% para 23%), seguidos pelos canadenses (de 13% a 31%) e Brasil (7% a 24%), Bélgica 11% a 28%), Noruega (10% a 27%) e Suíça (19% a 36%).

Isso não significa, no entanto, que o Brasil seja um dos países mais preocupados com o assunto.

Os mais inquietos com o aquecimento global segundo o levantamento são os suíços (36%), os franceses (32%), canadenses e australianos (ambos com 31%).

Em geral, todos os 47 países pesquisados apresentaram um aumento na preocupação com o assunto. A tendência global é de um aumento expressivo.

"O aquecimento global como uma das principais preocupações mais do que dobrou no mundo entre outubro de 2006 (7%) a abril de 2007 (16%), com alguns países triplicando ou quadruplicando esses números", afirmou Patrick Dodd, presidente da ACNielsen Europa.

Governos

O estudo também indica que 42% dos consumidores querem que os governos imponham restrições para empresas às emissões de dióxido de carbono e outros poluentes.

Mais ou menos a mesma proporção acredita que os governos deveriam investir em pesquisa para descobrir soluções ambientalmente corretas e que economizem energia.

A pesquisa foi publicada às vésperas da reunião do G8 (o grupo dos sete países mais ricos do mundo e a Rússia), na Alemanha, que pode discutir um acordo sobre o tema.

"Com esse encontro neste momento crucial, eles (os líderes) devem estar conscientes de como a população está alarmada sobre a possibilidade de um futuro com clima instável e do consenso que existe sobre a necessidade de os governos mostrarem liderança por meio de legislação severa, pesquisa e iniciativas", disse o professor Timmons Roberts, da Universidade de Oxford.

A pesquisa foi realizada com 26.486 usuários da internet em 47 países da América do Norte, Europa, Ásia e Pacífico, América Latina e Oriente Médio.

É temos que cuidar do Planeta. A cada dia que passa ele dá sinais de que não estamos fazendo o suficiente. Pense Nisso!!!

Eu tenho mais que 1 religião e não tenho nenhuma!!!

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Pesquisa diz que 11% dos brasileiros têm duas religiões
03 de maio, 2007 - 21h41 GMT (18h41 Brasília)

Uma pesquisa realizada por duas universidades brasileiras afirma que 11% dos brasileiros têm mais de uma religião.
O estudo divulgado nesta quinta-feira pelas universidades federais de São Paulo (Unifesp) e de Juiz de Fora (UFJF) com 3 mil pessoas em todo o país aponta que 83% dos pesquisados consideram a religião muito importante nas suas vidas.

As principais religiões citadas como primeira crença pelos entrevistados são catolicismo (68%) e evangélica (22%).

Ao todo, 5% se declararam praticantes de outras religiões – como protestantismo e espiritismo – e outros 5% se disseram sem crença.

Mais evangélicos

De acordo com os autores do estudo, o catolicismo tem perdido espaço nos últimos anos para os evangélicos, se analisados os números dos censos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 1991, 83,3% dos brasileiros se declararam católicos ao IBGE. Nove anos depois, a porcentagem caiu para 73,8%.

Considerando a margem de erro do estudo das universidades brasileiras, a porcentagem de católicos estaria agora entre 66% e 70%.

Já os evangélicos teriam crescido de 9%, em 1991, para 15,45%, em 2000, de acordo com o IBGE. Segundo a pesquisa da Unifesp e da UFJF, os evangélicos podem representar hoje até 24% da população brasileira.

A pesquisa também mostrou algumas diferenças socioeconômicas entre os entrevistados.

"Enquanto 15% dos entrevistados com nível de escolaridade superior têm o espiritismo como primeira ou segunda religião, 17% dos com escolaridade primária e 22% daqueles que completaram o antigo ginásio adotam o evangelismo", diz um dos autores do levantamento, Ronaldo Laranjeira, da Unifesp.


Pode-se dizer que faço parte dessa estatística, acredito em Deus e apesar de não seguir a risca nenhuma religião ou credo, simpatizo muito com o islamismo, espititismo, catolicismo e com a filosofia seicho-no-ie. Como religião, gosto e futebol é algo que não se discute, finalizo este post por aqui.

Na Grã-Bretanha também tem pobre!

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Pobreza atinge 40% dos membros de minorias britânicas, diz pesquisa
30 de abril, 2007 - 21h32 GMT (18h32 Brasília)

Um levantamento divulgado nesta segunda-feira na Grã-Bretanha revela que, em média, 40% das pessoas de origem étnica minoritária do país vivem na pobreza.

A pobreza nesses grupos – como, por exemplo, negros africanos e pessoas provenientes do Sudeste Asiático – é o dobro da registrada entre as pessoas brancas, alertou a Fundação Joseph Rowntree, uma organização beneficente britânica que realiza pesquisas na área social.

No levantamento, baseado em 350 entrevistas, a fundação definiu a pobreza como a falta de posses materiais como roupas de frio, boas condições de habitação, oportunidades para atividade social (como conviver com amigos) e o medo de não conseguir se sustentar.

A fundação disse que a política do governo britânico para as minorias precisa ser "urgentemente repensada" e que é necessário estudar melhor como é dada assistência a esses grupos, para garantir oportunidades iguais no mercado de trabalho.

Problemas graves

Segundo o levantamento, a porcentagem pessoas vivendo na pobreza é de 55% entre as de origem paquistanesa e 45% entre os negros africanos.

Quase uma em cada três pessoas de origem indiana vive abaixo da linha de pobreza. O mesmo vale para negros de origem caribenha.

"Embora na última década tenham ocorrido alguns avanços, ainda há alguns problemas muito graves sem solução", disse a diretora da Fundação Joseph Rowntree, Julia Unwin.

"Esta pesquisa mostra como são necessárias políticas para lidar com situações diferentes de cada grupo."

Representantes do governo britânico dizem que estão sendo estudadas novas medidas para tirar mais membros de minorias da pobreza.

O secretário de Emprego e Reforma da Previdência, Jim Murphy, disse que a vida de pessoas de grupos de minorias étnicas melhorou na última década, mas admitiu que é necessário mais esforço nesse sentido.

É preciso agir rápido. É preciso mais união entre os povos.


Triângulo, Quadrado, Curvado ou Círculo?

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Até 75% dos britânicos estão na profissão errada, diz pesquisa
29 de março, 2007 - 13h05 GMT (10h05 Brasília)


Até 75% dos britânicos podem estar na profissão errada porque não conhecem suas próprias personalidades, concluiu um levantamento feito na internet por uma empresa seguradora.

Cerca de 2 mil internautas fizeram um teste em que tinham que escolher com que figura se identificavam: triângulo, quadrado, curvado ou círculo. Depois, eles escolhiam uma cor. Isso levava a uma análise do perfil de cada um e a profissão exercida.

"A pesquisa descobriu que mais de 21 milhões de pessoas podem ser quadrados dentro de círculos ou triângulos tentando se encaixar no papel de um curvado", diz o texto.

De acordo com a pesquisa da empresa
Bupa, 40% dos banqueiros e contadores foram identificados como pessoas carinhosas, orientadas por círculos ao invés de quadrados - organizados, analíticos e confiáveis.

Triângulos

Já aquelas que trabalham em artes foram analisadas como sendo fortes e líderes, orientadas por triângulos. A criatividade, no entanto, é uma característica da figura curvada. Apenas 6% identificaram-se com esse formato.

Somente 10% dos políticos e funcionários públicos demonstraram ter habilidade para lidar com o público – perfil dos quadrados.

A pesquisa apontou que, nacionalmente,
33% das pessoas se identificaram como círculos, sendo amáveis e amigáveis, e 32% se descreveu como triângulos, ou seja, mais ambiciosas.

"É importante entender nossas personalidades individuais a fim de encontrar a combinação certa. Não fazê-lo significa que você pode passar uma grande parte da vida se sentindo como um quadrado em um círculo", disse o psicólogo Aric Sigman, que fez a análise dos dados.

"Como esta pesquisa mostra, a maioria das pessoas simplesmente não se conhecem muito bem. Não é de admirar que recentes estatísticas do governo mostrem que apenas 17% das pessoas nunca se sentem estressadas no trabalho."


Bom eles faram de algo importante que é se sentir na carreira correta profissionalmente. Mas não se deixe influênciar só pelos dizeres de triângulos, quadrados, curvados e círculos... eles mencionaram que também fizeram as pessoas escolherem uma cor, mas não descorreram sobre isso no artigo... é claro que avaliar suas atividades e o prazer em exercâ-las deve ser um hábito diário, para que não se transforme em stress. Aos que ainda não começaram a trabalhar, sugiro realizar um teste vocacional junto a uma empresa especializada no assunto,
minimizando, assim, frustrações futuras.

Melhor é falar minoria ao invés de admitir que é preconceito!

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Brasil é 46º em ranking de minorias no Congresso, diz ONG
20 de março, 2007 - 19h35 GMT (16h35 Brasília)

O Brasil é o 46º em um ranking de 50 países que identifica a quantidade de parlamentares de grupos de minoria no Congresso.

A lista foi divulgada nesta terça-feira pela ONG Minority Rights Group International (MRG),
baseada em Londres, que defende direitos das minorias.

Segundo o MRG, 13,2% dos brasileiros pertencem a grupos de minoria. No Congresso, no entanto, estas minorias estão representadas com 3,9% dos assentos.

O ranking coloca o Brasil na frente apenas de Espanha, Letônia, Estônia e Montenegro no grau de representatividade de minorias no Parlamento. A lista é liderada pela África do Sul, Namíbia, Tanzânia, Bélgica e Bósnia.

O MRG afirma que a participação de minorias no Legislativo e no Executivo é importante para combater as desigualdades e destaca que essa participação aumentou no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


Países mais perigosos para minorias
1. Somália
2. Iraque
3. Sudão
4. Afeganistão
5. Mianmar
Fonte: MRG

“Depois das eleições de 2002, pela primeira vez na história, o Brasil nomeou quatro afro-brasileiros para ministérios nacionais, dos quais três eram mulheres”, diz o relatório divulgado pela ONG, intitulado Estado das Minorias do Mundo em 2007,

Tortura

O relatório afirma que 78% dos brasileiros descendentes de africanos vivem abaixo da linha da pobreza, enquanto entre os brancos o percentual é de 40%.

O texto também diz que os negros são as maiores vítimas de tortura nas prisões brasileiras.

“O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) mostrou que as pessoas de cor no Brasil têm cinco vezes mais chances de serem mortas pela polícia do que os brancos”, afirma o relatório.

O documento do MRG também diz que negros recebem penas maiores no Brasil do que brancos pelos mesmos crimes.
Somália e Iraque

Minorias no Parlamento
1. África do Sul
2. Namíbia
3. Tanzânia
4. Bélgica
5. Bósnia
46. Brasil
Fonte: MRG

O MRG também divulgou a lista dos países mais perigosos para populações de minoria. O ranking é liderado pela Somália, onde vivem ameaçados os clãs Darood, Hawiye, Issaq, entre outros.

O Iraque, cuja ocupação por forças de coalizão liderada pelos Estados Unidos completou quatro anos nesta segunda-feira, é o segundo país mais perigoso para minorias, de acordo com a entidade.

“A situação no Iraque continua se deteriorando”, afirma o relatório da MRG, citando mais de três mil mortes de civis, a maior parte no segundo semestre de 2006.

Abaixo da Somália e do Iraque, estão na lista o Sudão (onde há perseguição dos grupos étnicos fur, zaghawa e massalit), Afeganistão (hazara e patane) e Mianmar (kachin e karenni).

O Brasil não faz parte deste ranking, que inclui 70 países.

Os latino-americanos que aparecem na lista são Haiti (15º), Colômbia (27º), Bolívia (55º), Guatemala (56º), Cuba (58º), Equador (59º), Nicarágua (61º) e Venezuela (63º).



O maior problema do mundo é o preconceito seguido pelo capitalismo do "eu tenho, você não tem", depois do ser ou não belo e inteligente... lá em último lugar encontra-se os sentimentos das pessoas e seus verdadeiros valores como seres humanos. Ainda temos muito que evoluir para que esse mundo seja, realmente, um lugar bom para se viver!!!



Só pode ser discurso!!!

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

América Latina tem mais de 200 milhões de pobres, diz BID
20 de março, 2007 - 11h26 GMT (08h26 Brasília)

Mesmo com o significativo crescimento econômico dos últimos anos, mais de 200 milhões de pessoas ainda vivem abaixo da linha da pobreza na América Latina, segundo o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luís Alberto Moreno, que classificou a situação de "inaceitável".

No entanto, ainda de acordo com o Moreno, que discursava na abertura da reunião executiva do BID, na Cidade da Guatemala, o número de latino-americanos vivendo abaixo das linhas da pobreza e da miséria é o mais baixo da história recente.

"Embora 13 milhões de pessoas tenham escapado das garras da pobreza nos últimos anos, a expansão econômica não se refletiu numa melhora da qualidade de vida para grande parte dos nossos habitantes", afirmou o presidente do BID.

'40% de pobres'

O BID estima que 40% dos moradores da região vivem na linha da pobreza, enquanto 15% ainda estariam na miséria.

O presidente do banco previu um crescimento econômico para a região de 4,8% a 5% para este ano, pouco abaixo do registrado no ano passado, de 5,3%.

Moreno salientou que essa expansão, no entanto, não levou à melhora esperada para grande parte da população latino-americana.

"A desigualdade continua. É inaceitável que 205 milhões de pessoas vivam abaixo da linha da pobreza", disse Moreno.

Em seu discurso de abertura do encontro na Guatemala, Moreno aproveitou para elogiar o pioneirismo do programa Pró-Álcool no Brasil.

"Devemos nos espelhar no Brasil, líder mundial em biocombustíveis, e não só para aprender com essa experiência, mas também pela importância do intercâmbio de tecnologias entre países-irmãos."

Participaram da abertura do encontro autoridades da região como a presidente do Chile, Michelle Bachelet, o presidente de El Salvador, Elías Antonio Saca, o presidente de Honduras, José Manuel Zelaya, e o anfitrião, presidente da Guatemala, Oscar Berger, entre outros.


É incrível como são os discursos... começou falando da pobreza no mundo e terminou elogiando o Brasil pela liderança em biocombustíveis.



Os Simpsons

domingo, 16 de setembro de 2007

Viva o americano médio!
Adriana Maximiliano


"Eu sempre me perguntei se Deus existia. Agora eu sei que ele existe - sou eu!" Não, não foi George W. Bush nem Tom Cruise quem disse isso. Foi Homer Simpson, depois de algumas cervejas. O pai barrigudo e egocêntrico do desenho Os Simpsons é o retrato mais fiel do americano médio que o mundo já viu.

Religioso, glutão de fast food e viciado em esportes que quase ninguém pratica além de suas fronteiras, o tal americano médio mora no interior do país e a, no máximo, 20 minutos de distância de um supermercado Wal-Mart. Nos fins de semana, assiste a uma longa partida de beisebol, depois da missa.

Para manter o corpinho inchado, devora sanduíches que estão 23% maiores que os de 20 anos atrás. Para ajudar a descer, os refrigerantes aumentaram 52% no mesmo período. Resultado: o americano médio engordou 5 quilos desde os anos 80.

Esse cidadão, que eles chamam de John Doe, ou Zé Mané, tem certeza de que a língua falada no Brasil é o espanhol. Já ouviu falar do Carnaval - e pára por aí. Exatos 52% dos cidadãos do país com renda per capita anual de 44 200 dólares por ano não sabem que a Terra leva 365 dias para dar uma volta em torno do Sol.

O americano médio apóia a guerra, mas não gasta mais do que 7 minutos por semana pensando nisso.
O jornal mais lido dos Estados Unidos é o USA Today, notável por seus textos curtos, gráficos e mapas e que tem mais de 2 milhões de leitores todo dia.

John Doe ama sua TV. Quatro em cada cinco já dispararam armas de fogo e 84% têm muito orgulho de ser americanos.


American way, o jeitinho deles
Como vive, se alimenta, transa e faz compras

TV
O americano não vive sem ela: ele tem pelo menos três aparelhos em casa. Por dia, sua TV fica ligada durante 7 horas e 13 minutos. Quando fizer 70 anos, já terá desperdiçado de sete a dez anos em frente à TV. Só de comercial, será um ano inteirinho. Cerca de 70% das creches têm salas de TV. Os pais não podem reclamar: gastam 3 minutos por semana falando com os filhos. No mesmo período, as crianças passam 1 680 minutos na frente da TV, em média.


Carro
Todo americano médio tem um carro grande. Grande, não: enorme. As pesquisas mostram que 89% das famílias têm um ou mais na garagem. Depois de casa e comida, o carro é o que mais come seu salário. Durante toda a vida, ele vai gastar entre 240 mil e 350 mil dólares com sua paixão. Nove entre dez viagens são feitas sobre quatro rodas.


Sexo
Os americanos têm um troço com banheiro: 70% deles dizem ter feito (ou "do it", como eles dizem) na pia ou no vaso sanitário. Mas o lugar preferido de nove entre dez casais americanos é mesmo o banco de trás de um automóvel.


Esporte
Futebol é coisa de mulher. Homem que é homem joga futebol americano, hóquei, beisebol e basquete. O atleta que ele admiracorre, pula, se joga, derruba e, acima de tudo, bate. Uma pesquisa da NBA (a liga que organiza o basquete) mostrou que 40 dos 66 atletas premiados no ano passado estão entre os mais agressivos. Os comentaristas de esporte adoram usar linguagem de guerra ao descrever o que acontece nos campos.
Para o americano, quanto mais violência em jogo e comida na arquibancada, maior é a diversão.


Drogas
Os americanos são os maiores consumidores de cocaína e heroína
e os Estados Unidos são maiores produtores de metanfetamina. Um em cada dois americanos já fumou pelo menos um cigarro de maconha. Inclusive os dois últimos presidentes do país, George W. e Bill Clinton.
Para completar o quadro, o primeiro presidente americano, George Washington, ainda na época da independência, 1776, plantava maconha.


Shopping
Em 1987, o número de shopping centers superou o número de high schools (as escolas secundárias) nos EUA: 32 563. Hoje, há cerca de 50 mil shoppings por lá. Para 93% das adolescentes, ficar passeando no shopping é a atividade favorita. O americano médio passa 6 horas por semana vendo lojas. Quando vai para casa, atende cerca de 300 ligações de telemarketing por ano. O americano compra tanto, mas tanto, que vira e mexe faz um garage sale (um feirão particular) para vender tudo o que comprou no mês passado e abrir espaço para novas aquisições. O que ele compra? TVs maiores. E flamingos (!). Uma pesquisa mostrou que 250 mil flamingos são vendidos todos os anos nos Estados Unidos.


Comida
Para o americaninho médio, o palhaço Ronald McDonald's é o personagem infantil mais famoso do mundo, logo depois do Papai Noel. Não é à toa que, quando cresce, cada adulto consome três hambúrgueres e quatro pacotes de batata frita por semana. De sobremesa, um sundae: o americano médio toma 1 tonelada de sorvete durante a vida. Talvez para economizar, um em cada oito americanos trabalha ou já trabalhou numa loja do McDonald's. Em compensação, 60 milhões de americanos são obesos. Quando a barriga não agüenta mais e até a consciência pesa, ele come um lanche diet, cujo mercado já movimenta 34 bilhões de dólares por ano, o que daria para pagar metade dos juros da dívida do Brasil.


Lixo
A cada dois anos, os Estados Unidos poderiam fazer uma fila de caminhões de lixo lotados daqui até a Lua. Os americanos são apenas 5% da população mundial, mas geram 30% de todo o lixo do planeta. O lixo do americano médio equivale ao de três japoneses, seis mexicanos, 14 chineses, 38 indianos, 168 bengalis e 531 etíopes. Durante toda a vida, o americano médio vai jogar fora 600 vezes o seu peso adulto. E do jeito que ele está engordando...


Religião
O americano médio é muito religioso. Existem entre 92 e 98 milhões de evangélicos convertidos hoje nos Estados Unidos. Um deles é George W. Bush, que se converteu depois de aprontar todas na adolescência. Segundo os dados da CIA, a população se divide em protestantes (52%), católicos (24%), mórmons (2%), judeus (1%), mulçumanos (1%), outros (10%) e ateus (10%).


Crime
Para um americano médio, lugar de bandido é na cadeia. Ou no caixão.
Mas não necessariamente nessa ordem. Os Estados Unidos têm a maior população carcerária do mundo, com 2 milhões de presos, e são o quarto país que mais condenou prisioneiros à pena de morte. Aliás, o recorde entre os governadores ainda é de Bush: 150 pessoas condenadas à pena de morte passaram desta para melhor durante os seis anos de seu governo no Texas. A polícia americana é, proporcionalmente, a que mais dispara armas de fogo e mata em diligências ou perseguições.Para completar, nos Estados Unidos existe uma arma e meia para cada americano vivo e uma em cada 20 pessoas vai passar algum tempo na cadeia.

Eu só posso terminar com um gostoso KkK... Não que nosso país seja muito diferente... Lamentável o destino do mundo, não é?

A era do gelo acabou faz tempo!

sábado, 15 de setembro de 2007

Ondas de calor estão mais longas na Europa, diz estudo
04 de agosto, 2007 - 15h03 GMT (12h03 Brasília) - Paul Rincon

A duração das ondas de calor na Europa Ocidental dobrou desde 1880, segundo indica um novo estudo realizado na Suíça.

Os autores da pesquisa, publicada na revista científica Journal of Geophysical Research – Atmospheres, também descobriram que a freqüência de dias extremamente quentes quase triplicou no último século.

O estudo mostra que muitas das análises anteriores sobre as variações diárias de temperatura durante o verão do Hemisfério Norte subestimavam as ondas de calor na Europa Ocidental em cerca de 30%.

A equipe de pesquisadores suíços descobriu que as ondas de calor duram hoje uma média de três dias, com algumas durando até 13 dias – em 1880, a média era de um dia e meio.

Correção de dados

Paul Della-Marta e seus colegas da MeteoSwiss, em Zurique, analisaram dados das temperaturas máximas em 54 estações meteorológicas em toda a Europa.

Em 46 delas, há dados registrados desde o século 19; nas outras, os dados são coletados desde o início do século 20. Os dados vão desde a Finlândia, ao norte, à Espanha, ao sul, e à Croácia, ao leste.

No passado, porém, os termômetros não eram mantidos em compartimentos especiais que os protegessem dos raios do sol e da radiação indireta vinda do chão, condições que podem distorcer as leituras de temperatura.

Uma vez que os pesquisadores corrigiram os dados para levar em conta esses efeitos, eles encontraram uma distorção nos dados registrados antes da introdução desses compartimentos de proteção.

Em outras palavras, as temperaturas eram registradas como sendo mais altas do que realmente eram.
Isso, por sua vez, significa que o aumento da temperatura ao longo do tempo parecia ser menor do que realmente era.

Os autores do estudo dizem que os europeus devem esperar que longos períodos de temperaturas altas no verão se tornem cada vez mais comuns.

Em 2003, uma forte onda de calor na Europa provocou grandes efeitos socioeconômicos e ambientais adversos.

Milhares de idosos morreram. Florestas foram devastadas por incêndios, ecossistemas aquáticos ficaram ameaçados e a massa total das geleiras dos alpes encolheu em 10%.


É necessário uma atenção especial para a coleta de dados para que os estudos e resultados estatísticos não fiquem destorcidos.

Os argentinos ganharam mais uma vez!!!

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Brasileiros desconfiam de Bush e Chávez, diz pesquisa
27 de junho, 2007 - 22h25 GMT (19h25 Brasília) - Bruno Garcez de Washington


Um total de 80% dos brasileiros diz ter pouca ou nenhuma confiança no presidente dos Estados Unidos, George W. Bush. A cifra é ligeiramente superior ao índice registrado pelo líder da Venezuela, Hugo Chávez, que é de 74%.
Os dados constam de uma pesquisa recém-divulgada, realizada no Brasil, em outros 45 países e nos territórios palestinos pelo instituto de pesquisas americano PewResearch Center.

O estudo mostra que o índice de brasileiros que têm muita ou alguma confiança nos dois líderes é idêntico: 17%.

A confiança depositada em Bush se manteve relativamente estável em relação à última vez em que a popularidade do líder americano foi aferida pelo PewResearch entre os brasileiros, em 2003. Na ocasião, o índice dos que confiavam em Bush era de 13%.

Curiosamente, a despeito da forte retórica antiamericana de Chávez, o índice de pessoas nos Estados Unidos que sentem pouca ou nenhuma confiança no líder venezuelano é de 55%, bem abaixo da cifra brasileira. Por outro lado, o índice dos venezuelanos que têm pouca ou nenhuma confiança em Bush é de 75%.

A pesquisa destaca uma crescente insatisfação em relação à política externa americana e com a gestão do presidente George W. Bush em diferentes regiões do mundo.

Índices negativos

O estudo mostra que os índices negativos dos americanos aumentaram consideravelmente na Europa Ocidental, inclusive entre tradicionais aliados, como a a Grã-Bretanha e a Alemanha, e também tiveram uma expansão na América Latina.

Na Alemanha, na pesquisa do Pew feita em 2002, 60% diziam ter uma visão positiva sobre os Estados Unidos. No estudo deste ano, o índice caiu para 30%. No Brasil, o índice de pessoas que tinham uma impressão positiva dos Estados Unidos em 2002 era de 51%. Em 2007, caiu para 44%.

Na Argentina, por exemplo, os índices do atual governo e dos Estados Unidos como um todo estão entre os mais baixos entre os países latino-americanos consultados - a pesquisa foi realizada também na Bolívia, Chile, México, Peru e Venezuela.

Um total de 87% dos argentinos disseram ter pouca ou nenhuma confiança em Bush. O índice de desconfiança que os argentinos têm pelo líder dos Estados Unidos supera até o que eles têm por Osama Bin Laden, que é de 81%.

Retirada do Iraque

O número de brasileiros que querem a retirada das tropas americanas do Iraque é de 76%, índice que fica aquém do argentino, onde 87%, desejam que os soldados dos Estados Unidos saiam do Oriente Médio. Os números são similares aos de algumas nações do Oriente Médio: Egito (81%), Marrocos (73%) e européias: Alemanha (71%) e França (78%).

O índice de argentinos que disseram se opor aos esforços americanos para combater o terrorismo foi de 83%, índice que superou até o de países do Oriente Médio de maioria muçulmana, onde a política americana é seriamente questionada.

A cifra foi maior que a dos territórios palestinos (79%) ou da Turquia (77%). Na mesma categoria, um total de 53% dos brasileiros se opõem aos esforços antiterroristas americanos.

Negócios à americana

O modo de fazer negócios dos americanos também conta com forte desaprovação. Um total de 61% dos brasileiros disse desgostar da postura americana nesse setor - o que representa um crescimento de 10% em relação à pesquisa de 2002. Mais uma vez, o índice argentino deste ano foi ainda superior, ficando na faixa de 67% - um aumento de 13% de cinco anos para cá.

Ainda que a pesquisa mostre um crescente receio em relação a potências emergentes como a Rússia e a China, ela mostra que os índices dos Estados Unidos são ainda os piores.

O estudo mostra que a política externa do líder americano conta com menos aprovação do que a do presidente russo, Vladimir Putin, entre tradicionais aliados americanos, como o Canadá, a Grã-Bretanha e a Alemanha.

No Brasil, a pesquisa foi realizada entre mil pessoas em grandes centros urbanos entre os dias 13 e 23 de abril. A margem de erro do estudo é de 3%.

Prática e discurso

A ex-secretária de Estado americana, Madeleine Albright, co-fundadora do Pew Global Project Atitudes, a divisão do Pew responsável pela pesquisa, afirmou que o mau desempenho dos Estados Unidos pode estar ligado ao fato de o país nem sempre praticar o que prega.

''Cabe perguntar. De que vale defender valores como o governo da lei, a implantação de eleições livres e o combate à tortura, se não cumprimos as expectativas que esperam de nós nessas áreas?''

Indagada se acredita que uma possível mudança da administração americana, com uma nova eleição no país, poderia melhorar a imagem dos EUA no mundo, Albright afirmou que acredita que ''uma nova administração poderá fazer muita coisa, como mudanças de orientações políticas''.

Mas Albright acrescentou que ''acredita que poderá haver uma mudança, mas não uma mudança miraculosa''.
Albright demorou para descobrir que os americanos não praticam o que pregam!!! Mas os argentinos não!!!


Que tipo de música você escuta quando está de mau humor???

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Superdotados buscam refúgio em heavy metal, diz estudo
21 de março, 2007 - 14h41 GMT (11h41 Brasília)

Estudantes talentosos que se sentem pressionados por sua capacidade usam música heavy metal para superar as suas emoções negativas, de acordo com um estudo da Universidade de Warwick, na Grã-Bretanha.
A pesquisa foi coordenada por Stuart Cadwallader e Jim Campbell, da Academia Nacional para Jovens Talentosos e Superdotados da universidade britânica. Ambos estudaram 1.057 alunos entre 11 e 18 anos.

Os jovens responderam a questionários sobre família, comportamento na escola, nas horas de lazer e preferências na imprensa. Os alunos também responderam a perguntas sobre o seu gosto musical.

O rock foi o estilo mais popular, seguido de perto pelo pop.
Mais de um terço dos entrevistados citou o heavy metal como gênero favorito.

Os estilos musicais também foram associados a características de personalidade dos jovens: os que dizem gostar de heavy metal teriam uma auto-estima mais baixa do que os outros.

Intrigados com essa relação, os pesquisadores então entrevistaram 19 estudantes superdotados sobre a opinião deles acerca do heavy metal.

Canalizar raiva

Os estudantes, embora afirmassem não se considerarem "metaleiros", disseram se identificar com alguns aspectos dessa subcultura.

Eles dizem que o heavy metal pode ser usado como instrumento de catarse, usando a música normalmente alta e agressiva para liberar as suas frustrações e irritações.

Embora os fãs mais ardorosos afirmem que o heavy metal é "música para toda hora", muitos disseram ouvir esse estilo apenas quando estão de mau humor.

"Talvez as pressões associadas ao talento e a superdotação possam ser temporariamente esquecidas com o auxílio da música", disse Cadwallader.

"Como um estudante sugeriu, talvez jovens mais inteligentes sintam mais a pressão sobre eles do que os outros e usem a música para lidar com isso."

A pesquisa vai ser apresentada nesta quarta-feira na Conferência Anual da Sociedade Britânica de Psicologia, que acontece na Universidade de York.

Eu nem de longe e muito menos de perto sou super dotada, mas quando estou de mau humor preciso de Heavy Metal e dê preferência bem alto para me desligar e religar com o Mundo.

Ficou com vontade de escutar Rock??? Então sintonize na internet 91 ROCK e vai treinado para ser superdotado, pelo menos de Música, Informação e Atitude!!!

Pobres no Brasil...

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Mais pobres no Brasil 'são mercado de US$ 181 bi'
19 de março, 2007 - 16h07 GMT (13h07 Brasília)


Um estudo de institutos ligados ao Banco Mundial divulgado nesta segunda-feira afirma que os 70,7% mais pobres do Brasil representam um mercado de US$ 181 bilhões (cerca de R$ 376 bilhões).


Segundo o relatório intitulado Os Próximos Quatro Bilhões – que usa dados do IBGE de 2002 – os 124 milhões de brasileiros que possuem renda anual inferior a US$ 3 mil (cerca de R$ 6,2 mil) respondem por 34,5% do consumo familiar no país.

Na América Latina, as pessoas com renda inferior a US$ 3 mil compõem um mercado de US$ 509 bilhões. Na região, 70% da população – ou 360 milhões de pessoas – tem 28% do poder de compra da região.

O estudo do Banco Mundial considera que o Brasil tem uma população de 176 milhões de pessoas e um mercado consumidor de US$ 527 bilhões.


Renda diária média
Brasil - US$ 3,35
China - US$ 2,11
Índia - US$ 1,56
Fonte: IFC e WRI/Banco Mundial

A maior parte dos consumidores de menor renda do país – 78% – mora em zonas urbanas.

A renda média das pessoas na base da pirâmide econômica no Brasil é de US$ 3,35 por dia. O Brasil ficou na frente de países como China (US$ 2,11) e Índia (US$ 1,56).

O estudo também mostrou que os mais pobres no Brasil gastam muito pouco com educação – esses 70% dos brasileiros representam apenas 8% do consumo nacional com educação.

No entanto, em relação ao consumo de energia, os brasileiros na base da pirâmide representam a maioria do mercado – 57,8% do gasto nacional com energia no mercado doméstico é dos 70% de brasileiros mais pobres.

No mundo todo, segundo o Banco Mundial, existem 4 bilhões de pessoas que ganham menos de US$ 3 mil por ano. Apesar da baixa renda, elas formam um vigoroso mercado de US$ 5 trilhões.




E quem não gosta de consumir??? O negócio é ter condições para isso!!! Mesmo assim o comercio incentiva o caos da dívida e o sorriso momentaneo dos consumistas compulsivos!!!


"Ela chega em casa com muitas sacolas de compras e me diz: ‘te comprei um presente’, e me dá uma pulseirinha de couro que não lhe custou nem 1 euro". David Beckham, jogador, sobre a compulsão por compras da mulher, Victoria - Fonte: Revista ISTO É Gente, Edição 371.



Pobres no Mundo...

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Mais pobres do mundo 'formam mercado de US$ 5 trilhões', diz estudo
19 de março, 2007 - 16h02 GMT (13h02 Brasília)


As quatro bilhões de pessoas mais pobres do mundo formam um mercado de US$ 5 trilhões, de acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira por institutos privados ligados ao Banco Mundial.
O estudo, intitulado Os Próximos Quatro Bilhões, mostra a participação das pessoas da base da pirâmide econômica – aquelas que possuem renda anual inferior a US$ 3 mil (cerca de US$ 6,2 mil) de acordo com a paridade de compra local – na economia mundial.

“O relatório dá força aos pedidos de maior engajamento dos negócios com a base da pirâmide econômica, ressaltando a necessidade do setor privado de desempenhar um papel maior no desenvolvimento”, afirma Michael Klein, vice-presidente do IFC, instituto ligado ao Banco Mundial que realizou o estudo.

O maior mercado de pessoas nessa faixa de renda está na Ásia. Os 2,8 bilhões de asiáticos – ou 83% da população do continente – com renda inferior a US$ 3 mil formam uma economia que movimenta US$ 3,47 trilhões. Isso representa 42% do mercado consumidor da Ásia.

Padrões de consumo

Na América Latina, 70% da população – ou 360 milhões de pessoas – constituem 28% do mercado consumidor – ou US$ 509 bilhões.


Mercados "pobres"*
Ásia – US$ 3,47 trilhões
América Latina – US$ 509 bilhões
Leste Europeu – US$ 458 bilhões
África - US$ 429 bilhões

* pessoas com renda anual inferior a US$ 3 mil. Fonte: IFC e WRI/Banco Mundial

Na África, 95% das pessoas possuem renda abaixo de US$ 3 mil.

O estudo também mostrou que pessoas na base da pirâmide têm pequena participação em mercados consumidores como de informação e comunicação, mas constituem a maioria em outros segmentos, como alimentação.

Os quatro bilhões de pessoas mais pobres consomem US$ 2,89 trilhões em alimentos por ano.

O estudo também conseguiu identificar alguns padrões de consumo comuns em todo mundo. Na base da pirâmide, mais da metade do gasto com saúde era para consumo de remédios.

Na medida em que a renda das famílias cresce, a participação da alimentação no total dos gastos cai, perdendo bastante espaço para consumo de itens de transporte e comunicação.

É muito triste saber que pessoas vivem sem condições básicas. E é incrível ver como pessoas assim ainda conseguem sorrir e amar a vida!!! Estar em cima do muro é que estraga tudo!!!

"O capitalismo não é um bom sistema, mas ninguém inventou coisa melhor." Lech Wałęsa, ex-presidente polonês


Você tem chance de ficar bilionário!!!

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Fortuna de bilionários cresce sete vezes mais que economia mundial
09 de março, 2007 - 09h31 GMT (06h31 Brasília)

No ano em que a economia mundial deve crescer cerca de 5%, segundo as estimativas, o patrimônio total dos bilionários cresceu a um ritmo sete vezes mais acelerado, de acordo com a última lista da revista Forbes.

Juntos, o patrimônio dos bilionários saltou de US$ 2,6 trilhões em 2005 para US$ 3,5 trilhões no ano passado – um aumento de 35%, revelou a revista.

Parte do aumento se explica pelo número recorde de bilionários no mundo.

A publicação identificou 946 pessoas com contas bancárias com recursos acima de US$ 1 bilhão, incluindo 178 pessoas que entraram pela primeira vez na lista.

Isto quer dizer que 20% dos bilionários do mundo alcançou este status pela primeira vez em 2006.

"Foi um ano cheio de trabalho para os caçadores de fortuna da Forbes", escreveram as editoras Luisa Kroll e Allison Fass na matéria que apresenta os ricaços.

"Mercados de ações aquecidos, combinados com preços ascendentes nos mercados imobiliário e de commodities expandiram as fortunas de Mumbai a Madri."

'Engenhosidade'

Os países emergentes, como o Brasil, colaboraram com mais pessoas para a lista. O número de brasileiros chegou a 20, mas apareceram também russos (19), indianos (14), chineses (13) e espanhóis (10), além de bilionários de primeira viagem do Chipre, Omã, Romênia e Sérvia.

Novamente, como nos últimos 12 anos, a lista foi encabeçada pelo CEO da Microsoft, Bill Gates, detentor de um patrimônio de nada menos que US$ 56 bilhões.


TOP TEN - Fortuna em US$ bi
Bill Gates (EUA) – 56
Warren Buffet (EUA) – 52
Carlos Slim (México) – 49
Ingvar Kamprad (Suécia) – 33
Lakshmi Mittal (India) – 32
Sheldon Adelson (EUA) – 26,5
Bernard Arnault (França) – 26
Amancio Ortega (Espanha) – 24
Li Ka-shing (Hong Kong) – 23
David Thomson (Canadá) – 22
Fonte: Revista Forbes

O investidor internacional Warren Buffet ficou em segundo lugar, com US$ 52 bilhões. Mas ele perdeu espaço para o mexicano Carlos Slim, dono da telefônica América Movil e o homem mais rico da América Latina.

A performance da América Movil e a força dos mercados acionários fizeram Slim ficar US$ 19 bilhões mais rico no ano passado, elevando sua fortuna para US$ 49 bilhões e encostando em Buffet e Gates.

"Engenhosidade, não indústria, é a característica comum dos novos bilionários", descreveram Kroll e Fass.
"Estas pessoas ganharam dinheiro com tudo, desde mídia e imóveis a café, comida chinesa e álcool combustível."

Segundo a Forbes, o bilionário de 2006 tem em média 62 anos – dois a menos que no ano anterior – sendo que os novos membros do clube têm em média 55 anos. Três de cada cinco deles criou sua fortuna do nada, elas afirmaram.

A revista identificou 33 bilionários abaixo de 40 anos, que comandam US$ 118 bilhões. Cerca de metade deles herdou sua fortuna, mas a outra metade (17) saiu do nada, entre eles dois integrantes da família Constantino, que detêm a empresa aérea Gol.

O mais jovem bilionário é o chinês William Ding, 36, criador do portal de Internet NetEase.


Bom ninguém ganha dinheiro sem fazer nada... primeiro tem que ter uma idéia, depois acreditar nela e a partir dai colocar em prática, trabalhar, trabalhar, trabalhar!!! Ufa... até que o dinheiro trabalhe por si só!!! Mas não desanime, você ainda tem chance!!! E se você já pensa no seu primeiro milhão, veja aqui como chegar mais rápido a ele!!!

Os homens sempre vão ganhar mais...

domingo, 9 de setembro de 2007

Homens ganham 10% mais que mulheres em 'áreas femininas'
08 de março, 2007 - 10h46 GMT (07h46 Brasília)

O salário pago a homens é em média 10% maior que o de mulheres nas chamadas "profissões femininas", como enfermagem e ensino, segundo um relatório divulgado nesta quinta-feira pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

No Dia Internacional da Mulher, a organização com sede em Genebra, na Suíça, chamou atenção para a grande desigualdade entre gêneros que ainda persiste nas oportunidades de trabalho, e alertou para o que chamou de "feminização da pobreza".

"Apesar de algum progresso, mulheres demais ainda estão presas em empregos que pagam pouco, freqüentemente na economia informal, com insuficiente proteção legal, pouca ou nenhuma proteção social e com um alto grau de insegurança", disse o diretor-geral da OIT, Juan Somavia.

Como resultado, afirmou a OIT, as mulheres constituem 60% da categoria de "trabalhadores pobres", os que, mesmo empregados, continuam ganhando menos de US$ 1 por dia.

A taxa de desemprego registrada entre as mulheres continuou maior que a dos homens em 2006: 6,6%, contra 6,1%.

Alem disso, cerca de metade das mulheres em idade ativa (acima de 15 anos) estão desempregadas, enquanto mais de 70% dos homens têm empregos, estimou a entidade.

Em algumas regiões do mundo, essa disparidade é ainda mais acentuada.
No Oriente Médio e Norte da África, por exemplo, apenas duas em cada dez mulheres trabalham, comparada com uma taxa de sete a cada dez homens.

Sem reconhecimento

O relatório mostrou que a marginalização da mulher no mercado de trabalho começa na qualificação: de cada dez alunos que abandonam a escola, seis são mulheres, estimou a OIT.

"Impedir que garotas terminem mesmo o ciclo de educação básica diminui suas chances de determinar o seu próprio futuro", diz o documento.

Especialmente em regiões mais pobres, a presença de mulheres no mercado de trabalho continua restrita principalmente a atividades não remuneradas, como no caso de mulheres que trabalham na agricultura ou em negócios familiares.

Este é o caso de 60% de trabalhadoras no sul da Ásia e de 40% de trabalhadoras na África subsaariana, indicou o relatório.

Por outro lado, cerca de 90% das mulheres nos países desenvolvidos são assalariadas. Na América Latina, este porcentual é de 67%.

"A transição de trabalhadora familiar não-remunerada, ou de trabalhadora mal-remunerada por conta própria, para assalariada é um grande passo para a liberdade e a auto-determinação de muitas mulheres", disse a OIT.

Avanços

Mulheres no mercado de trabalho 1996/2006
Força de trabalho (milhões) – 1.052,0/1.238,9
Empregadas (milhões) – 985,4/1.157,1
Desempregadas (milhões) – 66,7/81,8
Taxa de desemprego – 6,3%/6,6%
Fonte: OIT

Ainda assim, o relatório Tendências Globais de Emprego para Mulheres vê alguns avanços na condição das trabalhadoras no mundo.

Segundo a OIT, em números absolutos, nunca houve tantas mulheres com um emprego.

Em 2006, elas correspondiam a cerca de 1,2 bilhão dos aproximadamente 2,9 bilhões de trabalhadores empregados no mundo - em 1996, elas somavam cerca de 985 milhões.

Porém, a OIT diz que, nos últimos dez anos, a porcentagem de participação das mulheres na força de trabalho mundial (a parcela de mulheres economicamente ativas que trabalham ou estão procurando emprego) caiu de 53% para 52,4%.

A América Latina foi a região em que a porcentagem de participação das mulheres no mercado de trabalho teve um dos maiores aumentos nos últimos dez anos, subindo de cerca de 46% para cerca de 52%.

Em compensação, disse a entidade, 10,4% das mulheres economicamente ativas na região estão desempregadas. O mesmo problema afeta 6,4 % dos homens na média desses países.
Uma mudança nesse quadro só ocorrerá quando a mulher parar de criar filhos (homens) machistas!!! É.... é ela quem cria seu próprio carrasco e/ou o carrasco de uma mulher no futuro!!! Quando ela descobrir o poder que tem em mãos as coisas vão mudar!!!


2040, um sonho Indiano!!!

sábado, 8 de setembro de 2007

Ministro diz que Índia pode 'eliminar pobreza até 2040'
03 de fevereiro, 2007 - 09h37 GMT (07h37 Brasília)

O ministro da Economia da Índia, Chidambaram Palaniyappan, disse que a pobreza no seu país está sendo reduzida rapidamente e que poderá ser “eliminada” até 2040.
“Estou confiante que podemos eliminar a pobreza até 2040”, disse o ministro em entrevista à BBC.

“As pessoas no lado de baixo da pirâmide estão tendo melhoras nas suas condições de vida. Você precisa comparar os números com os de 10, 15 anos atrás.”

Ele afirmou que cerca de 25% dos indianos vivem em miséria – ou seja, que 250 milhões sobrevivem com apenas US$ 1 por dia – mas que isso deve mudar com o crescimento econômico do país.

Chidambaram também disse que o rápido crescimento econômico precisa ser acompanhado de mudanças grandes na infra-estrutura atual do país.

Mão-de-obra barata e energia

Ele respondeu a críticas sobre o baixo custo da mão-de-obra e sobre o alto consumo de energia da economia indiana.

“Muito disso é mito, essa história de que a mão-de-obra na Índia é barata, e, portanto, atraente. O que interessa é que a força de trabalho indiana é bem treinada.”

Sobre o impacto do crescimento e do alto consumo de energia da Índia no meio ambiente, Chidambaram disse à BBC que muitas das críticas são injustas.

“Quando o mundo desenvolvido estava crescendo, ninguém parou para perguntar: 'vocês estão consumindo energia demais'. Nós temos o direito de crescer, o direito de consumir mais energia.”

Ele afirmou que o país enfrenta hoje um déficit de 8% entre demanda e oferta de energia, e que esse é um problema fundamental a ser resolvido para que a Índia continue crescendo.

Na semana passada, o banco de investimentos Goldman Sachs afirmou que a Índia deve se tornar a quinta maior economia do mundo já na próxima década.

Chidambaram também defendeu uma vaga permanente para a Índia no Conselho de Segurança das Nações Unidas.

“Acho que temos direito a isso. Nosso tamanho econômico nos dá direito a isso.”

Quisera que nosso ministro da economia fosse tão determinado quanto o ministro da economia da Índia. O Brasil, com certeza, já teria vencido esse passo!

Quero ser pobre na Noruega!!!

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Pobres da Noruega ganham mais que ricos em 57 países
03 de janeiro, 2007 - 20h20 GMT (18h20 Brasília)

Um cruzamento de dados divulgado pelo escritório brasileiro do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PNUD) mostra que os 10% da população de renda mais baixa na Noruega ganham mais do que os 10% mais ricos de 57 países, entre eles Ucrânia, Egito, Índia e Paquistão.
Os dados divulgados pelo PNUD mostram ainda que os 10% da população mais rica do Brasil, apesar de ter renda média 57 vezes maior do que os 10% mais pobres do próprio país, ganham apenas 2,5 vezes mais do que os 10% mais pobres da Noruega.

As conclusões são baseadas em dados contidos no Relatório de Desenvolvimento Humano, divulgado anualmente pelo PNUD, e que classifica os países de acordo com diversos indicadores socioeconômicos, como educação, renda e expectativa de vida.

A Noruega ocupa o 1º lugar no índice de desenvolvimento humano do PNUD divulgado em 2006, enquanto o Brasil ocupa apenas o 69º lugar.

Diferenças

A pesquisa mostra que os 10% mais ricos do Brasil ganham em média US$ 37.534 ao ano, enquanto os 10% mais pobres da Noruega têm uma renda média anual de US$ 14.964. Os 10% mais pobres do Brasil têm renda média anual de US$ 656.


Desigualdade no mundo
Renda anual dos 10% mais ricos (em média)
Estados Unidos - US$ 117.931
Hong Kong - US$ 105.747
Irlanda - US$ 104.820
Cingapura - US$ 90.848
Brasil - US$ 37.534

Fonte: ONU
----------------------------
Renda anual dos 10% mais pobres (em média)
Serra Leoa - US$ 28
Níger - US$ 62
Rep. Centro-Africana - US$ 77
Bolívia - US$ 82
Brasil - US$ 656
Fonte: ONU

A diferença entre os 10% mais ricos e os 10% mais pobres na Noruega é de apenas seis vezes.

As comparações dos valores foram feitas levando em consideração a paridade do poder de compra, que elimina distorções causadas pela diferença no custo de vida dos diversos países.

O cruzamento de dados do PNUD mostra que em sete países a renda anual dos 10% mais pobres ultrapassa os US$ 10 mil anuais – além de Noruega, Japão, Finlândia, Irlanda, Suécia, Áustria e Bélgica.

No outro extremo, em 42 países a renda média dos 10% mais ricos não ultrapassa os mesmos US$ 10 mil – isso ocorre, por exemplo, na Índia, no Paquistão, em Bangladesh e no Vietnã.

Segundo o relatório, a Bolívia é o país com a maior desigualdade entre os 10% mais ricos e os 10% mais pobres – US$ 12.849 por ano contra US$ 82, uma diferença de 157 vezes.


Elite americana é a mais rica do mundo, segundo a ONU

O segundo mais desigual é a Namíbia, onde a diferença é de 129 vezes – US$ 48.052 anuais para os 10% mais ricos contra US$ 372 para os 10% mais pobres.

O país menos desigual, segundo o PNUD, é o Azerbaijão, onde os 10% mais pobres recebem US$ 2.218 ao ano, cerca de um terço da renda dos 10% mais ricos (US$ 7.393 anuais).

O segundo país menos desigual é o Japão, com uma renda anual de US$ 63.408 para os 10% mais ricos contra US$ 14.026 para os 10% mais pobres – uma diferença de 4,5 vezes.

Os relatório mostra ainda que os países com as maiores rendas médias anuais entre os 10% mais ricos da população são Estados Unidos (US$ 117.931), Hong Kong (US$ 105.747), Irlanda (US$ 104.820) e Cingapura (US$ 90.848).

Entre os países com as menores rendas entre os mais pobres estão Serra Leoa (US$ 28 anuais), Níger (US$ 62), República Centro-Africana (US$ 77) e Bolívia (US$ 82).
Bem só tenho uma coisa a dizer, apesar de conhecer todas as diferenças entre as nações e ficar muito triste, principalmente, por Serra Leoa... Mas não dá mais para ser pobre aqui no Brasil... Quero ser pobre na Noruega!!!


Vilão mata 13 pessoas por dia na França!!!

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

França proibirá fumo em lugares públicos
08 de outubro, 2006 - 20h05 GMT (17h05 Brasília)


A França vai proibir o fumo em todos os lugares públicos a partir de fevereiro, anunciou neste domingo o primeiro-ministro Dominique de Villepin.

Cafés, casas noturnas e restaurantes terão até janeiro de 2008 para se adaptarem. A lei prevê uma multa de 75 euros (cerca de R$ 200) para o fumante e 150 euros (ou R$ 400) para o estabelecimento.

Segundo de Villepin, que anunciou a proibição em uma entrevista na televisão, o cigarro mata mais de 13 pessoas por dia na França, o que é uma “relidade inaceitável”.

“Nós começamos fazendo uma simples observação – dois números:
60 mil mortes por ano em nosso país ligadas diretamente ao consumo de tabaco e 5 mil mortes ligadas ao fumo passivo”, disse ele.

“Isso significa mais de 13 mortes por dia. É uma realidade inaceitável para o nosso país, em termos de saúde pública.”

Tratamento

Os locais públicos indicados pela lei incluem estações, museus, escritórios públicos e lojas, mas não as ruas ou lugares privados, como casas e quartos de hotel.

De Villepin acrescentou que o Estado vai assumir um terço dos custos de tratamentos contra o tabagismo, como adesivos.

Alguns países já adotaram medidas semelhantes. Pesquisas de opinião pública na França – geralmetne considerado um país de fumantes – mostram que 70% das pessoas apóiam a proibição, de acordo com a correspondente da BBC em Paris, Valerie Jones.

Segundo levantamentos feitos em maio, os países da União Européia com o maior número de pessoas que apoiam os fumantes são Grécia, Chipre e Portugal.

A notícia é antiga, mas como ressalta um fator importante que são as 13 mortes por dia na França resolvi publicar aqui!!! E agora vou ser até um pouco má no que vou dizer... O que os governos reclamam mesmo é dos custos dos pacientes fumantes em seus leitos de hospital!!! Mas eles não reclamam na hora de cobrar os impostos das empresas de cigarro (que são altíssimos)!!!

É claro que seria ótimo para eles se fossemos todos saudáveis!!! Analisando mais friamente ainda, as funerárias devem ficar bem feliz com essa estatística, seguidas das floriculturas, lojas de óculos escuros, loja de roupas escuras, loja de velas, o padre que abençoa o corpo (isso é cobrado se você não sabe) e sem esquecer do coveiro que tem trabalho o ano inteiro!!! Dessa forma, reduzir essas mortes também pode causar desequilíbrio econômico para as classes citadas. Pense nisso antes de obrigar alguém a parar de fumar!!!

O governo pensa nos custos, o não fumante pensa no cheiro... tá na hora de ouvir o fumante!!!



Doce como inseticida!!!

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Apetite de mosquitos pode ser arma anti-malária
22 de setembro, 2006 - 16h41 GMT (13h41 Brasília)

O gosto dos mosquitos por açúcar pode ser o caminho para eliminar a malária e outras doenças transmitidas pelo inseto.


Um grupo de pesquisadores da Hebrew University conseguiu exterminar uma população de um mosquito ao pulverizar acácias com uma solução de inseticida com açúcar.

Ainda que sangue seja o alimento principal da dieta da fêmea do mosquito, os insetos também gostam de se alimentar de néctar de plantas entre as “refeições”.

O estudo foi publicado no International Journal for Parasitology.

A malária é responsável pela morte de cerca de um milhão de pessoas por ano, ficando atrás apenas da tuberculose em impacto na saúde mundial, entre as doenças infecciosas.

A doença é disseminada pelas fêmeas dos mosquitos, que precisam se alimentar de sangue antes de colocar os ovos.


Oásis isolado

O grupo israelense pulverizou as acácias numa região desértica do sul do país, adicionando açúcar ao inseticida Spinosad.

A escolha pelo oásis foi feita porque como havia poucas plantas na área, os mosquitos ficavam sem opções para buscar alimento.

Outra razão é que o local abrigava uma população específica de mosquito, permitindo um monitoramento preciso e com menor risco de mosquitos de regiões vizinhas contaminarem os resultados.

Após a pulverização, praticamente toda a população de mosquitos foi exterminada. Os poucos mosquitos que foram capturados depois da aplicação do inseticida eram insetos novos, que ainda não tinham se tornado ou tinham acabado de se tornar adultos.


Técnica "barata"

O coordenador da pesquisa, Yosef Schlein, disse que o cultivo de árvores e plantas que atraiam os mosquitos em ambientes adequados, combinado com a pulverização através da solução inseticida, pode se constituir numa maneira barata e simples de combater a malária.

De acordo com Schlein, a técnica tem um potencial particularmente alto em áreas de limitado crescimento para as plantas, como regiões desérticas e savanas, especialmente na África subsaariana, onde a doença é um problema sério.


MALÁRIA
300 milhões de casos por ano
1 milhão de mortes anualmente
Uma criança morre de malária a cada 30 segundos no planeta
A África é a região mais castigada do mundo


A técnica também poderia vir a ser usada em áreas que tenham uma maior variedade de flores, uma vez que os mosquitos se alimentam em um número restrito de espécies.

O inseticida oral Spinosad é um produto de baixo impacto ambiental, tendo pequeno efeito em outros insetos, aves e mamíferos.

Pierre Guillet, da Organização Mundial de Saúde (OMS), afirmou que qualquer estratégia de combate ou de redução da vida da fêmea do mosquito é, potencialmente, um modo de controlar a malária, mas fez a ressalva de que ainda é preciso realizar a experiência mais vezes.

No Brasil os Estados com maior risco da doença são: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Caso queira saber um pouco mais sobre a malária, clique aqui.




Uma boa razão para deixar de fumar... ou não...

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Três anos sem fumar podem derrubar riscos cardíacos
18 de agosto, 2006 - 14h17 GMT (11h17 Brasília)

Fumantes leves – que fumam até dez cigarros por dia – reduzem o risco de ataque cardíaco ao mesmo nível de não-fumantes entre três e cinco anos após parar de fumar, revelou uma pesquisa publicada no jornal médico Lancet.

Já a possibilidade de enfartes em fumantes inveterados continua alta mesmo depois de 20 anos de abstinência, diz a pesquisa.

O estudo, que envolveu 27 mil pacientes em 52 países, demonstrou que os riscos à saúde são praticamente iguais para quem masca tabaco ou o consome em cigarros comuns, de palha ou narguilés (comuns no Oriente Médio e na África árabe, em que a fumaça é inspirada através de um cano com água).

O mundo tem cerca de 1,3 bilhão de fumantes, 82% deles nos países em desenvolvimento, disseram os cientistas.

Riscos

O estudo concluiu que, comparado a não-fumantes, quem fuma está exposto a um risco de ataque cardíaco três vezes maior.

O risco dos fumantes leves é igual ao de quem masca tabaco – o dobro do risco dos não-fumantes.

Fumar passivamente – ou seja, simplesmente se expor à fumaça de cigarros – aumenta em 45% a chance de ataque cardíaco.

Enquanto fumantes leves podem zerar as chances de ataque cardíaco pouco tempo após deixar o vício, ex-fumantes inveterados – que consomem pelo menos 20 cigarros por dia – ainda correm risco de enfarte 22% mais alto que não-fumantes, mesmo depois de 20 anos de abstinência.

Para o coordenador da pesquisa na Universidade McMaster de Ontário, professor Salim Yusuf, o estudo mostra que "os esforços públicos para evitar que jovens comecem a fumar e que fumantes de hoje abandonem o vício terão grande impacto na prevenção de ataques cardíacos em todo o mundo".

Ruairi O’Connor, da Fundação Britânica do Coração, afirmou que "a boa notícia para fumantes é que muito do risco de ataques cardíacos diminuiu depois de se abandonar o cigarro. (Esta é) uma boa razão para se deixar de fumar".


Você estava procurando motivação para deixar de fumar??? Então achou!!! Espero que os resultados apresentados aqui te ajude de alguma forma. Fumar é um hábito milenar e para muitos a solução de muitos problemas. Mas como já disse mais de uma vez, cada um sabe o que deseja e espera para sua vida.

Rugas??? Eu???

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Pesquisa liga rugas a maior risco de doença em fumantes
14 de junho, 2006 - 11h25 GMT (08h25 Brasília)

Um estudo do Royal Devon and Exeter Hospital, na Inglaterra, mostrou que fumantes de meia-idade que têm propensão a rugas têm cinco vezes mais risco de apresentar doenças pulmonares que os que não são enrugados.

A pesquisa, que saiu na publicação internacional de medicina respiratória Thorax, mostrou que as rugas são associadas à doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), que engloba condições como enfisema, bronquite e asma.

O Dr. Bipen Patel, que liderou a equipe do estudo, disse que há uma suscetibilidade genética à DPOC.

"O que esta pesquisa mostra é que aqueles que têm tendência a ter doenças respiratórias também têm tendência a ter rugas", diz ele.

Médicos ingleses já estão aconselhando pacientes, médicos e enfermeiras a procurar sinais de rugas prematuras, além de sintomas tradicionais como tosse e falta de ar, como forma de diagnosticar doenças respiratórias em fumantes ainda nos primeiros estágios.

A Organização Mundial da Saúde estima que a doença pulmonar obstrutiva crônica será a terceira maior causa de mortes no mundo até 2020.

Sinal de alerta

O hábito de fumar já é considerado responsável pelo envelhecimento prematuro da pele e por causar a maior parte dos casos de doença pulmonar obstrutiva crônica, mas nem todos os fumantes são afetados.

Os pesquisadores ingleses estudaram 149 fumantes e ex-fumantes, com idades entre 45 e 70 anos, de 78 famílias.

Neste grupo, 68 pessoas tinham DPOC. Das 25 com rugas severas, 21 tinham a doença respiratória.

Depois de se levar em conta a idade e o número de anos que as pessoas tinham fumado, chegou-se à conclusão de que os fumantes mais enrugados tinham cinco vezes mais risco de ter DPOC.

Tecido elástico

O porta-voz da British Skin Foundation, professor Chris Griffiths, da Universidade de Manchester, diz que a ligação entre o fumo e as rugas é bem documentada.

"Isso é associado ao estímulo que o cigarro dá às enzimas responsáveis pelo processamento de colágeno e dos tecidos elásticos na pele. As doenças respiratórias crônicas também são associadas à perda de elasticidade nos pulmões, que pode ser comparada ao enrugamento da pele", diz Griffiths.

Para o professor, "seria interessante especular que a suscetibilidade a rugas causadas pelo sol e a presença de enfisema pulmonar seriam causadas pelo mesmo tipo de mecanismo."


Tenho uma amiga que vai ficar muito feliz com esse artigo... está chegando aos 40 anos e não tem uma ruga!!! Que felicidade né!!! Quando eu crescer quero ter esse poder!!!

Pílula do dia seguinte: você sabe usar?

domingo, 2 de setembro de 2007

Uso da pílula do dia seguinte, remédio tomado contra o risco de gravidez, aumentou 80% entre as jovens brasileiras e pode se tornar uma aliada polêmica
Mônica Tarantino - Fonte: Revista Isto É – 02/07/07

A pílula do dia seguinte chegou há oito anos às farmácias brasileiras - e em 2004 começou a ser distribuída na rede pública. Trata-se de uma cartela de dois comprimidos com hormônios que têm a missão de dificultar a fecundação e, conseqüentemente, a gravidez. Bem antes disso, ginecologistas já receitavam combinações de anticoncepcionais com efeito idêntico às clientes inseguras com as conseqüências de uma relação sexual sem proteção ou marcada por incidentes como o estouro da camisinha. Ou seja, um recurso de emergência para situações de risco.

E haja emergência! A mais recente pesquisa sobre a sexualidade e a saúde das nossas meninas mostrou um aumento de 80% no uso do remédio em três anos. O estudo foi feito com 178 garotas com menos de 20 anos, atendidas nos serviços de referência para adolescentes paulistas. "Das 120 que já tinham vida sexual, 35,8% usaram a pílula de emergência pelo menos uma vez. Em 2004, esse número era menor: 20% recorreram ao método", diz a ginecologista Albertina Duarte Takiuti, responsável pelo estudo e coordenadora do Programa Estadual de Saúde do Adolescente de São Paulo.

O crescimento do uso da pílula revela que as garotas estão preocupadas em evitar a gravidez indesejada, mas, ao mesmo tempo, não estão tomando as devidas precauções para que isso não aconteça. Resumindo: não se valem de anticoncepcionais e, mais grave, não exigem que o parceiro use camisinha, expondo-se assim às doenças sexualmente transmissíveis. Em 60,5% dos casos avaliados pelo trabalho, as jovens que tomaram a pílula do dia seguinte fizeram sexo sem preservativo e não estavam usando nenhum outro método anticoncepcional. As demais usaram preservativos que teriam se rompido, segundo elas, durante a relação sexual.

A pesquisa também mostrou que a maioria das jovens conhece o método de última hora, mas isso não quer dizer que saibam como usá-lo. "Elas ignoram que pode falhar em 10% a 15% dos casos e o vêem como uma espécie de pílula mágica", diz Albertina. A estudante paulista Carla, 16 anos, descobriu isso na prática. "Esqueci da camisinha e meu namorado comprou a pílula do dia seguinte. Tomei certo, mas mesmo assim fiquei grávida", conta a garota, enquanto embala no colo a filha Mercedes, de sete meses. Agora ela usa um dispositivo intra-uterino para evitar nova gravidez. "Aproveitamos esse momento para uma ação educativa sobre a importância da proteção com anticoncepcionais e com a camisinha, por causa das doenças sexualmente transmissíveis", diz Albertina

Outro comportamento desaconselhável é o uso constante da pílula. Cerca de 46% das garotas avaliadas tomaram mais de uma vez. "Isso diminui a eficácia, mas elas desconhecem", explica a ginecologista Mônica Moreira, de São Paulo. A estudante de fisioterapia Júlia Salvatti, 21 anos, acredita que uma das explicações para o consumo repetido, até mais de uma vez por mês, é que algumas jovens tomam a pílula como se fosse mais um anticoncepcional. "Não é. Deveria haver mais campanhas para esclarecer como funciona de fato e sobre a prevenção da gravidez", afirma. Júlia tomou uma única vez, aos 19 anos, durante a fase em que interrompeu o uso regular de comprimidos anticoncepcionais por recomendação médica. "Deu certo, mas até minha menstruação chegar, dez dias depois do remédio, fiquei muito ansiosa. Não quero passar por isso de novo", diz.

A pesquisa de Albertina identificou mais áreas delicadas. "Cerca de 21% dos parceiros das meninas que usaram comprimidos do dia seguinte não participaram da decisão. Outros 7% não aprovaram a escolha. Isso mostra que o peso está caindo sobre os ombros das garotas, até mais do que em anos anteriores. Elas estão mais sozinhas", conclui. A questão ganha relevância considerando que a atividade sexual começa cada vez mais cedo, por volta dos 15 anos, e em geral depois de um mês de relacionamento com o segundo parceiro.

A grande procura pelo remédio mostra a real necessidade de ampliar o acesso a ele. Mais um passo nesse rumo será o início, em julho, da distribuição gratuita desse contraceptivo nos postos Dose Certa, em estações de ônibus, trens, metrô e hospitais. Também se discute os prós e contras de eliminar a necessidade de receita para que a mulher receba o remédio na rede pública dentro do prazo mais adequado, sem esperar pelas consultas. Resta ajustar o foco para que o acesso venha junto com a consciência de que a pílula deve ser usada como uma solução rápida para deslizes, e não no lugar da prevenção - sobretudo a camisinha, segura para evitar gravidez e doenças.
O melhor mesmo é orientar e insistir, principalmente, no uso da camisinha. Filho é algo que deve ser planejado, desejado... se não, podemos dizer que é mais um para sofrer no mundo... pois será culpado pelo que seus pais deixaram de viver na adolescencia... pense bem? Você se ama? Então exija a camisinha!

Refrigerante... um vilão no seu dia-a-dia!!!

sábado, 1 de setembro de 2007

Divulgação Científica - Ruim para o coração
24/07/2007

Agência FAPESP – O hábito de beber mais de um refrigerante por dia, mesmo que em versão “diet”, pode estar associado a um aumento dos fatores de risco para doenças cardíacas, de acordo com pesquisa realizada por uma equipe do Instituto Framingham, nos Estados Unidos. O estudo foi publicado na revista Circulation, da Associação Norte-Americana do Coração.

“Entre os que bebem um ou mais refrigerantes diariamente há uma associação com um maior risco de desenvolver a síndrome metabólica”, disse o autor principal do estudo, Ramachandran Vasan, pesquisador do instituto e professor da Escola de Medicina da Universidade de Boston.

A síndrome metabólica é um aglomerado de fatores de risco para doenças cardiovasculares e diabetes, incluindo excesso de circunferência abdominal, alta pressão sangüínea, triglicerídeos elevados, baixos níveis de lipoproteína de alta densidade (o “colesterol bom”) e altos níveis de glucose em jejum. A presença de três ou mais desses fatores aumenta o risco do aparecimento de diabetes ou doença cardiovascular.

“O mais impressionante foi o fato de o risco aumentar tanto para quem consome refrigerantes diet quanto para os que tomam a versão normal”, disse Vasan.

De acordo com o pesquisador, estudos anteriores ligavam o consumo de refrigerantes a múltiplos fatores de risco para doença cardíaca, mas, pela primeira vez, foi demonstrado que a associação incluía também os refrigerantes com adoçantes artificiais.

O estudo teve como base observações feitas com 9 mil pessoas de meia- idade durante quatro anos em três ocasiões diferentes. Os pesquisadores concluíram que os indivíduos que consumiam um ou mais refrigerantes por dia apresentavam um aumento de 48% na prevalência da síndrome metabólica em comparação aos que consomem menos.

Considerando apenas os pacientes livres da síndrome metabólica – 6.039 dos indivíduos observados –
o consumo diário de um ou mais refrigerantes foi associado com um risco 44% maior de desenvolvimento da síndrome durante um período de quatro anos.

Os cientistas observaram que os participantes que beberam mais de um refrigerante por dia tinham chances 31% maiores de desenvolver obesidade, 25% mais risco de ter triglicerídeos elevados e 32% mais propensão de apresentar baixos níveis de colesterol bom. O risco de desenvolvimento de síndrome metabólica aumentou de 50% a 60%.

“Os resultados aparentemente não tiveram interferência dos padrões dietéticos dos usuários de refrigerantes, isto é, por outros itens que são tipicamente consumidos com essas bebidas”, disse Vasan.

Os pesquisadores ajustaram as análises em relação ao consumo de gordura saturada, de gordura trans, fibras alimentares, taxa calórica total, consumo de tabaco e atividade física. “Mesmo assim, observamos uma associação significativa do consumo de refrigerantes com o risco de desenvolvimento da síndrome metabólica”, destacou.

Uma explicação possível para o fenômeno é que o xarope de frutose de milho nos refrigerantes causaria ganho de peso e poderia levar ao diabetes. “Mas, nesse caso, fica difícil explicar por que as versões ‘diet’ não apresentaram diferença”, disse Vasan.

Outra hipótese é que o maior consumo de líquidos estaria associado com um grau mais baixo de compensação alimentar. Normalmente, segundo o pesquisador, quem come muito em uma refeição tende a comer menos na próxima. “Mas os líquidos não têm o mesmo grau de compensação dos sólidos. Portanto, se você bebe uma grande quantidade de líquidos em uma refeição, tende a beber tanto quanto na próxima”, explicou.

Outra tese é que os refrigerantes, em versão “diet” ou não, são altamente adocicados. Isso poderia fazer com que a pessoa ficasse mais propensa a consumir doces. Ou, ainda, que o caramelo dos refrigerantes poderia promover o desenvolvimento de complexos de açúcares – que, por sua vez, poderiam resultar na resistência à insulina, causando inflamação.

“São teorias que precisam ser estudadas. Nossa pesquisa teve caráter observacional e, embora tenhamos demonstrado a associação, ainda não provamos que há uma relação de causa e efeito”, disse Vasan.

O artigo Soft drink consumption and risk of developing cardiometabolic risk factors and the metabolic syndrome in middle-aged adults in the community, de Ramachandran Vasan e outros, pode ser lido por assinantes da Circulation: Journal of the American Heart Association em
http://circ.ahajournals.org.
Já me falaram que não é bom beber nada durante as refeições... mas eu não resisto a um suco ou algo doce depois que termino de comer!!! Provavelmente estou correndo riscos... pois hoje em dia não está sendo possível comer e beber nada que não cause algum problema, não é? Pão, água e vinho tinto... acho que essa é que é a receita!