Sem pena de aumentar a pena!

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

75% aprovam prisão perpétua, diz pesquisa
18/04 - 12:21, atualizada às 15:19 18/04 - Agência Senado

O presidente do Senado, Renan Calheiros, divulgou durante reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), pesquisa do DataSenado sobre a violência. Segundo a pesquisa, 75% da população acha que a punição de caráter perpétuo resolveria a insegurança nas ruas. A maioria dos entrevistados também expressou o desejo de que haja punição dos criminosos, rigor na aplicação das punições e aumento das penas.

De acordo com a consulta, 87% das pessoas querem punição igual para adultos e menores criminosos. O presidente ressalvou, ao apresentar esse dado, que sua opinião é a de que a idade para a imputabilidade penal é apenas uma parte do problema.

Segundo a pesquisa, 69% da população defende que não haja teto de 30 anos para cumprimento de pena e 93% dos consultados não admitem benesses para crimes hediondos. Depois de defender a necessidade de vinculação orçamentária emergencial e temporária para a segurança pública, Renan informou que, ainda segundo a pesquisa, 93% das pessoas entendem que o combate ao crime requer mais investimentos em segurança pública, melhores salários para os policiais e compra de equipamentos, entre outras medidas.

A pesquisa do DataSenado é um reflexo da ansiedade da população em relação à situação de violência existente no país e uma demonstração da total falência do sistema atual de segurança pública, segundo o presidente do Senado.

A pesquisa Data Senado foi realizada durante os meses de março e abril com 1068 entrevistados em 130 municípios. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para cima ou para baixo.

Eu já sou um pouco mais radical!!! Acho que deveríamos ter pena de morte!!! Morreriam uns 10 a 20 e os outros pensariam melhor no que iriam fazer da vida!!! Os que não merecessem pena de morte, deveriam pagar com serviços para a comunidade... de preferância quebrar pedra, abrir estradas, coisas assim... para ocupar a cabeça!!! Ou quem sabe, ainda, usar umas leis mulçumanas, como roubou corta-se a mão.... se deixarmos ele por um período ou para sempre na cadeia sem fazer nada, além de pagarmos a conta da estadia, mais mordomia
de visitas íntimas e colchões novos a cada rebelião, estamos criando um criminoso mais "animal" e sanguinário!!! Seremos reféns de nossa própria compaixão!!!

Melhor é não precisar de quimioterapia...

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Nicotina pode interferir em quimioterapia
03 de abril, 2006 - 12h09 GMT (09h09 Brasília)

Especialistas da Universidade do Sul da Florida afirmam que a presença de nicotina no organismo humano pode comprometer a quimioterapia no tratamento de câncer.
De acordo com pesquisadores, a nicotina – o princípio ativo do tabaco – pode proteger as células cancerígenas da ação da quimioterapia.

O estudo foi apresentado à Associação Americana para Pesquisa do Câncer, em Washington, e será destaque na próxima edição on-line da revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

Os testes foram feitos em células no laboratório, mas estudiosos afirmam que o mesmo efeito acontece no organismo de fumantes e ex-fumantes que fazem uso de chicletes ou adesivos de nicotina.

Durante os experimentos, foi constatado que as drogas gemcitabina, cisplatina e paclitaxel — normalmente usadas para tratar o câncer de pulmão — não agiram com a mesma eficácia quando havia presença de nicotina nas células doentes.

“Nossa descoberta explica porque pacientes fumantes têm uma perspectiva de cura pior do que aqueles que desistem do cigarro antes do tratamento”, disse um dos pesquisadores à agência de notícias Associated Press.

A doutora Nithya Ramnath, especialista em tratamento de câncer de pulmão do Roswell Park Cancer Institute, no Estado de Nova York, concorda que pacientes de câncer têm de parar de fumar.

Ela ressalta que eles também devem evitar o uso de adesivos ou chicletes de nicotina.

Melhor é não precisar de quimioterapia... Hoje em dia todo mundo sabe sobre o mal que o cigarro pode causar... somos livres para escolher e responsáveis por nossas escolhas... é isso!!!

No stress...

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Estudo liga estresse no trabalho a doença cardíaca e diabetes
20 de janeiro, 2006 - 13h16 GMT (11h16 Brasília)


O estresse no ambiente de trabalho é um importante fator no desenvolvimento de doenças do coração e diabetes, segundo pesquisadores britânicos.
Já há muito tempo se conhece a relação entre o estresse e problemas de saúde, mas o estudo publicado nesta sexta-feira pela revista acadêmica British Medical Journal identificou pela primeira vez este processo biológico.

Os pesquisadores estudaram os históricos de saúde de 10 mil funcionários públicos britânicos e descobriram uma relação entre o estresse e a síndrome metabólica, uma condição que se manifesta, entre outras coisas, pela obesidade e a pressão alta.

“Funcionários com estresse de trabalho crônico têm mais do que o dobro de chances de ter a síndrome do que os que não têm este estresse, levando em conta outros fatores de risco”, disse a líder da pesquisa, Tarani Chandola, da University College, de Londres, que liderou os trabalhos.

“O estudo fornece evidência para a plausibilidade biológica dos mecanismos de estresse psicossocial, ligando fatores estressantes do dia-a-dia com doenças cardíacas.”

Variáveis

Durante o estudo, desenvolvido entre 1985 e 1999, os níveis de estresse relacionados ao trabalho dos participantes foram medidos quatro vezes.

Os pesquisadores também avaliaram os diferentes aspectos da síndrome metabólica, que designa uma série de fatores que causam doenças cardíacas e diabetes, como a alta pressão sangüínea e colesterol elevado, entre 1997 e 1999.

Variáveis como classe social, fumo, consumo de bebidas alcoólicas e falta de exercício foram levados em consideração.

A conclusão foi de que, quanto mais estresse as pessoas tinham no trabalho, maior era a probabilidade de elas apresentarem sintomas da síndrome metabólica.

Uma das possíveis explicações para isso, segundo os autores do estudo, é que a exposição prolongada ao estresse no trabalho afeta o sistema nervoso da pessoal.

Eles também sugerem que o estresse crônico pode reduzir a resistência biológica do trabalhador, afetando seu equilíbrio fisiológico.

O estudo também conclui que funcionários que têm cargos inferiores na hierarquia estão mais sujeitos a apresentar a síndrome metabólica, confirmando teorias de que o status social de uma pessoa está ligado à condição.

Então o negócio é não se estressar... tentar resolver as coisas da melhor forma possível... pois se estressando só você sai perdendo!!!

Vacina para diarréia... quem nunca desejou???

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Em teste, vacina para diarréia tem 98% de eficácia
05 de janeiro, 2006 - 11h55 GMT (09h55 Brasília)

Resultados de dois estudos publicados na última edição do New England Journal of Medicine aumentam a esperança sobre o lançamento de uma vacina efetiva contra a causa mais comum de diarréia infantil.

Os estudos relatam testes sobre duas vacinas, Rotateq e Rotarix, contra os rotavirus, que matam cerca de 500 mil crianças anualmente em países em desenvolvimento e respondem por um terço das internações hospitalares por diarréia em todo o mundo.

Os estudos mostraram que as vacinas foram eficazes em 98% e 85% dos casos, respectivamente. Os estudos avaliaram 130 mil crianças.

O rotavirus é endêmico e as infecções ocorrem em quase todas as crianças até a idade de dois ou três anos.

A infecção pode provocar desde vômitos, febre, dores abdominais e diarréia grave até gastroenterite desidradante, que pode ser fatal.

Primeira vacina

No mundo em desenvolvimento, a infecção por rotavirus pode ser devastadora por causa da falta de acesso rápido a tratamento.

A busca por uma vacina efetiva e segura contra o vírus parecia ter terminado nos anos 1990, quando uma vacina anterior foi desenvolvida.

Mas ela acabou tendo de ser retirada do mercado após ter sido associada com uma condição rara, mas potencialmente grave, chamada intussuscepção, na qual o intestino dobra-se, bloqueando a passagem das fezes.

Em comentários publicados pelo New England Journal of Medicine, os médicos Roger Glass e Umesh Parashar, dos Centros Americanos para Controle de Doenças, disseram que os estudos são bem-vindos e mostram resultados promissores.

“Quando as vacinas forem licenciadas e usadas nos Estados Unidos e na Europa, deveríamos verificar uma redução substancial em hospitalizações no inverno, de visitas a médicos e de dias de trabalho dos pais perdidos por causa da diarréia dos filhos”, diz o comentário.

Porém eles advertem que “ambas as vacinas terão de demonstrar sua eficácia nas difíceis condições dos países em desenvolvimento se queremos atingir nosso objetivo de reduzir consideravelmente as mortes por diarréia no mundo”.


Essa com certeza é uma descoberta para se comemorar!!! A esperança é que funcione!!!

Gastar?!? Eu também quero!!!!

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Brasileiro quer gastar mais, diz pesquisa; indústria comemora
Folha de S.Paulo -Consumo Consciente - 30 de Julho de 2007

Seis em cada dez brasileiros estão mais dispostos a ir às compras neste semestre. A perspectiva positiva se explica porque a situação de emprego, compras e dinheiro desses consumidores já foi melhor no primeiro semestre do ano quando comparada à igual período do ano passado.

É o que mostra levantamento da Ipsos realizado para o Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) com mil consumidores entre os dias 22 e 29 de junho deste ano.

Para 61% dos entrevistados, a situação de compras será muito boa ou boa entre este mês e dezembro. Quando consultados em julho do ano passado, 56% haviam dado essa resposta.

Em junho deste ano, 39% responderam que a situação de compras foi muito boa ou boa no primeiro semestre de 2007.

"Essa disposição que quase dois terços dos consumidores mostram em comprar neste semestre reflete a melhoria na renda e no emprego, além do menor temor de enfrentar o desemprego", diz Boris Tabacof, diretor do departamento de economia do Ciesp. "Os dados mostram que há uma enorme demanda reprimida para o consumo, o que é música no ouvido dos empresários."

Na região Sudeste e nas classes D e E, a pesquisa constatou que os percentuais de consumidores com expectativa muito boa ou boa de comprar são maiores do que as demais, reflexo no último caso dos programas sociais.

O crescimento do emprego com carteira assinada contribuiu para que a confiança do consumidor tenha aumentado e ele mostre mais disposição em comprar, afirma Fábio Romão, economista da LCA Consultores. Foi criado 1,095 milhão de empregos formais de janeiro a junho no país, resultado recorde que superou o de 2004. "Desde fevereiro de 2005, o emprego com carteira cresce num ritmo mais acelerado do que o sem carteira."

Em relação ao emprego, 35% responderam no mês passado que a sua situação foi muito boa ou boa. Em julho de 2006, esse percentual foi de 29%. Neste semestre, 60% acreditam que a situação de emprego será positiva. Nas classes D e E, cujos rendimentos são mais atrelados ao salário mínimo, que acumula há três anos ganhos reais, as respostas são ainda mais positivas. Para o Ciesp, os reajustes salariais dos últimos dois anos contribuem para que o consumidor esteja mais animado em relação às compras. Em 2006, em 86% dos acordos salariais houve aumento acima da inflação, segundo o Dieese.

Marcel Solimeo, economista da associação comercial, diz que a expansão do crédito, com juros e prestações menores e financiamentos maiores, também pesam para melhorar as expectativas de consumo.

Apesar de a pesquisa não detalhar o que o consumidor está mais disposto a comprar, o Ciesp destaca que cresce o consumo de importados. Em maio, estudo do Ipsos apontou que 18% haviam aumentado o consumo nos últimos dois anos.


O quê? Não estão consumindo seus produtos e/ou serviços??? Pela matéria acima é uma boa hora para você divulgar o que vende e/ou o que faz!!! Caso sejam de Curitiba, vou aproveitar para fazer propaganda de onde trabalho, Rádio 91 Rock News, Revista Perfil Náutico e Canal de Marketing.

Estudar e Trabalhar: uma combinação perigosa!!!

domingo, 26 de agosto de 2007

Adolescência em risco
Por Fábio de Castro em 10/08/2007

Agência FAPESP – Adolescentes que trabalham consomem álcool, tabaco e outras drogas em quantidades expressivamente maiores do que jovens não-trabalhadores. Esse foi o principal resultado de um estudo realizado com 2.718 estudantes da rede estadual de ensino em Cuiabá.

A pesquisa foi feita em trabalho de doutorado de Delma Perpétua Oliveira de Souza, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), defendida no Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com orientação do professor Dartiu Xavier da Silveira.

Resultados do estudo foram publicados pelos dois autores na edição atual da Revista Brasileira de Epidemiologia, da Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva.

Os pesquisadores trabalharam com a hipótese de que estudantes trabalhadores teriam padrões mais altos de utilização de drogas, mas a diferença surpreendeu. “Ao combinar diversas variáveis, identificamos que a chance de usar drogas ao longo da vida é 1,5 vez maior entre os jovens trabalhadores. É um padrão que chama a atenção e dá mais um motivo para achar que eles não deveriam trabalhar”, disse Silveira à Agência FAPESP.

O estudo mostra que, entre os adolescentes trabalhadores, o álcool já foi usado por 81%, contra 64,8% dos não-trabalhadores. No caso do tabaco, a porcentagem é de 43,7% contra 26,8%, respectivamente. O uso de maconha foi feito por 8,6%, contra 4,4% entre os não-trabalhadores. A cocaína foi usada por 3,2% contra 1,4% e as anfetaminas por 6,9% contra 3,6%.

Os pesquisadores avaliaram uma amostra de 798 adolescentes trabalhadores e de 1.493 não-trabalhadores, matriculados na rede estadual de educação básica da área urbana de Cuiabá. As idades variaram de 10 a 20 anos. Um questionário de autopreenchimento foi aplicado em sala de aula, indagando sobre aspectos sociodemográficos, sociais e consumo das substâncias psicoativas.

O objetivo foi identificar o padrão de uso das substâncias ilegais, do álcool e do tabaco e quais fatores poderiam ser relacionados ou predizer o uso. Para identificar as interações entre as variáveis, a equipe adotou a técnica Chi-squared Automatic Interaction Detection (Chaid), um procedimento para modelagem de segmentação.

De acordo com Silveira, a técnica evitou os resultados exclusivamente descritivos dos testes estatísticos usados na maioria dos trabalhos com levantamentos epidemiológicos. “O trabalho teve uma amostra muito ampla, que possibilitou usar essa técnica estratificada de análise. Isso permitiu uma avaliação profunda de subgrupos, que revelou uma ampla diversidade de fatores de risco. Mas ficou evidente que o trabalho realmente influencia o uso indevido de drogas em todos os casos”, disse.

Para o professor da Unifesp, é provável que dois fatores principais aumentem o uso de drogas entre adolescentes trabalhadores: a inserção precoce no mundo adulto e o acesso à renda própria. “Podemos inferir isso, mas tudo sempre depende de uma combinação de fatores. Todo fator só se transforma efetivamente em fator de risco na medida em que se associa a outros”, destacou.


Uso recente

Ao avaliar o uso recente (no último mês) de álcool, tabaco e outras drogas, os pesquisadores verificaram prevalências de 37,4%, 9,5% e 8,4%, respectivamente. O uso, no entanto, foi bem diferente entre adolescentes trabalhadores e não-trabalhadores: 47,4% contra 32,1% para álcool, 13,6% contra 7,3% para tabaco e 11,1% contra 6,9% para as outras drogas.

Apesar de mais vulneráveis às drogas, os estudantes adolescentes que trabalham começaram a usar as substâncias mais tarde.
A idade inicial do uso de álcool foi de 12,5 anos para os jovens que não trabalham, contra 13,1 para os outros.

O tabaco começou a ser usado com 13 anos e 13,7 anos, respectivamente. A idade inicial para outras drogas foi de 13 anos para os não-trabalhadores e 14,3 para os demais.
Todos os resultados, segundo os autores, estão dentro da margem de erro.

Em relação às condições econômicas da família dos participantes do estudo,
apenas os adolescentes trabalhadores de famílias com níveis de renda mais baixos (C+D+E) mostraram-se associados ao uso recente de tabaco.

Entre os estudantes trabalhadores, os mais expostos às drogas foram os que afirmaram ter carga diária de trabalho de 4 a 8 horas e insatisfação com o trabalho. O estudo constatou maior uso recente de álcool entre os adolescentes que trabalham no setor secundário da economia, especialmente na construção civil.


Categorias de consumo

Em relação ao consumo de drogas no decorrer de toda a vida, excluindo-se álcool e tabaco, houve diferenças significativas para as diferentes categorias de uso, na comparação entre adolescentes trabalhadores e não-trabalhadores.

O uso alguma vez na vida foi feito por 28,5% dos trabalhadores e 19,3% dos demais. No último ano, ficou em 15,9% nos trabalhadores e em 11,1% nos demais; no último mês, 5,1% e 4,9%. Entre os trabalhadores, 1,4% deles fizeram uso freqüente, contra 0,5% nos demais. O uso pesado foi constatado em 3,3% no primeiro grupo e em 1,1% no segundo.

A Organização Internacional do Trabalho estima que existam, em todo o mundo, 352 milhões de menores de 17 anos vinculados ao trabalho. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), de 2001, revelou que, dos 5,4 milhões de crianças e adolescentes trabalhadores no Brasil, 4,4 milhões também estudam, enquanto 1 milhão apenas trabalha.

Para ler o artigo Uso recente de álcool, tabaco e outras drogas entre estudantes adolescentes trabalhadores e não-trabalhadores, disponível na biblioteca on-line SciELO (FAPESP/Bireme),
http://icpc.baylor.edu.
Pedir aos pais que evitem que seus filhos trabalhem é complicado, pois nosso país não dispõem ainda de uma política voltada à educação e desenvolvimento do cidadão. Nosso custo de vida é alto e hoje poder apenas estudar é um privilégio de poucos! Eu se pudesse, só estudaria e ensinaria... mas até professor tem que procurar outras fontes de renda para sobreviver!!! É lamentável a realidade da educação no Brasil!!!

Casar ou Juntar? Qual a melhor opção?

sábado, 25 de agosto de 2007

Homens fazem menos em casa após casamento, indica estudo
BBC Brasil - 13/08/2007 - 12h06

Segundo o estudo, publicado no Journal of Family Issues, casais que moram juntos, mas não são casados, tendem a dividir o trabalho de forma mais equilibrada.

Depois de formalizar a união, porém, eles geralmente voltam a reproduzir o estereótipo social pelo qual as tarefas domésticas são responsabilidade da mulher.

Os pesquisadores da North Carolina State University e da George Mason University, ambas nos Estados Unidos, chegaram a essa conclusão depois de entrevistarem mais de 17,6 mil pessoas nos 28 países.

Homens que moram com as suas parceiras, sem terem assinado o papel, disseram fazer mais tarefas em casa do que homens casados.

Por outro lado, mulheres que moram com os seus parceiros, mas não são casadas, relataram trabalhar menos em casa do que as casadas.

A tendência foi verificada até mesmo entre casais que tinham uma divisão igualitária antes de se casarem.

Metade do trabalho
Segundo o jornal The Times, que teve acesso ao estudo, de uma forma geral, os homens gastam em média 9,41 horas por semana com tarefas domésticas - menos do que a metade do tempo gasto pelas mulheres: 21,13 horas.

Ainda de acordo com o Times, os pesquisadores observaram ainda que quanto maior o índice de casamentos num país, maior a proporção de trabalho doméstico assumido pelas mulheres.

Os resultados indicam também que a mulher tende a brigar menos pelos seus direitos depois que se casa.

"O casamento é geralmente acompanhado de expectativas de permanência, que podem não existir num relacionamento de co-habitação", diz, segundo o Times, o artigo publicado sobre o estudo no Journal of Family Issues.

"Co-habitantes, portanto, podem ser mais inclinados a barganhar de forma agressiva no que diz respeito a tempo e esforço em casa, e menos dispostos a fazer mais do que acreditam ser sua devida cota de trabalho."

Lendo este texto, podemos concluir que casar é uma boa opção apenas para os homens...

Formigas... tá na hora de você aprender com elas!!!

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Inspiração biológica
Por Thiago Romero em 10/08/2007

Agência FAPESP – Um trabalho pioneiro sobre planejamento de missão para veículos aéreos autônomos foi desenvolvido por Augusto Langer e Lucas Pontes e Silva, alunos do último ano do curso de Engenharia Eletrônica do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), durante estágio de nove meses realizado em 2006 no Instituto DLR para Sistemas de Vôo (DLR), em Braunschweig, na Alemanha.

A inovação do estudo está na utilização de mapas probabilísticos de trajetória e algoritmos de otimização que imitam colônias de formigas. O trabalho, intitulado Probabilistic roadmaps and ant colony optimization for UAV mission planning, será apresentado no 6º Simpósio sobre Veículos Autônomos Inteligentes da Federação Internacional de Controle Automático (Ifac), em setembro, na França,

Segundo Pontes e Silva os mapas de trajetória probabilísticos são geradores de caminhos em um grafo – conjunto de pontos ligados por retas – por meio da inserção randômica de pontos em um espaço tridimensional. Com a conexão entre os pontos gerados, é possível escolher uma trajetória que satisfaça certos requisitos, como o desvio de obstáculos.

O estudo utiliza esses mapas com algoritmos inspirados biologicamente, que tentam imitar fenômenos naturais na busca de soluções para problemas complexos. Para isso, construímos elementos artificiais baseados em formigas, que servem de guia para a solução do problema de determinação de uma trajetória para o veículo”, disse Silva à Agência FAPESP.

Silva explica que as formigas em uma colônia, na busca por alimentos, utilizam feromônio – substância química que, captada por animais de uma mesma espécie, permite o reconhecimento mútuo – para a comunicação e depositam a substância no caminho utilizado. Com isso, quanto melhor for o caminho, mais feromônio será depositado e maior a chance de as próximas formigas escolherem o mesmo trajeto.

“De maneira semelhante, no problema de planejamento de missão utilizamos um algoritmo para a divisão e ordenação das tarefas. Formigas artificiais foram criadas para percorrer um grafo e depositarem ‘feromônio’ sobre o caminho escolhido. O melhor caminho, que é aquele que tiver maior quantidade de feromônio depositado, determinará a ordenação entre as tarefas em que os veículos autônomos deverão percorrer”, descreveu.

De acordo com o outro autor brasileiro do trabalho, Augusto Langer, o planejamento de missão é o primeiro passo para o uso de qualquer veículo autônomo. “Muito embora seja sempre um operador humano quem determina qual missão o veículo deve cumprir, é desejável que exista um sistema que possa processar autonomamente comandos abstratos. Com o estudo, diminuímos a necessidade do comando pela ação humana. A trajetória de voar do ponto A até o ponto B é calculada automaticamente no computador”, disse.


Trajetórias e tarefas

O principal resultado do trabalho foi a elaboração de um planejador de trajetórias para uma missão no contexto do
projeto Artis, do Instituto DLR.

O projeto Artis (de Autonomous Rotorcraft Testbed for Intelligent Systems) tem o objetivo de criar uma plataforma de testes de algoritmos avançados para o desenvolvimento de novas tecnologias na área de veículos autônomos. Para isso, o projeto é centrado em dois helicópteros-modelo disponíveis comercialmente e adaptados para operar autonomamente.

Enquanto o planejador de trajetória criado pelos pesquisadores gera caminhos tridimensionais em um espaço com obstáculos, de modo que a trajetória final seja livre de colisões, o planejador de tarefas determina a melhor ordenação para minimizar o tempo da missão. “A principal característica de ambos é a utilização de métodos probabilísticos para encontrar soluções aproximadas para problemas computacionais complexos”, explicou Langer.

Os outros dois autores do artigo são Florian Adolf, doutorando no DLR responsável pela equipe de planejamento de missões, e o professor Frank Thielecke, diretor do Departamento de Engenharia de Sistemas Aeronáuticos na Universidade Técnica de Hamburg-Harburg (TUHH). No ITA, as atividades conjuntas do DLR e do TUHH são coordenadas pelo professor Karl Heinz Kienitz, do Departamento de Sistemas e Controle.

O artigo Probabilistic roadmaps and ant colony optimization for UAV mission planning ainda não está disponível na internet. Os interessados em obter uma cópia podem enviar um e-mail para augusto.langer@gmail.com

Para mais informações sobre o 6º Simpósio Ifac (IAV 2007), que será realizado entre os dias 3 e 5 de setembro, em Toulouse, na França, onde o artigo será apresentado por Florian Adolf,
clique aqui.


E você achava que não podería aprender nada com as formigas, hein??? Achei muito interessante e creio que temos muito o que aprender observando os animais e a natureza... Vamos aproveitar enquanto eles existem e buscar uma forma de salvá-los de nós mesmos!!!

Viagra = Sildenafil

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Viagra pode diminuir estresse sobre o coração, diz estudo
25 de outubro, 2005 - 16h12 GMT (13h12 Brasília)

O Viagra, medicamento que combate a impotência, pode também reduzir os efeitos do estresse sobre o coração, de acordo com estudo feito pela Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos.
O remédio, usado por milhões de homens em todo o mundo, pode diminuir o ritmo do aumento das contrações do coração pela metade.

O estudo, publicado na revista Circulation, constatou que o medicamento agia como um "freio".

Mas especialistas britânicos advertiram que homens com problemas cardíacos devem conversar com o seu médico antes de tomar Viagra para garantir que um uso seguro do remédio.

O Viagra, também conhecido como sildenafil, ajuda os homens com problemas de ereção ao fazer com que os vasos sangüíneos genitais se expandam.

A equipe da Johns Hopkins mostrou anteriormente que o Viagra pode bloquear os efeitos de curto prazo de estresse hormonal no coração de ratos.

Mas acreditava-se que ele tinha pouco efeito direto sobre o coração dos seres humanos.

Contrações

Para o estudo foram observados 35 homens e mulheres, com uma média de 30 anos de idade e sem sinais prévios de doenças coronárias.

Todos receberam injeções de uma substância química semelhante à adrenalina chamada dobutamina, que eleva os batimentos cardíacos e intensifica a atividade da mesma forma que o estresse emocional ou o provocado por exercícios, ou que um ataque cardíaco.

Eles receberam depois, aleatoriamente, uma dose de 100 mg de Viagra ou um placebo, antes de receberem uma segunda injeção.

O funcionamento do coração foi avaliado antes e depois de cada injeção.

Depois da primeira injeção de dobutamina, a força da contração do coração aumentou em 150% em ambos os grupos.

O grupo que ingeriu o comprimido de placebo sentiu os mesmos efeitos depois da segunda injeção.

Mas no grupo que recebeu Viagra o aumento dos batimentos cardíacos foi menos intenso em 50%, resultando em um aumento menor do fluxo sangüíneo e na pressão sangüínea gerados pelo coração em resposta a estímulo químico.

Não foram observados efeitos colaterais no coração.

O Viagra ajuda a manter as ereções ao bloquear a ação de uma enzima que impede o relaxamento dos vasos sangüíneos no pênis.

A mesma enzima, chamada phosphodiesterase-5 (PDE5A), também está envolvida na quebra de uma molécula-chave que ajuda a controlar estresse e limita a expansão do coração.

Alerta

David Kass, o cardiologista que liderou o estudo, disse:
"Sildenafil efetivamente coloca um 'freio' no estímulo químico ao coração."

"
Um maior conhecimento dos efeitos de sildenafil sobre o funcionamento do coração vai permitir uma avaliação mais segura da sua utilização como tratamento para problemas cardíacos."

"Até agora, acreditava-se que substâncias como sildenafil não tinham efeito sobre o coração humano e que seu único propósito era vasodilatação no pênis e nos pulmões."

Kass disse que mais estudos serão realizados para investigar os efeitos do uso imediato e de longo-prazo sobre o coração.

Charmaine Griffiths, da Fundação Britânica para o Coração, disse: "Viagra foi um avanço real no tratamento da impotência, que afeta quase a metade dos homens entre 40 e 70 anos".

"A descoberta de que o Viagra afeta a pressão sangüínea não surpreende – antes de ficar conhecido como tratamento eficaz para a impotência, ele estava sendo desenvolvido por seus efeitos de abaixar a pressão sangüínea."

Mas Griffiths acrescentou: "Se você tiver um problema cardíaco, deve consultar o seu médico antes de tomar Viagra".

"Misturar este medicamento com outros para o coração ou tomá-lo se você tiver angina sem aconselhamento médico pode ser perigoso para pacientes cardíacos."


O remédinho azul é poderoso mesmo!!! Mas como já foi dito na matéria, antes de tomar o Viagra ou qualquer medicamento, fale com seu médico, para que a diversão não se torne em tragédia!!!

Negócios e Aids: Eu Quem?

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Empresas fazem pouco contra Aids, diz pesquisa
01 de dezembro, 2003 - 14h05 GMT (12h05 Brasília) - Denize Bacoccina de São Paulo

As empresas estão preocupadas com o impacto da epidemia da Aids em seus negócios, mas não estão fazendo o suficiente na luta contra a doença.

A conclusão é de uma pesquisa realizada pela Iniciativa Global de Saúde do Fórum Econômico Mundial, uma organização baseada em Davos, na Suíça.

A pesquisa, intitulada Negócios e HIV/Aids: Eu Quem?, ouviu 7.789 executivos de empresas em 103 países e mostra que 47% deles acreditam que a epidemia terá algum impacto nos seus negócios e 21% acreditam em um impacto elevado.

No entanto, apenas 6% das empresas ouvidas têm uma política interna formal, por escrito, sobre sua atuação em relação à doença.

'Mérito do Brasil'

No Brasil, a situação é melhor do que a média - 24% das empresas brasileiras têm uma política específica para a doença.

O Brasil é um dos seis países onde programas específicas de combate à Aids são adotados por mais de 20% das empresas.

O nível de satisfação dos empresários brasileiros com as medidas adotadas pelas empresas também é superior, e chega a 59%.

Para Kate Taylor, diretora da Iniciativa Global de Saúde e coordenadora da pesquisa, embora o Brasil ainda tenha problemas de estigma e discriminação em relação à doença – fatos que afetam o ambiente de trabalho –, o importante é que há pessoas trabalhando ativamente para mudar essa situação.

O grande mérito do Brasil, na avaliação dela, foi ter atacado o problema de forma agressiva, logo no início da epidemia.

"Muito cedo o Brasil teve uma coalizão empresarial contra o HIV e algumas das empresas brasileiras tiveram os primeiros programas de conscientização e tratamento do mundo", afirma.

Desconhecimento

A política interna das empresas inclui obrigatoriamente a garantia de não discriminação contra empregados contaminados com o vírus, confidencialidade sobre essas informações e pode evoluir para distribuição gratuita de preservativos e de remédios antiretrovirais.

Um quarto das empresas, no entanto, ainda podem exigir o teste de HIV antes da contratação e não proíbem explicitamente a discriminação de soropositivos, apesar das recomendações da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

"É surpreendente como é pequeno o número de empresas atuando contra o HIV", afirma Kate Taylor.

"Mesmo nas regiões do mundo mais afetadas pela doença a atuação das empresas é insuficiente", avalia.

Essa não é, no entanto, a avaliação dos próprios empresários.

A pesquisa mostra que 37% dos entrevistados se disseram satisfeitos com a política adotada por suas empresas em relação à epidemia, e apenas 21% acreditam que a resposta deveria ser mais eficiente.

África

A ameaça da doença para os negócios varia de acordo com a gravidade da epidemia no país.

Na África Subsaariana, 89% dos executivos consultados acham que a Aids terá impacto nos negócios. Mas apenas quatro países da região adotam políticas específicas para combater a doença em mais de 20% das empresas.

A região africana tem cerca de dois terços dos casos da doença no mundo. A Unaids, agência das Nações Unidas para combate à Aids, estima entre 34 milhões e 46 milhões o número de pessoas contaminadas com o HIV em todo o mundo.

O número de novos casos este ano é estimado entre 4,2 milhões e 5,8 milhões e o número de mortes entre 2,5 milhões e 3,5 milhões.

Interesse

O relatório do Fórum Econômico Mundial argumenta que, embora a epidemia seja antes de tudo uma tragédia humana que atinge entre 34 milhões e 46 milhões de pessoas em todo o mundo, as empresas deveriam ter um interesse natural no assunto, porque ela afeta com mais força a população adulta, que compõem a mão-de-obra ou os consumidores das empresas.

A pesquisa mostra que, mesmo em países com índice de contaminação elevado, muitas empresas não vêem a doença como um problema.

Na média, apenas 7% das empresas estão muito preocupados com os efeitos da doença no absenteísmo dos empregados e redução da produtividade.

Na África, no entanto, essa é a preocupação de 19% das empresas ouvidas na pesquisa, enquanto na América do Sul é de apenas 4% do total.

A região menos preocupada com essa aspecto é a Europa, justamente a região com menor incidência da doença.

'Mais pesquisa'

As empresas também desconhecem a taxa de prevalência da doença entre os funcionários.

De acordo com a pesquisa, todas as empresas que forneceram a informação comunicaram ter índices menores do que os da população do país.

Para os pesquisadores, essa diferença pode ter duas explicações: ou a empresa não tem informações sobre os funcionários portadores do vírus ou a incidência da doença é realmente menor entre essa população.

A pesquisa mostra também que 16% dizem dar informações sobre a doença aos empregados, e 5% dizem fornecer remédios antiretrovirais – que no Brasil são fornecidos pelo governo federal – a todos os funcionários com a doença.

Para mudar a situação atual, o relatório sugere a realização de mais pesquisas sobre o assunto e a disseminação de informação sobre a doença e sobre a incidência dela entre os funcionários da empresas, para a elaboração de políticas de prevenção e tratamento mais adequadas.

Eu apoio todo o tipo de pesquisa sugerida, desde que com fundamentos estatísticos! Mas gostaria mesmo de saber porque a Europa tem o menor índice de Aidéticos??? Seria porque tem mais brancos...

O pior ainda está por vir... Eu espero que não!!!

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Número de órfãos na África dobrará até 2010, diz Unicef
26 de novembro, 2003 - 20h39 GMT (18h39 Brasília)


O Unicef – fundo para a infância da ONU – advertiu que o número de crianças orfãs por causa da Aids na África deve dobrar nos próximos sete anos, chegando a 20 milhões em 2010.

Num relatório intitulado O Pior Ainda está por Vir, o fundo prevê que esse aumento causará uma crise de enormes proporções para as sociedades africanas, a não ser que governos e a comunidade internacional intervenham rapidamente.

O Unicef recomenda que seja providenciado melhor apoio médico, social e financeiro para as pessoas afetadas, além de ressaltar a importância de um sistema de educação gratuito.

Um relatório separado divulgado na terça-feira pela agência de combate à Aids da ONU, a Unaids, disse que mais de 2 milhões de pessoas morreram por causa da Aids no ano passado na África subsaariana.

Sobrecarregados

"Precisamos ir além de nos sentirmos pesarosos e passarmos a nos sentir ultrajados pelo inaceitável sofrimento das crianças (da África)", disse a diretora do Unicef, Carol Bellamy.

Familiares próximos estão cuidando de 90% dos orfãos do continente, disse a entidade no relatório As Gerações de Órfãos da África.

Clique aqui para ler mais sobre o assunto.


O documento adverte que os familiares de órfãos já estão sobrecarregados e terão de assumir ainda mais responsabilidades, na medida em que o número de órfãos cresce.

Crianças e jovens que vivem com uma família afetada pelo vírus HIV começam a sofrer antes mesmo de um dos pais morrer.

Normalmente, com a doença dos pais, a renda familiar cai e as crianças são forçadas a deixar de estudar para ajudar no sustento da família.

Essa situação é tão triste... que é difícil não pensar que alguém inventou essa doença em um laboratório para matar todos os negros do planeta!!! É muito cruel... mas é a única coisa que sempre vem a minha mente!!! Assim como o "e-bola"... só que eu espero que antes que essa pessoa morra ela tenha piedade e divulgue a cura!


Uma vacina, realmente, importante!

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Vacina contra diarréia pode estar disponível em 2013
13 de janeiro, 2003 - Publicado às 12h45 GMT

Uma vacina para a diarréia pode estar disponível em dez anos, de acordo com cientistas em Bangladesh.

Cerca de 1,5 milhão de pessoas em todo o mundo morrem de diarréia todos os anos.

E vários milhões são hospitalizados para receber tratamento de reidratação.

Pesquisadores do Centro Internacional para Pesquisa em Diarréia, na cidade de Daca, já estão em fase de testes das vacinas.

Salvando vidas

O centro tem um hospital que trata 140 mil pessoas que são afetadas por diarréia a cada ano, na capital de Bangladesh.

As pesquisas testam vacinas para o parasita causador da cólera e para o rotavírus (um dos principais causadores da gastroenterite), que poderiam reduzir mortes por diarréia em países em desenvolvimento em até 70%.

"Estamos estudando a vacina para o rotavírus, a vacina para a cólera e algumas outras", afirmou Filudis Khatri, um dos responsáveis pelos estudos.

"Esperamos ter uma vacina em dez anos, principalmente para crianças, que são as que mais necessitam de proteção", disse Khatri.

"Se o número de casos de cólare e de diarréia for reduzido, cerca de 60% a 70% da mortalidade infantil causada por diarréia poderia também ser reduzida", acredita o médico.

Rob Breiman, chefe do Programa de Doenças Infecciosas do centro concorda.

"O rotavírus é responsável pela hospitalização de 35% a 40% das crianças com diarréia, o que é uma proporção grande. Se você levar em conta que a maioria dessas crianças não vai ter acesso a tratamento hospitalar e vai morrer de desidratação, uma vacina que pudesse impedir a ocorrência da diarréia salvaria muitas vidas".

Breiman é um dos vários cientistas estrangeiros que trabalham no centro, considerado um dos mais avançados do mundo em pesquisas do gênero.

Breiman, que trabalhava anteriormente no Centro de Controle de Doenças em Atlanta, nos Estados Unidos, acredita que, por Bangladesh ser tão superpopulado, o país seria um dos que se esperaria que novas doenças possam surgir".

Para ele, "esse centro é provavelmente o único lugar do mundo em que se pode fazer pesquisa de ponta onde o problema acontece".


Espero que eles descubram logo essa vacina, pois rotavírus faz estragos
gigantes com adultos (experiência própria) imagine em uma criança.


Happy Hour!!!

domingo, 19 de agosto de 2007

Brasileiros têm imagem pior dos EUA que da Venezuela
Pablo Uchoa de Londres


Uma pesquisa encomendada pela BBC e divulgada nesta terça-feira mostrou que os brasileiros têm imagem mais negativa dos Estados Unidos que da Venezuela.

Quase três em cada cinco brasileiros (57%) entrevistados em oito cidades disseram ter uma visão negativa do país liderado pelo presidente George W. Bush, contra dois em cada cinco (41%) que disseram ter a mesma percepção do país liderado por Hugo Chávez.

A pesquisa é divulgada às vésperas da viagem de Bush para a região, no que analistas têm considerado ser uma jogada geopolítica para contrabalançar a influência de Chávez.

A pesquisa indicou, no entanto, que Bush poderá contar com a receptividade de muitos outros brasileiros que têm uma visão positiva dos Estados Unidos.

Quase um terço (29%) dos entrevistados afirmou que os Estados Unidos desempenham um papel bom no mundo, contra um quinto (22%) que tiveram a mesma opinião sobre a Venezuela.

'Desafio'

Ainda assim, a visão geral sobre os Estados Unidos é mais negativa que positiva, observou Doug Miller, presidente da GlobeScan, a empresa que coordenou o levantamento.

Junto com o Chile (32%), o Brasil está entre os países latino-americanos pesquisados em que os Estados Unidos tiveram maior índice de avaliação positiva.

No vizinho México, os EUA são bem vistos por apenas 12% da população.

Na Argentina, em contrapartida, duas em cada três pessoas (64%) vêem os Estados Unidos negativamente.

"É uma situação desafiadora para Washington", afirmou Douglas Miller.

"A reputação dos Estados Unidos se corroeu significativamente nos últimos dois anos, e chegou a um ponto em que será difícil para os americanos convencer as pessoas de que sua visão de mundo é boa", explicou.

Nos 27 países pesquisados, a avaliação positiva dos EUA ficou em apenas 30%, enquanto a negativa bateu 51%. É um percentual apenas superado por Irã (54%) e Israel (56%).

"As pessoas tendem a avaliar negativamente aqueles países que se destacam por usar ou buscar poder militar", disse Steven Kull, diretor do Programa sobre Atitudes em Política Internacional (PIPA, sigla em inglês).

"Isto inclui Israel e os Estados Unidos, que, recentemente, entraram em guerras, e a Coréia do Norte e o Irã, percebidos como tentando desenvolver armas nucleares."

'Guerra de palavras'

Mas este, segundo Doug Miller, não é o caso da Venezuela.

"A política externa da Venezuela é caracterizada pela confrontação com os Estados Unidos, mas uma confrontação no plano das palavras, como quando o presidente Chávez chama Bush de 'Mr. Danger'", ele sustenta.

"A pesquisa indica que as pessoas preferem a confrontação no sentido de usar as palavras, não armas de fato."

Nos 27 países, o mesmo percentual de entrevistados tem uma visão negativa e positiva da Venezuela: 27%.

"O tipo de política externa que tem dado bons resultados a Chávez é a de prover petróleo a países pobres e ajudar os vizinhos latino-americanos", diz Miller.

"É interessante descobrir que Chávez é o exemplo de um líder se levantando, resistindo (à hegemonia americana) e conquistando alguns seguidores."


Sinceramente, eu acho que todos são farinha do mesmo saco!!!

Vamos criar!!! Vamos criar!!! Vamos criar!!!

sábado, 18 de agosto de 2007

Mapa mundial da inovação
15/08/2007

Agência FAPESP – A Organização Mundial da Propriedade Intelectual (Ompi) divulgou novo relatório sobre patentes. De acordo com o documento, que analisa dados coletados em 2005, o número de patentes concedidas em todo o mundo, desde 1995, aumenta em média 3,6% ao ano.

Cerca de 600 mil patentes foram concedidas em 2005, totalizando, ao fim daquele ano, 5,6 milhões de patentes vigentes em todo o planeta.

A lista de patentes concedidas em relação à população é liderada pelo Japão, seguido pela Coréia do Sul, Estados Unidos, Alemanha e Austrália.

O relatório aponta que o Japão tem cerca de 3 mil patentes obtidas para cada milhão de habitantes. Na Coréia do Sul, a proporção é de 2,5 mil para cada milhão. Nos Estados Unidos, Alemanha e Austrália são, respectivamente, 700, 600 e 500 patentes para cada milhão.

De acordo com o relatório, divulgado pelo boletim Gestão C&T, no Brasil houve uma redução de 13,5% no número de patentes concedidas em 2005, em comparação com dados do ano anterior. No entanto, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), escritório que cuida da concessão de patentes no país, está entre os 20 escritórios que mais concedem patentes no mundo: 12º lugar.

No Brasil, o número de patentes concedidas para não-residentes foi, em 2005, maior do que as patentes concedidas para residentes. Ainda assim, em ambos os casos, houve uma redução das patentes concedidas. Se comparado com dados de 2004, houve uma redução de 1,8% no número de patentes concedidas para residentes e uma redução de 17% das patentes concedidas para não-residentes.

O relatório da Ompi aponta que o Brasil é o último colocado em relação a patentes obtidas em outros países, com cerca de mil – os Estados Unidos ficam em primeiro lugar, com cerca de 160 mil patentes.
Entretanto, o Brasil teve um aumento de 4%, em 2005, do número de patentes concedidas em outros países.

O relatório ressalta que “as patentes depositadas por países como Brasil, Índia, Israel e África do Sul aumentam fora de seus territórios – um sinal de crescente internacionalização e diversidade dos sistemas de patentes”.

O Brasil é o 17º na lista que mede a relação entre investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e o número de patentes concedidas para residente. O país concede 0,29 patente para residentes a cada US$ 1 milhão investidos em P&D.

O relatório aponta ainda que a Coréia do Sul e a China tiveram participação significativa no aumento dos depósitos de patentes em todo o mundo. Os escritórios chineses registraram um aumento de 42,1% no número de patentes depositadas por residentes. Na China, os depósitos por não-residentes aumentaram 23,6%.

Os escritórios que mais recebem demandas para depósitos de patentes, segundo dados da Ompi, são os do Japão, Estados Unidos, China, Coréia do Sul e o Escritório Europeu de Patentes. De acordo com o relatório, as cinco regiões representam 77% das demandas por depósitos de patentes e 74% das patentes concedidas em todo o mundo.

O relatório está disponível em: www.wipo.int

Criou??? Então registre!!! Mais vale uma patente na mão do que uma idéia voando!!!

Quem gosta de atrasos???

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Pesquisa Benchmark – Serviço ao Cliente 2006
Resultado de pesquisa realizada entre 2004 e 2005 sobre a evolução da
importância e a qualidade do serviço de distribuição física da indústria de
bens de consumo, na percepção dos supermercadistas

Por Cesar Lavalle

Conclusões
"O ritmo de recuperação da economia tem imprimido forte influência nas relações comerciais entre os supermercadistas e as indústrias de bens de consumo. Às indústrias cabe tirar proveito das oportunidades que surgirão destas mudanças em curso, sendo mais ágeis que a concorrência na adequação de suas estratégias de marketing para melhor atender aos requisitos de seus clientes supermercadistas.

As indústrias devem atentar para o fato de que o serviço de distribuição física está sendo crescentemente valorizado pelos supermercadistas, os quais se encontram significativamente insatisfeitos com o mesmo. Isto significa que existe uma oportunidade para o desenvolvimento de estratégia de marketing vencedora ao se dar mais ênfase aos aspectos relativos ao serviço de distribuição física. Os resultados apresentados demonstram que existe uma forte tendência de aumento de exigência por melhor desempenho da indústria, considerando as três principais dimensões do serviço de distribuição física.

A análise dos resultados também demonstra que existe uma tendência de convergência de desempenho em duas das principais dimensões do serviço de distribuição física, notadamente disponibilidade de produto e consistência do tempo de entrega.
Nesse sentido, será que existe uma tendência de estas dimensões se tornarem cada vez mais qualificadoras, ou requisitos mínimos para a seleção dos fornecedores que pretendem servir a uma determinada rede varejista? Em caso afirmativo, é importante que as empresas passem a considerar, também, outras dimensões do serviço de distribuição física para a obtenção de diferencial competitivo, a um custo provavelmente mais atrativo. Melhorias se tornam mais caras a taxas crescentes à medida que se chega a níveis de excelência de desempenho operacional.

Por outro lado, a expressiva tendência de aumento de exigência por melhor desempenho da indústria reforça a necessidade de as empresas buscarem permanentemente o aperfeiçoamento do seu serviço de distribuição física. Os atuais níveis de insatisfação indicam de existe espaço para as empresas melhorarem sua capacidade de resposta visando atender aos níveis de desempenho demandado pelos supermercadistas.

Como mensagem final, é importante realçar que o esforço de pesquisa é fundamental para manter o negócio alinhado às reais necessidades de mercado. É a partir do monitoramento contínuo do ambiente competitivo que se podem identificar oportunidades para melhor atender ao cliente, antecipando e superando a concorrência."



Este artigo é muito interessante para quem trabalha ou pensa em trabalhar na área de transportes. Por quê? Porque apresenta uma análise do cenário econômico e discute as implicações das mudanças do ambiente competitivo em termos das necessidades supermercadistas.

A "Pesquisa Benchmark - Serviço ao Cliente 2006" foi publicada em Nov/2006 pelo Centro de Estudos em Logística - COPPEAD/UFRJ, aqui coloquei apenas as conclusões das análise estatísticas realizadas, pois o artigo possui 12 páginas e ficaria extremamente logo aqui.

Gostaria de ressaltar ainda, algumas, informações importantes citadas pelo autor:

"- o comércio supermercadista está propondo que a indústria invista mais em aperfeiçoamento do seu processo logístico visando redução de custos;

- o serviço de distribuição das indústrias deverá alcançar 24,4% em importância de decisão do comércio;

- o comércio não se satisfaz com entregas que não compreendam pelo menos 99% do que foi originalmente pedido;

- o varejista não tolera receber mais de 3,1% de entregas atrasadas;

- o tempo máximo de entrega, tolerado pelo varejista, não pode ser superior a 1,9 dia."

"Como ele pode afirmar isso? Com certeza ele utilizou a Estatística como ferramenta em sua análise! Por isso, fica a dica: antes de iniciar um negócio e/ou expandir um já existente, busque por estatísticas na área desejada e/ou procure um Estatístico. Esteja sempre sintonizado com o Mercado e Boa Sorte!"


Quem é o pai do cálculo infinitesimal?

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Nem Newton, nem Leibniz
15/08/2007

Agência FAPESP – Uma das mais tradicionais polêmicas na matemática tem a ver com a paternidade do cálculo infinitesimal. Há três séculos se tem discutido sobre quem seria seu inventor: o inglês Isaac Newton (1643-1726) ou o alemão Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1716).

Agora, um estudo feito por pesquisadores de universidades britânicas afirma que não foi nenhum dos dois gênios, mas sim um grupo de matemáticos indianos, pelo menos 200 anos antes.

No fim do século 17, Newton teria sido o primeiro a aplicar o cálculo na física geral, mas Leibniz teria desenvolvido grande parte das notações e símbolos usados até hoje. Os seguidores do inglês destacam que ele teria sido o primeiro a anunciar, mas os rivais apontam que o alemão publicou primeiro. O próprio Newton teria acusado Leibniz de roubar suas idéias, apresentadas a alguns membros da Royal Society.

A controvérsia dividiu por muito tempo matemáticos do Reino Unido e da Europa continental até que, a partir da análise de anotações deixadas pelos dois, historiadores concluíram que ambos chegaram aos resultados independentemente. A solução foi dividir os louros, deixando aos dois a responsabilidade pela criação de um dos princípios básicos da matemática moderna.

Mas não é o que pensam George Gheverghese Joseph, da Universidade de Manchester, e Dennis Almeida, da Universidade de Exeter. De acordo com os cientistas, uma pouco conhecida escola na Índia teria sido o berço do cálculo infinitesimal.
Matemáticos e astrônomos da Escola Kerala teriam identificado as séries infinitas por volta de 1350. Os indianos também teriam calculado a constante pi corretamente até 17 casas decimais.

Além disso, segundo Joseph, integrantes da Escola de Kerala teriam transmitido seu conhecimento a missionários jesuítas que visitaram a Índia no século 15. As informações poderiam inclusive ter chegado ao próprio Newton, arrisca o pesquisador.

A descoberta de Joseph ocorreu enquanto o matemático, que nasceu na cidade de Kerala, no sudoeste da Índia, visitou bibliotecas do país em busca de material para a terceira edição de seu livro The crest of the peacock: the non-european roots of mathematics, que será publicado em breve pela Princeton University Press.

“A origem da matemática moderna é geralmente vista como uma conquista européia, mas as descobertas feitas na Índia medieval, entre os séculos 14 e 16, não podem ser ignoradas ou esquecidas”, disse Joseph. “Mas isso não diminui o brilhantismo do trabalho de Newton no fim do século 17, especialmente em relação aos algoritmos do cálculo.”

“Entretanto, nomes da Escola de Kerala, especialmente Madhava e Nilakantha, devem ser colocados ombro a ombro com ele, uma vez que descobriram outro componente fundamental do cálculo, as séries infinitas”, destacou.

Um artigo sobre a transmissão do conhecimento a respeito do cálculo de Kerala para a Europa será publicado em breve por Joseph e Almeida.
Matemáticos me mordam!!! Imaginem se as guerras, cruzadas e inquisições não tivessem queimado tantos livros... com certeza descobririamos outros pais para as descobertas do mundo... isso comprova como Deus é sabio e paciente, pois ensina várias vezes as mesmas coisas para pessoas diferentes.

A importância do setor aéreo na economia brasileira

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Reação em cadeia
Por Thiago Romero - 15/08/2007


Agência FAPESP – O crescimento ou a retração do setor aéreo brasileiro geram impactos consideráveis, tanto positivos como negativos, nos demais setores econômicos relacionados com sua cadeia produtiva.

Cada R$ 1 mil produzidos pela aviação civil refletem um aumento de R$ 258 na produção da indústria química, o setor que mais se beneficia, seguido de R$ 78 no comércio, R$ 58 em peças e outros veículos, R$ 52 no extrativismo mineral, R$ 51 nas instituições financeiras e R$ 36 nas agências de viagens.

Os dados são de um estudo que acaba de ser concluído por pesquisadores do Centro de Excelência em Turismo (CET) da Universidade de Brasília (UnB). O trabalho, encomendado pelo Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea), avaliou o impacto do setor frente a outros 53 setores da economia.

O estudo foi realizado por meio do cruzamento de dados macroeconômicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referentes ao ano de 2003, com indicadores dos setores que fornecem insumos e dos que demandam serviços da aviação civil.

“O estudo se concentra em simulações sobre os impactos que variações econômicas no setor aéreo causam nos segmentos industriais relacionados com a aviação”, disse Maria de Lourdes Rollemberg Mollo, coordenadora do trabalho e professora do Instituto de Economia da UnB, à Agência FAPESP.

“Isso significa que, se a produção de aviões ou a oferta de serviços de transporte aumentarem, os ganhos da indústria química, que fornece combustível e outros insumos para as aeronaves, será proporcionalmente igual”, afirmou.

Nesse caso, as perdas dos outros setores com uma possível retração do setor aéreo também seriam proporcionais. “Por isso, os setores que fornecem insumos para a aviação fazem o papel de estimuladores da cadeia produtiva, uma vez que a produção deve sempre responder aos aumentos de demanda”, disse Maria de Lourdes.

O trabalho indica também o volume de serviços fornecidos pelo transporte aéreo para outros setores da economia.
Nesse contexto, a aviação civil gera R$ 4,2 bilhões anuais para o setor de serviços e R$ 795,4 milhões para o setor de turismo.

Em contrapartida, o setor aéreo demanda insumos provenientes da indústria (R$ 5,8 bilhões) e do setor de serviços (R$ 5,3 bilhões), ao qual pertence. Os pesquisadores calcularam também a participação do setor aéreo no
Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que subiu de 0,63%, em 2003, para 0,86% em 2006.

“Por fazer uma radiografia completa do setor aéreo dentro da macroeconomia brasileira, esse tipo de análise interessa tanto aos setores industriais, para o planejamento estratégico, como ao governo, na elaboração e no aperfeiçoamento das políticas econômicas”, destacou a economista.

Além de Maria de Lourdes, participaram do trabalho Joaquim Pinto de Andrade, Aquiles Rocha, José Ângelo Divino e Milene Takasago, todos pesquisadores do Centro de Excelência em Turismo da UnB.

Para ler o estudo "A importância do setor aéreo na economia brasileira"
clique aqui
Apesar dos pesares... voar é preciso e benéfico ao Brasil.

Leptospirose: sim ou não em 15 minutos!!!

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Tratamento antecipado
Por Thiago Romero em 14/08/2007

Agência FAPESP –
Em parceria com pesquisadores das universidades de Cornell e da Califórnia, nos Estados Unidos, pesquisadores do Centro de Pesquisa Gonçalo Muniz (CPqGM), unidade da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) na Bahia, concluíram, após 11 anos de trabalho, o desenvolvimento de um teste para diagnóstico da leptospirose que, em 15 minutos, oferece o resultado com mais de 90% de precisão.

Os testes para a identificação da bactéria Leptospira, agente causador da doença, normalmente são feitos por meio de exames sorológicos que detectam no sangue do paciente a presença de anticorpos contra a bactéria. Por exigir duas amostras de soro, uma na fase inicial e outra na fase intermediária, os testes tradicionais demoram até duas semanas para apontar um diagnóstico.

O avanço do trabalho da Fiocruz, que teve início em 1996, está na identificação de um componente da Leptospira capaz de estimular a produção de anticorpos em indivíduos infectados, algo decisivo para a rapidez e a precisão do teste.

“Com base na análise do sangue de pacientes tratados em dois hospitais baianos identificamos que um componente, a proteína lig, induz a produção de anticorpos na fase mais inicial da infecção”, disse Mitermayer Galvão dos Reis, chefe do Laboratório de Patologia e Biologia Molecular do CPqGM, onde o trabalho foi em parte desenvolvido, à Agência FAPESP. “A proteína mostrou ser um excelente indicador da contaminação precoce pela doença.”

Em seguida, os pesquisadores clonaram a proteína lig em grande quantidade por meio de engenharia genética e a cultivaram em fita semelhante às utilizadas em testes de gravidez, dentro de uma pequena plataforma produzida por uma empresa.

“Basta colocar uma gota de sangue do paciente em contato com essa fita. Se a amostra de sangue contiver a bactéria Leptospira, anticorpos vão reagir com a proteína lig e o visor do aparelho rapidamente ficará rosa, cor que indica o resultado positivo”, explicou Reis.

O teste diagnóstico está em fase de validação por meio de testes de sensibilidade e de especificidade, em laboratórios da Fiocruz e das universidades federais do Ceará e do Rio Grande do Norte. Para isso, são utilizados bancos de sangue de pacientes com leptospirose e também com outras doenças, como dengue e hepatite.

A validação está sendo realizada junto à Anvisa [Agência de Vigilância Sanitária] e os primeiros testes deverão estar disponíveis na rede pública de saúde até meados de 2008”, apontou o pesquisador da Fiocruz. O teste precoce antecipa o tratamento e evita a progressão da doença para formas mais graves.
A leptospirose atinge principalmente áreas carentes de grandes centros urbanos, nos quais a população tem mais contato com água de enchentes contaminada por urina de ratos. Segundo dados do Ministério da Saúde, são notificados anualmente mais de 3 mil casos de leptospirose no Brasil, com uma taxa de letalidade estimada em 15%.


A inteligência do homem é algo surpreendente! Viva a medicina e seus pesquisadores incansáveis!!!

Limpar... terapia para a alma!!!

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Fazer faxina é terapia para mulheres, diz pesquisa
Comportamento - Segunda, 24 de abril de 2006, 07h46


A maioria das britânicas considera que tarefas domésticas são uma terapia contra a angústia, de acordo com uma pesquisa feita na Grã-Bretanha por um canal de TV especializado em saúde.

Seis em cada dez mulheres entrevistadas garantem que fazer faxina lhes proporciona "um sentimento de controle de suas vidas" e representa uma "terapia para o espírito" , revela o estudo feito para o canal Discovery Home and Health, divulgado nesta segunda-feira pelo jornal The Independent.

Cerca de 58% se sentem "deprimidas quando a casa está desordenada", e 59% afirmam que "a sujeira e a bagunça as deixam tensas". Um terço das mulheres interrogadas declara, inclusive, que esta tarefa lhes dá mais satisfação do que fazer amor.

Apenas para 4% das entrevistadas arrumar a casa é uma perda de tempo. Já 57% admitem, porém, que ficam cansadas com os afazeres domésticos, levando-se em conta que 71% trabalham fora.

Foram entrevistadas 2 mil mulheres entre 18 e 80 anos.
Sinceramente, eu não gosto desse tipo de terapia... mas uma casa bagunçada com certeza gera depressão... então mãos à obra!!!

Bolsa de água quente....

domingo, 12 de agosto de 2007

Calor funciona como analgésico temporário, diz pesquisa
05 de julho, 2006 - 16h08 GMT (13h08 Brasília)

Uma pesquisa da University College London (UCL), apresentada na Conferência da Sociedade Fisiológica, descobriu que a aplicação de calor efetivamente bloqueia a dor, provendo conforto aos pacientes.

Os pesquisadores queriam entender por que a aplicação local de bolsas de água quente ajuda a aliviar dores como cólicas e câimbras.

Eles usaram tecnologia de DNA para monitorar as células e concluíram que temperaturas acima de 40º C acabam bloqueando o efeito dos mensageiros químicos que fazem com que o corpo detecte a dor.

Efeito analgésico

O médico Brian King, do Departamento de Fisiologia da UCL, que liderou a pesquisa, afirmou que as informações moleculares revelaram que
o calor pode aliviar a dor por um período de até uma hora.

"As dores das cólicas gástricas ou menstruais e da cistite são causadas por uma redução temporária no fluxo sangüíneo ou a distensão exagerada de órgãos como o intestino e o útero, causando dano aos tecidos e ativando os receptores de dor", disse King.

"O calor não tem apenas um efeito psicológico, oferecendo conforto, ele efetivamente desativa a dor num nível molecular, de uma forma bem parecida com a que os remédios analgésicos funcionam. Agora descobrimos como isso acontece", concluiu o médico.

A equipe de pesquisadores acredita que a descoberta pode ser usada no desenvolvimento de uma nova geração de analgésicos.
É a receitinha da vovó sendo comprovada cientificamente!!!

Açúcar, no papel de bom!

sábado, 11 de agosto de 2007

Vício açucarado
23/07/2007

Agência FAPESP – Quando a nicotina se liga a um neurônio, como a célula consegue enviar o sinal que anuncia a presença da substância e dispara a sensação de prazer? Graças ao açúcar, de acordo com um estudo realizado por pesquisadores norte-americanos.

O grupo, da Universidade do Sul da Califórnia (USC), propõe que o açúcar seria o responsável por abrir a passagem na membrana da célula e por anunciar a chegada da nicotina. Os resultados da pesquisa serão publicados na edição on-line da revista Nature Neuroscience.

Para o biólogo estrutural Raymond Stevens, do Instituto de Pesquisa Scripps, o estudo é “um marco nos campos de biologia estrutural e comunicação neural”. Além da dependência de nicotina, Stevens destaca que
a pesquisa pode indicar alvos para o desenvolvimento de fármacos relacionados ao tratamento de epilepsia, esquizofrenia e depressão.

Utilizando camundongos como modelo, o estudo fornece o primeiro olhar detalhado sobre parte do receptor de acetilcolina nicotínica (nAChR): uma das moléculas de um grande e importante grupo conhecido como proteínas de canal iônico, que permite a passagem de sinais entre neurônios.

Os resultados revelam que as moléculas de açúcar têm um papel importante na atividade dessas proteínas. “Nossos estudos preenchem uma lacuna importante na área e estabelecem um novo paradigma”, disse Lin Chen, professor associado de biologia molecular e computacional da USC.

“Várias teorias correntes, que não consideram o papel do açúcar, estão provavelmente incompletas”, disse Chen. O debate sobre como os sinais passam do exterior de uma célula para seu interior se estende há tempos, sem solução.

De acordo com Chen, alguns pesquisadores sugeriam que quando um composto químico, como a nicotina, liga-se a uma proteína de canal iônico na superfície de uma célula, a proteína inicia uma “onda conformacional” que propaga um sinal pelo corpo da proteína em direção à membrana celular.

Mas a base molecular de tal onda, em um nAChR ou em qualquer outra proteína, não foi claramente estabelecida. Em vez disso, o estudo feito pelo grupo de Chen sobre a estrutura cristalina sugere que as moléculas de açúcar que aderem à superfície do receptor têm um papel mecânico.

“Elas servem como ligação entre o local de adesão do neurotransmissor e a região da membrana em que está a abertura de entrada”, disse Chen.
“O açúcar funciona como se fosse um ‘porteiro’, que deixa a passagem aberta ou fechada.”

Ao cortar as cadeias de açúcar, a operação do portão cessou, de acordo com Chen. “O açúcar é fundamental”, afirmou. Os pesquisadores também encontraram uma molécula de água no interior do receptor – o que é significativo, porque as proteínas normalmente são preenchidas com matéria hidrofóbica (repelente da água), que ajuda a estrutura a manter sua forma.

Segundo Chen, a molécula de água pode ativar o receptor para alterar seu formato e contrabalançar a deformação ocasionada pela abertura e fechamento da entrada na membrana.

Estudos anteriores sobre homólogos do nAChR – proteínas que compartilham sua estrutura, mas não sua função de comunicação – mostram que eles são completamente hidrofóbicos.
De acordo com Chen, isso apóia a teoria de que a molécula de água tem um papel funcional.

O artigo Crystal structure of the extracellular domain of nAChRa1 bound to alpha-bungarotoxin at 1.94Å resolution, de Lin Chen e outros, pode ser lido por assinantes da Nature Neuroscience em www.nature.com/neuro.

Ok! Você que o açúcar é bom!!! Sua consciência não está mais pesada? Açúcar é bom mais vá com calma!!! Tudo em excesso não faz bem!!!

Vigilância do uso da internet...

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Jovens se expõem demais na web, diz pesquisa
Felipe Zmoginski, do Plantão INFO - Sexta-feira, 01 de junho de 2007 - 16h28


SÃO PAULO - Pesquisa aponta que adolescentes publicam dados pessoais na web e agem sem conhecimento dos pais.

O estudo, divulgado pela empresa de segurança online Garlik revela que, além de repassar dados pessoais e acessar sites proibidos para sua faixa etária, muitos adolescentes marcam encontros com desconhecidos sem avisar os pais. A pesquisa ouviu 500 adolescentes na faixa dos 15 anos de idade e 500 casais de pais.

A Garlik aponta que 20% dos adolescentes marcam encontros com desconhecidos pela internet com alguma freqüência. Do total de adolescentes, 0,5% afirma fazer isto “muito freqüentemente”.
O estudo aponta que os pais só são avisados do encontro em apenas 7% dos casos.

Nestes encontros, 10% dos jovens afirmam ter sofrido algum tipo de constrangimento, que vai desde abordagem ríspida, ofensas verbais até casos de agressão física. Entre todos os jovens 40% afirmam visitar sites proibidos para menores ou restritos pelos pais.

Nas entrevistas com os pais, 90% afirmaram que vigiam os movimentos de seus filhos na internet. A pesquisa sugere que os pais mantenham o PC em local não privado da casa e acompanhem as atividades dos filhos.
Pelo jeito a vigilância está falha! O ser humano pode ser 100% ingênuo e ao mesmo tempo 100% mau! Perigo é algo com que lidamos todos os dias!

Mármore ou Granito? O melhor é escolher outro tipo de piso!

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Perigos do ofício
Por Thiago Romero em 09/08/2007

Agência FAPESP –
O tabagismo e o consumo de álcool são os fatores de risco mais bem estabelecidos para o câncer de laringe. A relação é conhecida desde a década de 1950, quando foram concluídos os primeiros estudos epidemiológicos sobre essa neoplasia, responsável por cerca de 73,5 mil mortes por ano no mundo.

Agora, uma pesquisa realizada na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) traz novas perspectivas para o entendimento das causas da doença. Segundo o estudo, indivíduos expostos em ambientes de trabalho à sílica, à fuligem e a toxinas presentes em locais de criação de animais têm risco aproximadamente duas vezes maior de desenvolver câncer de laringe, quando comparados a pessoas não expostas a essas substâncias.

O trabalho, que acaba de ser publicado na revista Cadernos de Saúde Pública, foi conduzido pelo médico Sergio Sartor em seis hospitais do município de São Paulo.
Participaram 122 pessoas com câncer de laringe – 104 homens e 18 mulheres – e 187 que não apresentavam a doença – 142 homens e 45 mulheres. Todos com idades entre 38 e 79 anos.

Os indivíduos foram entrevistados nos hospitais, por meio de questionários padronizados que incluíam informações sociodemográficas, história ocupacional, condições de moradia, histórico familiar de câncer, antecedentes de doenças infecciosas e padrões de dieta.

Os resultados apontaram que os indivíduos com exposição à sílica cristalina livre respirável tiveram 1,83 vez mais chances de desenvolver câncer de laringe, enquanto o índice foi de 1,80 para aqueles com contato com animais e de 1,78 com fuligem.

“Quando analisamos partículas sólidas que ficam dispersas no ar após a queima de metais utilizados no processo de soldagem, por exemplo, esse índice subiu para 2,55. Essa categoria de material em suspensão foi chamado no estudo de ‘fumos em geral’”, disse Sartor, também subgerente de Serviços de Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, à Agência FAPESP.

O pesquisador explica que poeiras com alto teor de sílica são normalmente produzidas com o corte de mármores e granitos. A fuligem, por sua vez, é gerada com a queima de carvão mineral, madeira e óleo combustível. Já os riscos identificados no estudo com a criação de animais ocorrem principalmente no manejo do gado.

“A terra do solo contaminada com fezes e urina, que vira poeira quando os animais se movimentam, contém toxinas e bactérias que podem estar contribuindo para o câncer de laringe, assim como a inalação de pesticidas utilizados para o tratamento de pragas como carrapatos”, sugere o pesquisador. “Identificamos as relações citadas, mas as causas potenciais devem ser mais bem estudadas.”

O estudo integrou um projeto multicêntrico que abrange pesquisadores do Brasil, Argentina e Cuba, denominado Estudo Internacional de Fatores Ambientais, Vírus e Câncer de Cavidade Oral e Laringe. Coordenado pela Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (Iarc), na França, o projeto teve como objetivo investigar o papel de diversos fatores para o desenvolvimento de câncer de boca, faringe e laringe.

Para ler o artigo Riscos ocupacionais para o câncer de laringe: um estudo caso-controle, disponível na biblioteca eletrônica SciELO (FAPESP/Bireme),
clique aqui.

Você conhece alguém que trabalha nessa área? Não deixe de reforçar os risco desse tipo de atividade!!!

Voar é coisa para passarinho!!!

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Consumidores planejam mais viagens de carro, diz pesquisa
Simone Cunha - Colaboração para a Folha - 26/07/2007 - 10h27

Os brasileiros devem trocar o avião pelo carro nas viagens de férias de fim de ano. Segundo pesquisa da FGV (Fundação Getulio Vargas), realizada até 20 de julho, 39,5% dos consumidores estão planejando viajar de carro nas férias. Viagens de avião estão nos planos de 37,8% dos consumidores.

Segundo o coordenador de sondagens e levantamentos da FGV, Aloísio Campelo, a diferença poderia ser ainda maior para as viagens de automóveis não fosse o aumento no número de consumidores de renda mais baixa que pretendem viajar de avião. "Surgiu um novo consumidor da concorrência entre as empresas aéreas, que hoje têm até vôos noturnos e fazem inúmeras promoções", diz.

O resultado da pesquisa neste mês segue uma tendência que começou ainda no ano passado, após o acidente com um Boeing da Gol, em setembro, e atrasos e overbooking nos aeroportos brasileiros.

Segundo Campelo, a queda não tem relação com o acidente com o Airbus da TAM.

Em outubro, 45,2% dos consumidores apontavam o avião como provável meio de transporte para suas viagens de férias. Em novembro, o índice foi de 35,7%, ficando atrás do automóvel, que foi apontado por 37,1% dos consumidores.

Neste ano, houve apenas dois meses --março e maio-- com queda na intenção das viagens de automóvel. As viagens de avião estavam recuperando espaço nos planos dos consumidores, mas as quedas na participação total nos últimos meses fizeram o automóvel voltar à dianteira na pesquisa.

A queda na intenção de viajar de avião em julho foi maior nas famílias com renda acima de R$ 9.600. Segundo Campelo, 62,1% dos consumidores dessa faixa de renda pretendiam viajar de avião em julho de 2006. Neste mês, caiu para 47,2%.

Entre as famílias com renda até R$ 2.100, houve aumento de 14,4% para 28% no mesmo período. "Esses consumidores querem viajar de avião e não se importam com os problemas."
É do jeito que as coisas andam... melhor mesmo é se garantir por terra... ou quem sabe fazer um cruzeiro, sem esquecer do Titanic, é claro.

Windows Vista versus Mac OS X

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Vista ganha novos usuários a cada mês, diz pesquisa
Terra - Tecnologia - Quarta, 25 de julho de 2007, 15h41

Estatística mostra que a fatia de mercado dominada pelo Windows Vista cresceu constantemente mês a mês desde seu lançamento. Seu maior rival, o Mac OS X, manteve seus números inalterados. O sistema operacional mais usado ainda é o Windows XP.

O site Net Applications, que mede a audiência a sites, publicou um estudo mostrando a evolução dos números. Em junho deste ano, 4,52% dos sites monitorados foram visitados por computadores com Windows Vista. Em janeiro, quando foi lançado, esse número era de 0,18%. Mês a mês a adoção do Vista foi ganhando momento: em fevereiro já eram 0,93% os internautas com o novo Windows, em março 2,04%, em abril 3,02% e em maio 3,74%.

Já o Mac OS X (somando os resultados do Mac PowerPC e do Mac Intel) manteve-se praticamente constante em seus 6% de penetração no mercado. Em janeiro, 6,22% de todos os internautas usavam o Mac OS X, número que subiu para 6,44% em maio mas caiu para 6% em junho, o que mantém o desempenho médio.

Se o crescimento na adoção do Windows Vista continuar no ritmo atual, ultrapassará os 6% da Apple em algum momento do fim de agosto. Com a fatia da Apple constante, é fácil notar que o crescimento do Windows Vista dá-se sobre a fatia do campeão, o Windows XP, que caiu de 85,02% em janeiro para 81,94% em junho.

Nada se fala no referido site sobre sistemas operacionais alternativos como o Linux ou o Solaris. As estatísticas da Net Applications podem ser conferidas no endereço: http://dtmurl.com/b5n.


Bom o que tenho a dizer é que sou apaixonada pelo Windows 2000 Professional, mas tenho que aprender, e rápido, o Linux... então "Vista prá que te quero"!

Usar camisinha é um ato de amor!!!

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

'Um terço dos britânicos têm vergonha de preservativo'
06 de agosto, 2007 - 13h04 GMT (10h04 Brasília)


Um terço dos britânicos acham constrangedor demais falar sobre preservativos com um novo parceiro (a) que acabam não usando nenhum, segundo uma pesquisa.

A pesquisa da organização beneficente Family Planning Association (FPA - Associação de Planejamento Familiar, em tradução livre) ouviu 2.169 adultos. E, destes, um terço afirmaram que se arrependeram do fato de não ter usado preservativo com um novo parceiro no passado.

A organização afirma que, apesar de se viver numa sociedade altamente sexualizada, falar a respeito de preservativos ainda é um tabu para muitos.

E últimas pesquisas mostram que casos de doenças sexualmente transmissíveis estão aumentando na Grã-Bretanha.

Em 2006, na Inglaterra, o número de casos de herpes genital aumentou em 9% - 21.698 diagnósticos - e casos de clamídia aumentaram 4% - 113.585 diagnósticos.

Razão

"Temos que perguntar a razão de, no século 21, quando o sexo é retratado com naturalidade em várias formas na cultura britânica, falar sobre o uso de preservativos ainda é constrangedor", disse Anne Weyman, diretora-executiva da FPA.

Ela acrescentou que pessoas nas faixas etárias de 30 a 50, que deveriam se sentir extremamente confiantes ao conversar sobre todos os temas pertinentes a suas vidas, ainda têm muita dificuldade para falar sobre preservativos.

É este grupo de britânicos que Weyman afirma que precisa ser o alvo de campanhas de sexo seguro.

"Pessoas nas faixas dos 30 anos são a geração esquecida. Eles receberam pouca informação sobre educação sexual e sobre relacionamentos na escola, mas cresceram em uma sociedade altamente sexualizada", afirma.

"Eles tiveram que desenvolver confiança sozinhos para falar sobre preservativos e aprenderam da maneira mais difícil. Não é surpreendente que as pessoas sintam que é mais fácil não usar um preservativo do que ficarem na situação torturante de ter de falar sobre um assunto com o qual se sentem profundamente constrangidas", disse.

"Temo que as pessoas ainda achem mais fácil ter relações sexuais do que falar sobre sexo", disse Genevieve Clark, da organização de caridade Terrence Higgins Trust.

"Este constrangimento sobre preservativos é estranho quando você pensa nas alternativas - se colocar em risco de uma infecção ou de uma gravidez que poderia ser evitada", acrescentou.

A FPA imprimiu panfletos com dicas para ajudar os britânicos a falarem sobre o uso de preservativos com um novo parceiro sexual.

Entre os conselhos está tocar no assunto em situações fora do clima sensual, sem pressão e antes de ter uma relação sexual.


Usar camisinha é um ato de amor!!! Como cada dia que passa existe menos amor nas relações sexuais... Talvez as pessoas tenham parado de projetar um futuro para si... Vivem apenas o momento, sem pensar no dia seguinte... sem pensar em AIDS...