Não é só os controladores de vôo que sofrem!!!

terça-feira, 31 de julho de 2007

Aumento de viagens aéreas é 'risco para planeta'
04 de julho, 2004 - 11h23 GMT (08h23 Brasília)


O aumento das viagens aéreas é uma das maiores ameças ao meio-ambiente mundial, diz um estudo feito pela Universidade de York, na Grã-Bretanha.

O estudo diz que planos do governo britânico de expandir aeroportos estão e conflito direto com metas de redução de emissão de gases causadores do efeito estufa.

Os autores do estudo, os professores John Whitelegg e Howard Cambridge, dizem que os gases poluentes emitidos por aeronaves estão aumentando.

Eles defendem que as companhias aéreas paguem taxas de poluição para compensar o dano causado.

O estudo diz que os governos da Grã-Bretanha e de outros países da União Européia (UE) têm planos para expandir a aviação comercial.

Recomendações

O estudo cria um modelo para lidar com a aviação nos próximos 30 anos, recomendando passos a serem tomados pelos governos da Grã-Bretanha e de outros países da UE, incluindo a suspensão da isenção de impostos concedida ao combustível usado em aviões.

O estudo diz que pelo menos 50% dos viajantes deveriam chegar aos aeroportos através de transporte público, e que jornadas de menos de 400 milhas (643 km) deveriam ser feitas de trem, em vez de avião, o que eliminaria 45% dos vôos.

O professor Whitelegg disse à BBC que, na Grã-Bretanha, seria necessário desenvolver as redes de trens de alta velocidade, para ligar todas principais cidades do país.

Ele disse: "No momento temos vôos baratos e algumas das linhas de trem mais caras do mundo. O certo seria o inverso".

O estudo diz que o setor privado deveria ser incentivado a usar tecnologias como vídeo-conferências, para evitar viagens.

Os governos deveriam seguir o conceito adotado pelo aeroporto de Zurique, na Suíça, de limitar as emissões de todos os aeroportos e tratá-los como complexos industriais.

Whitelegg disse que o aumento das viagens aéreas tem sido "incentivado por generosos cortes de taxas e por subsídios do governo, e vai contra as políticas ambientais, principalmente contra os esforços para prevenir as consequencias do aquecimento global".

Ele disse à BBC que uma taxa de poluição sobre vôos seria necessária para refletir "realidades ambientais".

Ele disse que alguns governos estariam estudando a implementação dessa taxa, que poderia ser de 40 ou 50 libras (de R$ 220 ou R$ 250) por vôo.

"No fim, é o passageiro que pagaria esta taxa".

O estudo, do Stockholm Institue da Universidade de York, será publicado na segunda-feira.

Uma pesquisa de 2004 que está cada vez mais vívida em nosso cotidiano. Mas se formos olhar nossas ferrovias... rodovias... apesar de ocorrem tragédias aéreas, voar ainda é mais seguro!!! Mas se for para votar... se for viajem de trabalho, prefiro a video-conferência... se for para descanço... um navio... ou um bom carro.... são as melhores pedidas!!!

Você gosta de fazer trabalhos manuais??? Cuidado!!!

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Classe trabalhadora envelhece mais rápido, diz estudo
20 de julho, 2006 - 15h28 GMT (12h28 Brasília)


Trabalhadores manuais, de classe social mais baixa, parecem envelhecer mais rápido, dizem cientistas britânicos.

Há muito se sabe que fatores como saúde, alimentação e exercício físico estão associados ao envelhecimento e menor expectativa de vida.

Mas um novo estudo, feito por especialistas do St. Thomas Hospital, em Londres, em parceria com cientistas americanos sugere que outros fatores, ainda inexplicados, entrariam em jogo no processo.

Os cientistas acreditam que a raiz do problema estaria no estresse provocado pela baixa auto-estima, insegurança no trabalho e falta de controle sobre a vida pessoal na classe trabalhadora, diz o jornal britânico Times.

A pesquisa, coordenada pelo cientista Tim Spector, vai ser publicada na revista especializada Aging Cell.

Gêmeas

Tim Spector recrutou 751 duplas de mulheres britânicas gêmeas, idênticas e não-idênticas, com idades entre 18 e 75 anos.

As voluntárias foram classificadas de acordo com cinco grupos sócio-econômicos reconhecidos e tiveram seus cromossomos examinados pelos especialistas.

Os cromossomos são protegidos por estruturas chamadas telômeros.

Essas estruturas asseguram que a informação genética (DNA) relevante de uma célula seja perfeitamente copiada quando ela se duplica.

Os telômeros também protegem os cromossomos, de uma forma geral, contra a deterioração.

Cada vez que uma célula se divide, os telômeros se encurtam ligeiramente e nunca se regeneram.

Em um determinado momento, de tão curtos, não permitem mais a correta replicação dos cromossomos e a célula perde completa ou parcialmente a sua capacidade de divisão.

Por conta disso, os cientistas acreditam que os telômeros estejam associados ao envelhecimento biológico.

Spector e sua equipe constataram que há uma diferença no comprimento dos telômeros de pessoas da classe trabalhadora, mais especificamente, aquelas que fazem trabalhos manuais.

Para o estudo, profissionais liberais e mulheres que fazem trabalhos manuais foram colocadas em categorias diferentes.

Os índices de encurtamento dos telômeros dessas mulheres, todas da mesma idade, foram medidos.

O grupo de trabalhadoras manuais apresentou telômeros mais curtos, indicando um envelhecimento de, em média, sete anos a mais.

"Estamos falando de uma diferença de sete anos em perda de telômeros em pessoas da mesma idade e peso, com os mesmos hábitos em relação a fumo e exercícios, mas que são trabalhadoras manuais ou profissionais liberais", disse Spector ao Times.

Estresse Oxidativo

Os cientistas compararam também os comprimentos de telômeros em 17 casais de gêmeas com 47 anos de idade, criadas juntas, mas que, quando se casaram, passaram a integrar classes sociais diferentes.

Em doze dos casais, a diferença no índice de envelhecimento foi ainda maior, subindo para nove anos.

"A idéia é que o estresse psicológico ou a perda de controle possa ter um impacto biológico", disse Spector.

Para o cientista, esses fatores poderiam provocar um aumento nos níveis de estresse oxidativo no corpo, fazendo as células envelhecerem mais rápido.


Um estudo bem interessante... Vamos ver se conseguimos achar as conclusões finais desse trabalho. No Brasil temos muitos trabalhadores manuais, pode ser de grande valia.



Ozônio, volte para a estratosfera já!!!

domingo, 29 de julho de 2007

Ozônio piora aquecimento global, diz estudo
25/07/2007 - 15h52 - Deborah Zabarenko - Da Reuters

Presença de gás nas camadas baixas da atmosfera desestimula crescimento de plantas. Aumento da substância no ar ocorre por conta de emissões industriais e de veículos.

Os efeitos do geralmente desprezado gás ozônio, que tem aumentado seus níveis paulatinamente perto da superfície terrestre desde 1850, poderiam prejudicar seriamente o desempenho das colheitas e aumentar o efeito do aquecimento global ainda neste século.
A advertência foi dada por um grupo de cientistas nesta quarta-feira (25).

O ozônio na troposfera -- a camada mais baixa da atmosfera -- prejudica plantas e afeta sua capacidade de absorver dióxido de carbono, o principal gás causador do efeito estufa cuja liberação na atmosfera acelera a mudança climática, escreveram os pesquisadores em artigo publicado na edição desta semana do periódico científico "Nature".

Embora o dióxido de carbono seja o principal acusado quando o assunto é aquecimento global, ele também tem um efeito benéfico para o crescimento de plantas, e o ozônio anula esse efeito, segundo Stephen Sitch, climatologista do Escritório de Meteorologia do Reino Unido.

"Conforme o CO2 [dióxido de carbono] aumenta na atmosfera, isso estimula o crescimento de plantas", diz Sitch. Ele afirma que muitas simulações científicas que predizem o impacto do aquecimento global incluíram esse efeito, mas "não incluíram outro efeito, o efeito negativo do ozônio prejudicando a produtividade".

As plantas e o solo atualmente reduzem o aquecimento global ao armazenar cerca de um quarto de todas as emissões humanas de dióxido de carbono, mas isso pode mudar se o ozônio nas camadas mais baixas da atmosfera aumentar.

Projeções desse crescimento do ozônio indicam "reduções significativas na produção de plantas e nas colheitas regionais", afirmaram os cientistas, em nota.

O efeito fertilizante do dióxido de carbono pode ser poderoso, segundo Sitch e seus colegas, aumentando a produtividade global das plantações para 88,4 bilhões de toneladas por ano. Mas esse número não leva em conta o efeito do ozônio: com isso incluído, o poder de fertilização do dióxido de carbono cai para 58,4 bilhões de toneladas.

Sem contar o ozônio aumentado, simulações anteriores subestimaram a quantidade de dióxido de carbono que ficará na atmosfera, disse Sitch. Os efeitos danosos do ozônio nas plantas significam que elas sugarão menos dióxido de carbono da atmosfera, deixando mais desse composto contribuindo para o aquecimento.

"O dióxido de carbono é o maior gás causador do efeito estufa, mas o ozônio está reduzindo a produtividade das plantas em uma quantidade apreciável", diz Sitch.

As quantidades de ozônio troposférico dobraram desde meados do século 19, por conta de emissões de veículos, processos industriais e queimadas.

O ozônio normalmente é visto como herói do ambiente, ao proteger a Terra contra raios ultravioleta do Sol. Mas esse efeito só é positivo quando o ozônio está na estratosfera; na troposfera, ele é considerado um poluente.


Pobre ozônio... agora virou vilão... o meio ambiente vem pedindo socorro há décadas... nossos heróis estão morrendo... os próximos seremos nós!!!

Insulina... controle a sua!!!

sábado, 28 de julho de 2007

Peso saudável ajuda longevidade, diz estudo
20 de julho, 2007 - 08h23 GMT (05h23 Brasília)


Manter um peso saudável pode ajudar as pessoas a terem uma vida mais longa ao limitar a exposição do cérebro a insulina, de acordo com com cientistas nos Estados Unidos.

Um estudo com ratos de laboratório descobriu que a redução dos sinais de insulina dentro das células do cérebro aumenta a longevidade.

Em artigo na revista Science, os pesquisadores disseram que adotar estilo de vida e peso saudáveis leva a uma redução dos níveis de insulina em seres humanos e pode ter o mesmo efeito.

Segundo especialistas, se isto for comprovado, a insulina será apenas um dos muitos fatores, tais como genes, que influenciam a longevidade.


Proteína IRS2

Pesquisas anteriores em moscas de frutas e parasitas intestinais sugeriram que reduzir a atividade do hormônio insulina, que regula os níveis de açúcar no sangue, pode aumentar a longevidade.

O mais recente estudo examinou os efeitos de uma proteína, IRS2, que transmite os sinais da insulina até o cérebro.

Ratos que tinham a metade da proteína tiveram vida 18% mais longa do que os ratos normais.

Apesar de ter peso excessivo e altos níveis de insulina, os ratos tinham maior atividade quando ficavam mais velhos, e seu metabolismo de glicose faz lembrar o de ratos mais jovens.

Os pesquisadores disseram que os ratos geneticamente modificados viviam mais tempo porque doenças letais, como câncer e problemas cardiovasculares, estão ocorrendo mais tarde por causa da redução do sinal de insulina no cérebro, embora os níveis de insulina em circulação sejam altos.

Segundo eles, no futuro, pode ser possível formular drogas que reduzam a atividade do IRS2 para reproduzir o mesmo efeito, embora eles tenham que ser específicos para o cérebro.


Problema de peso

O chefe do estudo, Morris White, do Instituto Médico Howard Hughes, em Boston, disse que a forma mais simples de encorajar a longevidade é limitar os níveis de insulina fazendo exercícios e adotando uma dieta alimentar saudável.

White disse que a descoberta apresenta "um mecanismo para o que a sua mãe lhe disse quando você estava crescendo - tenha uma boa dieta e faça exercício, para se manter saudável".

"Dieta, exercício e peso baixo ajuda os tecidos periféricos sensíveis a insulina."

"Isto reduz a quantidade e a duração da secreção de insulina necessária para manter a sua glicose sob controle quando você come."

"Assim, o cérebro é exposto a menos insulina."

A equipe de pesquisadores agora planeja examinar a possibilidade de ligações entre os sinais de IRS2 e a demência.

A demência estaria associada à obesidade e a altos níveis de insulina, de acordo com trabalhos científicos anteriores.

Matt Hunt, da organização britânica Diabetes UK, disse: "Este é um estudo interessante pois o trabalho feito com ratos pode sugerir que insulina desempenha um papel no processo de envelhecimento."

"Apesar disso, nós estamos examinando várias interações extremamente complexas de genes no cérebro e esta pesquisa não explicou ainda como este mecanismo pode estar funcionando."

Hunt disse que a longevidade dos seres humanos vem aumentando, apesar da crescente incidência de obesidade e diabete sugerir que os níveis de insulina no cérebro podem ser apenas um de muitos fatores envolvidos.

"Nós saudamos o fato de que este estudo apóia nossa principal mensagem, da importância de ter um estilo de vida saudável."


A última frase disse tudo!!! Um estilo de vida saudável, garante acima de tudo, tranqüilidade!!!

Eu acredito nos meus amigos... e você?

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Opinião de blogueiros vale mais, diz estudo
Segunda-feira, 23 de julho de 2007 - 09h29

Estudo revela que usuários dão mais valor a informações publicadas por amigos.

De acordo com o levantamento do grupo E.LIFE, que analisou os dados de 5 mil internautas que publicam conteúdo na web, 74% deles são jovens com menos de 25 anos.

Só 5% dos blogueiros ou donos de comunidades no Orkut, por exemplo, tem mais de 40 anos.

O estudo revela ainda que blogueiros e donos de comunidades têm elevado poder de disseminar informações, promover ou prejudicar a imagem de produtos e empresas.

A E.LIFE cita estudo da Forrester Research que aponta a opinião de amigos e conhecidos como mais valiosa que as informações veiculadas na mídia, por exemplo.

Assim, avalia a E.LIFE, as informações recebidas de amigos em redes sociais tendem a ser absorvidas com maior valor pelos usuários do que dados divulgados em meios tradicionais.

Segundo o estudo, as ferramentas de web 2.0 representam grandes oportunidades de marketing viral para divulgar ações, idéias e produtos.

A pesquisa aponta ainda que, no Brasil, mais de 80% do conteúdo gerado pelo usuário está concentrado em 7 ferramentas. São elas o Orkut (50,78%), Blogger (13,48%), Blogspot (11,55%), Wordpress (2,96%), ReclameAqui.net (2,22%), YouTube (2,19%) e Flickr (1,10%).


É isso ai pessoal!!! Sim, sou parte dessa estatística... estou no Orkut.com e tenho comunidades... estou aqui no Blogger.com onde procuro publicar resultados de pesquisas já divulgados por instituições idôneas!!! E meu blog preferido é o www.verdadeabsoluta.net!!!

Engenharia... Garanta um futuro promissor!!!

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Estudo realizado por oito universidades traça o perfil do engenheiro na economia globalizada
Por Thiago Romero – 12/12/2006

Traçar o perfil do engenheiro na economia globalizada e mostrar quais são os principais requisitos para a prática da profissão. Esse é o objetivo do estudo Excelência em engenharia global, desenvolvido por oito universidades de seis países, entre elas a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP), cujos resultados serão apresentados hoje (12/12), em São Paulo.

O trabalho é uma iniciativa da AG Continental, empresa alemã do setor automotivo, e foi conduzido pela Universidade Técnica Darmstadt (Alemanha), em parceria com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts e o Instituto de Tecnologia da Geórgia (dos Estados Unidos), a Escola Politécnica Federal de Zurique (Suíça), as universidades Tsinghua e Jiaotong (da China) e a Universidade de Tóquio (Japão), além da Poli/USP.

Os pesquisadores envolvidos no projeto analisaram fatores históricos, econômicos e sociais de cada país, desafios do mercado e necessidades da indústria em relação à força de trabalho dos engenheiros.
O trabalho aponta que ter formação de nível superior consistente não é garantia de um bom desempenho no mercado de trabalho: o engenheiro tem de se preparar para atuar em escala global.

"A condição básica para as carreiras de engenharia é ter capacidade técnica. No entanto, mais do que nunca, é preciso ter flexibilidade para entender a dinâmica dos mercados globais e isso vai além das habilidades aprendidas nas disciplinas acadêmicas tradicionais", disse Paulo Carlos Kaminski, professor do Departamento de Engenharia Mecânica, à Agência FAPESP. Kaminski representou o Brasil no trabalho, ao lado do professor Márcio Lobo Netto, do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos da Poli/USP.

Além de ressaltar o que deve ser aperfeiçoado em cada uma das partes envolvidas no processo de profissionalização do engenheiro, incluindo instituições de ensino, governo e indústria, Kaminski explica que o estudo servirá de base para a reflexão sobre deficiências na grade curricular tradicional, à medida que um dos desafios é tornar a competência global uma qualificação central nos programas de graduação e pós-graduação.

"A proposta não é criar novas disciplinas específicas, mas usar técnicas de aprendizagem em que um mesmo projeto é desenvolvido por equipes de várias nacionalidades. Enquanto a universidade deve priorizar a internacionalização dos alunos dentro do currículo de engenharia, os governos precisam diminuir as barreiras da mobilidade que inviabilizam o intercâmbio de pesquisadores", sugere Kaminski.

Projetos inovadores

Para o professor da Poli, uma atividade que vem despertando o espírito empreendedor dos alunos de engenharia é o Partners for the Advance of Collaborative Engineering Education (Pace). Trata-se de um programa educacional da General Motors feito em parceria com universidades de vários países, entre elas a Poli, em que estudantes de graduação desenvolvem a distância projetos de veículos.

"Essa é uma forma de desenvolver competências que naturalmente favorece a internacionalização, sem grandes mudanças curriculares na instituição de ensino. Nesse caso, a empresa fornece toda a infra-estrutura para as universidades e os alunos desenvolvem projetos em sistemas automotivos de interesse global", disse.

Outro ponto favorável são os programas de duplo diploma, implementados pelas oito universidades que participaram do estudo. A metodologia de ensino, que tem como base a internacionalização da pesquisa científica, foi adotada há quatro anos nos cursos de graduação da Poli, em parceria com instituições de ensino da Europa.

"Como é nítida a importância que as empresas globais dão à dupla graduação, pelo menos 15% dos nossos alunos recebem no final do curso um diploma da Poli e outro de uma universidade do exterior, após um amplo processo de intercâmbio acadêmico", afirma Kaminski.

Segundo ele, há uma tendência crescente no número de alunos formados no Brasil, em especial nas universidades privadas. "Em 2004, mais de 27 mil estudantes foram graduados e, em 2006, teremos algo em torno de 30 mil. O importante é ressaltar que as boas escolas de engenharia no país têm conseguido implementar programas que permitem a internacionalização desses alunos durante a graduação", disse.

A íntegra do estudo está disponível no site www.global-engineering-excellence.org em inglês e alemão. Uma versão resumida do trabalho será lançada até o fim do mês em 12 idiomas, incluindo português.


Cai na estatística como variável aleatória... eu queria ser Engenheira Química... mas passei na segunda opção, na segunda chamanda e no dia do meu aniversário... (risos) encarei como uma oportunidade... e por fim me apaixonei!!! Logo, logo, serei Estatística!!! Agora se você deseja ser Engenheiro não pode deixar de ler o estudo completo... o que está esperando??? Mãos à obra!!!

Maconha... um dilema da liberdade!!!

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Estudo mostra que maconha aumenta risco de esquizofrenia
25 de Julho de 2007 - 11:43


Pesquisadores da Universidade de Zurique afirmam que existe uma ligação entre o hábito de fumar maconha e o desenvolvimento de esquizofrenia. O estudo publicado provoca agora um grande debate na Suíça.

O primeiro indício surgiu após os pesquisadores terem verificado um forte aumento de casos de esquizofrenia entre jovens durante os liberais anos 90. Não se sabe, porém, quantos desses pacientes utilizaram cannabis, afirmam os críticos.

O estudo analisou dados de aproximadamente oito mil pacientes (homens e mulheres) no cantão de Zurique, acolhidos nos hospitais pela primeira vez por esquizofrenia entre 1977 e 2005. Os anos 90 apresentaram uma incidência elevada em determinadas faixas etárias, sobretudo devido ao uso de cannabis.

Dentre os resultados do estudo, apresentado publicamente no início da semana, ficou claro que rapazes na faixa etária entre 15 e 19 anos tinham três vezes mais probabilidade de desenvolver a doença e duas vezes para o mesmo grupo entre 20 e 24 anos, do que em outras décadas.

Wulf Rössler, co-autor do estudo, revelou à swissinfo que os esses e outros resultados provavam uma direta ligação com o consumo da maconha.

"Sabemos através de outros estudos experimentais, que a cannabis pode causar psicose. Porém agora conseguimos estabelecer pela primeira vez uma ligação clara entre ela e a esquizofrenia", declarou.

"O risco de desenvolver esquizofrenia tem uma relação direta com o grau de consumo. No caso dos usuários ocasionais, o risco não aumenta. Porém se a pessoa fuma regularmente a maconha, ou diariamente, durante um período de anos, então os riscos aumentam de duas até três vezes".


Não convincente

Porém o Ministério da Saúde não está convencido do estudo apresentado, lembrando de outro inexplicável salto dos casos de esquizofrenia durante os anos 80 e pelo fato de que o histórico de consumo de drogas de cada paciente e outros detalhes médicos continuarem desconhecidos.

"O estudo não revela o histórico médico dos pacientes, como o nível de consumo de substâncias psicoativas ou outros fatores que podem levar a uma psicose", explica o comunicado publicado pelo Ministério da Saúde. "A conexão entre a esquizofrenia e o consumo de cannabis continua, a nosso ver, não esclarecida".

Ambros Uchtenhagen, renomado especialista em questões ligadas ao consumo de drogas no Instituto de Medicina Social e Preventiva, com sede em Zurique, considera positiva a publicação do relatório, mas não esconde algumas ressalvas. "Os resultados são puramente hipotéticos e não devem ser deturpados de forma nenhuma, particularmente para fins políticos, como dizer que agora sabemos que a cannabis produz esquizofrenia", afirma.


Alerta

"Ninguém sabe se essas pessoas já utilizaram cannabis. Essa é uma hipótese interessante e um convite para se olha mais de perto o que aconteceu".

Representantes do Instituto Suíço de Prevenção às Drogas e aos Problemas de Álcool declararam considerar a hipótese "muito plausível", mas não uma prova. Eles lembram que outra pesquisa sugere a conexão entre cannabis e a esquizofrenia.

O porta-voz do órgão, Gerlind Martin, alerta as pessoas vulneráveis quanto ao consumo de drogas.

"Jovens vivendo seu estágio de desenvolvimento e adultos que estão passando por fases difíceis da vida não devem consumir nenhuma forma de drogas, incluindo também a maconha", diz.


CANNABIS NA SUÍÇA

Um relatório das Nações Unidas publicado no início do ano mostra que o consumo e a produção de maconha na Suíça aumentaram. Quase 10% dos habitantes na faixa etária de 15 a 64 anos usariam a droga.

Porém uma pesquisa do Instituto Suíço de Prevenção à Droga e aos Problemas de Álcool, publicada em fevereiro, mostrou a primeira queda de consumo entre os jovens nos últimos vinte anos.

Um questionário de saúde aplicado em 2002 mostrou que 28% das pessoas entrevistadas, com idades entre 15 e 39 anos, já haviam fumado maconha pelo menos uma vez na vida.

Um grupo de políticos e especialistas em drogas lançou no ano passado uma campanha para descriminalizar a cannabis. Seu principal objetivo é permitir a compra, possessão e consumo da droga sob condições controladas a partir de um plebiscito nacional. A votação não deve ser realizada antes do ano que vem.


ESQUIZOFRENIA

A esquizofrenia é uma doença mental grave que se carateriza classicamente por uma coleção de sintomas, entre os quais avultam alterações do pensamento, alucinações (sobretudo auditivas), delírios, embotamento emocional, com perda de contato com a realidade, causando, talvez, um disfuncionamento social crônico.

É hoje encarada não como uma doença única mas sim como um grupo de patologias, atingindo todas as classes sociais e grupos humanos.

A sua prevalência atinge 1% da população mundial, manifestando-se habitualmente entre os 15 e os 25 anos, nos homens e nas mulheres, podendo igualmente ocorrer na infância ou na meia-idade.

Cruel!!! Tá ficando fácil publicar pesquisas... creio que antes de criar polêmica eles deveriam é consultar um Estatístico!!!

Carinho na medida certa!!!

terça-feira, 24 de julho de 2007

Estudo mostra que carinho exagerado a mulheres infartadas é prejudicial na recuperação
Ed. 480 - 30/07/2007 - Diário de São Paulo

As mulheres infartadas que são extremamente apoiadas e mimadas pela família correm um risco três vezes maior de sofrer um novo ataque quando comparadas às outras pacientes. Esse é o resultado de um estudo, realizado nos Estados Unidos, que avaliou o comportamento de homens e mulheres pós-ataque diante do apoio dos parentes e amigos.

Segundo a pesquisadora Karina Davidson, o fato de a paciente contar com muita gente que a ama e que está preocupada com sua saúde circulando ao seu redor pode aumentar o estresse e desencadear um novo infarto, potencialmente fatal. Isso geralmente acontece porque essas mulheres se sentem pressionadas a melhorar, pois acreditam ser responsáveis por tomar conta de todos que estão ao seu lado.

A médica ainda chama a atenção para o fato de que parentes e amigos nervosos podem inadvertidamente desencadear conflitos ou discutir de maneira repetida problemas emocionais, o que muitas vezes causa estresse no paciente.

A diretora do departamento de psicologia da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, Ana Lúcia Alves Ribeiro, no entanto, discorda da pesquisa, embora não tenha dados científicos sobre o assunto. “Acho que o carinho e a atenção nunca fazem mal. Pela minha experiência, os pacientes se recuperam mais rápido quando têm o apoio da família”, comenta a especialista.

Mas, segundo Ana Lúcia, os familiares devem evitar incluir o paciente nos problemas de casa durante o tratamento. “Muitas vezes, os parentes acabam contando o que aconteceu de ruim na ausência do paciente e isso não é bom. O ideal é falar de todas as coisas boas para que a recuperação seja mais rápida e eficiente”, recomenda a psicóloga, que dá orientação à família quando isso acontece. Para a especialista, que também trabalha no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, os parentes nunca devem abandonar ou dar pouca atenção ao paciente.

O estudo, no entanto, não encontrou este tipo de reação entre os homens cardiopatas. Esses pacientes nem sempre agem com reciprocidade pela mobilização da família. Segundo a pesquisadora americana, suas conclusões relativas às mulheres não se baseiam na ciência e sim na intuição. Mas a sua estimativa de risco é compatível com um estudo de 139 homens e 71 mulheres, realizado na Nova Escócia, Canadá.

Karina Davidson usa dados para validar o que diz... já Ana Lúcia Alves Ribeiro utiliza a experiência... difícil escolher um lado para defender, pois acho que as duas estão certas!!! Muitas pessoas acham que passam a ser pesos para a família então se estressam... outras acham quem não gostam dela e se estressam... acho que devemos fazer uma média ponderada!!!

AIDS... Todos esperamos a vacina!!!

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Estudo realizado no Brasil mostra que vacina contra Aids é promissora
Época Online = 29/11/04 = Ciência E Tecnologia - 29/11/2004

Uma vacina contra a Aids pode ser promissora no combate à doença. É isso que revelam testes feitos com o medicamento em pacientes infectados pelo vírus HIV no Brasil.

De acordo com uma pesquisa publicada online na revista Nature Medicine, após quatro meses da aplicação da vacina, houve uma redução de mais de 80% na taxa de linfócitos CD4 dos pacientes. Esses linfócitos são o principal alvo dos vírus.

Dos 18 pacientes que receberam a vacina, oito apresentavam reduções da carga de vírus HIV de mais de 90%, e 4 tinham uma concentração tão baixa que os impedia de transmitir o vírus a outras pessoas.

A vacina só pode ser usada como forma de tratamento à doença, e não como prevenção. Os estudos são realizados por cientistas do Centro Biomédico de Saints-Pères, em Paris, e da Universidade Federal de Pernambuco, no Recife.

Não consegui achar mais resultados... se alguém souber... avise que publico
aqui.

E agora José???

domingo, 22 de julho de 2007

Estudo mostra que 84% dos alunos da rede pública nas capitais convivem com a violência nas escolas
Ed. 471 - 28/05/2007 - Agência Brasil

Em pesquisa feita com 12 mil estudantes da rede pública do Distrito Federal e de cinco capitais brasileiras, 84% dos alunos afirmaram que existe violência dentro da escola.
Cerca de 37% dos estudantes já foram vítimas de furtos e 4,7% já apanharam na escola. O estudo, feito pela pesquisadora Miriam Abramovay e que será publicado pela Unesco, foi realizado em 143 escolas da rede pública de ensino no Distrito Federal e em Belém, Salvador, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo.
Os dados da pesquisa foram apresentados nesta quarta-feira na abertura do Congresso Ibero-Americano sobre Violência nas Escolas. O evento tem o objetivo de apresentar resultados de pesquisas e incentivar a troca de experiências para a elaboração de políticas públicas para o enfrentamento da violência escolar.

A pesquisadora Miriam Abramovay, professora da Universidade Católica de Brasília e vice-coordenadora do Observatório sobre Violência nas Escolas no Brasil, revelou ainda que 21,7% dos entrevistados dizem já ter visto canivetes no ambiente escolar e 12,1%, revólveres.

A percepção de violência entre os alunos é alta, mesmo entre aqueles que consideram a escola "boa-ótima". A proporção de alunos que dizem que existe violência na escola varia de 90,7% (alunos que consideram a escola "péssima-ruim") a 78,3% (alunos que consideram a escola "boa-ótima").


E agora José??? Para onde vamos mandar nossas crianças... se já não podemos mais ficar tranquilos ao saber que estão na escola??? Isso é triste, muito triste!!!

Obesidade: combater ou aceitar?

sábado, 21 de julho de 2007

Sobrepeso e obesidade atingem 21,1% das crianças em Criciúma
Autor: Nadia Couto - Participa desde: 11/12/2006

Pesquisa realizada pela Universidade do Extremo Sul Catarinense revela que 21,1% das crianças na zona urbana de Criciúma (SC) são afetadas pelo sobrepeso ou obesidade.

A taxa de sobrepeso e obesidade entre crianças de seis a 10 anos de escolas de Criciúma atinge a taxa de 21,1%, sendo 14,5% de sobrepeso e 6,6% de obesidade, o que é considerado alto e acompanha os índices da Europa.

Este é um dos resultados da pesquisa desenvolvida pela professora Loraine Storch Meyer da Silva, do curso de Medicina da Unesc, intitulada “Impacto de intervenção no sobrepeso e obesidade em crianças de seis a 10 anos de idade matriculadas em escolas da região urbana de Criciúma-SC”.

A primeira etapa da pesquisa, a prevalência, para levantamento das taxas de sobrepeso e obesidade, envolveu 1.398 alunos de 10 escolas públicas e particulares de Criciúma. O projeto é objeto da tese de doutorado em Pediatria na Escola Paulista de Medicina, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

O trabalho é dividido em duas etapas: a prevalência e a intervenção, iniciada em 25 de setembro, com aulas semanais de educação nutricional, envolvendo alunos do curso de Nutrição da Unesc, e atividade física duas vezes por semana, durante 50 minutos, fora do horário escolar.
Foram selecionadas 138 crianças para participar da intervenção, que vai se estender pelo ano de 2007.

Espero que seja publicado os resultados e possamos ter acesso.

Em quem você confia???

sexta-feira, 20 de julho de 2007


A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) apresentou nesta segunda-feira o resultado de uma pesquisa, realizada pela Toledo & Associados, sobre a confiança nas instituições brasileiras.
Foram sete as instituições pesquisadas, o Judiciário ocupa a penúltima posição no quesito confiança total, perdendo apenas para o Congresso Nacional. Somente 6,5% dos entrevistados afirmaram confiar totalmente no Congresso. No Judiciário, apenas 12% disseram acreditar totalmente; 26,7% confiam parcialmente; 23% desconfiam totalmente; 14,6% desconfiam em parte; e 8,2% não confiam nem desconfiam.

A instituição com o maior índice de credibilidade é a igreja. Segundo o estudo, 46,8% confiam totalmente na instituição. Na Segunda posição vem a Presidência da República, com 21,4% de confiança total. A advocacia tem a confiança total de 14,9% dos entrevistados.

Os entrevistados apontaram como responsáveis pela baixa credibilidade do Judiciário o envolvimento de juízes em escândalos, lavagem de dinheiro e tráfico de drogas.
Eles aparecem em 35% das respostas, seguidos pela acusação de que o Judiciário privilegiaria os ricos (17%). Outros 9% atribuem a nota baixa à morosidade do Judiciário.

A pesquisa foi realizada em 16 capitais brasileiras e ouviu pessoas das classes A, B, C e D em setembro e outubro. De acordo com a Toledo & Associados, se o estudo fosse feito nas últimas duas semanas, após transparecer o envolvimento de juízes com venda de sentença em São Paulo, o Judiciário teria uma nota ainda pior.

- Sem dúvida, se a pesquisa fosse realizada nas últimas duas semanas teríamos um resultado muito agravado a respeito do Judiciário - disse o diretor-geral da Toledo & Associados, Francisco José de Toledo, que apresentou os números na abertura da reunião do Conselho Federal da OAB.
Fala sério!!! Segunda posição para a Presidência da República??? Será que eles colocaram os bombeiros e os correios nessa lista??? Essa pesquisa não ficou muito clara para mim... quem puder complementar, fique à vontade.

Seu destino é ser idoso... por isso respeite!!!

quinta-feira, 19 de julho de 2007

TATIANA FÁVARO - Especial para o Jornal da Unicamp


Destaque na mídia, principalmente na televisão, a violência contra idosos é objeto de estudo da pesquisadora Guita Grin Debert, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, desde o início dos anos 90. O mais recente trabalho da professora de Antropologia é uma pesquisa na Delegacia de Polícia de Proteção ao Idoso da capital paulista.
O levantamento de estatísticas e depoimentos ainda está em andamento, mas já mostra que, na maioria dos casos denunciados, quem agride esses homens e mulheres com mais de 60 anos são seus próprios filhos ou parentes próximos, que podem ou não morar na mesma residência.


A maior parte das queixas examinadas pela pesquisadora – aquelas registradas entre janeiro de 1999 e julho de 2000 – foi feita por pessoas com idades entre 65 e 74 anos, havendo um certo equilíbrio entre o número de denúncias feitas por homens e mulheres.


Outro dado destacado pela pesquisadora é o aumento da procura de ajuda pelas vítimas. “Cerca de 85% das denúncias partem dos próprios idosos”, diz Guita. As demais queixas costumam ser de vizinhos ou parentes distantes. “O fato de ter aumentado a freqüência e número de registros de agressões em instituições como a delegacia e também o Ministério Público indica que o idoso está mais seguro de que pode procurar auxílio e de que terá onde fazê-lo, se precisar”, diz a professora.


Autora do livro “A Reinvenção da Velhice” (Edusp, 1999), que ganhou em 2000 o Prêmio Jabuti na área de Ciências Humanas e Educação, Guita classifica agressão, em seu trabalho, qualquer tipo de violência contra o idoso. “Bater, deixar de atender, não parar o ônibus e atitudes desse tipo são agressões na esfera pública. Os maus tratos em clínicas e asilos, uma das formas mais dramáticas de violência contra o idoso, são consideradas agressões na esfera semi-pública. E a violência doméstica, incluindo ameaças e injúrias, são consideradas privadas”, classifica. Segundo ela, o tipo de violência mais denunciado é aquele praticado dentro das residências.

“Infelizmente, o que vemos é que o agente que mais recebe esse tipo de denúncia não é nem a Delegacia Especial de Proteção ao Idoso, nem a Justiça propriamente dita, por meio dos Juizados Especiais Criminais ou Ministério Público, mas sim a mídia”, comenta. “É inegável que ela tem seu papel social, mas é lastimável que ela seja a principal referência na busca do idoso pela informação, pois ali, naquele espaço, seja na novela ou nos programas de auditório, existe a crítica, mas não a explicação detalhada dos direitos.”


Financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Fundação Ford, a pesquisa na Delegacia do Idoso de São Paulo começou oficialmente em 2000. Mas é fruto de um trabalho maior, que Guita iniciou em 1990. Professora desde 1984 na Unicamp, ela orientou o trabalho de duas alunas do curso de Ciências Sociais sobre assistência a idosos em Campinas. “Elas é que descobriram que seriam criadas as Delegacias Especiais de Proteção ao Idoso no Estado em 1991 e me trouxeram essa informação”, lembra. A partir de então, Guita se aprofundou no assunto e foi descobrir que tipo de queixa essas pessoas faziam, quem eram seus agressores, como eram classificados esses delitos pelo código penal, quais as penas para essas atitudes e tantas outras dúvidas que, ao longo do caminho, foram aparecendo.

Juizados - Durante esse percurso, em 1995, foi sancionada a Lei 9.099, que criou os Juizados Especiais Criminais e as penas alternativas, na tentativa de promover a rápida e efetiva atuação do Direito, simplificar e acelerar os processos emperrados nas prateleiras do Judiciário brasileiro. Ela trataria de contravenções e crimes considerados de menor poder ofensivo, cuja pena máxima não ultrapassaria um ano de reclusão. “Na verdade, o objetivo principal foi desvirtuado, pois esses juizados acabaram atendendo um público maior do que o esperado porque, entre os denunciantes, havia uma parcela da sociedade adormecida, em silêncio, esperando uma oportunidade de se manifestar contra a violência doméstica”, avalia a pesquisadora.


Nesses juizados, os princípios da informalidade e da economia processual dispensavam, e dispensam hoje, em muitos casos, a realização do inquérito policial.
“O Boletim de Ocorrência é substituído pela elaboração de um Termo Circunstanciado, que traz um relato dos fatos e a caracterização das partes. O primeiro segue para o tribunal comum. O segundo, pode ser encaminhado com presteza ao juizado especial”, completa Guita.


O efeito dessa lei e da nova institucionalidade sobre as Delegacias Especiais de Polícia (não só de Proteção ao Idoso, mas também as da Mulher) foi bom, segundo a professora, porém, tem lá suas falhas. “A maioria dos casos atendidos é de crimes de menor poder ofensivo, como as lesões corporais e ameaças e, como tal, eles passam a ser objeto de atendimento dos novos juizados”, afirma. “Antes, havia uma crítica de que as denúncias não chegavam à Justiça. Agora elas chegam, mas criam-se outros ‘buracos’ entre os idosos e o Poder Judiciário, entre a mulher e o Poder Judiciário. As delegacias, que tinham o papel de serem mais duras na condução desses casos e, portanto, acabavam sendo menos impessoais, estão dividindo sua demanda e os juizados ficam sobrecarregados.”


Durante todo o ano de 1999, foram registrados 63 Termos Circunstanciados na Delegacia do Idoso de São Paulo. Em 2000, somente de janeiro a julho, foram registrados 53 desses termos. A maioria dos casos avaliados até agora pela pesquisa, isto é, de 23% a 33% das queixas, dependendo do período, refere-se a algum tipo de lesão corporal (dolosa ou culposa). As ameaças e injúrias ocupam o segundo lugar (de 10% a 15% dos casos), também conforme o período analisado.
Segundo Guita, registradas como Termos Circunstanciados, essas ocorrências podem ser rapidamente encaminhadas à Justiça e as partes devem ser chamadas a comparecer a uma audiência. “Os juizados especiais não só transformaram a dinâmica das delegacias e o modo como elas conduzem os delitos, como afetaram suas próprias demandas. Criados para, na prática, assumirem uma parcela dos processos criminais das varas comuns, esses órgãos passam a dar conta de um outro tipo de delito, que não chegava às varas judiciais.”

Assistentes sociais - Para a pesquisadora, instituições como as Delegacias Especiais de Polícia e os Grupos Especiais do Ministério Público, criados para exercerem um papel de defensores da sociedade (dos idosos, das mulheres etc.), transformaram a violência doméstica, uma questão inicialmente individual e social, em domínio público. Muito bom, porque a sociedade passa a tolerar muito menos esse tipo de atitude. Mas ruim, por estar atrelado a conseqüências como a descaracterização dos papéis de cada um desses organismos.

Uma das maiores queixas nas Delegacias Especiais de Polícia, por exemplo, não vem de fora da unidade. Está ali dentro, onde as atividades acabam sendo consideradas, principalmente por seus funcionários, um trabalho mais voltado à assistência social do que à prática policial.

O problema, segundo a pesquisadora, é que falta muitas vezes infra-estrutura básica para o exercício das funções policiais.
“Já teve delegado da Mulher da capital que reclamou para mim da falta de lápis e papel”, exemplifica.
Outro conflito apontado na pesquisa é que, com a invasão do Direito na organização da vida social ficam prejudicadas as relações privadas. “O que tem ocorrido é a judicialização das relações sociais”, afirma Guita. “Porque o Direito não se limita à esfera propriamente política, mas tem regulado a sociabilidade e as práticas sociais, como decidir as punições pelo tipo de tratamento dado às crianças pelos pais ou aos pais pelos filhos adultos.”


O trabalho de Guita ao longo dos últimos anos já tocou nesse ponto e mostra que alguns analistas, como Werneck Vianna em seu livro “A Judicialização da Política e das Relações Sociais no Brasil” (Ed. Renavan), consideram essa expansão do Direito e de suas instituições “ameaçadora à cidadania e dissolvente da cultura cívica, à medida que tende a substituir o ideal de democracia por um ordenamento de juristas”. “As Delegacias Especiais de Polícia foram criadas com o objetivo de politizar a Justiça. Os juizados especiais não podem se limitar a judicializar as relações familiares dos cidadãos pensados como falhos”, diz a pesquisadora.

Prioridades - Um dos motivos de o Ministério Público e o Poder Judiciário ser cada vez mais procurado para resolver os problemas familiares é, segundo Guita, uma “regressão” no trabalho das Delegacias Especiais de Polícia. “Depois da criação da primeira Delegacia de Proteção ao Idosos, em 1991, por meio do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo, outras dez unidades foram instaladas entre capital, ABC e interior”, lembra a pesquisadora. “Depois, no governo Covas, um decreto determinou a extinção de quase todas elas, restando apenas as unidades da capital e de Osasco”, comenta. Tratava-se do Decreto 40.215, de julho de 1995, que fechava as delegacias “devido a uma reorganização do Departamento de Polícia Judiciaária do Estado de São Paulo”.


Nos dois primeiros anos de funcionamento da Delegacia do Idoso da capital paulista, foram atendidas mais de 13.500 pessoas, das quais 9.525 foram tirar cédulas de identidade, 3.350 pediram informações, 515 registraram Boletins de Ocorrência e 270 estavam à procura de documentos perdidos ou furtados. “Foram instaurados 123 inquéritos”, recorda Guita. A unidade funcionava num local de fácil acesso, a Estação de Metrô Barra Funda, onde ficou até 1998.


“Naquele ano, foi transferida para a Rua Bitencourt Rodrigues, atrás do Pátio do Colégio, no Centro de São Paulo. Para chegar à delegacia, as pessoas com mais de 60 anos tinham que descer uma ladeira e alguns lances de escada, pois a unidade ficava no subsolo da Delegacia da Mulher ali instalada. O pior era, depois, fazer o caminho inverso”, salienta a pesquisadora.


A delegacia ficou ali até o ano passado. No começo deste ano, foi para a Praça da República e, apesar de ainda não terem sido compilados dados estatísticos sobre os reflexos da mudança de endereço, tanto a pesquisadora quanto sua assistente e os funcionários consultados para o trabalho acreditam que a transferência da unidade foi de grande valia, pois a freqüência e as denúncias de casos de violência contra idosos devem crescer.

Fiquei muito feliz em encontrar uma matéria realizada por pesquisador brasileiro, no caso pesquisadora, quero deixar registrado meus parabéns a Professora Guita Grin Debert, pelo lindo trabalho realizado.

Open Source?

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Open Source facilita migração para SOA
Editoria: Empresas - 27/Jun/2007 - 23:28 - Enviado por Redação do PSL-Brasil
Fonte: Convergência Digital


Pesquisa realizada com 486 executivos de empresas européias e norte-americanas pela consultoria Forrester, contratada pela Unisys, revela que a maior parte dos entrevistados caracterizam o Open Source como "importante" ou "muito importante" para faclitar a migração para uma Arquitetura Orientada a Serviços (SOA). Executivos, no entanto, revelam preocupação com relação à disponibilidade de serviços.


O levantamento da Forrester apura que o modo como o software Open Source contempla os padrões abertos – realçado como um atributo-chave por 78% dos entrevistados – é um fator essencial da percepção do seu valor para a próxima geração das arquiteturas SOA nas grandes empresas.

Nesta tendência, boa parte dos entrevistados também considera o software Open Source um veículo para importantes iniciativas de TI, como a modernização dos ambientes de aplicações corporativas. 71% avaliam isso como "importante" ou "muito importante" para a consolidação da infra-estrutura de TI.

Disponibilidade de serviços

Quase três quartos (74%) dos entrevistados demonstram preocupação quanto à disponibilidade de serviços de consultoria, integração, suporte, e de outros serviços do software Open Source.

No levantamento, constatou-se que mais de dois terços dos entrevistados esperam dos seus provedores de serviços Open Source:
·Manutenção do software de fonte aberta (83%);
·Suporte ao ciclo de vida (80%);
·Serviços de consultoria (77%);
·Integração de múltiplos componentes de software Open Source (76%);
·Integração entre o software Open Source e software proprietário (74%);
.Desenvolvimento de aplicações de software Open Source (72%).

A Forrester Consulting conduziu entrevistas por telefone com 486 tomadores de decisões na área de software Open Source no Reino Unido, Europa Continental e América do Norte durante o último trimestre de 2006. A pesquisa foi realizada com subsídios da Unisys, porém os entrevistados não foram informados sobre o envolvimento da companhia. Apenas as empresas que indicaram que ao menos avaliaram soluções de software Open Source foram incluídas no estudo.

*Com informações da Assessoria de Imprensa da Unisys
É o software livre ganhando seu espaço!!! Você não sabe o que é Open Source? Eu também não sabia... mas clique aqui que você vai aprender um pouquinho... e aprender sempre é bom!!!

Até parece que é só pobre que fuma!!!

terça-feira, 17 de julho de 2007

Vilões e pobres fumam mais em filmes, diz estudo
09 de agosto, 2005 - 19h11 GMT (16h11 Brasília)


No cinema contemporâneo americano, o hábito de fumar está mais associado aos vilões do que aos mocinhos, aponta um estudo feito em conjunto por pesquisadores de várias universidades dos Estados Unidos.
Além disso, personagens pobres costumam aparecer mais freqüentemente com um cigarro na mão do que os ricos, dizem os pesquisadores.

O levantamento, publicado na revista do American College of Chest Physicians (ACCP), de Illinois, examinou 447 filmes que ocuparam os dez primeiros lugares nas vendas de bilheterias desde 1990.

Foi observado que os personagens "malvados" fumavam mais do que os heróis (35,7% contra 20,6%, respectivamente).

O hábito de fumar era também mais freqüente entre os homens do que entre as mulheres (25,5% contra 20,5%).

Fracassado

Outros resultados verificados foram que os personagens de classe baixa ou média fumavam mais do que os ricos (48,2%, 22,9% contra 10,5%) e o hábito apareceu mais em filmes independentes do que nos de grandes estúdios (46,2% contra 18,2%).

Estudos anteriores, diz a pesquisa, chegaram a citar que os filmes mostravam fumantes "tipicamente brancos, masculinos, de classe média, bem-sucedidos, atrativos".

"Nós demonstramos que os filmes contemporâneos americanos mostram um fumante que pode ser branco e masculino, mas é mais provável que seja de classe baixa, fracassado e um vilão", concluíram os pesquisadores.
Pesquisa é pesquisa... essa apenas revelou algo que eu não apoio: preconceito.

Áreas de não-fumantes... puro charme!!!

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Áreas de não-fumantes são inócuas, diz estudo
24 de fevereiro, 2004 - 12h38 GMT (09h38 Brasília)


Áreas de não-fumantes em restaurantes e bares não protegem as pessoas dos efeitos do cigarro, diz um estudo australiano. Sanitaristas na Austrália fizeram testes em 17 locais com áreas de fumantes e não-fumantes.

Os níveis de nicotina e outros produtos químicos são mais baixos em áreas de não-fumantes, mas ainda assim são relativamente elevados.

Em artigo no jornal Tobacco Control, os médicos da Unidade de Saúde Pública de Sydney argumentam que apenas locais livres de fumantes oferecem proteção total.

Risco

Milhões de pessoas no mundo inteiro sofrem como fumantes passivos. Na Grã-Bretanha, estima-se que mil pessoas morrem por ano por serem fumantes passivos.

Muitos bares e restaurantes introduziram áreas de não-fumantes como forma de proteger clientes e funcionários.

Os médicos testaram a qualidade do ar em cada um dos 17 clubes, nas áreas de fumantes e não-fumantes. Eles concluíram que áreas de não-fumantes, na melhor das situações, reduzem em 50% os níveis de fumaça.

'Marginal'

Os médicos disseram que em salas separadas para não-fumantes, a situação é apenas um pouco melhor. Essas salas também têm altos níveis de químicos cancerígenos.

"Áreas de não-fumantes podem assegurar alguma redução no nível de exposição de indivíduos ao ambiente enfumaçado. No entanto, essa redução pode ser marginal", disseram os pesquisadores.

O grupo antitabagista britânico ASH deus as boas vindas ao estudo.

"Essa nova pesquisa confirma que áreas de 'não-fumantes' no setor de hotelaria não funciona", disse Deborah Arnott, diretora do grupo. "Elas não protegem as pessoas de forma apropriada porque a fumaça é levada pelo ar. E também não protegem os funcionários de forma nenhuma, porque eles têm que trabalhar em áreas de fumantes".

"A evidência científica é clara. Precisamos de legislação para impedir o fumo em área de trabalho e em recintos públicos fechados. O tempo das desculpas e meias medidas passou."

O governo britânico até agora tem resistido a apelos para que seja proibido o fumo em locais públicos.

Em março, a Irlanda foi o primeiro país da Europa a aprovar essa proibição.
Minha opinião continua a mesma... cada um sabe o risco que
deseja correr... só espero que se criem leis justas e sem preconceito!!!

Receita de um coquetel mortal...

domingo, 15 de julho de 2007

Saliva e fumo formam 'coquetel mortal', diz estudo
02 de junho, 2004 - 09h31 GMT (06h31 Brasília)

O cigarro transforma a saliva em um "coquetel mortal" que pode levar ao desenvolvimento de câncer de boca, afirmam pesquisadores em Israel.

Segundo os cientistas, que publicaram o estudo no British Journal of Cancer (BJC, na sigla em inglês), a saliva normalmente defende o organismo de uma série de doenças porque contém enzimas capazes de neutralizar substâncias perigosas.

O fumo destrói esses agentes, deixando uma mistura corrosiva de compostos químicos do tabaco na boca, que podem levar ao aparecimento de células cancerígenas.

O câncer de boca e órgãos próximos, como nariz, garganta, amígdalas, laringe, faringe e gengiva matam milhares de pessoas por ano no Brasil e têm no fumo e na ingestão exagerada de bebidas alcoólicas as suas principais causas.

Efeitos

A equipe, do Instituto de Tecnologia Technion-Israel, em Haifa, recriou os efeitos do cigarro em células cancerígenas na boca.

Células cancerígenas foram usadas para testar os efeitos óbvios do fumo no desenvolvimento de tumores.

Metade das amostras de células foi exposta somente ao fumo e outra à uma mistura de fumo e saliva.

Os pesquisadores descobriram que a saliva contaminada pelo cigarro é até mais grave do que o cigarro separadamente.

"A maioria das pessoas vai achar isso surpreendente. Mas achamos que, uma vez exposta ao cigarro, a saliva não apenas perde as suas boas qualidades como também age contra, destruindo a cavidade oral", diz Rafi Nagler, um dos autores do estudo.


Você sabe o que é saliva? Claro que sabe né!!! Mas quer saber um pouco mais? Então clique aqui!!! Quanto a fumar ou deixar de fumar... não posso fazer muita coisa!!!

Quem não gostaria de viver 10 anos a mais???

sábado, 14 de julho de 2007

Fumantes morrem dez anos mais cedo, diz megapesquisa
22 de junho, 2004 - 10h30 GMT (07h30 Brasília) - Ania Lichtarowicz

A mais longa pesquisa já feita sobre os efeitos do tabaco revela que, em média, os fumantes morrem dez anos antes dos não-fumantes.

O estudo também mostra que deixar de fumar em qualquer idade reduz o risco de morrer por causa de doenças ligadas ao tabagismo.

Os resultados estão sendo publicados no British Medical Journal, 50 anos depois que os resultados iniciais dessa mesma pesquisa confirmaram que fumar causa câncer de pulmão.

A pesquisa foi feita com 34.439 homens. Todos os pesquisados são médicos nascidos entre 1900 e 1930, que tiveram seus hábitos tabagistas monitorados desde 1951.

A pesquisa mostra que os riscos do tabagismo para a saúde são maiores do que se pensava inicialmente.

Desde que o estudo começou, o fumo matou 100 milhões de pessoas no mundo inteiro.

Entre metade e dois terços dos fumantes teriam morrido por causa desse hábito.

Essa foi a primeira vez que foi feita uma avaliação sobre os efeitos do cigarro durante a vida inteira das pessoas.

Uma das boas notícias da pesquisa é que deixar de fumar em qualquer idade pode aumentar a expectativa de vida. Deixar de fumar aos 30 anos, por exemplo, parece eliminar os danos provocados pelo hábito.

Há 50 anos, os resultados dessa pesquisa levaram muitas pessoas a deixar de fumar.

Os autores esperam que esses novos resultados tenham efeitos semelhantes, especialmente em países em desenvolvimento, onde o hábito de fumar vem aumentando.


Por ser um hábito milenar, talvez deixar de fumar, realmente, seja problemático... mas creio que só a pessoa possa tomar essa decisão... a sociedade cabe orientar e ajudar, evitando, principalmente, o preconceito.

Isso nada tem haver com estatística...

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Ivan Lessa: Superstições
11 de setembro, 2006 - 09h21 GMT (06h21 Brasília)

Toque-toque, pé de pato mangalô treis veis. Gato preto. Passar debaixo de escada. Trevo de quatro folhas. Fazer figa. Todas essas são superstições nossas.

Sim, basta googlar para dar com algumas mais pitorescas. Por exemplo: só cortar as unhas na sexta-feira, que em outros dias faz mal. Tomar banho depois de cortar o cabelo dá congestão cerebral. Um estudo sério dessas coisas nunca foi feito. Algumas, a lógica e o bom senso explicam. Feito não passar debaixo de uma escada. Essa é mole: alguém pode estar trabalhando lá em cima e deixar alguma coisa na cabeça da gente, uai! O resto é pura adivinhação.

Há quem tenha uma explicação para tudo. Agora um tratado sério, ou metido a sério, enumerando e dando origem, esse não tem. Ou não tinha, até agora. Para essas coisas, e outras bizarrias, aí estão os britânicos.

A Universidade de Bristol em pesquisa que vai acabar virando livro, como tudo que mexe com a imaginação popular, alega ter chegado à conclusão de que a mente humana se presta naturalmente à superstição. Por quê? Porque nós, pobres e tolos mortais, não conseguimos viver sem uma explicação para tudo.

A mente humana, segundo os pesquisadores da Universidade, não suporta um vazio em sua capacidade de compreender as coisas. Feito a natureza, que não suporta um vácuo.


O irracional à solta

Hum. Tenho minhas dúvidas. Ninguém conseguiu, até agora, explicar direito (ou mesmo esquerdo) a questão do Oriente Médio ou o que é que houve com a seleção do Brasil no último Mundial. Mesmo assim, não culpo gatos de qualquer cor ou folhinhas de planta alguma.
Eu não faço outra coisa na vida a não ser suportar minha incapacidade de compreender as coisas, inclusive, e principalmente, como e porquê a natureza não suporta um vácuo.

De qualquer forma, enumero a seguir algumas das superstições recolhidas por estas ilhas que se acreditam no século 21.

Segurem aí e confiram. Tenho a certeza que muitas delas vão esbarrar, ou dar de cara, com alguma superstição particular a, digamos, a cidade de Crato, no Ceará, para citar um exemplo que, quero crer, não passa também de absurda superstição. Segurem aí, não se mexam, que eu vou mandar bala.

* O cônjuge que for o primeiro a ferrar no sono no decorrer da noite de núpcias será o primeiro a morrer.
* Se o noivo deixar cair o anel de casamento, ou qualquer parte de sua indumentária, a união estará condenada ao divórcio.
* Se um pintarroxo entrar na sala pela janela, alguém morrerá em menos de uma semana.
* Nunca bata em ninguém com uma vassoura. Vassourada faz as pessoas ficarem mais preguiçosas.
* Se um morcego não parar de voar em torno de uma pessoa, isso significa que essa pessoa vai ser passada para trás.
* Abelha dentro de casa é sinal de visita.
* Se quer ver de novo um amigo, nunca se despeça dele numa ponte.
* Pescador que no mar falar de coelho, lebre ou animal selvagem, vai passar por um período de azar.
* Dá azar também mencionar a palavra “igreja” quando se navega.
* Não se deve usar nada de novo num funeral, principalmente sapatos novos.
* Cortar o cabelo na chuva (ao relento, claro) dá sorte.
* Fazer lista de superstições esotéricas significa imediata paralisia mental e física para aquele que a realiza.


Isso nada tem haver com estatística... mas como hoje é sexta-feira 13 resolvi compartilhar com vocês um pouco do humor que me gera esse dia.

Nem com hipnose...

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Hipnose para parar de fumar é menos eficaz em mulheres
31 de julho, 2004 - 11h12 GMT (08h12 Brasília)

Os homens que lançam mão da hipnose para ajudá-los a parar de fumar têm mais chance de êxito do queas mulheres que usam o mesmo tratamento, revelam estudos nos Estados Unidos.
Pesquisas feitas com mais de 5,6 mil pessoas revelaram que cerca de 30% dos homens hipnotizados pararam de fumar, enquanto apenas 23% das mulheres tiveram o mesmo resultado.

Cientistas da Universidade Estadual de Ohio disseram que isso pode porque as mulheres têm maior dificuldade em abandonar o hábito.

Os pesquisadores apresentaram suas conclusões em reunião da Associação Americana de Psicologia.

Nenhum dos 18 estudos examinados por Joseph Green, professor assistente de Psicologia da universidade, e seus colegas verificou porque a hipnose pode funcionar melhor para homens do que para mulheres, mas ele considerou os resultados indiscutíveis.

"Quando se tem uma margem de 7% para os homens, isso é importante, especialmente quando a porcentagem de sucesso depois de um ano está em torno de 20-30%", afirmou Green. "Desconfio que as diferenças nos gêneros não são limitadas à hipnose, mas estão ligadas à dificuldade, de maneira geral, que as mulheres têm de abandonar o vício."

Peter Whorwell, do Hospital Wythenshawe, na cidade de Manchester, na Inglaterra, trata pacientes com síndrome de intestino irritável com hipnoterapia.

Ele disse que há diferenças de reação ligadas a gênero. Segundo Whorwell, no caso da síndrome, o resultado é oposto: as mulheres respondem melhor ao tratamento do que os homens.

"É muito complicado. Gênero é diferente de sexo. Sexo tem base puramente em hormônios, e isso pode ser importante. Gênero leva em conta o componente emocional do sexo, e como isso pode afetar a habilidade das pessoas de melhorar - neste caso, de parar de fumar", disse Whorwell.

O especialista diz que os resultados não têm nada a ver com a susceptibilidade de cada gênero à hipnose.

Mas Whorwell disse que pode ser que as pessoas que buscam a hipnoterapia como método para parar de fumar estão fadadas ao fracasso porque elas não queiram, realmente, abandonar o vício.

"Você tem que desejar abandonar o fumo. Hipnoterapia depende muito do indivíduo para funcionar", disse ele.

Largar um vício é muito difícil... é só isso que posso dizer!!! Você deve ter mais do que força de vontade... você tem que ter um objetivo maior!!! Só isso fará com que você não se sinta incompleto ao abandonar o vício.

O que está em cartaz hoje?

quarta-feira, 11 de julho de 2007


Um estudo da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, indica que 51% dos filmes classificados como censura livre mostram álcool, drogas ou tabaco em alguma de suas cenas. A pesquisa também revela que a quantidade de sexo, violência e palavrões aumentou no período estudado, de 1992 a 2003.

"Percebemos que as avaliações ficaram mais relaxadas na última década e que, apesar de os filmes de hoje em dia conterem mais violência e sexo, eles recebem a mesma avaliação", disse Kimberly Thompson, uma das autoras do estudo e diretora do Kids Risk Project, projeto da Escola de Saúde Pública de Harvard.

Os pesquisadores criaram um banco de dados incluindo o nome de filmes, sua classificação e o motivo dessa avaliação dados pela Associação de Cinema da América (MPAA, na sigla em inglês) e informações sobre o conteúdo dos filmes feitas por duas organizações independentes, a Kids-in-Mind e a Screen It!. Os dados foram então cruzados e avaliados.

Resultados

Segundo o estudo, a MPAA não indica a aparição de cigarros nos filmes analisados, apesar de 79% dos filmes conterem cenas do tipo.

A Associação também menciona álcool ou drogas como razão da classificação de 18% dos filmes, sendo que 93% mostram o uso de tabaco, álcool ou drogas, incluindo 26 dos 51 filmes classificados como censura livre.

De acordo com o banco de dados criado, apenas 5% dos filmes não retratam o uso de qualquer dessas substâncias.

"Os pais precisam ficar em alerta sobre a maneira que essas substâncias aparecem nos filmes, normalmente com muito glamour", disse Thompson.

Os resultados sugerem ainda que o conteúdo violento aumentou em filmes classificados nos Estados Unidos como PG (necessária orientação dos pais) e PG-13 (não recomendados para menores de 13 anos), e cenas de sexo aumentaram em filmes classificados como PG, PG-13 e R (exige acompanhamento de adultos para menores de 17 anos).

Os pesquisadores também alertam que, nos filmes de censura livre, a quantidade de violência é maior em longas de animação.

A Associação de Cinema dos Estados Unidos classifica os filmes para que os pais tenham uma base e saibam quais são próprios para seus filhos. A Associação diz levar em conta o tema, a linguagem, a violência, a nudez, o sexo e o uso de drogas no processo de decisão.


Senhores pais, ao invés de deixarem seus filhos em frente a TV... que tal apresentarem a biblioteca para eles... Eu não tenho filhos, por isso não posso falar muito sobre educação dos mesmos... mas creio que filmes devem ser selecionados, você não vai poder esconder o mundo do seu filho, mas pode apresentá-lo de forma mais educacional e funcional.

Algumas heranças é melhor nem receber....

terça-feira, 10 de julho de 2007

Estudo indica origem genética para o vício do cigarro
05 de novembro, 2004 - 18h42 GMT (15h42 Brasília)

Cientistas identificaram receptores que controlam a dependência da nicotina nos cérebros de ratos. A pesquisa, publicada na revista Science, sugere que a predisposição para a dependência do cigarro é genética.

Os pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia descobriram que nascer com uma variante particular dos recepetores contidos nos neurônios aumenta a vulnerabilidade à nicotina.

Esses receptores são compostos por diferentes combinações de subunidades. Os ratos pesquisados que possuíam a mutação genética batizada de "alpha4" se mostraram bastante vulneráveis à nicotina.

Testes comportamentais mostraram que os ratos com esse tipo de receptores ficavam dependentes muito mais rapidamente do que os ratos normais.

"A pesquisa é útil para o desenvolvimento de medicamentos que atuam nos receptores envolvidos na dependência da nicotina, mas não os outros, minimizando os efeitos colaterais", disse Robert West, professor da Unidade Britânica de Pesquisa de Câncer do University College London.

Ele disse que a empresa farmacêutica Pfizer está desenvolvendo uma droga, a Vareniclina, que atua especificamente sobre esse neurônio.

Sobre as questão da hereditariedade, West disse que o estudo confirma "a estimativa de que a nicotina tem níveis de dependência transmitida de geração em geração em torno de 50%, similares à dependência alcóolica".


Parar de fumar, mesmo quando se sabe tudo sobre os malefícios, não é fácil para muita gente... então antes de começar, pense se é um vício que você, realmente, deseja ter... e para quem já fuma e deseja parar, eu espero que a solução chegue logo!!!

Ou você fala, ou você anda... os dois juntos não!!!

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Falar ao celular andando faz mal à coluna
18 de novembro, 2003 - 13h36 GMT (11h36 Brasília)
Um estudo revelou que andar e falar ao celular ao mesmo tempo pode fazer mal à coluna.

Cientistas na Universidade de Queensland, na Austrália, afirmam que falar ao celular andando muda a maneira como a pessoa respira.

Segundo os pesquisadores, o corpo humano foi projetado para expirar quando os pés tocam o chão, pois isso ajuda a proteger a coluna de abalos repentinos.

Entretanto, falar e andar ao mesmo tempo interrompe esse padrão de respiração, deixando a coluna exposta a contusões.

Riscos

Paul Hodges e a equipe da Escola de Ciências da Saúde e Reabilitação da Universidade de Queensland basearam suas descobertas na pesquisa de um grupo de voluntários que passaram por testes caminhando em esteiras.

Alguns dos voluntários caminharam em silêncio enquanto outros falavam, lendo roteiros previamente escritos ou descrevendo imagens para os cientistas.

Os pesquisadores mediram a atividade nos músculos do tronco, que protegem a coluna.

Eles descobriram que esses músculos funcionavam normalmente nos voluntários que caminhavam em silêncio.

Mas, nos que falavam enquanto caminhavam, ocorria uma menor atividade muscular na área, deixando a coluna potencialmente exposta.

Os cientistas declararam, durante uma conferência da Sociedade para Neurociência de Nova Orleans, Estados Unidos, que os problemas ocorriam por causa da forma como o cérebro prioriza as atividades.

''Os músculos conseguem fazer várias atividades ao mesmo tempo e o cérebro prioriza estas tarefas de acordo com sua importância relativa, o que significa que a precisão na estabilidade das articulações freqüentemente vem em segundo lugar, e isso pode aumentar o risco de contusão'', disse Paul hodges.

No celular

Os cientistas afirmaram que pessoas que conversam com outras durante uma caminhada podem causar danos à coluna.

Mas, pessoas que usam telefones celulares enquanto caminham podem aumentar esse risco, pois geralmente as pessoas passam mais tempo conversando ao celular, segundo os pesquisadores.

Matthew Bennett, da Associação Quiroprática Britânica, aprovou o estudo.

''É algo para adicionarmos à nossa lista. Pessoas com problemas de coluna precisam tomar cuidado com a forma como se inclinam para pegar objetos, não devem permanecer sentadas por muito tempo e, pelo que parece,
não devem conversar enquanto caminham'', disse.

''Isso é importante para os que usam muito o telefone celular. Nós já sabemos que ficar muito tempo segurando o telefone pode fazer mal, porque aumenta a tensão no ombro e causa dor'', acrescentou.
Nossa!!! Eu não sabia disso!!! Vou me policiar e policiar os amigos, principalmente, os que já reclamam de dor na coluna!!!

SMS... deletar ou guardar?

domingo, 8 de julho de 2007

Celulares 'deduram' italianos infiéis, diz pesquisa
15 de setembro, 2003 - 21h02 GMT (18h02 Brasília) - Tamsin Smith de Roma


Uma pesquisa publicada pela maior empresa de investigação particular da Itália afirma que em 90% dos casos são os telefones celulares que revelam as atividades extraconjugais de parceiros.

Os italianos são o povo que mais tem telefones celulares na Europa e, com a taxa de divórcios em alta, será que os celulares são os culpados?

"O caso de amor com o telefone celular na Itália é incrível. A maioria das pessoas tem dois ou três", afirma Mirim Tomponzi, a detetive mais famosa e, certamente, a mais glamourosa do país.

"Talvez, nós italianos possamos passar sem os nossos casacos, guarda-chuvas, carros ou motos, mas nunca sem os nossos telefones. Fazemos tudo com os nossos telefones e agora até casos extraconjugais", afirma Tomponzi.

Suspeitas

A pesquisa da companhia da detetive, a Tomponzi Investigações, afirma que em 87% dos casos de infidelidade é o contato por telefone celular que desperta as suspeitas e acaba revelando o affair.

"O meu marido me traiu com a minha melhor amiga. Eu não fiquei sabendo por dois anos", afirmou Francesca, que se separou.

"Ela vinha a nossa casa, assistíamos TV juntas e saímos todos para jantar. Tudo parecia normal. No fim, descobri porque li mensagens SMS dela no celular do meu marido."

Francesca acrescenta que, se não fosse o telefone, ela jamais teria descoberto o caso do marido.

"Todo mundo sabia, menos eu. Todos os nossos amigos, e ninguém me contou", reclama.

Escolha qualquer revista de fofocas italiana e lá estão histórias picantes sobre jogadores de futebol, atores e famosos da TV que foram flagrados pulando o muro e agora enfrentam divórcios.

Vida comum

Na vida dos comuns, isso também parece estar acontecendo.

Com as taxas de divórcio crescendo na Itália, muitos advogados também estão percebendo um aumento no número de pessoas que dá entrada nos papéis em setembro e outubro, depois das férias de verão.

Beatrice Ruggiero, uma advogada de Roma, diz que isso pode estar relacionado aos telefones celulares.

"Percebi talvez 30% a mais de divórcios em setembro do que em outubro do ano passado", diz Ruggiero.

"Vários dos nossos clientes estão dizendo que descobriram as infidelidades dos seus parceiros durante as férias de verão por causa de mensagens SMS enviadas para celulares", explica.

Antes do advento dos celulares, qualquer um que tivesse atividades extra-curriculares tinha que se resignar a não falar com o seu amante durante as férias de verão da família.

No entanto, as mensagens de SMS mudaram isso e, apesar de muitas pessoas ainda passarem os verões construindo castelos de areia com as crianças ou visitando os sogros, é possível entrar em contato com os amantes via celular em qualquer hora ou lugar.

Dicas para trair

Tomponzi diz que os usuários de celulares têm que ser mais cuidadosos. Ela chegou a publicar uma lista de dicas para quem quer manter o seu caso em segredo.

"Você deve apagar imediatamente qualquer mensagem do seu amante que possa entregar o jogo", ensina a detetive.

"Isso é obviamente difícil, já que é duro apagar uma mensagem bonita. Então, você pode ter um outro aparelho escondido e repassar as suas mensagens para ele."

A detetive diz também que é necessário ensaiar para o caso de receber uma mensagem do seu amante na frente do marido ou da mulher.

"E, é claro, você nunca deve dizer 'foi engano' ou 'a ligação está ruim, não consigo te ouvir'", diz Tomponzi.

Com a disponibilidade 24 horas dos celulares, é cada vez mais difícil separar a vida de casado dos casos.

Se enviar uma mensagem de texto em um segundo já teve um efeito dramático sobre os relacionamentos, imagine o quanto o envio de fotos por celulares pode complicar essa situação.


A matéria é antiga, mas creio que as dicas continuam valendo... e se você não quer correr o risco de sofrer uma traição conjugal, o melhor é não casar... só assim você não passa a fazer parte dessa estatística...

Amor... por que você tem 2 celulares???

sábado, 7 de julho de 2007

Celulares podem reduzir fertilidade masculina, diz estudo
28 de junho, 2004 - 11h39 GMT (08h39 Brasília) - Caroline Ryan de Berlim

Andar com um telefone celular pode afetar significativamente a fertilidade masculina, segundo cientistas húngaros.

Pesquisadores da Universidade de Szeged dizem que a radiação dos telefones podem reduzir em um terço o número de espermatozóides.

A pesquisa, apresentada em reunião da Sociedade Européia para a Reprodução Humana e Embriologia, na capital da Alemanha, Berlim, incluiu mais de 200 homens.

Mas alguns especialistas criticaram a pesquisa, dizendo que ela não levou em conta outros aspectos da vida dos homens.

O estudo húngaro é o primeiro a analisar como a radiação eletromagnética de celulares pode afetar os espermatozóides.

Os homens que mantiveram o telefone ligados "em standby" o dia todo tinham cerca de um terço menos espermatozóides do que os que não mantiveram.

E foi constatado que os espermatozóides restantes se movimentavam de maneira anormal, reduzindo as chances de fertilização.

Os pesquisadores dizem que sua descoberta sugere que os celulares têm "um efeito negativo" sobre os espermatozóides e a fertilidade.

Críticos

Hans Evers, ex-presidente da sociedade, disse que a pesquisa "levanta mais perguntas do que respostas".

Isso pode incluir questões como se os homens afetados vieram de uma classe social diferente ou estão em uma faixa etária diversa daquela dos homens não afetados.

Também não está claro se os homens afetados carregam seus celulares em bolsos da calça, perto do corpo, ou em maletas, longe do organismo.

"Esses fatores teriam um efeito considerável sobre o resultado da pesquisa", disse Evers.

Para ele, "telefones celulares estão relacionados a certos estilos de vida e podem estar ligados a estresse, a um homem de negócios muito ocupado correndo de um escritório a outro, com muitas preocupações de todo o tipo".

"E sabe-se que isso contribui para a redução do número de espermatozóides e, se comparado a agricultores vivendo ao ar livre, no campo, e não carregam nenhum telefone celular, você pode explicar a diferença de forma completamente diferente", concluiu Evers.

O especialista europeu disse que a única forma de se obter um quadro mais claro seria realizar um estudo mais específico que verificasse apenas o impacto dos telefones celulares sobre espermatozóides.

Creio que aqui esqueceram de fazer um planejamento de pesquisa, ou seja, brincaram de fazer análise estatística... mas tudo bem o Sr. Evers foi consciente ao afirmar que deveria-se realizar um estudo mais específico!!! Mas creio que muito homem a partir da leitura dessa matéria começou a andar com 2 celulares (risos)!!!

Hormônio da obesidade, ele também é necessário!!!

sexta-feira, 6 de julho de 2007

'Hormônio da obesidade' recupera fertilidade, diz estudo
04 de setembro, 2004 - 07h38 GMT (04h38 Brasília)


A injeção de hormônios feitos com células de gordura pode recuperar um sistema reprodutivo inativo, segundo pesquisa. Injeções de leptin duas vezes ao dia restabeleceram o ciclo menstrual de atletas que estavam tão magras que a menstruação havia sido interrompida.

Os cientistas, de um centro médico israelense, disseram que as injeções também podem prevenir a osteoporose e tratar a anorexia nervosa.

Leptin é conhecido por regular o apetite e o peso e por comunicar ao cérebro quanta energia está disponível no corpo.

Energia

O leptin é conhecido como o hormônio da obesidade, por ser composto por células de gordura, e mulheres que são muito magras, como atletas com programas de treinamento rigorosos ou aquelas que seguem dietas, produzem menos leptin.

Em casos extremos, o corpo da mulher entra em um estado "negativo" de energia, e o sistema reprodutivo deixa de funcionar para prevenir a gravidez e conservar energia.

Com isso, a quantidade de hormônio feminino também é reduzida, o que pode levar à osteoporose e ao risco de fraturas.

Christos Mantzoros e outros pesquisadores testaram se a injeção de leptin em mulheres recuperaria o equilíbrio da energia positiva e inverteria essas condições prejudiciais.

Resultados

O estudo analisou oito atletas que tinham parado de menstruar há cinco ou mais anos em consequência de treinamentos intensivos e rigorosos. Cinco delas voltaram a menstruar depois de tomar injeções de leptin duas vezes ao dia durante três meses.

Três dessas mulheres também voltaram a ter ovulação.

"Esse tratamento poderia ser benéfico para pacientes com anorexia nervosa, atletas com ossos frágeis e para mulheres com problemas de fertilidade", disse Mantzoros.

Os pesquisadores planejam fazer mais estudos para determinar a segurança, a dose e a eficácia do tratamento com leptin em mulheres com esses três tipos de problemas.

"Os resultados são importantes e interessantes", disse Richard Fleming, especialista em endocrinologia reprodutiva e membro da Sociedade Britânica de Fertilidade. "Esses dados mostram que o leptin é uma substância-chave e que ele funciona mesmo sem energia no corpo."

Mas ele diz que é preciso ficar atento para a gravidez de mulheres que não têm reserva de energia, porque a gravidez poderia ser de alto risco para a mãe e a criança.

"Esse estudo é brilhante", disse Gordana Prelevic, membro da Sociedade de Endocrinologia. "Provou o que já suspeitávamos."

Ele disse que esse seria um bom tratamento para uma minoria de mulheres cuja causa da infertilidade é o excesso de exercícios ou a má alimentação.

"Se as descobertas se provarem verdadeiras, terá grandes implicações clínicas", acrescentou.

Cuidar da saúde sem exageros!!! Esse é o caminho!!!