Homem também pode ter câncer de mama!!!

sábado, 30 de junho de 2007

Gene defeituoso aumenta risco de câncer de mama
22 de abril, 2002 - Publicado às 14h13 GMT


Um estudo publicado na revista Nature Genetics afirma ter identificado um gene que, caso apresente defeitos, duplicaria as chances de mulheres desenvolverem câncer na mama.

Cientistas acreditam que o gene CHK2 seja um dos mais importantes entre um conjunto de genes que aumentam os riscos do aparecimento deste tipo de câncer.

E que testes genéticos podem ser desenvolvidos, assim como novas formas de prevenção e de tratamento da doença.

Os genes BRCA1 e BRCA2 aumentam as chances de desenvolvimento de câncer de mama, mas isto se aplica apenas a 2% dos casos.

Risco

O estudo comparou 1.071 mulheres com câncer de mama - que já tinham um histórico da doença na família, mas não haviam herdado BRCA1 ou BRCA2 defeituosos - com outro grupo de 1.620 mulheres sadias.

Entre o primeiro grupo, 5,1% tinham uma versão defeituosa do CHK2, contra apenas 1,1% das mulheres do segundo grupo.

Em famílias nas quais alguns membros herdaram o CHK2 defeituoso, houve uma maior incidência de câncer de mama do que o normal.

A presença do CHK2 defeituoso também aumenta muito o risco de desenvolvimento de câncer de mama em homens, muito mais raro do que em mulheres.

Segundo o pesquisador-chefe do Instituto Britânico de Pesquisas de Câncer, Mike Stratton, o estudo é importante, mas mais pesquisas são necessárias antes que ele possa ser aproveitado em clínicas.

Interação

Cientistas acreditam que os três genes já identificados teriam a função de reparar defeitos em outros genes nas células da mama.

De acordo com o doutor Doug Euston, da Universidade de Cambridge,
“nós acreditamos que o CHK2 esteja envolvido na reparação de erros genéticos no seio. E é por isso que o risco de câncer aumenta, se esse gene também se encontra defeituoso”.

“Em mulheres com os genes BRCA anormais, o sistema para reparação genética já tem problemas, aumentando o risco ainda mais com a apresentação de defeitos no CHK2”, completa.
O bom mesmo é se cuidar e fazer exames regularmente, só assim previne-se esse mal!

Os reflexos da bebida!!!

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Álcool na gravidez aumenta riscos de câncer de mama
16 de outubro, 2002 - Publicado às 18h22 GMT


Mulheres que ingerem bebidas alcóolicas durante a gravidez aumentam os riscos de suas filhas desenvolverem câncer de mama no futuro, revelou uma pesquisa nos Estados Unidos.

A teoria é que uma dieta da mãe, com bastante álcool, pode elevar os níveis de estrogênio em seu útero, o que seria transmitido para o feto.

As células da filha cresceriam, portanto, mais sensíveis ao hormônio - já previamente associado ao câncer de mama.

Os cientistas do Departamento de Oncologia da Universidade de Georgetown, em Washington, verificaram em ratas um aumento da quantidade de estrogênio em seus fetos, quando os animais foram expostos a bebidas alcóolicas durante a gravidez.


Doenças

As filhas das ratas também desenvolveram mais câncer de mama.

Os cientistas se adiantaram em dizer que estudos semelhantes ainda não foram realizados em seres humanos. Mas há evidência de que o álcool aumenta a quantidade de estrogênio na corrente sangüínea de mulheres, grávidas ou não.

"Mesmo assim, as mulheres precisam controlar, ou até cortar, o álcool durante a gravidez. Para proteger seus filhos", disse Anna Cabanes, uma das autoras da pesquisa.

O estudo foi publicado na revista da Associação Americana para o Câncer.


Mamães entenderam o recado né? Agora eu gostei da parte "que o álcool aumenta a quantidade de estrogênio na corrente sangüínea de mulheres, grávidas ou não", para as grávidas é um perigo, mas para as não grávidas pode ser a solução!!! Como??? Leia aqui!!!


Quando o café torna-se fatal

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Tomar muito café na gravidez aumenta risco para o bebê
21 de fevereiro, 2003 - Publicado às 14h53 GMT


Beber muito café durante a gravidez aumenta o risco de o bebê nascer morto, de acordo com pesquisadores na Dinamarca.

Cientistas descobrirarm que mulheres grávidas que bebem oito xícaras de café ou mais por dia correm um risco duas vezes maior de gerar um natimorto do que as mulheres que não bebem café.

Os pesquisadores estudaram 18.478 mulheres grávidas que deram à luz no Hospital Universitário Aarhus entre 1989 e 1996.

As mulheres completaram dois questionários, com informações como histórico médico, hábitos em relação a consumo de cigarros, álcool e café.
Fumo e álcool

Comparadas com mulheres que nunca bebiam café, grávidas que tomavam de quatro a sete xícaras por dia aumentavam o risco para o feto em 80%, enquanto as que bebiam oito xícaras ou mais aumentavam o risco de o filho nascer morto em 300%.

Entretanto, não foi estabelecida uma associação entre o consumo de café e a morte no primeiro ano de vida.

Os pesquisadores admitiram que uma mulher que toma muito café tem mais probabilidade de fumar e beber álcool.

Mas mesmo quando esses fatores são levados em consideração, o consumo de café ainda parece aumentar o risco de o bebê nascer morto.

A razão pela qual o café parece aumentar o risco para o bebê ainda não está clara.

Entretanto, acredita-se que a cafeína pode causar um estreitamento dos vasos sanguíneos que alimentam a placenta, fazendo com que haja um suprimento reduzido de oxigênio para o feto em desenvolvimento.

Uma outra hipótese é que a cafeína pode ter um efeito danoso diretamente sobre o coração em desenvolvimento do feto.

"É uma tarefa muito difícil aconselhar mulheres grávidas ou que estão planejando ficar grávidas", disse a chefe da equipe de pesquisadores, Kirsten Wisborg, do Hospital Universitário Aarhus.

"Mas, baseado no nosso conhecimento, parece racional pelo menos reduzir a ingestão de café durante a gravidez a menos de cinco xícaras por dia", acrescentou.

Roger Cook, da Associação Britânica do Café, disse que mulheres grávidas não devem ficar alarmadas por esses resultados e devem continuar a apreciar o café com moderação.

"Os resultados desse estudo não alteram o conselho dado a mulheres grávidas sobre consumo de cafeína na gravidez pela Agência de Padrões de Alimentos, que estabelece que 300mg de cafeína, o equivalente a quatro xícaras por dia, é perfeitamente seguro e não tem efeitos danosos sobre a mãe ou o feto", disse ele.

A pesquisa foi publicada no British Medical Journal.

Como já disse outras vezes: tudo que é demais não faz bem!!! Café também não faz!!! Futuras mamães não coloquem seu filho em risco, procure uma alimentação saudável durante a gestação e não deixe de fazer o pré-natal!!!

Menino ou Menina? (02)

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Novo método aumenta chances de escolher o sexo dos bebês
05 de julho, 2001 - Publicado às 09h56 GMT



Um método que ajuda a descobrir que espermatozóides vão produzir fetos do sexo feminino, vai dar aos futuros pais a chance de escolher o sexo dos bebês com mais exatidão do que nunca.

Pesquisadores americanos afirmam que o método acerta em 90% dos casos e pode ajudar os pais a evitar a transmissão de doenças genéticas que afetam apenas os filhos homens.

É o material genético contido no sêmen que vai definir se a criança vai ser menino ou menina.

Enquanto uma célula normal tem tanto o cromossomo feminino (X), quanto o cromossomo masculino (Y), o espermatozóide tem apenas um, X ou Y.

Menino ou menina

Se o espermatozóide que fertilizar o óvulo for X, o embrião será uma menina (XX); se for Y, vai formar um embrião masculino (XY).

A teoria por trás do novo método é separar os espermatozóides X dos Y para aumentar as probabilidades, que em situações normais são de 50% para cada sexo.

A diferença entre os espermatozóides é que os que têm cromossomos X são bem maiores do que os que têm cromossomos Y.

A técnica denominada MicroSort e que foi desenvolvida pelo Instituto IVF no estado da Virgínia, explora esta diferença e separa os espermatozóides, aumentando a chance do feto ser do sexo feminino de 50% para 90%.

O método foi apresentado pelo médico Harvey Stern, nesta quarta-feira, num congresso de Reprodução Humana realizado na Suíça.

Mais meninas

Segundo o dr. Stern, a equipe dele está em fase de testar o método: "Fomos capazes de determinar o gênero dos embriões em 90%."

Ele contou que das quase 300 crianças já geradas usando o novo método, "92% eram meninas e 8% eram meninos e isto aumentou substancialmente a chance de um casal determinar o sexo do filho".

Frivolidade

Para os pesquisadores, o método não foi criado para ser usado por casais que preferem meninas, porque já tiveram filhos homens.

Muitas doenças genéticas, como a hemofilia e distrofia muscular, são causadas por defeitos no cromossomo X e os pais sob risco vão poder garantir que os filhos serão meninas, não afetadas pelas doenças.
A China vai precisar utilizar e aplicar essa pesquisa...

Menino ou Menina? (01)

terça-feira, 26 de junho de 2007

Alimentação da mãe 'pode definir sexo do bebê', diz estudo
21 de maio, 2001 - Publicado às 04h26 GMT


Cientistas anunciaram ter descoberto indícios de que a alimentação da mãe pode ser um fator decisivo na determinação do sexo do seu filho.

Segundo os pesquisadores da University College de Londres, esta é a primeira vez que tal relação é encontrada em humanos, embora seja conhecida há muito tempo em algumas espécies animais.

A descoberta foi feita ao se analisar mulheres de uma comunidade do sul da Etiópia, que enfrentaram uma séria falta de alimentos há três anos.

Os cientistas concluíram que mulheres da comunidade que se alimentavam melhor tinham duas vezes mais probabilidade de dar à luz um bebê do sexo masculino.

Mistério

Em teoria, duas razões explicariam o fato, segundo os pesquisadores.

Em primeiro lugar, gerar um menino consume mais recursos do corpo da mãe do que gerar uma menina. Em ambientes com pouco alimento, isso poderia ser decisivo para a mãe.

Além disso, bebês malnutridos do sexo masculino têm uma maior chance de morrer cedo do que os do sexo feminino.

O exato processo que ocorreria no corpo da mãe no caso de má alimentação, para determinar o sexo feminino do feto, ainda é um mistério.

Os pesquisadores, porém, acreditam que a alimentação é apenas um dos fatores de que depende o sexo da criança - caso contrário, praticamente todas as mulheres em países mais ricos, onde não há falta de comida, dariam à luz meninos.

Mas a comida poderia ter um papel vital em comunidades que vivem períodos de falta de alimentos.

A pesquisa foi divulgada na revista científica britânica Proceedings of the Royal Society.
Puxa isso, realmente, é legal!!! Minha irmã queria muito uma menina e depois de 9 meses a Maria Luísa veio para alegrar a família!!! Eu gostaria muito de um menininho... a adoção deixa esse sonho mais próximo, mas não creio que leve 9 meses, pois existe muita burocracia!!!


Para quem pensa em ser mãe e gostou do estudo, nada melhor do que conversar com seu médico e verificar o que a ciência tem a oferecer!!!

Diga não a gordura animal!!!

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Dieta rica em gordura prejudica feto, indica pesquisa
13 de janeiro, 2003 - Publicado às 19h59 GMT

Mulheres que têm uma dieta rica em gordura durante a gravidez podem estar aumentando os riscos de seus filhos desenvolverem problemas de coração ao longo da vida.

Essa foi a conclusão a que chegaram os pesquisadores que alimentaram ratos com uma dieta rica em banha, semelhante à proporcionada por uma alimentação baseada em fast food.

Os autores do estudo constataram que as crias dos animais tinham mais chance de ter problemas cardiovasculares.

Os pesquisadores foram financiados pela ONG Tommy, ligada à saúde de bebês, e pela Fundação Britânica do Coração, e afirmaram que seu estudo tem grandes implicações para as futuras mães.



Pressão alta

Os ratos eram alimentados com uma dieta de ração normal ou com outra rica em gordura animal antes e depois da gravidez.

Suas crias eram então alimentadas com uma dieta normal e saudável e monitoradas para mudanças em seus batimentos cardíacos e pressão sangüínea.


Uma dieta rica em gordura animal durante a gravidez pode 'programar' permanentemente anomalias no feto em desenvolvimento - Paul Taylor, médico do St. Thomas Hospital

Na meia idade, tanto as crias macho quanto fêmeas apresentavam sinais de danos arteriais com níveis anormais de gordura no sangue.
Pressão alta só foi registrada nas crias fêmeas.

“Uma dieta muito rica em gorduras é um problema comum entre mulheres grávidas, principalmente nos países ocidentais.” Paul Taylor, médico da Unidade de Pesquisa Maternal e Fetal do St. Thomas Hospital, em Londres, confirma o alerta.

"Nós provamos que uma dieta tipicamente ocidental, rica em gordura animal, como por exemplo o fast food, durante a gravidez pode 'programar' permanentemente anomalias metabólicas e cardiovasculares no feto em desenvolvimento", disse.

Resistência

"Mesmo com uma dieta normal ao longo da vida, esses adultos desenvolvem doenças com perfis típicos das sociedades ocidentais, como números anormais de lipídios no sangue (gordura), resistência à insulina e hipertensão."

"Se os resultados forem aplicáveis à gravidez humana, a 'programação fetal' de doenças em adultos em conseqüência da dieta de gorduras materna pode ter graves implicações tanto para a nossa compreensão das causas dos problemas cardiovasculares quanto para a saúde pública em geral", completou o médico.

Taylor disse ainda que os resultados indicam que crianças do sexo feminino podem ser mais vulneráveis que meninos aos efeitos de uma dieta rica em gordura de suas mães.

Ele afirmou ser possível que uma dieta com gorduras demais provoque problemas cardiovasculares ao detonar altos níveis de hormônios de estresse nos fetos em desenvolvimento.

Os hormônios do estresse vêm sendo relacionados a problemas de crescimento. É recomendável que as gorduras não ultrapassem 30% das calorias na dieta diária

Não preciso repetir né!!! Mamães de plantão!!! Cuidar da alimentação é
fundamental!!!

Peixe = Ômega 3 = Bebê Saudável

domingo, 24 de junho de 2007

Consumo de peixe pode estimular crescimento do feto, diz estudo
13 de maio, 2004 - 09h33 GMT (06h33 Brasília)

Uma mulher que comer peixe nos últimos meses de gestação terá menor probabilidade de ter um bebê pequeno, sugere uma pesquisa da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha.

O nascimento de bebês com menor peso é associado a um maior risco de problemas de saúde, tais como doenças cardíacas e diabete.

A pesquisa, que envolveu quase 12 mil mulheres, foi publicada no Journal of Epidemiology and Community Health.

Os pesquisadores pediram às mulheres que anotassem qual a quantidade de peixe que consumiam em 32 semanas de gravidez.

A partir daí, era calculado a sua ingestão de ácidos gordurosos conhecidos como ômega-3 contidos em peixes. Acredita-se que esses ácidos tenham um efeito benéfico à saúde.

Em média, as mulheres comiam o equivalente a um terço de uma lata pequena de atum por dia - o equivalente a 0,15 gramas de ácidos ômega-3.

Mas uma dieta rica em peixe parece estimular o ritmo de crescimento do feto durante a gravidez.

Embora essa associação não seja tão forte quando outros fatores - tais como o hábito de fumar - são levados em conta, ela ainda é significativa.

Crescimento fetal restrito normalmente acontece em uma em cada dez gestações, mas em mulheres que não consomem peixe, essa estatística muda para uma em cada oito (13%).

Pressão alta

A chefe do estudo, Imogen Rogers, disse que bebês que são muito pequenos ao nascerem podem ter maior risco de pressão alta e outros problemas na meia idade.

"Este trabalho traz mais evidências de que peixe é uma parte importante da dieta humana e reforça a recomendação de que mulheres grávidas deveriam incluir pelo menos duas porções de peixe por semana em suas refeições", disse ela.

E Rogers recomenda que isso inclua peixes oleosos.

Roberts disse que é possível que ácidos ômega-3 ajudem a estimular o crescimento ao tornar o sangue menos viscoso e aumentar sua circulação pela placenta, aumentando assim a quantidade de nutrientes que um feto recebe de sua mãe.

Os pesquisadores dizem que testes com suplementos de óleo de peixe sugerem que eles prolongam a gestação mas não estimulam o crescimento do feto - o oposto de sua pesquisa.

Mas suplementos tendem a conter níveis mais altos de ácidos ômega-3 do que encontrados em uma dieta convencional.

A equipe da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, não encontrou evidências de que uma dieta à base de peixe aumenta a duração da gestação.
Como já disse em outro post, o melhor é sempre conversar com o médico que está acompanhando o pré-natal para verificar o que é melhor.

Agora vou fazer uma colocação em relação a última frase desse artigo: "A equipe da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, não encontrou evidências de que uma dieta à base de peixe aumenta a duração da gestação. " Seria muito louco pensar que comer peixe durante a gravidez, faz com que o período de gestação aumente (+ de 9 meses) . Caso fique muita dúvida, pode-se fazer uma pesquisa entre nossas índias...

Gravidez não é doença...

sábado, 23 de junho de 2007

Analgésico na gravidez pode afetar vida sexual do filho
24 de maio, 2004 - 17h34 GMT (14h34 Brasília)


Os filhos de mulheres que tomaram analgésicos durante a gravidez podem ter um impulso sexual menos intenso quando adultos, sugerem cientistas americanos.

Os pesquisadores constataram que compostos como a aspirina bloqueiam uma substância química fundamental para o comportamento sexual de ratos machos.

Pesquisadores da Universidade de Maryland dizem que, se o mesmo ocorrer com seres humanos, mulheres grávidas deveriam evitar analgésicos comuns quando possível.

A descoberta foi publicada na revista Nature Neuroscience.

Margaret McCarthy e sua equipe estudaram como o hormônio masculino testosterona manda o cérebro se tornar masculino durante a gestação.

Substância química

Um dos passos no processo envolve uma substância química chamada prostaglandina-E2. Sabe-se que medicamentos como a aspirina bloqueiam a síntese da prostaglandina-E2.

Os pesquisadores descobriram que ratos machos expostos durante a gestação ou como recém-nascidos a drogas que bloqueiam a produção da prostaglandina-E2 são menos ativos sexualmente na vida adulta.

A estrutura do cérebro desses ratos também se parece mais com a dos cérebros das fêmeas.

Quando ratos recém-nascidos do sexo feminino recebem prostaglandina-E2, eles demonstram um comportamento sexual com características masculinas quando adultos e seus cérebros adotam uma aparência mais masculina.

Risco

Os pesquisadores advertem que o impacto potencial de exposição de seres humanos em formação a tais drogas ainda não é conhecido.

Mas eles dizem que, potencialmente, o mesmo pode ocorrer nos seres humanos.

Pequenas doses de aspirina são ministradas a mulheres grávidas para impedir pré-eclampsia e uma outra droga, chamada indometacina, que também bloqueia a prostaglandina-E2, é dada a bebês prematuros com problemas cardíacos.

Cientistas da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, disseram que
"estes resultados inesperados reforçam a noção de que mulheres grávidas devem tentar evitar a ingestão de qualquer medicamento".

Na Grã-Bretanha, está em andamento uma pesquisa para verificar se tais medicamentos têm um efeito sobre o comportamento das crianças em termos de gênero.

Melissa Hines e sua equipe da Universidade City, em Londres, estão monitorando cerca de 12 mil bebês nascidos em 1991/92.

Eles já constataram que níveis de exposição a testosterona no útero têm um impacto no comportamento do sexo feminino na vida adulta.

As meninas expostas a níveis altos de testosterona quando fetos tinham maior propabilidade de adotar comportamento típico de meninos, por exemplo.

Mas Hines disse que é muito cedo para dizer se as drogas que bloqueavam a prostaglandina-E2 afetaram o comportamento sexual masculino.
Bom... você está grávida??? Então já deve ter ouvido ou até dito que gravidez não é doença, não é??? Então se não é doença, nada de ficar tomando remédio!!! Converse com seu médico, faça o pré-natal. Todos sairão ganhando!!!

Hormônios Esteróides... problemas para 2 gerações!!!

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Problema no útero 'pode chegar a herdeiro do bebê'
18 de junho, 2004 - 20h59 GMT (17h59 Brasília)

Bebês que enfrentam problemas ainda dentro do útero podem ter não apenas sua saúde danificada, mas também legar esses problemas à próxima geração, segundo uma pesquisa da Universidade de Edimburgo, na Grã-Bretanha.

Os cientistas dizem que a exposição a hormônios em excesso no útero aumenta, aparentemente, o risco de doenças do coração e diabetes mais tarde.

A equipe de médicos também sugere que esse risco pode ser passado para a próxima geração, mas diminui antes de chegar aos netos.

A pesquisa foi publicada no Jornal Americano de Psicologia.

Proteção

Um bebê é, normalmente, protegido de altos níveis de hormônios pela placenta. No entanto, estudos mostraram que crianças nascidas com peso abaixo do normal ficaram expostas ao alto nível de hormônios esteróides da mãe, que cruzaram a barreira da placenta durante a gravidez.

“Acreditamos que a exposição de bebês a hormônios esteróides em excesso pode alterar a expressão de genes-chave que afetam o crescimento do feto e, mais tarde, o risco de doenças que pode ser passado para a próxima geração”, disse o pesquisador Mandy Drake.

“Estamos agora investigando os mecanismos por trás disso para explicar as complicações a curto e longo prazo associadas com o baixo peso de fetos. A boa notícia é que o efeito parece se perder na terceira geração.”

Isso poderia explicar, de acordo com Drake, porque algumas doenças ocorrem em famílias por duas gerações e depois somem gradualmente.

O professor Jeremy Pearson, da Fundação Britânica do Coração, que financiou a pesquisa, afirmou que já se sabia que as condições dentro do útero tinham influência no risco de doenças cardiovasculares e diabetes, mas que os mecanismos envolvidos não eram conhecidos.

“Os resultados desse estudo reforçam a importância das grávidas em cuidar da alimentação”, destacou Pearson.
Mães de plantão!!! Cuidar da alimentação é fundamental!!! Mas conversar com seu médico sobre hormônios esteróides também pode ser fundamental para uma gestação saudável.

A receitinha da vovó funciona!!!

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Pesquisa diz que alho realmente ajuda a evitar resfriado
04 de outubro, 2001 - Publicado às 00h28 GMT

Cientistas do Garlic Centre em East Sussex, ao sul de Londres, revelaram num estudo que pessoas que tomam uma pílula de alho por dia estão menos propensas a resfriados comuns.

Embora o alho seja usado, tradicionalmente, no tratamento contra a gripe, essa é a primeira evidência mais clara de suas propriedades medicinais.

De acordo com a pesquisa, realizada com 146 voluntários, uma pílula de alho, tomada diariamente, ajudaria a reduzir em mais de 50% o risco de se contrair um resfriado.

Ainda de acordo com o estudo britânico, a alicina, um dos compostos ativos do alho, também seria apropriada no tratamento de infeccções hospitalares.

Recuperação rápida

O diretor do Garlic Centre, Peter Josling, que chefiou a pesquisa, disse que a pílula de alho foi dada à metade dos 146 voluntários; a outra metade recebeu um placebo.

Num prazo de 90 dias durante o período do inverno — quando os casos de gripe são mais freqüentes —
apenas 24 resfriados foram registrados entre os que tomaram a pílula de alho.

No resto do grupo que tomou o placebo, 65 pessoas ficaram gripadas.

Ainda de acordo com a pesquisa, os voluntários que receberam a pílula e pegaram a gripe tiveram uma recuperação mais rápida do que os que tomaram o placebo.

Defesa

O chefe da pesquisa acredita que os resultados irão revolucionar o tratamento contra resfriados comuns.

"Nós estivemos pesquisando a cura para gripes durante anos. Acredito que com esse estudo, demos um passo adiante, encontrando inclusive uma forma de prevenção", disse Josling.

Já o professor Ron Eccles, diretor do Common Cold Centre da Universidade de Cardiff, no País de Gales, acredita que o resultado da pesquisa seja positivo.

"Não vou dizer que esse estudo vai revolucionar o tratamento para resfriados normais, mas é interessante".

Plantas

Segundo Eccles, as plantas, ao contrário dos seres humanos, não têm um sistema imunológico.

"Elas reagem a vírus e infeccções com sua próprias defesas químicas, como por exemplo, a alicina. O que essa pesquisa revela é a capacidade de usarmos a defesa natural das plantas para evitarmos doenças".

De acordo com o estudo, cada pessoa tem, em média, de dois a cinco resfriados por ano.

Somente na Grã-Bretanha, há mais de 200 formas diferentes de vírus que causam a gripe.
Viva o alho!!! Receitinha da vovó comprovada cientificamente!!! Ela funciona e como funciona!!! Tchau gripe!!! Obrigada vovó!!!

Alho... os dias do câncer podem estar contados!!!

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Alho pode ser chave para remédio contra câncer
31 de dezembro, 2003 - 14h00 GMT (12h00 Brasília)


A química que dá ao alho seu forte sabor pode ser usada em um remédio "inteligente" para combater o câncer, informou a revista especializada Terapias Moleculares contra o Câncer.

O anúncio foi feito poucos dias depois de ter sido revelado que a mesma substância, a alicina, poderia ser usada no tratamento contra superbactérias hospitalares.

O tratamento contra o câncer se beneficia da reação química natural do alho, que resulta na alicina.

A reação pode ser estimulada no local do próprio tumor, segundo a revista.

Tóxico mas benéfico

A Alicina é uma substância tóxica, porém instável, que se dissolve rapidamente e sem causar nenhum dano quando ingerida.

Ela não está presente em dentes inteiros de alho, mas é resultado de uma reação bioquímica entre duas substâncias mantidas separadas em compartimentos minúsculos em cada dente de alho - a enzima alinase e uma substância normalmente inerte, a aliina.

Quando o dente é amassado, como na culinária, por exemplo, as membranas que separam os compartimentos se quebram e a alicina é produzida.

Pesquisadores israelenses decidiram tentar recriar esta reação tóxica no local do tumor.

Para isso, eles usaram um anticorpo programado para reconhecer receptores distintos na superfície das células de tumores.

O anticorpo foi quimicamente ligado à alinase e injetado na corrente sanguínea, onde buscou células cancerígenas.

A aliina também foi injetada. Quando ela encontrou a alinase, a reação bioquímica ocorreu, transformando as moléculas de aliina em alicina, que penetraram e mataram as células do tumor.

As células saudáveis permanecem intactas, já que elas não atraem os anticorpos.

Os pesquisadores do Instituto Weizmann, em Rehovet, usaram a técnica com sucesso para impedir o crescimento de tumores em estômagos de camundongos.

Para eles, o método pode funcionar para a maior parte dos tipos de câncer, desde que um anticorpo específico seja criado para reconhecer as células do tumor.

A técnica pode, inclusive, se mostrar inestimável para evitar a metástase (quando as células cancerígenas se espalham pelo corpo) depois de cirurgias para extração de tumores.

David Mirelman, que liderou a pesquisa, disse:
"Mesmo que médicos não consigam identificar a localização das células cancerígenas em uma metástase, a combinação anticorpo-alinase-aliina deveria encontrá-las e destruí-las em qualquer lugar no corpo humano".

As propriedades medicinais do alho não são novidade, mas segundo Sara Hiom, da assessoria do Instituto de Pesquisa do Câncer da Grã-Bretanha, "o desafio agora será desenvolver novos métodos contra diferentes tipos de células cancerígenas".
Caramba!!! Poderoso alho!!! Fiquei muito feliz em ler essa matéria, principalmente, por saber que o Brasil é um dos países que mais consome alho no mundo.

Fumar... perigo para mulheres!!!

terça-feira, 19 de junho de 2007

Fumo aumenta risco de câncer de mama, diz pesquisa
07 de janeiro, 2004 - 15h35 GMT (13h35 Brasília)


Cientistas encontraram evidências fortes de que o fumo aumenta o risco de câncer da mama.

Pesquisas anteriores chegaram a resultados contraditórios, com algumas até sugerindo que fumar poderia até ter um efeito positivo.

O novo estudo, realizado pelo Departamento de Serviços de Saúde da Califórnia, envolveu mais de 116 mil mulheres. Ele chegou à conclusão de que o fumo é uma "grande ameaça".

A pesquisa foi publicada na revista do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos. Durante os quatro anos de pesquisa, a incidência de câncer da mama em fumantes foi 30% maior do que entre as mulheres que nunca haviam fumado.

Mais trabalho

As que parecem estar em maior risco são as que começaram a fumar antes dos 20 anos e aquelas que fumaram pelo menos cinco anos antes da sua primeira gravidez.

Amamentar, em geral, pode reduzir o risco de câncer de mama, mas, segundo essa pesquisa, o fumo pode anular esse efeito.

A boa notícia é que os pesquisadores não encontraram evidência de um risco maior entre ex-fumantes. Fumantes passivas também não teriam chance maior de desenvolver o câncer de mama.

Os pesquisadores disseram que são ainda necessárias mais pesquisas para determinar por que o fumo aumenta o risco de câncer da mama.
Como já disse em outros posts, fumar é uma escolha e creio que quem escolhe tem consciência dos riscos, dessa forma não estou aqui para opinar, pois esse é um hábito milenar utilizado nos mais diversos rituais.

Desodorante versus Câncer de Mama

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Pesquisa aponta possível elo entre desodorante e câncer de mama
12 de janeiro, 2004 - 11h38 GMT (09h38 Brasília)

Produtos químicos presentes em desodorantes e outros cosméticos podem se acumular dentro do corpo, segundo um novo estudo.

Pesquisadores britânicos encontraram ésteres usados conhecidos como "parabens" em amostras de tecido removidas de mulheres com câncer de mama.

Embora não haja provas de que eles tenham causado o câncer, os cientistas fizeram uma alerta para que a utilização dos produtos seja reavaliada.

A indústria de cosméticos afirma que essas substâncias, usadas como preservativos e aprovadas por agências reguladoras, não representam risco à saúde.

Testes

Philippa Darbre e sua equipe na Universidade de Reading testaram amostras de 20 tumores retiradas do seio de mulheres diferentes. Em todas as amostras, foram encontrados resquícios dos ésteres.

Os exames indicam que esses produtos químicos se infiltraram dentro do tecido após serem aplicados sobre a pele.

"Este é o primeiro estudo a demonstrar a acumulação dessas substâncias em tecidos humanos", disse Darbre.

"Isso mostra que, se as pessoas forem expostas a essas substâncias, elas vão se acumular em seus corpos."

Ela acrescentou que pode haver razões para as pessoas ficarem preocupadas com as descobertas.

"A sua detecção em tumores nos seios preocupa, já que os 'parabens' parecem imitar a ação do hormônio feminino estrogênio", afirmou Darbre.

"O estrogênio pode promover o crecimento de tumores de mama. Seria assim prudente considerar se os 'parabens' deveriam ou não continuar a ser usados numa linha tão extensa de cosméticos aplicada sobre a área dos seios, incluindo os desodorantes."

Chris Flower, diretor-geral da Associação de Cosméticos e Perfumaria da Grã-Bretanha, disse que o estudo é bem-vindo.

"Informações adicionais são bem-vindas e queremos examinar os resultados em detalhes", disse ele.

"Entretanto, os 'parabens' têm um perfil muito seguro. Temos enorme quantidade de informações que sustentam a segurança do uso desses produtos nos cosméticos", acrescentou.
Aqui só tenho a dizer que apesar de ser considerado farsa o câncer de mama por uso do desodorante, o estudo existe. Vamos esperar para ver os resultados finais.

Os hormônios denunciam...

domingo, 17 de junho de 2007

Hormônios masculinos disparam ao menor estímulo, indica estudo
05 de novembro, 2003 - 17h01 GMT (15h01 Brasília)

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Chicago indica que mesmo a conversa mais inocente com uma mulher é capaz de ativar os hormônios masculinos.

Os pesquisadores pagaram estudantes para que fossem ao laboratório da faculdade com o pretexto de medir os elementos químicos de suas salivas.

Na sala, os estudantes conversaram com uma jovem auxiliar da pesquisa. Os testes de saliva mostraram que mesmo uma rápida interação foi suficiente para aumentar os níveis de testosterona nos homens em até 30%.

A disparada dos hormônios foi proporcional à medida que os jovens se disseram atraídos pela mulher. Os que depois disseram ter se sentido mais atraídos foram os que tiveram as maiores mudanças hormonais.

A própria auxiliar conseguiu descobrir os mais interessados. O que ela apontou como tendo feito mais esforço para chamar sua atenção foi o que teve um salto maior dos níveis de testosterona.

Por outro lado, não foi registrada mudança nenhuma nos níveis hormonais dos estudantes que foram à sala de pesquisa e foram recebidos por outro homem.

Reação animal

A testosterona há muito tempo é relacionada com a libido masculina, mas os pesquisadores disseram que pela primeira vez conseguiram uma prova dessa ligação.

É sabido que a liberação de testosterona nos animais dispara um comportamento agressivo ou galanteador. A equipe de Chicago acredita que o mesmo possa acontecer com os homens.

O chefe da pesquisa, James Roney, adverte que a liberação de hormônio pode ter sido causada por uma situação de estresse, mas aposta na conexão com a mulher.

"Os resultados são consistentes para detectar mecanismos cerebrais especializados na regulação do comportamento de paquera. Quando encontraram possíveis parceiras, o comportamento e a resposta hormonal foram coerentes", disse Roney.

Testosterona

Benjamin Campbell, um especialista em antropologia da Universidade de Boston, disse que é possível que a testosterona influencie a calvície do homem porque atua em uma área do cérebro que também controla as reações de estresse.

Campbell disse que os níveis de testosterona atingem o auge nos jovens de pouco mais de 20 anos e depois diminuem gradualmente.

Os homens casados ou que vivem relacionamentos longos têm níveis de hormônio mais baixos que os que ainda estão no campo dos solteiros.

A pesquisa da Universidade de Chicago foi publicada na revista Evolution and Human Behavior.


Dessa forma podemos dizer que para que o homem viva mais ele deve ser sempre estimulado. Então fica a dica: não deixe seu homem perder a libido por você!!!

Fumaça nos olhos!!!

sábado, 16 de junho de 2007

Fumo passivo eleva risco de cegueira, diz estudo
20 de dezembro, 2005 - 12h50 GMT (10h50 Brasília)

O fumo passivo aumenta o risco de se desenvolver uma das causas mais comuns de cegueira, a chamada degeneração macular ligada ao avanço da idade, de acordo com estudo da Universidade de Cambridge, na Inglaterra.

A pesquisa, divulgada na última edição do British Journal of Ophthalmology, revelou que viver com um fumante por cinco anos dobrou o risco de se contrair a doença e fumar regularmente triplicou esse risco.

Ativistas contra o tabagismo disseram que este estudo reforça a necessidade de se proibir o fumo em locais públicos confinados e ambientes de trabalho.

Outros trabalhos científicos já mostraram que fumar leva a um aumento do risco de se desenvolver problemas de visão, mas este estudo apresentou as evidências mais claras de que simplesmente respirar a fumaça de cigarro pode ter um impacto semelhante.

A degeneração macular costuma se desenvolver quando uma pessoa chega aos 50 anos de idade.

Ela afeta a parte central da retina, que é chave para a leitura e a condução de veículos, deixando apenas a visão periférica intacta. Nem sempre o problema leva à cegueira.

Os pesquisadores estudaram 435 casos de pessoas com a doença e 285 sem o problema, examinando sua relação com o fumo e o desenvolvimento da degeneração macular.

Fumar regularmente um maço de cigarros ou mais pro dia por 40 anos quase triplicou o risco, segundo os especialistas.

Mas os pesquisadores constataram que pessoas que abandonaram o vício por 20 anos ou mais tiveram o risco de desenvolver a doença reduzido para nível comparável ao de não-fumantes.


Sempre há tempo para mudar hábitos!!! Mas com relação a cigarro e bebidas, eu não gosto muito de opinar, pois cada um sabe o que supre sua alma e o que a devora!!!

Quero ver você ofegante!!!

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Caminhar 'não é suficiente para a boa forma', diz estudo
25 de setembro, 2006 - 12h31 GMT (09h31 Brasília)

Caminhar pode não ser suficiente para trazer benefícios à saúde, sugere pesquisa de uma equipe da Universidade de Alberta, no Canadá.

Os especialistas chegaram a essa conclusão ao comparar um programa de exercícios de 10 mil passos com uma rotina mais tradicional de ginástica com intensidade moderada.

A pesquisa constatou que o segundo grupo apresentava melhoria significativa em seu condicionamento físico.

Eles disseram em uma reunião da Faculdade Americana de Medicina do Esporte que exercício leve não é suficiente para uma boa forma física.

Vicki Harber, que liderou a pesquisa, disse:
"De maneira geral, atividade de baixa intensidade como caminhar provavelmente não vai dar a ninguém benefícios notáveis à saúde em comparação a programas que ocasionalmente aumentam a intensidade."

Harber e seus colegas temem que seja dado pouca ênfase sobre a intensidade das atividades físicas em campanhas para promover exercícios como parte de uma vida mais saudável.

Ofegante

Durante a pesquisa, foi feita uma comparação entre um grupo de pessoas que realizava uma caminhada de 10 mil passos sem tempo fixo para sua conclusão e um outro cuja rotina era mais intensa, e que deixava os seus participantes ofegantes, apenas em condições de falar uma ou duas sentenças no final.

Ambas as práticas, que duraram seis meses, levaram seus participantes a consumir a mesma quantidade de calorias. No total, 128 pessoas sedentárias participaram do projeto
.

Os pesquisadores avaliaram o impacto das práticas sobre a forma física dos participantes do estudo medindo sua pressão sangüínea e consumo de oxigênio para apurar a capacidade pulmonar.

Eles constataram que o programa de caminhada aumentou o consumo de oxigênio em uma média de 4% em seis meses, enquanto que no grupo que realizava exercícios de intensidade moderada esse aumento foi de 10%.

"Nossa preocupação é que as pessoas possam achar que o que importa mais é o número total de passos diários acumulados, e não atentarem muito para o ritmo ou esforço investido ao se dar esses passos", disse Harber.

A chefe da pesquisa disse que o programa de 10 mil passos ajudou a motivar as pessoas e foi uma forma excelente de se começar a prática de exercícios, "mas para aumentar a eficácia, é necessário acrescentar alguma intensidade" ao exercício.

"Ao longo do dia, enquanto você estiver dando aqueles 10 mil passos, dê de 200 a 400 em um ritmo mais intenso."

"É necessário fazer mais do que exercício leve e incluir atividade moderada regular, e não deixe de adotar ocasionais períodos de exercício vigoroso", recomendou Harber.

O especialista da Universidade de Loughborough disse que é possível que as atuais recomendações sobre o quanto de exercício deve ser feito tenham optado por um nível baixo demais.

"Mas deve-se chegar a um equilíbrio entre fisiologia e psicologia. Quanto mais difícil for o exercício recomendado, menor vai ser o número de pessoas que o acabarão praticando."

Biddle afirmou que não há dúvida de que exercício vigoroso é a forma de se conseguir o condicionamento físico, mas o volume, mais do que a intensidade, pode ser útil para resolver problemas como a obesidade.


Bom o que posso dizer é que aqui em Curitiba não temos esse problema!!! Quer saber por quê? Então leia aqui.

Eu não ando... eu vôo!!!

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Curitiba é 6a cidade do mundo em que pedestres andam mais rápido
Plantão Publicada em 02/05/2007 às 10h54m - Reuters/Brasil Online - Por Kate Kelland

LONDRES (Reuters) - Um estudo sobre cidades ao redor do mundo mostra que os pedestres estão acelerando o passo a uma taxa alarmante, enquanto correm de um lugar ao outro, determinados a ir a vários locais tanto quanto possível a cada dia. Curitiba é a sexta cidade em que os pedestres são mais velozes.

Cientistas dizem que isso é um sintoma da vida moderna, impulsionado pelo e-mail, mensagens de texto e uma necessidade de estar disponível 24 horas por dia.

As maiores velocidades foram encontradas nos tigres asiáticos, cujas economias crescem rapidamente.

Os pedestres de Cingapura foram coroados como os mais velozes, andando 30 por cento mais rápido do que no começo dos anos 1990, e, na China, a velocidade dos passos em Guangzhou cresceu mais de 20 por cento.

Copenhague e Madri são as cidades européias mais rápidas, batendo Paris e Londres. E apesar da reputação de "cidade que nunca dorme", Nova York ficou apenas em oitavo lugar na corrida de pedestres, atrás de Dublin, Curitiba e Berlim.

Richard Wiseman, professor de psicologia na Universidade de Hertfordshire, que ajudou a conduzir a pesquisa, usou um estudo sobre a velocidade de pedestres em 1994 como comparação e descobriu que, em média, os moradores andam 10 por cento mais rápido.

"O ritmo da vida em nossas grandes cidades é agora muito mais rápido do que antes", disse ele. "Este aumento na velocidade afetará mais pessoas do que nunca, porque pela primeira vez na história a maioria da população mundial está vivendo em centros urbanos".

Wiseman está preocupado com a crescente necessidade por velocidade.

"Nós apenas temos esse sentimento de que devemos estar produzindo e ativos o tempo todo", disse ele. "Isto é estimulado pela cultura do e-mail, do texto, do telefone celular".

O estudo foi realizado com a ajuda do Conselho Britânico, que promove os laços culturais britânicos com países ao redor do mundo.

Pesquisadores em cada cidade encontraram uma rua movimentada com uma calçada larga e nivelada, livre de obstáculos e suficientemente vazia para permitir que as pessoas andem em sua máxima velocidade. Eles depois cronometraram quanto tempo levou para 35 pessoas andarem 18,3 metros.

Eles apenas monitoraram adultos sozinhos e ignoraram qualquer um conversando em celulares ou lutando com sacolas de compras.

Os tempos, em segundos, cronometrados em 32 cidades ao redor do mundo estão listados abaixo:

1) Cidade de Cingapura (Cingapura): 10,55
2) Copenhague (Dinamarca): 10,82
3) Madri (Espanha): 10,89
4) Guangzhou (China): 10,94
5) Dublin (Irlanda): 11,03
6) Curitiba (Brasil): 11,13
7) Berlim (Alemanha): 11,16
8) Nova York (Estados Unidos): 12,00
9) Utrecht (Holanda): 12,04
10) Viena (Áustria): 12,06
11) Varsóvia (Polônia): 12,07
12) Londres (Grã-Bretanha): 12,17
13) Zagreb (Croácia): 12,20
14) Praga (República Tcheca): 12,35
15) Wellington (Nova Zelândia): 12,62
16) Paris (França): 12,65
17) Estocolmo (Suécia): 12,75
18) Liubliana (Eslovênia): 12,76
19) Tóquio (Japão): 12,83
20) Ottawa (Canadá): 13,72
21) Harare (Zimbábue): 13,92
22) Sofia (Bulgária): 13,96
23) Taipé (Taiwan): 14,00
24) Cairo (Egito): 14,18
25) Sanaa (Iêmen): 14.29
26) Bucareste (Romênia): 14.36
27) Dubai (Emirados Árabes Unidos): 14.64
28) Damasco (Síria): 14,94
29) Amã (Jordânia): 15,95
30) Berna (Suíça): 17,37
31) Manama (Barein): 17,69
32) Blantyre (Malauí): 31,60

Caramba!!! Ninguém segura esse pessoal!!! Daqui a pouco vão colocar radares para pedestres, como sugeriu o Melo no Verdade Absoluta!

Casamento é fonte de riqueza!!!

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Casamento é fonte de riqueza para 25% de milionárias, diz estudo
12 de junho, 2007 - 13h12 GMT (10h12 Brasília)


Um estudo do instituto britânico de pesquisas Economist Intelligence Unit contesta o estereótipo de que mulheres geralmente enriquecem graças a heranças, casamentos por interesse e lucrativos divórcios.
Depois de entrevistar 600 pessoas ricas e influentes em várias partes do mundo, os estudiosos concluíram que a grande maioria das mulheres ouvidas, 83,9%, acumulou sua fortuna através de trabalho, negócios e investimentos.

Um quarto das mulheres (25,3%) citou o casamento como fonte de riqueza e 22,5% falaram de heranças.
Outra surpresa foi que apenas 2,2% das milionárias entrevistadas identificaram o divórcio como um fator importante na obtenção de seus bens.

O relatório sugere que o crescimento do setor de serviços em todo o mundo - em que as mulheres tiverem papel fundamental - está por trás do número crescente de milionárias.

O Centre for Economics and Business Research já prevê, por exemplo, que até 2020 53% dos milionários na Grã-Bretanha serão mulheres.

Educação e independência

Além das entrevistas com milionários, os pesquisadores também conversaram com especialistas em riqueza e gênero e estudaram casos de empresárias e investidoras de sucesso para tentar traçar uma comparação entre os hábitos e o perfil das mulheres e dos homens bem-sucedidos.

Milionários de ambos os sexos citaram a educação universitária, a determinação e o fato de terem tido independência desde jovens como fatores importantes que teriam influenciado sua riqueza.

Os dois grupos também acreditam que o dinheiro vem do trabalho e não de algum talento nato.

As mulheres, no entanto, citaram "uma família estruturada" como algo que teve um papel importante em seu sucesso.

Os pesquisadores também verificaram que as mulheres se preocupam em ensinar as filhas como lidar com dinheiro.

"Apesar de sabermos que estamos lidando com um mundo paternalista e masculino em relação aos investimentos financeiros, notamos uma tendência entre pais na América Latina e no Oriente Médio, por exemplo, de fazer com que suas filhas aprendam sobre gerenciamento financeiro", diz Gerard Aquilina, diretor do setor de investimentos internacionais privados do Barclays.

Viagens, roupas e vinhos

Na hora de gastar o dinheiro que acumularam, homens e mulheres têm hábitos bem parecidos.

Viajar é a forma de lazer mais importante para ambos os sexos, seguida de perto por jantares em restaurantes e eventos culturais, como shows, teatro e galerias de arte.

As diferenças são previsíveis. Enquanto 31% dos homens ricos gostam de participar de esportes, as mulheres deixam as atividades físicas de lado para ir às compras. 37% delas usam as lojas como uma forma de terapia, contra 12% dos homens.

As mulheres são mais cautelosas e pensam mais na segurança financeira para o futuro na hora de investir o dinheiro. Já os homens preferem arriscar, tanto com os próprios investimentos, quanto no mundo dos negócios.

Para Rebecca Harding, da London Business School, as mulheres têm expectativas mais baixas em relação ao crescimento de seus negócios.

"As mulheres são muito mais preocupadas com o risco, têm medo de que as coisas dêem errado, temem voar perto demais do sol", diz a acadêmica.

De acordo com os números do relatório, a prudência tem dado bons resultados para as mulheres.
Aqui só tenho a dizer: Parabéns as mulheres que não pensam em enriquecer a custa de seus maridos!!!

SMS, o terror dos namorados!!!

terça-feira, 12 de junho de 2007

Uma em cada cinco já 'traiu' por SMS, diz pesquisa
14 de fevereiro, 2007 - 12h09 GMT (10h09 Brasília)



Uma em cada cinco pessoas admitiu já ter flertado fora do seu relacionamento usando mensagens de texto via celular, em uma pesquisa feita em oito paises europeus e asiáticos.
Os malaios foram os campeões das gracinhas via SMS – 40% deles disseram ter enviado torpedos sem seus parceiros saberem, mostrou o levantamento.

A pesquisa, conduzida pela empresa de tecnologia de informação LogicaCMG, ouviu mais de 8,5 mil pessoas nas Filipinas, Malásia, Indonésia, Cingapura, Rússia, Itália, Grã-Bretanha e Alemanha.

Em média, 12% dos relacionamentos nesses países começaram com uma mensagem de texto. Na Itália, um em cada três relacionamentos começou desta forma, afirma a pesquisa.

Enquanto um em cada dez cingapurianos já utilizaram o serviço de mensagens do celular para terminar seu relacionamento, essa proporção é de apenas 3% na Alemanha.

Germânicos também são os que mais confiam em seus parceiros – 7% deles disseram ter checado o celular do parceiro para descobrir mensagens 'suspeitas', contra uma média global de 20%.

A coordenadora de marketing da LogicaCMG, Jayne Chace, disse que, hoje em dia, existe "grande profundidade de emoções no simples ato de mandar e receber alguns caracteres de texto".

"As pessoas reagem profundamente quando o telefone alerta que chegou uma mensagem."

A pesquisa mostrou que uma em cada seis pessoas prefere receber uma mensagem que um cartão ou uma caixa de chocolates no Dia dos Namorados.

A proporção é maior nas Filipinas, onde uma em cada três mulheres disse preferir um torpedo romântico para comemorar a data especial.
Viu como o dia dos namorados pode sair baratinho esse ano!!! Manda uma mensagem (SMS) romântica e tá tudo certo!!!

Polipeptídio Pancreático...

segunda-feira, 11 de junho de 2007

15 de janeiro, 2007 - 13h53 GMT (11h53 Brasília)

Cientistas britânicos estão tentando criar uma goma de mascar que suprima o apetite e seja usada para combater a obesidade.

A equipe do Imperial College, de Londres, está desenvolvendo uma droga baseada em um hormônio natural do aparelho digestivo que imita a resposta do organismo de "barriga cheia".

Um tratamento com injeção pode estar disponível dentro de um prazo de cinco a oito anos, mas o objetivo no longo prazo é produzir uma forma que possa ser absorvida pela boca.

Um em cada cinco adultos na Grã-Bretanha é obeso, mas essa proporção pode aumentar para um em cada três até 2010.

O hormônio em questão é chamado polipeptídio pancreático (PP), que o corpo produz depois de cada refeição para garantir que a alimentação não saia do controle.

Há evidências de que algumas pessoas têm maior quantidade do hormônio do que outras, e o excesso de peso reduz os níveis produzidos.

Isso cria um círculo vicioso, causando um aumento de apetite, uma inabilidade para resistir à tentação da comida e a elevação do peso.

Testes preliminares mostraram que doses moderadas do hormônio podem reduzir a quantidade de alimentos consumida por voluntários saudáveis - de 15% a 20%.

A equipe agora recebeu recursos de mais de US$ 4 milhões do Wellcome Trust para levar avante suas pesquisas.

Além de uma goma de mascar, eles acreditam que a droga pode ser incorporada a um spray nasal.

Problema

Steve Bloom, chefe da pesquisa, disse: "Nós temos um problema e não sabemos como resolvê-lo. Nós chegamos à idéia de goma de mascar porque pessoas obesas gostam de mastigar."

A equipe de Bloom notou primeiro o efeito do hormônio em um grupo de pacientes com um determinado tumor no pâncreas que leva à geração de maior quantidade de PP.

Os organismos são mantidos permanentemente magros por longos períodos, e ainda assim pareciam não sofrer efeitos negativos do hormônio.

Os pesquisadores ainda não puderam estudar pacientes obesos, mas testaram o hormônio em um pequeno grupo de 35 pessoas com o peso um pouco acima da média, porém saudáveis. Participantes da pesquisa receberam injeções de PP ou de uma solução de sal sem saber qual das duas.

Depois eles foram convidados a comer o quanto quisessem em um bufê.

Ao mesmo tempo, eles tiveram que responder a um questionário sobre a intensidade de sua fome.

Os que receberam o hormônio tinham menos fome e comeram de 15% a 25% a menos do que os que receberam o placebo.

Um tratamento verdadeiro terá como objetivo a redução da ingestão de alimentos de 5% a 10% inicialmente, e depois a manutenção do controle do apetite com uma pequena redução de cerca de 1%.

Ted Bianco, do Wellcome Trust, disse: "Mais de 30 mil mortes por ano são causadas por obesidade só na Inglaterra, então há uma clara necessidade de desenvolver um tratamento para resolver o problema."


Nossa eu sabia que a obesidade estava matando, mas não sabia a gravidade em números: 30 mil mortes por ano só na Inglaterra!!! Obesidade é doença... vamos nos cuidar e torcer pela cura!!!

Mórbido...

domingo, 10 de junho de 2007

Obesidade mórbida cresce nos EUA, diz estudo
10 de abril, 2007 - 18h40 GMT (15h40 Brasília)

Os americanos com obesidade mórbida (com 45 quilos ou mais acima do peso normal) representam o grupo de pessoas com excesso de peso que mais aumenta nos Estados Unidos, de acordo com pesquisa do instituto Rand Corporation.

Segundo pesquisa da organização, a proporção de pessoas gravemente obesas aumentou em 50% de 2000 a 2005, duas vezes mais rápido do que o aumento de pessoas com obesidade considerada moderada.

"A proporção de pessoas no alto da escala de peso continua a aumentar num ritmo rápido, apesar da crescente atenção pública para os riscos da obesidade e do crescente uso de estratégias de perda rápida de peso como a cirurgia bariátrica (cirurgia de redução do estômago)", disse Roland Sturm, autor do relatório e economista da Rand.

Para ser classificada como obesa mórbida, uma pessoa tem que ter um índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 40 kg/m².

O IMC é calculado dividindo o peso pela altura ao quadrado. Uma pessoa que pesa 118 kg e tem 1,70 m de altura, por exemplo, tem o IMC de 40,83 kg/m².

Especialistas em saúde das Nações Unidas recomendam que o IMC fique aproximadamente entre 18,5 kg/m² e 25 kg/m².

Sturm descobriu que a proporção de americanos com IMC de 30 kg/m² ou mais aumentou em 24%, a proporção de pessoas com IMC 40 kg/m² ou mais subiu 50% e a proporção de americanos com IMC de 50 kg/m² ou mais cresceu 75%.

Gastos médicos

Os grupos mais obesos vem aumentando em ritmo mais intenso nos últimos 20 anos.

A assistência médica para adultos de meia idade com IMC supeiror a 40 kg/m² pode ser o dobro das pessoas com peso considerado normal.

Em casos de pessoas com obesidade moderada e IMC entre 30 e 35, o aumento é de apenas 25%, segundo o estudo da Rand Corporation.

O número de cirurgias bariátricas aumentou de uma estimativa de 13 mil em 1998 para mais de 100 mil em 2003, de acordo com o levantamento.

Especialistas estimam que até 200 mil cirurgias do tipo foram realizadas em 2006. Mas o aumento da popularidade desse tipo de cirurgia não teve nenhum impacto notável na tendência da obesidade mórbida, segundo Roland Sturm.
Nossa, sou gordinha sim... mas mórbida não!!! Quer saber sua classificação pelo IMC (Índice de Massa Corporal), então clique aqui.

Susceptibilidade Genética!!!

sábado, 9 de junho de 2007

Cientistas identificam ligação entre gene e obesidade
12 de abril, 2007 - 23h52 GMT (20h52 Brasília)

Cientistas da universidade britânica de Oxford dizem ter identificado a mais clara evidência da relação entre genética e obesidade.

Eles descobriram que pessoas que possuem duas cópias de uma versão "gorda" de um gene têm risco 70% maior de serem obesas e pesam, em média, três quilos a mais do que aqueles que não têm nenhuma cópia.

O trabalho da Peninsula Medical School, de Oxdord, estudou dados de 40 mil pessoas.

As descobertas sugerem que, apesar de melhoras no estilo de vida serem fundamentais para redução da obesidade, algumas pessoas podem ter mais dificuldade para perder peso por causa dos seus genes.

Os autores dizem que o trabalho – financiado pelo The Wellcome Trust (uma das maiores entidades mundiais de financiamento de pesquisas) – poderia melhorar a compreensão sobre obesidade e eventualmente ajudar a preveni-la, assim como evitar doenças ligadas a ela.

Diferenças genéticas

A obesidade está associada a um risco maior de incidência de diabetes do tipo dois. O gene FTO, estudado na pesquisa de Oxford, foi descoberto pela primeira vez quando cientistas tentavam entender as diferenças genéticas entre pessoas com diabetes do tipo dois e aquelas sem diabetes.

“Eu sempre tenho uma geladeira cheia de chocolate ou bolos e as pessoas me perguntam como eu consigo comer tudo isso e continuar magra” - Sarah Collyer

Pessoas com diabetes do tipo dois tinham mais chance de ter uma determinada variação do gene FTO, que também tem ligação com peso do corpo.

A variação que faz as pessoas ficarem mais gordas difere da outra versão do FTO devido a uma pequena mutação na seqüência do DNA.

“Eu nunca consegui perder aquela parte final do peso, sempre fui um pouco mais gorda, independentemente do que eu como” - Rebecca Endicott

A equipe de cientistas examinou outros estudos envolvendo 40 mil pessoas e procurou essa mutação do FTO, confirmando que de fato havia uma relação entre o gene e o peso do corpo.

Pessoas com apenas uma cópia da variação "gorda" do FTO tiveram risco 30% maior de serem obesas comparadas àquelas sem nenhuma cópia da variação do gene.

As que tinham duas cópias do gene mudado tinham risco 70% maior, e, além disso, eram três quilos mais gordas do que pessoas sem nenhum gene.

O professor da Peninsula Medical School Andrew Hattersley disse que isso pode explicar porque duas pessoas diferentes podem comer os mesmos alimentos e fazer a mesma quantidade de exercícios, enquanto uma delas pode ter mais dificuldades para perder peso do que a outra.

"A mensagem típica é que se você está acima do peso, isso é devido à preguiça e gula e isso é culpa sua", disse ele. "Este trabalho está sugerindo que há também um componente genético."

Ele disse que apesar de a diferença de três quilos parecer relativamente pequena, é suficiente para ter grande impacto no risco de obesidade.
“A mensagem típica é que se você está acima do peso, isso é devido à preguiça e gula e isso é culpa sua” - Andrew Hattersley, professor da Peninsula Medical School

Melhores tratamentos

"Este estudo é importante porque apresentou evidência do primeiro gene com susceptibilidade de obesidade", disse o professor Sadaf Farooqi, do departamento de Bioquímica Clínica da Universidade de Cambridge.

"Entender a susceptibilidade genética do ganho de peso será uma contribuição importante para a prevenção e o tratamento da obesidade."

A equipe ainda não sabe exatamente o que o FTO faz ou como as diferentes variantes do gene influenciam o peso do corpo.

Mas eles esperam que mais pesquisas sobre o gene possam revelar aspectos básicos da biologia da obesidade.

O diretor do Wellcome Trust, Mark Walport, disse que isso pode ter conseqüências muito positivas para a saúde pública, já que um em cada seis europeus brancos possuem duas cópias da variação do gene.

"Obesidade é um dos problemas mais desafiadores de saúde pública na Grã-Bretanha", disse.

"A descoberta do gene que influencia o desenvolvimento da obesidade na população geral fornece uma nova ferramenta para compreensão de como algumas pessoas parecem ganhar peso mais facilmente do que outras."
Não vejo a hora que eles descubram!!! Não vejo a hora de não pensar mais na mídia dizendo que estou gorda!!! É isso ai!!! Torço para que vocês descubram porque ganhamos peso e, principalmente, como perdê-los com saúde!!!

Testosterona = Vida longa para homens

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Testosterona é chave para longevidade masculina, diz estudo
06 de junho, 2007 - 11h14 GMT (08h14 Brasília)


Um estudo realizado pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, revelou que baixos níveis de testosterona podem aumentar as chances de morte entre homens acima de 50 anos.

A pesquisa, que analisou 800 participantes entre 50 e 91 anos, estima que os que têm baixas doses do hormônio masculino têm até 33% mais chances de morrer num período de 18 anos, do que os que apresentaram os níveis normais.

Durante encontro na The Endocrine Society, onde o estudo foi apresentado, os pesquisadores disseram que 29% dos analisados registraram baixas doses de testosterona, responsável pelo desenvolvimento das características masculinas, entre elas a libido.

Os estudiosos explicaram que a quantidade do hormônio diminui normalmente com a idade, mas que um estilo de vida saudável pode ajudar a manter a testosterona em alta e aumentar a longevidade.

Fatores de risco

Segundo a pesquisa, homens que apresentaram fatores de risco, como doenças cardiovasculares e diabetes, têm tres vezes mais chances de manifestar a deficiência do hormônio.

Esses fatores de risco foram classificados pelos pesquisadores de “síndrome do metabolismo” e ainda incluem obesidade, altos níveis de colesterol, pressão alta e hiperglicemia.

Para a líder da pesquisa, Gail Laughlin, o estudo sugere que “a associação entre os níveis de testosterona e índices de morte não se deve apenas uma determinada doença”.

Ela acrescenta, no entanto, que “a quantidade do hormônio pode ser determinada pelo estilo de vida e alterada se houver diminuição da obesidade”.

Para o professor Richard Sharpe, da MCR Human Reproductive Sciences Unit, de Edimburgo, “ser obeso diminui o nível de testosterona o que, por sua vez, provoca a obesidade. É um ciclo vicioso”, explica.

O pesquisadores desaconselharam o uso de suplementos por causa dos efeitos colaterais.

“Em vez de suplementos, deve-se mudar o estilo de vida, manter o corpo em forma e aproveitar o máximo da testosterona”, aconselha Sharpe.

“Os homens admitem que estão ficando velhos quando ganham uma barriguinha, mas é mantendo o corpo em forma que se equilibra os bom níveis de testosterona”, diz o professor
.
Cuidar da saúde não deve ser uma exclusividade masculina!!! Todos devemos tomar essa atitude!!! Com certeza a longevidade será coletiva!!!

Agitação... uma maneira de ser magro!!!

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Agitados têm mais chance de serem magros, diz estudo
06 de junho, 2007 - 18h49 GMT (15h49 Brasília) - Neil Bowdler

Cientistas trabalhando na Alemanha e nos Estados Unidos afirmaram que encontraram uma molécula de "agitação" e que se uma pessoa tem esta molécula em seus genes terá menos probabilidade de ser gordo.

Ratos com a molécula descoberta têm mais probabilidade de serem atléticos, enquanto os ratos sem o composto são mais preguiçosos e, por isso, engordam mais facilmente.

Cientistas do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e da Universidade de Cincinnati publicaram a descoberta na revista especializada Cell Metabolism.

É a segunda vez nos últimos meses que cientistas alegam ter localizado o material genético ligado ao peso corporal.

Anteriormente, cientistas na Grã-Bretanha afirmam que encontraram um gene separado, chamado de gene de gordura, ligado diretamente à obesidade.

Ambiente

Segundo a nova pesquisa uma pessoa que fica constantemente agitada - por exemplo, brincando com canetas e pedaços de papel, balançando as pernas constantemente enquanto está sentada - tem grandes chances de ter herdado geneticamente estes hábitos.

E, ainda segundo a pesquisa, estas pessoas têm menores probabilidades de serem gordas.

Os cientistas encontraram uma fatia do genoma que, segundo eles, é a responsável pela propensão à agitação.

Os pesquisadores afirmam que humanos têm este mesmo dispositivo genético observado em ratos, que leva à predisposição à irritação ou agitação em alguns.

Um dos chefes da pesquisa, o professor Mathias Treier do Laboratório Europeu de Biologia Molecular em Heidelberg (Alemanha), afirmou que aqueles que são agitados estão fazendo exercícios, mesmo sem perceberem.

"Gastamos energia fazendo isto - e, claro, é um dos fatores mais importantes no equilíbrio de energia", disse.

"Claramente as pessoas que têm o fenótipo da agitação estão mais protegidas da obesidade causada por hábitos alimentares, por exemplo, do que as pessoas que são calmas", acrescentou.

A forma com que este mecanismo genético funciona é complicada e ainda não foi totalmente entendida - apesar de os pesquisadores acreditarem que esta molécula "agitada" também está envolvida com o apetite e com a vontade natural dos seres de caçar a próxima refeição.

Os cientistas britânicos que descobriram o "gene da gordura" afirmaram que sua descoberta provavelmente forma apenas uma parte de um perfil genético total para obesidade.

O professor Treier também acredita que o perfil genético total ainda precisa ser descoberto.

Para o professor não se pode rejeitar os fatores ambientais que causam o aumento do peso e não se pode descartar a utilidade de exercícios e dieta balanceada.
Que bom que existem pesquisadores buscando entender a obesidade e que admitem que ela não tem uma razão definida. Realmente, fico mais tranqüila e aceito melhor meu peso!

7 é um número cabalístico até para doenças!!!

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Estudo identifica genes de sete doenças hereditárias
06 de junho, 2007 - 20h50 GMT (17h50 Brasília)

O maior estudo já realizado sobre doenças hereditárias identificou 15 novos genes que podem ser considerados fatores de risco para pelo menos sete doenças, incluindo diabetes e distúrbio bipolar.

O estudo, publicado na revista Nature, analisou o DNA retirado de amostras sanguíneas de 14 mil pessoas (duas mil para cada tipo de doença), que foram comparadas com as amostras de 3 mil pessoas saudáveis.

Como resultado, os cientistas envolvidos no estudo encontraram variações genéticas associadas a distúrbio bipolar, doença de Crohn, doença coronária, hipertensão, artrite reumática e diabetes dos tipos 1 e 2.

Em poucos meses, os pesquisadores descobriram 15 genes com os quais nunca haviam sido associadas doenças.

As descobertas, comemoradas pelos cientistas como revolucionárias, se devem em boa parte ao fato de eles terem utilizado um método muito mais rápido e preciso de vasculhar o genoma do que o que se usava antes.

Pallab Ghosh, especialista em ciência da BBC, afirma que antes o trabalho era como pescar em meio aos cerca de 25 mil genes que compõem o genoma, o que fazia com que o processo fosse lento e pouco confiável.

Desta vez, diz Ghosh, a busca foi feita de forma muito mais sistemática, o que permitiu realizar a busca em todo o patrimônio genético do grupo estudado.

Tratamentos personalizados

O cientista que liderou o estudo, Peter Donnelly, afirma que ele e os seus 200 colegas no estudo aprenderam mais nos últimos 12 meses do que em 15 anos.

"Ao identificar os genes associados a essas condições, o nosso estudo deve permitir que cientistas entendam melhor como a doença funciona, quais pessoas correm maior risco e como produzir tratamentos mais personalizados e mais efetivos", disse Donnelly.

Os cientistas acreditam que, no futuro, seja possível submeter as pessoas a testes em busca de combinações de genes específicas que revelem o risco que elas correm e assim orientá-las a mudar o seu estilo de vida ou realizar exames de rotina.

O estudo reuniu 50 equipes de cientistas no consórcio Wellcome Trust Case Control Consortium (WTCCC) e custou cerca de 9 milhões de libras (cerca de R$ 36 milhões).

Muitos dos genes identificados no estudo do WTCCC estavam em partes do genoma que antes se pensava não estarem associadas com doenças.

"Se você pensar no genoma como uma longa estrada escura na qual você está tentando se encontrar, antes nós conseguíamos acender as luzes em apenas um pequeno número de lugares, mas agora nós podemos iluminar um grande número de lugares - nesse caso, meio milhão de luzes."

Uma das descobertas mais surpreendentes está ligada a um gene, até então desconhecido, associado à diabete do tipo 1 e à doença de Crohn, uma inflamação do intestino, o que sugere que eles têm caminhos biológicos parecidos.

O projeto do WTCCC já contribuiu para estudos recentes sobre o gene da obesidade, além de três novos genes ligados à diabete do tipo 2 e a uma região genética no cromossomo 9 associada a doenças coronárias.

Marcaram bem: distúrbio bipolar, doença de Crohn, doença coronária, hipertensão, artrite reumática e diabetes dos tipos 1 e 2. Isso é um super avanço!!! Não vejo a hora em que a partir do nascimento já se tenha uma prévia de como deve ser a alimentação e exames preventivos que se devem fazer. Adorei!


Não quero perder nenhuma cor...

Médicos testam nova técnica contra cegueira
05 de junho, 2007 - 20h07 GMT (17h07 Brasília)

Cientistas britânicos estão tentando restituir a visão de pessoas que sofrem de degeneração macular usando células-tronco.

A equipe já corrigiu a visão de um grupo de pacientes com Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) usando células retiradas dos olhos dos próprios pacientes.

Agora, com a ajuda de uma doação de cerca de US$ 8 milhões, os especialistas do Moorfields Eye Hospital em Londres planejam repetir o feito, porém usando células-tronco embrionárias cultivadas em laboratório.

Espera-se que os primeiros pacientes possam ser tratados dentro de cinco anos.

Complicações

A DMRI afeta cerca de 25% das pessoas com mais de 60 anos e pode levar à cegueira. A condição ocorre em tipos diferentes.

Entre eles, a forma seca, mais branda e de evolução mais lenta, e a forma exsudativa ou úmida, mais agressiva.

Embora tenha havido progresso no tratamento da forma úmida de DMRI, não existe nenhum tratamento para a DMRI do tipo seco.

Mais comum, ela afeta nove em cada dez pacientes com degeneração macular.

Nela, a camada de células do epitélio pigmentar da retina (EPR) vai ficando fina e se degenera.

Esta camada de células é crucial para o funcionamento dos cones e bastonetes, que processam a luz. Quando ela se degenera, os cones e bastonetes também se degeneram e morrem.

O coordenador da pesquisa no Moorfields Eye Hospital, o médico Lyndon Da Cruz, participou de um projeto anterior, em que células extraídas de regiões saudáveis da retina dos pacientes foram implantadas nos locais afetados pela degeneração macular.

As experiências foram bem-sucedidas, mas trouxeram algumas complicações. As operações demoram mais de duas horas e é preciso duas cirurgias.

Para que o procedimento seja mais fácil, mais rápido e mais amplamente disponível, especialistas da University of Sheffield, no norte da Inglaterra, cultivaram células EPR a partir de células-tronco embrionárias.

Os cientistas esperam poder injetar essas células nos olhos dos pacientes durante uma operação de 45 minutos de duração.

Experimentos anteriores – em que células EPR cultivadas em laboratório foram implantadas nos olhos de ratos com degeneração macular – conseguiram restituir a visão dos animais.

Os cientistas explicaram que, embora tenham tido sucesso no cultivo de células EPR em laboratório, é preciso ter certeza de que elas podem ser usadas de forma segura em humanos.

Eles acreditam, no entanto, que por serem muito mais adaptáveis, as células-tronco devam aumentar as chances de sucesso.
O objetivo dos especialistas é criar uma terapia de uso mundial.
Espero que eles encontrem... imagina tanta tecnologia chegando, tanta modernidade e a gente sem poder ver nada... não ia ser legal!!!

Leite quente não dói só nos dente da frente...

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Leite aumentaria risco de câncer no ovário, diz estudo
29 de novembro, 2004 - 18h02 GMT (16h02 Brasília)

O consumo exagerado de leite pode aumentar os riscos de as mulheres desenvolverem câncer de ovário, revelou um estudo sueco publicado na revista científica American Journal of Clinical Nutrition.

A pesquisa, realizada pelo prestigiado Instituto Karolinska,
acompanhou mais de 60 mil mulheres.

Os pesquisadores concluíram que mulheres que bebem dois ou mais copos de leite por dia aumentam os riscos em até 50% de desenvolverem formas mais agressivas da doença.

Leite e produtos derivados do leite já haviam sido associados a outros tipos de tumores malignos, como os de seio e próstata.

13 anos

As mulheres foram acompanhadas durante cerca de 13 anos e tinham entre 38 e 76 anos de idade.

Durante esse período, 266 mulheres foram diagnosticadas com câncer de ovário - 125 delas com uma forma mais agressiva da doença.

Os pesquisadores constataram que as que ingeriam mais de quatro porções de produtos derivados de leite por dia corriam o dobro do risco de mulheres que consumiam menos de duas porções.

Os suecos descobriram que o leite seria o alimento mais associado ao câncer de ovário.

As mulheres que bebiam dois ou mais copos desenvolveram mais a doença do que as mulheres que não consumiam leite, ou consumiam apenas em pequenas quantidades.

A razão da associação do leite com a doença ainda é desconhecida. Mas uma teoria aponta a lactose, um tipo de açúcar encontrado no leite, como um possível estimulante de hormônios que, por sua vez, estimulam o crescimento de tumores.

Kate Law, da organização Cancer Research UK, responsável por pesquisas da doença na Grã-Bretanha, disse que ainda não está claro como os nutrientes, bem como a distribuição da gordura corporal, afetam o aparecimento de um câncer.

"Outras pesquisas já haviam apontado a lactose como um fator de risco para o câncer de ovário. Mas tudo ainda está meio obscuro. Outras pesquisas mostraram que o consumo de leite desnatado, por exemplo, representaria um menor risco", disse Law.

A especialista disse esperar os resultados de um outro estudo em andamento, com mais de 500 mil pessoas, que avaliará com maior clareza o impacto da dieta no surgimento de tumores malignos.

Por enquanto, Law recomenda, por via das dúvidas, uma dieta balanceada.


Socorro!!! Vou fazer parte dessa estatística daqui alguns anos... ai ai ai... eu bebo, aproximadamente, um litro de leite por dia... antes de dormir é sagrado... Sorte da mulher que não tem esse vício!!! Vou tentar diminuir meu consumo... a palavra câncer, realmente, me assusta!