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terça-feira, 1 de maio de 2007

Cabeleireiros são os profissionais mais felizes, diz pesquisa
11 de abril, 2007 - 16h58 GMT (13h58 Brasília)

Os cabeleireiros ficaram em primeiro lugar no índice geral de satisfação no trabalho, de acordo com pesquisa realizada pela consultoria vocacional inglesa City & Guilds.

Cerca de 57% dos representantes da categoria consultados admitiram estar felizes quando retornam ao trabalho.

Pelo mesmo critério, gerentes de recursos humanos, em contrapartida, ficaram em último na lista (2%), seguidos pelos advogados (4%) e por secretárias (4%).

A pesquisa mostra uma relação clara entre satisfação profissional, remuneração, ambiente de trabalho e nível de treinamento.

Por volta de 32% dos mil profissionais das diversas áreas pesquisadas revelaram estar infelizes no trabalho.

Outros 19% dos entrevistados gostariam de fazer algo mais gratificante, enquanto 15% prefeririam um horário de trabalho mais flexível.

Ambiente

A influência do ambiente de trabalho na felicidade profissional foi considerada o fator mais importante por quase um terço das pessoas com salários entre R$ 40 mil e R$ 60 mil por ano (10 mil libras a 15 mil libras).

Entre profissionais que anualmente ganham entre R$ 160 mil e R$ 180 mil (40 mil a 45 mil/ano), apenas 5% deram a nota máxima ao quesito ambiente de trabalho.

Mas, para 26% dos empregados, o incentivo financeiro é o principal fator de felicidade no trabalho.

Entre os empregadores, só 17% têm a mesma percepção, segundo a pesquisa.

Isso indica, de acordo com os especialistas, que salários mais altos nem sempre deixam funcionários e ambiente de trabalho mais felizes.

Treinamento

Para quase um em cada dez dos pesquisados, treinamento e desenvolvimento fariam o trabalho mais satisfatório.

"Está na hora de empregadores acordarem para essa situação, pois todos nós sabemos que uma força de trabalho feliz é muito mais produtiva", disse Chris Humphries, diretor-geral da City & Guilds, realizadora da pesquisa.

"Além do mais, investimento em treinamento faz com que funcionários se sintam prestigiados e conseqüentemente sejam mais leais."

A pesquisa revelou também que os chefes imaginam índices menores de satisfação dos empregados do que a realidade.


Desde que começei a trabalhar, há 13 anos atrás mais ou menos, sempre li que elogios e prestígio deixavam o funcionário/colaborador mais feliz que o salário em si. Trabalhei com RH e vi que isso, realmente, é válido.


O funcionário/colaborador aguarda por reconhecimento, espera, sim, receber aumento de salário, mas sem ter que pedir por ele! Fica aqui uma dica: Realizar uma pesquisa de clima organizacional ajudaria muito verificar o que os líderes devem ou não mudar em suas empresas.
Para isso não deixe de consultar um estatístico!

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