Estrogênio da beleza...

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Mulher com mais estrogênio é mais bonita, diz pesquisa
02 de novembro, 2005 - 12h14 GMT (10h14 Brasília)


As mulheres com alto nível do hormônio estrogênio são mais bonitas, segundo pesquisa de uma equipe de cientistas da Universidade de St Andrews, da Grã-Bretanha.

A descoberta faz sentido dentro do processo evolutivo, pois mostra que os homens são atraídos pelas mulheres mais férteis, disse a equipe à revista especializada Royal Society.

A equipe de psicólogos do Laboratório de Percepção da universidade fotografou os rostos de 59 mulheres com idade entre 18 e 25 anos e analisou seus níveis de hormônio.

Depois, pediram que 30 voluntários – 15 homens e 15 mulheres – classificassem os rostos segundo a atração.

Tanto os homens quanto as mulheres classificaram os rostos das mulheres com níveis mais elevados de hormônio como os mais atraentes.

No entanto, quando as mulheres nas fotos estavam maquiadas, não foi encontrada relação entre atração e o nível de estrogênio.

Aparência

Os níveis de estrogênio durante a puberdade têm impacto sobre a aparência, afetando o crescimento dos ossos e a textura da pele, segundo os cientistas.

Os rostos com mais estrogênio tendem a ter traços femininos clássicos, como olhos e lábios grandes e narizes e maxilares menores.

Os pesquisadores acreditam que além de melhorar a aparência do rosto, a maquiagem pode também disfarçar as pistas normalmente percebidas no rosto.

"As mulheres estão efetivamente fazendo propaganda de sua fertilidade com seus rostos", disse a chefe da equipe, Miriam Law Smith.

"A maquiagem pode melhorar a aparência de forma geral, mas obviamente vai ajudar mais as pessoas que são menos atraentes."

Por exemplo, a maquiagem dos olhos pode ser usada para fazer com que os olhos pareçam ser maiores e a base pode fazer a pele parecer mais clara.

'Estratégia enganosa'

"Nossas constatações podem explicar por que os homens, de forma universal, parecem preferir mulheres com rostos femininos", disse ela.

"Em termos de evolução, faz sentido que os homens prefiram as mulheres férteis. Aqueles que o fizeram terão tido mais filhos."

Segundo o professor da Escola de Ciências Biológicas da Universidade de Liverpool Tony Little, a descoberta faz sentido.

"Há benefícios claros em escolher determinados tipos de rosto feminino. O estrogênio está relacionado com a fertilidade", disse ele.

"A descoberta sobre maquiagem também é interessante. A implicação é que as mulheres estão usando uma estratégia enganosa. Elas podem enganar o sistema visual masculino com a maquiagem."
Bom eu não uso maquiagem e tô sem sorte no estrogênio... deve ser por isso que faço parte da estatística das mulheres solteiras!!!

Nem que custe os olhos da cara....

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Estudo: Encarecer álcool pode não reduzir consumo
04 de janeiro, 2006 - 11h10 GMT (09h10 Brasília)

Aumentos nos preços não diminuem necessariamente o consumo de bebidas alcoólicas, de acordo com um estudo do Centro de Pesquisa de Prevenção dos Estados Unidos.

"Os nossos resultados mostraram que preços mais caros de álcool podem ou não causar redução nas vendas de álcool e nos problemas decorrentes”, afirmou Paul Gruenewald, que liderou a equipe de estudiosos.

O estudo, publicado pela revista especializada Alcoholism, aplicou modelos matemáticos sobre a relação entre preços, tipos e vendas de bebidas alcoólicas na Suécia entre 1984 e 1994.

A conclusão dos pesquisadores liderados por Gruenewald foi que os consumidores tendem a reagir a variações de preço comprando marcas de bebidas mais baratas.

Políticas

Isso significa, de acordo com os pesquisadores, que para um aumento de preços de bebida se refletir na diminuição total do consumo de álcool, os tipos mais baratos de bebida também têm que ser atingidos.

"O mesmo imposto pode ter diferentes impactos em diferentes mercados e com distribuições diferentes de preços", afirmou Gruenewald.

A equipe do cientista analisou os dados fornecidos pelo Systembolaget, a agência que detém o monopólio da venda de álcool na Suécia desde 1995.

Eles descobriram que, quando os preços foram aumentados 10% em todos os tipos de bebida, houve uma queda de 1,7% nas vendas.

Quando os aumentos foram de 10% ao todo, mas se concentraram principalmente nas bebidas mais caras, houve um aumento nas vendas de 2,8%.

No entanto, quando os preços das bebidas mais baratas foram aumentados, as vendas caíram 4,2%.
Assim como as pessoas não deixam de abastecer seus carros quando sobem o combustível, assim como não deixam de comprar cigarros, quem bebe e gosta disso, não vai deixar de fazê-lo pelo preço!!! Creio que o que vale mesmo é a moderação e consciência, tanto de quem compra como de quem vende. E como já disse em outros posts... se for dirigir não beba... se for beber me chama!!!

Gordo e esquecido... Não vai dar!!!

terça-feira, 29 de maio de 2007

Hormônio da fome pode aumentar memória
19 de julho, 2005 - 15h35 GMT (12h35 Brasília)



O hormônio que controla a fome, a leptina, pode contribuir para aumentar a memória, de acordo com um estudo realizado na Grã-Bretanha e apresentado nesta terça-feira na conferência anual de Bio Science, em Glasgow, na Escócia.

O estudo foi conduzido por uma equipe de especialistas nos processos cerebrais que controlam o aprendizado e a memória da Universidade de Dundee, na Escócia.

A leptina regula a quantidade de comida ingerida, o peso e a necessidade de comer.

"O hormônio leptina parece ter muita influência no aprendizado e na memória, atuando em uma região do cérebro chamada hipocampo", diz Jenni Harvey, uma das pesquisadoras.

Efeito

"A leptina aumenta o nível de comunicação entre as células no hipocampo em um processo chamado ‘Potencialização em Longo Prazo’ (LPT, na sigla em inglês)", diz ela.

"Nosso estudo mostra que a leptina pode estimular este processo, aumentando a atividade de certas proteínas", diz ela.

Estudos anteriores já mostraram que pessoas sofrendo de obesidade apresentam defeitos em seus níveis de leptina e nos processo de LPT.

As novas descobertas poderiam ajudar a explicar como a obesidade afeta a memória e a aprendizagem.

"Problemas, seja na leptina ou nos genes que controlam a leptina, resultam em obesidade e prejudicam o LPT", diz ela.

A equipe escocesa examina agora o mecanismo que controla os efeitos da leptina no LPT.
É pessoal o negócio é cuidar da saúde!!! Nossa verdadeira casa é nosso corpo!!! Mas não precisa exagerar... não é para se transformar em um "pau de virar tripa"... Se manter magro é legal... mas o que importa mesmo é se sentir bem!!!
Aproveito para mandar um parabéns a todos os Estatísticos!!! Felicidades nessa data e sempre!!!!

Baixinho sim! Agressivo não!

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Baixinhos não são os mais agressivos, diz estudo
27 de março de 2007 - 12h14 GMT (09h14 Brasília)

Um estudo científico da Universidade de Central Lancashire, encomendado pela BBC, afirma que – ao contrário da crença popular – homens altos são mais agressivos do que os baixinhos.

Os pesquisadores pediram a 20 homens de diferentes alturas que participassem de brigas com bastões de madeira, mas em cada par, um dos participantes, previamente instruído, provocava o outro com pancadas nos dedos.

Os aparelhos que monitoravam os batimentos cardíacos dos homens acusaram que os homens mais altos perderam o controle antes do que os mais baixos.

O estudo foi encomendado para testar a teoria do "complexo de Napoleão", também conhecido como "síndrome dos baixinhos", que afirma que os baixinhos tendem a ser mais agressivos para tentar dominar os mais altos.

A experiência foi apelidada de "Jogo dos Palitinhos" e envolveu dez homens com menos de 1,67m e dez com altura por volta de 1,80m.

Apenas o "brigão" que provocava o outro com pancadas nas mãos sabia o verdadeiro objetivo do teste. Os outros acreditavam que os seus atributos físicos, reflexos e coordenação motora é que estavam sendo testados.

O coordenador dos estudos, Mike Eslea, disse que os resultados indicam que a chamada "síndrome do baixinho" não passa de um mito.

Para ele, quando as pessoas vêem um baixinho sendo agressivo, é mais provável que prestem atenção porque a altura dele lhes tenha chamado atenção.
Viu só... na verdade eles são é mais controlados... o Romário foi considerado agressivo por anos... sendo que seu problema sempre foi apenas ego... esse sim é maior do que ele!!!

A inspiração do BBB!!!

domingo, 27 de maio de 2007

Pessoas 'são mais honestas quando observadas'
28 de junho, 2006 - 13h05 GMT (10h05 Brasília)


Um estudo realizado pela Universidade de Newcastle, na Inglaterra, concluiu que a impressão de estarem sendo observadas faz com que as pessoas sejam mais honestas e se comportem melhor.

Durante dez semanas, a equipe de pesquisadores alternou um pôster de flores, colocado atrás do caixa da cantina da universidade, com um que tinha a imagem de um par de olhos.

Logo abaixo das fotos, estava uma lista com os preços das bebidas à venda.

Nas semanas em que a foto dos olhos estava exposta, havia quase três vezes mais dinheiro dentro da caixinha para compras rápidas - em que as pessoas devem colocar o valor correto da bebida que estão levando - do que quando o pôster com flores foi usado.

A explicação é que imagens de olhos e rostos podem afetar a percepção das pessoas, dando a impressão de que elas estão sendo vigiadas por alguém.

Honestidade

Os pesquisadores acreditam que a descoberta pode ser aplicada em iniciativas para controlar o comportamento violento e a desordem nas cidades.

“Apesar de termos usado um pôster simples, com uma fotocópia preta e branca, nós sabíamos que os cérebros das pessoas processam imagens de rostos e olhos de forma diferente. Isso provavelmente acontece porque achamos importante saber se estamos sendo observados”, afirma a principal autora do estudo, Melissa Bateson.

Para ela, “isso levanta a possibilidade de que as pessoas passem a se comportar de forma mais cooperativa e obediente se houver uma foto de olhos por perto. Isso funcionaria especialmente bem em situações em que as pessoas têm que decidir se vão se comportar bem ou mal.”

Gostei dessa pesquisa!!! Vou colocar um par de olhos perto do meu caneteiro... vamos ver se as canetas param de sumir!!!

Como civilizar um homem...

sábado, 26 de maio de 2007

Paternidade deixa homem mais 'civilizado', diz estudo
09 de novembro, 2005 - 11h21 GMT (09h21 Brasília)


Pesquisadores americanos compararam os níveis do hormônio sexual masculino entre homens - estudantes chineses - solteiros e casados, com e sem filhos no estudo publicado pela revista Proceedings of the Royal Society.

Os que tinham filhos apresentaram os níveis mais baixos de testosterona entre os pesquisados.

Os pesquisadores, da Universidade de Medicina e Ciência Charles Drew em Los Angeles, da Universidade de Harvard e da Universidade de Nevada,
pediram que 126 homens entre 21 e 38 anos respondessem um questionário.

Os homens também forneceram duas amostras de saliva, uma de manhã e outra à tarde.

Os 66 homens solteiros tinham níveis de testosterona levemente mais altos do que os 30 homens casados e sem filhos.

Mas os 30 homens casados e com filhos tinham níveis de testosterona significativamente mais baixos do que os demais, casados ou não.

'Como animais'

Os pesquisadores, liderados pelo médico Peter Gray, da Universidade Charles Drew, disse que os níveis mais elevados de testosterona estavam associados com acasalamento, "competição entre machos, procura de parceiros", enquanto que os níveis mais baixos do hormônio estão ligados a relacionamentos e, particularmente, paternidade.

"Níveis baixos de testosterona em pais podem refletir sua retirada da arena competitiva e seu envolvimento nos cuidados referentes à paternidade", disse Gray.

Nick Neave, psicólogo da Universidade de Northumbria, na Grã-Bretanha, afirma que a descoberta se encaixa em um padrão já reconhecido, visto em humanos e animais, relacionado à criação dos mais jovens.

"Obviamente há elementos sociais na paternidade. Mas somos espécies biológicas e não estamos tão distantes dos animais, apesar de gostarmos de pensar que estamos", disse.

"A natureza não quer que os níveis de testosterona sejam altos quando há um bebê. É uma época frustrante para homens, muito exaustiva. É a maneira da natureza tornar os homens mais civilizados, pelo menos por um tempo", acrescentou.
Uma dica para as mulheres que estão lendo este post, filho é uma responsabilidade que deve ser planejada. Dessa forma nada de tentar o velho "golpe da barriga", pois o civilizado vai dar um "chutão" na relação e você é que arcar com as consequências. Quanto as casadas... a dica é a mesma... se não aguenta criar... não tenha!!! Criança deve nascer para ser amada e feliz!!!

Você não é gorda!!!!

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Uma em cada três 'tem vergonha de ficar nua na frente do parceiro'
28 de março, 2007 - 10h32 GMT (07h32 Brasília)


Um terço das mulheres acha que está gorda demais para ficar pelada na frente de seu parceiro, de acordo com um estudo realizado na Grã-Bretanha. A pesquisa, encomendada por uma empresa de artigos de banho, ouviu 3,5 mil mulheres e homens.

Uma em dez mulheres entrevistadas disse que apaga a luz antes de se despir na frente do parceiro e tranca a porta do banheiro para evitar ser surpreendida sem roupa.

O banheiro parece ser uma área delicada para as mulheres, com um quarto dizendo que nunca entra lá acompanhada do marido ou namorado.

Vergonha

As entrevistadas disseram que têm vergonha de mostrar o corpo também à outras mulheres. Na academia de ginástica, 79% disseram que têm problemas em se trocar e tomar banho nos vestiários públicos.

A tendência não é observada, no entanto, entre os homens. Mais de dois terços deles disseram que andam regularmente pelados pela casa.

Os homens, segundo a pesquisa, passam duas vezes mais tempo sem roupa do que as parceiras.

O estudo mostra ainda que as mulheres gostariam de agir como os homens (46%), mas um terço jamais ficaria andando sem roupa na companhia do parceiro.

Apesar disso, 90% dos entrevistados acham importante que casais se sintam confortáveis em ficar pelados juntos.

“É chocante o quanto as pessoas são preocupadas em ficarem peladas em frente aos parceiros, principalmente no banheiro”, disse Jill Parkinson, da Shuc, a empresa que encomendou a pesquisa.

“Essa pesquisa revelou o quanto as pessoas pensam seriamente sobre sua imagem corporal”, disse Parkinson.
Isso, realmente, é um caso sério... é muita mídia dizendo que mulher deve ser magra, bonita, e blá, blá, blá... isso nos afeta profundamente!!! Faço parte da estatística das que acham que estão sempre gordas!!!

Diga não a pressão!!!

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Estresse no trabalho eleva pressão, diz estudo
30 de junho, 2006 - 16h10 GMT (13h10 Brasília)


Estresse crônico no trabalho pode causar pressão alta, afirmam cientistas canadenses. Por sete anos, pesquisadores da Universidade Laval, em Quebec, acompanharam 6.719 trabalhadores de escritório, e concluíram que um dos efeito da forte cobrança e dos prazos curtos no trabalho é o aumento da pressão.

Os estudos tentam agora descobrir de que maneira os empregadores podem aliviar o problema, segundo o American Journal of Public Health, que publicou o estudo.

Pressão

É plenamente conhecido que preocupações no trabalho podem gerar problemas de saúde, incluindo ataques cardíacos e depressão.

No entanto, é difícil interpretar o efeito do estresse sobre a pressão sanguínea, já que a hipertensão (pressão alta) também pode ser causada por outros fatores, como dieta inadequada, excesso de álcool, excesso de peso ou obesidade, ingestão de sal além do recomendado e sedentarismo.

A coordenadora da pesquisa, Dra Chantal Guimont, acredita que o estresse no trabalho é fator importante na ativação do sistema nervoso e vascular.

“Nosso estudo defende a hipótese de que as preocupações no trabalho, particularmente entre trabalhadores com pouca assistência social no trabalho, podem contribuir para elevar a pressão sanguínea”, afirmou.

Suporte

Para a pesquisadora, o problema poderia ser aliviado se empregadores melhorassem a atenção aos trabalhadores, e lhes dessem mais controle sobre prazos e tarefas.

“O estresse é resultado da sensação que as pessoas têm quando não conseguem lidar com pressões em excesso”, explicou o chefe do programa de combate ao estresse da agência de Saúde e Segurança no Trabalho do Reino Unido, Chris Rowe.

Segundo ele, empregados e empregadores precisam gerenciar melhor os prazos e objetivos, pois
"a maioria das pessoas trabalha sobre muita pressão".

De acordo com a agência, os problemas de saúde decorrentes do estresse causam uma perda média de 30,9 dias de trabalho entre os britânicos.
Trabalhar deveria ser a arte de se fazer o que se gosta... deveria ser um prazer!!! Mas muitas vezes torna-se um tormento, uma dor... Trabalhar é necessário, mas sempre avalie seu grau de satisfação em relação a atividade que exerce, não hesite em mudar, em arriscar, em ser feliz!!!

Beber e Fumar é só começar...

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Fumo pode reduzir efeitos de bebida alcoólica, diz estudo
25 de julho, 2006 - 03h09 GMT (00h09 Brasília)


Fumar um cigarro enquanto se consome uma bebida alcoólica pode reduzir os efeitos de embriaguez, sugerem cientistas do Estado americano do Texas. A pesquisa, contudo, foi feita apenas em ratos de laboratório, que receberam diversas doses de nicotina e bebida alcoólica.

Os pesquisadores acreditam que os níveis mais baixos de álcool encontrados em ratos "fumantes" são explicados pela forma como ele é absorvido no sangue.

Mas, se o mesmo se aplicar aos seres humanos, os pesquisadores advertem que os fumantes provavelmente tenderão a beber mais para compensar a diminuição dos efeitos do consumo de álcool.

Em artigo publicado em Alcoholism: Clinical and Experimental Research, os cientistas expõem a sua teoria para explicar porque o nível de álcool no sangue dos ratos diminuiu na medida em que o de nicotina aumentou.

Eles acreditam que a nicotina atrasa a passagem do álcool pelos intestinos - um importante local para a sua absorção.

Enquanto são retidas no estômago, as moléculas de álcool são metabolizadas, deixando menos delas para passarem do estômago para o intestino, e, assim, para o sangue.
Aqui só tenho a dizer: coitadinho dos ratinhos!!!!

Amar sempre!!!

terça-feira, 22 de maio de 2007

Budistas são mais felizes, indicam estudos americanos
22 de maio, 2003 - Publicado às 16h44 GMT


Um estudo da Universidade do Wisconsin, nos Estados Unidos, encontrou indícios de que os budistas são mais felizes e mais calmos do que pessoas que não seguem a religião.

Os testes, que utilizaram novas técnicas de mapeamento, revelaram que as regiões do cérebro associadas ao bom humor e aos sentimentos positivos são mais ativas nos adeptos do budismo.

Os resultados que foram divulgados coincidiram com a publicação de outra pesquisa – do Centro Médico de São Francisco, na Universidade da Califórnia – que encontrou provas de que a meditação pode acalmar as pessoas, controlando a região do cérebro da amígdala que é responsável pela memória do medo.

"A hipótese mais racional é de que há algo na prática consciente do budismo que resulta no tipo de felicidade que todos buscamos", afirmou Paul Elkman, que realizou a pesquisa californiana.

Lobos frontais

Os dois estudos americanos foram publicados na revista Science.

Os testes realizados pela Universidade de Wisconsin revelaram que budistas experientes têm um grau mais elevado de atividade nos lobos pré-frontais. Essa região é relacionada às emoções positivas, ao auto-controle e ao temperamento.

O estudo indica ainda que os budistas têm constantemente atividade nessa área, não apenas quando estão meditando.

De acordo com os cientistas, isso indica que eles têm uma probabilidade maior de sentir emoções positivas e de estar de bom humor.

"Podemos apresentar, com alguma confiança, a hipótese de que aqueles budistas aparentemente felizes e calmos que se vê em locais como Dharamsala e Índia realmente são felizes", disse o professor Owen Flanagan, da Universidade de Duke, na Carolina do Norte.

Dharamsala é a cidade da Índia em que o principal líder tibetano, o Dalai Lama, está exilado.
Sobre a afirmação do Sr. Paul Elkman: "A hipótese mais racional é de que há algo na prática consciente do budismo que resulta no tipo de felicidade que todos buscamos", eu tenho uma opinião... creio que é o jeito que eles com que eles lidam com o AMOR!!! Eles amam a todos os seres vivos, humanos, animais, plantas... são contra a violência, principalmente, a violência gratuita!!! Tenho certeza que se amarmos mais uns aos outros, se amarmos profundamente a vida, se nos respeitarmos mais, se evitarmos a violência gratuita... encontraremos a "FELICIDADE" que os cientistas não sabem explicar!!!

Conforte seu bebê....

segunda-feira, 21 de maio de 2007

Amamentar pode diminuir dor em bebês
19 de julho, 2006 - 12h02 GMT (09h02 Brasília)


Amamentar os bebês pode ser o analgésico mais eficiente para recém-nascidos, segundo um estudo do hospital canadense Mount Sinai, que analisou várias pesquisas sobre o assunto.

O estudo concluiu que amamentar no peito os recém-nascidos ajuda a aliviar a dor da agulhada dada no teste do pézinho, por exemplo, usado para examinar o sangue dos bebês.

Os bebês amamentados no peito também parecem sentir menos dor do que os que eram embalados, receberam uma chupeta, ou um placebo. O conforto proveniente da presença da mãe pode ser a chave do efeito.

O estudo se baseou em dados relativos a mil bebês.

Os pesquisadores afirmam ainda que a amamentação pode ajudar a diminuir a dor de bebês prematuros que passam por várias intervenções quando em cuidado intensivo.

Mas eles ressaltam que o estudo não testou o impacto da amamentação sobre a dor associada à repetição de procedimentos.

A equipe do Hospital Mount Sinai avaliou a dor medindo mudanças nos batimentos cardíacos e no ritmo da respiração, e também a duração do choro de um bebê depois da agulhada do teste do pézinho.

Conforto

Os pesquisadores afirmam que a chave para o efeito da amamentação pode ser, simplesmente, o conforto do bebê por estar tão próximo da mãe.

Outra opção é que a amamentação distrairia os bebês na hora da dor.

Os pesquisadores ainda sugerem que a doçura do leite materno pode ser um dos fatores, e uma outra teoria é que o leite poderia conter uma alta concentração de químicos que poderiam detonar a produção de endorfinas - analgésicos naturais.

Segundo o estudo, dar uma solução com açúcar para os bebês também pareceu ser eficiente.

Mas o pesquisador Prakeshkumar Shah disse que "com base neste estudo, concluímos que quando um recém-nascido passa por um procedimento doloroso, o aleitamento materno é superior a qualquer tratamento, placebo ou a apenas embalar o bebê, para aliviar a dor".

"Como é o método mais barato, seguro e vantajoso sob outras perspectivas, deveria ser oferecido a todos os recém-nascidos para aliviar a dor de procedimentos médicos sempre que possível."
Mamães de plantão... leram direitinho... em nenhum lugar tá escrito "chazinho" e a parte de dar uma solução com açúcar para o bebê vocês também esquecem!!! O mais importante é a amamentação de 6 meses a 2 anos!!! E que venham os anjinhos!!!

Culpar a TV é mais fácil que educar!!!

domingo, 20 de maio de 2007

Estudo: Propaganda eleva consumo de álcool entre jovens
03 de janeiro, 2006 - 13h03 GMT (11h03 Brasília)

Um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado na edição de janeiro da revista Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine afirma que jovens expostos a anúncios de bebidas alcoólicas acabam bebendo mais.

Cientistas da Universidade de Connecticut afirmaram que para cada anúncio novo assimilado por mês, o consumo de bebidas aumentava em 1%.

Foram entrevistadas 1872 pessoas, com idades entre 15 e 26 anos, em um período de dois anos.

O estudo americano diz que os jovens estão começando a beber mais cedo do que antes, pondo em risco seu desempenho na escola e se envolvendo em acidentes.

Os pesquisadores também analisaram a relação entre o consumo de álcool entre jovens e o dinheiro gasto em publicidade, baseados em dados divulgados pela indústria.

Segundo os estudiosos, o investimento em marketing também aumentou o consumo.
Como publicitária digo: "Fazemos a nossa parte, os pais tem que fazer a sua!!!" Não pedimos para que os jovens bebam até cair... o problema é que a nova edução (não bater e sim deixar de castigo) faz com que a maioria dos jovens percam o respeito, os limites e os valores morais! Quando alguém sabe o que é certo e o que é errado e, acima de tudo, conhece seus limites e responsabilidades, não existe publicidade ou amigo que faça essa pessoa mudar. Essa é minha opinião!!!

Alzheimer!!!! Fuja da Solidão!!!

sábado, 19 de maio de 2007

Solitários têm o dobro de risco de mal de Alzheimer, diz estudo
06 de fevereiro, 2007 - 08h14 GMT (06h14 Brasília)


As pessoas solitárias têm o dobro de risco de desenvolverem o mal de Alzheimer, sugeriu um grande estudo realizado nos Estados Unidos.

Mais de 800 pacientes idosos participaram da pesquisa, cuja saúde foi acompanhada durante um período de quatro anos.

A falta de convivência social já foi relacionada, em pesquisas anteriores, ao desenvolvimento de demência, mas esta é a primeira vez que os pesquisadores procuraram avaliar o grau de solidão das pessoas.

Em artigo na publicação especializada Archives of General Psychiatry, os cientistas disseram que a razão para a ligação entre isolamento e o mal de Alzheimer ainda não foi esclarecida.

Questionários

O chefe do estudo, Robert Wilson, e seus colegas pediram aos participantes que avaliassem seu grau de isolamento com questionários anuais. Com base nas respostas, os pesquisadores davam notas para os participantes, de acordo com o seu "grau de solidão".

As respostas incluíam opções como "eu sinto uma sensação geral de vazio" e "eu me sinto freqüentemente abandonado".

Também foi verificado se os participantes do estudo apresentavam sinais de demência e mal de Alzheimer.

E autópsias realizadas em 90 pacientes que morreram durante o estudo encontraram sinais fisiológicos associados ao mal de Alzheimer, tais como depósitos de proteína em volta de células nervosas.

A equipe descobriu que o risco de desenvolver mal de Alzheimer aumentou consideravelmente entre os participantes que tinham notas mais altas na tabela de "grau de solidão".

O risco aumentava em 51% a cada ponto na tabela. Os que apresentavam a nota máxima, de 3,2, tinham 2,1 vezes mais risco de desenvolver o mal de Alzheimer em comparação com os que tinham a nota mais baixa, de 1,4.

Quando os pesquisadores se concentraram em fatores de isolamento social, como por exemplo o tamanho da rede social do paciente, o resultado não foi muito diferente.

Mas não há associação entre solidão e a patologia cerebral associada ao mal de Alzheimer.

Impacto físico

Wilson, professor of neuropsicologia do Centro Médico da Universidade Rush, disse: "Há duas idéias que nós deveríamos considerar: uma sugere que a solidão realmente é um fator de risco e outra é que ao tentar entender essa associação, precisamos olhar fora da neuropatologia típica."

Segundo o chefe da pesquisa, os resultados descartam a possibilidade de que a solidão seja uma reação à demência.

Pode ser que a solidão afete sistemas no cérebro que lidam com a obtenção de conhecimento e a memória, tornando pessoas sozinhas mais vulneráveis aos efeitos da deterioração das vias neurológicas ligadas à idade avançada, sugeriu ele.

"Nós precisamos estar cientes de que a solidão não apenas tem um impacto emocional, mas um impacto físico", afirmou Wilson.

Rebecca Wood, diretora-executiva do Alzheimer's Research Trust disse: "Este é um estudo impressionante. Ele acompanha um grande grupo de pessoas por um período significativo e chega à conclusões surpreendentes que sustentam estudos anteriores que examinaram a interação social e o risco de mal de Alzheimer."

"O que eu acho especialmente interessante sobre este estudo é o fato de que é a percepção individual de solidão e não o grau real de isolamento social que parece se relacionar mais com o risco de Alzheimer."

Susan Sorensen, chefe de pesquisa da Alzheimer's Society concorda: "Este estudo demonstra uma clara ligação entre menor atividade social e maior risco de sintomas de demência."

"Mas é interessante que as pessoas que morreram durante o estudo e manifestaram sintomas de demência não tenham apresentado relativamente mais sinais físicos do mal de Alzheimer no cérebro."

"São necessárias mais pesquisas para se entender a ligação exata entre solidão e sintomas de demência."
Seja como for, evite se isolar, evite deixar os que ama sem sua presença!!! Cuide de seus pais, de seus avós, bisavós, de seus irmãos e verdadeiros amigos, não busque nem dê a solidão... cinco minutos de atenção farão diferença para quem os recebeu e. principalmente, para quem os doou!
Ah... você não quer ver a cara de ninguém??? É simples então... usa o telefone, o e-mail, msn, orkut, carta, telegrama... o importante é dar notícias!!!!

A idade da razão...

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Cérebro reduz neurose com a idade, diz estudo
17 de junho, 2006 - 13h48 GMT (10h48 Brasília)


As pessoas ficam mais "suaves" à medida em que envelhecem e passam por emoções negativas, tornando-se menos neutóricas do que os adolescentes, segundo um estudo publicado na última edição da revista científica Journal of Neuroscience.

A pesquisa comparou imagens do funcionamento do cérebro de pessoas entre 12 e 79 anos e descobriu que a estabilidade emocional continua a aumentar, mesmo depois dos 70 anos.

O estudo, realizado na Universidade de Sydney, vai contra a crença de que o funcionamento do cérebro se reduz com a idade.

Um total de 242 homens e mulheres saudáveis foram submetidos a exames de ressonância magnética e tiveram a atividade elétrica do cérebro monitorada enquanto reagiam a imagens de expressões faciais com diferentes emoções.

Neuróticos

Traços de neurose foram se reduzindo com o avanço da idade - com o grupo de 12 a 19 anos mostrando-se o mais neurótico, e o grupo de 50 a 79 anos o menos neurótico.

Quando viam imagens de rostos com diferentes expressões, os mais jovens reconheciam melhor os que demonstravam medo e tinham dificuldade de identificar alegria.

As imagens do cérebro das pessoas estudadas também mostraram que a área pré-frontal do cérebro fica mais ativa quando processa emoções negativas, do que quando processa emoções positivas.

Os resultados indicam que as pessoas mais velhas têm mais controle sobre as respostas do cérebro a emoções negativas, do que os mais jovens.

Segundo o pesquisador Leanne Williams, que chefiou o estudo no Brain Dynamics Centre, do Westmead Millennium Institute em Sydney, "estes resultados trazem novas evidências de que o bem-estar emocional aumenta através de sete décadas de duração da vida humana".
Que interessante... "quanto mais velhos mais controlados"!!! Eu diria que na verdade o avanço da idade nos ensina não ficar perdendo tempo
com coisas pequenas. E você o que acha?

Ressaca não é algo que só acontece com o mar...

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Ressaca não tem remédio, diz pesquisa
23 de dezembro, 2005 - 12h47 GMT (10h47 Brasília)


Um estudo divulgado pela publicação científica British Medical Journal nesta sexta-feira indica que soluções geralmente empregadas para curar a ressaca na verdade não resolvem o problema.

Após analisar tratamentos convencionais e à base de ervas, a equipe de pesquisa da Peninsula Medical School, de Plymouth, na Inglaterra, disse que "não encontrou evidências convincentes" de que eles tenham alguma eficácia.

Os pesquisadores também disseram que só a abstinência e consumo de bebidas alcoólicas em moderação pode prevenir a dor de cabeça e o mau estar.

Na Grã-Bretanha, um país conhecido pelo grande número de bares, estima-se que as ressacas causem um prejuízo de mais de R$ 8 bilhões por ano em salários não pagos a cada ano, principalmente por ausência no trabalho.

Decepção

Os estudiosos analisaram oito diferentes produtos usados para combater a ressaca: propranolol, tropisetron (para náusea e vertigem), ácido tolfenâmico (analgésico da mesma família da aspirina), frutose ou glicose, suplementos alimentares à base de borragem (um tipo de erva), alcachofra e palma-de-espinho e um produto à base de fermento.

Os pesquisadores disseram que apenas encontraram "resultados encorajadores" sobre a utilização da borragem, produtos de fermento e ácido tolfenâmico.

Edzard Ernst, professor da Peninsula Medical School, disse: "Nós realizamos nosso próprio, e bem agradável, estudo para ver se o extrato de alcachofra é uma cura eficaz para ressaca."

"Pode ter sido divertido fazer (a experiência), mas os resultados foram terrivelmente decepcionantes. Nós examinamos outras pesquisas sobre remédios à base de ervas e de uso comum oferecidos nas farmácias."

"Mas eles não funcionaram. E a única coisa que se pode fazer em relação à ressaca e deixar o corpo se curar sozinho e aprender a lição que a natureza nos dá: não repita a experiência ou faça isso em moderação."
Se vocês quiserem testar os efeitos desses produtos para a cura da ressaca como fizeram os cientistas, deixem para fazer no sábado, caso não trabalhem no domingo, pois aqui o empregador não costuma assumir o prejuízo de sua falta sozinho!!!
Lembre-se que um "happy hour" é sempre uma boa pedida desde que você não fique imitando seu chefe ou fique dançando em cima da mesa!!!
Ah... mais uma coisa... se for dirigir não beba, mas se for beber me chama!!!

Fuma, fuma, fuma, folha de bananeira...

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Estudo diz que risco é alto mesmo para quem fuma pouco
22/07/2005

Fumar de um a quatro cigarros por dia pode triplicar o risco de uma pessoa morrer devido a doenças do coração, de acordo com pesquisadores da Noruega.

O estudo sugere que o impacto na saúde é mais forte para mulheres e que pessoas que fumam pouco podem ter doenças similares àquelas que fumam muito, incluindo câncer.

A equipe de cientistas analisou a saúde e as taxas de mortalidade de quase 43 mil homens e mulheres desde a década de 1970 até o ano 2002.

Os resultados da pesquisa foram publicados na revista especializada Tobacco Control.

Câncer

Comparados com pessoas que nunca fumaram, os homens e as mulheres que fumam de um a quatro cigarros por dia têm três vezes mais risco de morrer de doenças que atingem a artéria coronária, de acordo com o estudo.

Fumar de um a quatro cigarros por dia aumenta em cinco vezes a chance de uma mulher morrer de câncer de pulmão e em três vezes a chance de um homem morrer da mesma doença.

As taxas de mortalidade também aumentam de acordo com o número de cigarros consumidos diariamente.

Os pesquisadores acreditam que as conclusões do estudo são precisas, apesar de eles terem tido de estimar o impacto do fumo em um período de cinco anos para pessoas que foram fumantes por menos tempo.

Um número significativo das pessoas analisadas também aumentou o número de cigarros consumidos diariamente durante o tempo da pesquisa. No entanto, ninguém chegou a fumar mais do que nove cigarros por dia.

Um dos autores do estudo, Kjell Bjartveit, também ressaltou que não foi possível dizer pelos resultados qual o impacto na saúde de fumantes esporádicos, ou seja, que consomem alguns cigarros em uma festa, por exemplo, mas que não fumam diariamente.

Mas Ken Denson, da Thame Thrombosis and Haemostasis Research Foundation, questiona a validade desse estudo.

Segundo ele, existem outras grandes pesquisas que já descobriram que fumar menos de dez cigarros por dia não aumenta o risco de doenças do coração.

Amanda Sandford, da organização Action on Smoking and Health, disse que as conclusões são claras.

"Este estudo deveria terminar com o mito de que fumar poucos cigarros por dia não afeta a saúde. É simples, não há um nível seguro para os fumantes", disse ela.

"O único jeito de proteger os fumantes de doenças do coração, câncer e outros males é parar completamente", afirmou um porta-voz da Associação Médica da Grã-Bretanha.
Bom cada um deve saber onde doi mais seu calo... como disse em outro post, fumar é um hábito milenar... então não discutirei sobre esse assunto. Os estudos estão ai para informar, assim como eu.

Mulher barbada nunca mais!!!

terça-feira, 15 de maio de 2007

Chá de hortelã pode reduzir excesso de pêlos na mulher, diz estudo
20 de fevereiro, 2007 - 14h04 GMT (12h04 Brasília)


Chá de hortelã pode ajudar a controlar o excesso de pêlos em mulheres, dizem pesquisadores turcos.

Segundo um estudo, tomar chá de hortelã duas vezes por dia reduz os níveis de hormônio sexual masculino no corpo da mulher.

O hormônio causa o crescimento excessivo de pêlos escuros e grossos na barriga, seios e rosto (condição chamada de hirsutismo).

O estudo foi realizado pela Universidade Suleyman Demirel, em Isparta, e publicado na revista especializada Phytotherapy Research.

O hirsutismo geralmente é ligado a desequilíbrios hormonais e é comum entre mulheres que têm a síndrome do ovário policístico.

A condição é normalmente tratada com drogas que reduzem os níveis do hormônio andrógeno, ou masculino, no corpo da mulher.

Os cientistas turcos dizem que a hortelã pode ser uma alternativa boa e natural.

Toda mulher produz uma quantidade pequena de hormônios masculinos, entre eles a testosterona. No entanto, uma produção maior desses hormônios pode levar ao crescimento excessivo de pêlos.

De acordo com os pesquisadores, o consumo da hortelã havia sido associado a uma redução na libido de homens em uma cidade chamada Isparta, no sudoeste da Turquia.

Para estudar os efeitos da planta em mulheres, 21 voluntárias com hirsutismo, 12 sofrendo da síndrome do ovário policístico, tomaram dois copos de chá de hortelã por dia durante cinco dias.

Cada copo foi preparado com 250ml de água fervente e 5 gramas de folhas secas. A infusão foi bebida entre cinco e dez minutos após o preparo.

Os pesquisadores verificaram uma diminuição significativa nos níveis de testosterona ativa no sangue e um aumento em vários hormônios femininos.

Entretanto, não houve diminuição nos níveis gerais de testosterona, uma indicação de que o hormônio estava acoplado a proteínas na corrente sangüínea e inativo.

Para os cientistas turcos, é possível que a hortelã tenha a propriedade de afetar o metabolismo de hormônios como a testosterona ou influir diretamente na síntese de hormônios andrógenos.

A coordenadora do estudo, Mehmet Numan Tamer, disse que é preciso fazer mais pesquisas sobre o assunto.

"Este estudo mostra que a hortelã pode ser uma alternativa boa e natural para mulheres com sintomas leves".

"Agora precisamos fazer mais estudos para testar a confiabilidade desta descoberta, e para ver até que ponto a redução nos andrógenos ajuda mulheres com hirsutismo leve".

Comentando a pesquisa, Richard Sharpe, da unidade de Human Reproductive Sciences do Medical Research Council, em Edimburgo, disse que o estudo é mais uma indicação de que plantas podem ter efeito em hormônios humanos.

Mas recomendou às mulheres que sofrem de hirsutismo ou da síndrome do ovário policístico que façam um tratamento médico.

"A mudança (produzida pela hortelã) é relativamente modesta e eles não mostraram no estudo se haveria qualquer conseqüência para as mulheres", disse Sharpe.

"Para muitos compostos derivados de plantas, é difícil usar este tipo de observação genérica para estudar os mecanismos e descobrir qual é o composto ativo", acrescentou.
Olha ai!!! Já dá para economizar em depilação... será que foi por isso que os "briminhos" começaram estudar como reduzir os pêlos de suas "esposas"... e esposas mesmo... pelo que sei para aqueles lados se pode ter mais do que uma... Mas brincadeiras a parte... é horrível... eu sofro com meu ovário policístico e o que não vem em pêlo, vêm em espinhas no rosto... Acho que vou adotar o chazinho de hortelã junto ao tratamento... a final, mal não deve fazer... a não ser para os homens... hehehe esse é o chá dito "brochante"!!!

Red Bull te dá asas???

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Red Bull 'mascara efeitos do álcool', aponta estudo
27 de março, 2006 - 01h37 GMT (22h37 Brasília)

As pessoas que misturam álcool com bebidas energéticas, como Red Bull, se sentem menos bêbadas do que realmente estão, sugere um estudo realizado no Brasil.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) comparou as reações em 26 homens, que ingeriram, durante três sessões, álcool, Red Bull ou uma combinação de ambos.

Quando foi bebida a mistura, eles se sentiram menos debilitados, mas testes físicos indicaram o contrário.

O estudo Alcoolismo: Pesquisa Clínica e Experimental foi feito por uma equipe de psicólogos da Universidade de São Paulo, sob direção da professora Maria Lúcia Souza Formigoni.

Riscos

"No Brasil e em outros países as pessoas acreditam que Red Bull e outras bebidas energéticas evitam a sonolência causada pelo álcool e aumentam a capacidade para dançar a noite inteira", disse a psicóloga.

"Em outras palavras, a pessoa está bêbada mas não se sente tão bêbada como realmente está."

Uma porta-voz da ONG britânica Alcohol Concern disse que as pessoas precisam entender que a sensação de bem-estar não significa, necessariamente, que não foram afetadas pelo álcool.

"Esse é um pequeno estudo, mas destaca os riscos de beber em excesso e a segurança pessoal", disse a porta-voz.

Já a porta-voz da empresa Red Bull observou que todos os problemas físicos relatados no estudo se referiam ao álcool e não à bebida energética e que a empresa não incentiva a mistura dos dois líquidos.
Agora você já sabe porque Red Bull te dá asas!!! Agora cuidado para que elas não te levem para o além!!!

Dia das Mães!!!

domingo, 13 de maio de 2007

Mães que trabalham têm mais saúde do que donas-de-casa
15 de maio, 2006 - 19h13 GMT (16h13 Brasília)

Mães que trabalham e têm relacionamentos estáveis costumam ser mais saudáveis do que donas-de-casa, que tendem a ser obesas, indicam os resultados de um estudo feito na Grã-Bretanha.

Especialistas analisaram informações sobre mulheres com idade entre 15 e 54 anos e publicaram suas conclusões na revista científica Journal of Epidemiology and Community Health.

A porcentagem de obesas entre as tinham "jornada dupla" era de 23%, enquanto que entre as donas de casa, 38% eram obesas.

Segundo os pesquisadores, os resultados mostram que o estresse gerado pelo acúmulo de funções é superado pelos benefícios de longo prazo.

Eles utilizaram dados de mulheres que participavam do Estudo Nacional de Saúde e Desenvolvimento do Conselho de Pesquisa Médica, que acompanha a saúde de homens e mulheres desde 1946.

Foram levados em conta fatores como histórico de empregos, estado civil e se elas tinham filhos ou não.

Mais comida e menos exercício

A análise desses dados mostrou que aos 54 anos as mulheres que tinham tido relacionamentos estáveis, tinham sido mães e trabalhado apresentavam riscos significativamente menores de ficar doente em relação às mulheres que não haviam cumprido os três papéis.

Mulheres que haviam sido donas-de-casa durante a maior parte da sua vida e não tiveram um emprego relataram ter a pior saúde, seguidas por mães solteiras e mulheres que não haviam tido crianças.

A pesquisadora responsável pelo estudo, Anne McMunn, do Departamento de Epidemiologia e Saúde Púbica, diz que as mulheres que ficam em casa tendem a ganhar mais peso porque costumam comer mais e se exercitar menos.

A professora de psicologia organizacional da Universidade de Lancaster Cary Cooper alerta, no entanto, que a descoberta não significa que os homens não devam ajudar mais nas tarefas de casa.

"Isso não deve oferecer uma desculpa aos homens para não assumir as suas responsabilidades e tirar parte da carga das mães que trabalham - nós ainda precisamos de 'novos homens'!"
Como somos poderosas!!! As mulheres são muito fortes, lutadoras... ainda desconfio dessa história sobre Eva... por que Deus daria tanta graça e força para um ser que não obedeceu suas ordens???

Mãe que amamenta é mais inteligente!!!

sábado, 12 de maio de 2007

Bebês que mamam no peito têm mãe mais inteligente
04 de outubro, 2006 - 13h55 GMT (10h55 Brasília)


Um estudo publicado na revista médica britânica British Medical Journal diz que bebês que mamam no peito têm em geral QI mais alto não por causa do leite materno, mas porque suas mães são mais inteligentes.

Os pesquisadores do Conselho de Pesquisa Médica e da Universidade de Edimburgo, na Escócia, chegaram a esta conclusão depois de analisar informações de mais de cinco mil crianças e três mil mães nos Estados Unidos, no maior estudo já feito sobre o assunto.

Segundo eles, as mulheres que decidem amamentar já têm um nível educacional mais alto e maiores chances de criar um ambiente estimulante para seus filhos.

O pesquisador que liderou o estudo, Geoff Der, afirma que desde 1929 se discute a relação entre a amamentação e o QI.

Mas em estudos anteriores, fatores como a inteligência materna, o ambiente em que o bebê foi criado e o status sócio-econômico da família não eram levados em consideração.

"Crianças que foram amamentadas fazem mais pontos em teste de inteligência, mas elas normalmente também vêm de famílias mais privilegiadas", diz Der.

'Outros fatores'

Para checar as conclusões do estudo, a nova pesquisa também analisou famílias em que uma criança havia sido amamentada e outra, não.

Isso confirmou que a que havia tomado o leite materno não era mais inteligente que o irmão ou irmã.

"Isso revela que a inteligência é determinada por outros fatores que não a amamentação, mas amamentar traz muitos benefícios tanto para a mãe quanto para o bebê. É certamente a melhor coisa a se fazer", diz o pesquisador.

Mas para Rosie Dodds, do National Childbirth Trust, na Grã-Bretanha, os resultados da pesquisa não são conclusivos.

Ela cita o exemplo de outros países, como as Filipinas, onde mulheres pobres costumam amamentar e, ainda assim, os testes de inteligência revelam uma disparidade entre bebês que tomaram o leite materno e os demais.

Dodds explica que nas Filipinas "as mulheres amamentam não porque pensam nos benefícios para o bebê, mas porque isso parece a coisa mais natural a se fazer".

Bebês que são amamentados têm mais anticorpos contra doenças e são menos suscetíveis a sofrer de diarréia, vômitos e infecções respiratórias.
Mamães de plantão!!! Leram direitinho!!! Então não deixem de amamentar seus filhos... pelo menos durante 6 meses!!! Vai ser bom para ele e, principalmente, para você que terá um filho mais saudável e esperto!!!

Internauta brasileiro...

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Pesquisa mostra que internauta tem mais renda e escolaridade
Informatica - 23/03/2007 - 12h53
CLARICE SPITZ da Folha Online, no Rio


O perfil do internauta brasileiro é o da pessoa com maior nível educacional e com maior nível de renda, revela pesquisa inédita do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada nesta sexta-feira e baseada na Pnad 2005.

Do total de estudantes de 10 anos ou mais, 35,9% acessavam a rede. Por outro lado, apenas 16% das pessoas que não estudavam acessavam a internet. O percentual de acessos é maior na faixa entre 15 e 17 anos.

Quanto mais elevado era o nível de instrução, maior foi a proporção de usuários da internet. Enquanto 2,5% das pessoas sem instrução ou com menos de 4 anos de estudo acessaram a internet, no grupo com 15 anos ou mais de estudo este percentual alcançou 76,2%.

Das pessoas com 15 anos ou mais de estudo, 76,2% eram internautas. A busca pela educação e pelo aprendizado também foi apontada com principal interesse entre os usuários para navegar na web.

Além disso, dentre os profissionais que trabalhavam com ciências ou artes, professores e artistas, 72,8% acessam a internet. Segundo a pesquisadora Maria Lucia França Pontes Vieira, isso demonstra que navegar requer maior escolaridade e significa também que ela é utilizada como forma de buscar informação para repassar a outros.

A pesquisa aponta que até os 24 anos, as mulheres proporcionalmente acessam mais a internet que os homens. Os interesses são diferentes. Elas navegam mais em busca de informações sobre educação. Eles preferem utilizar a rede para fazer compras, lazer e comunicação. Os homens lideram os acessos em relação às mulheres com idades mais elevadas.

O nível do rendimento médio mensal domiciliar per capita das pessoas que utilizaram a internet foi também mais elevado que o daquelas que não acessaram esta rede. O rendimento das pessoas que não utilizaram a internet ficou em R$ 333, enquanto os indivíduos que acessaram a rede tinham em média R$ 1.000.
Você é um ser privilegiado! Precisa dizer mais alguma coisa??? Então agradeça!!!

Aspirina - Ácido Acetil-Salicílico (04)

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Aspirina é melhor para coração de homens, diz estudo
18 de janeiro, 2006 - 13h45 GMT (11h45 Brasília)

O consumo de aspirina pode diminuir os riscos de doenças cardiovasculares em ambos os sexos, mas beneficia mais os homens, de acordo com uma pesquisa da Universidade Duke, na Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

O estudo, publicado na última edição da revista médica Journal of the American Medical Association, analisou o efeito da aspirina sobre 95 mil pacientes e descobriu que a droga realmente diminui as chances de ataques cardíacos e infartes em pessoas saudáveis.

A análise confirmou uma redução de 12% nos riscos de problemas cardiovasculares em mulheres e de 14% em homens.

No entanto, o uso prolongado da aspirina pode provocar, em uma minoria de casos, hemorragias em pacientes de ambos os sexos (2,5 casos em cada mil, para mulheres; e três em mil para homens).

Mulheres

De acordo com o líder da equipe de cientistas, Jeffrey Berger, a maioria dos estudos sobre os efeitos benéficos da aspirina se concentravam apenas em homens.

Por causa disso, muitos médicos se mostravam relutantes em receitar aspirina para mulheres.

"Agora, os resultados combinados dos últimos testes com mulheres demonstram que mulheres podem se beneficiar das terapias com aspirina quase tanto quanto os homens", afirmou Berger.

Os cientistas da Universidade de Duke analisaram os dados de seis estudos clínicos anteriores que reuniam, ao todo, 95.456 pacientes, dos quais 51.342 eram mulheres.

"O número relativamente pequeno de ataques cardíacos entre mulheres e de infartos em homens indica que mais estudos são necessários para que se compreenda melhor as diferenças nas reações cardiovasculares à aspirina", afirmou o doutor Berger.

Para Belinda Linden, da Fundação Britânica do Coração, o estudo ainda não comprova a utilidade da terapia com aspirina para a maior parte da população.

"Embora tenhamos que nos manter informados sobre as novas pesquisas nessa área importante, é bom ressaltar que a aspirina pode, eventualmente, provocar sangramentos e reações alérgicas. Por isso, ela só deve ser receitada quando os benefícios ultrapassam os riscos", disse Linden.
Leu bem o último parágrafo??? Então nada de sair por ai tomando aspirina por conta própria! Procure sempre orientação médica antes de iniciar qualquer tipo de tratamento, dieta ou exercício físico.

Hoje você é uma estatística comprovada!!!

quarta-feira, 9 de maio de 2007

Um terço de internautas brasileiros acessa internet uma vez por dia
Informatica - 23/03/2007 - 16h42
CLARICE SPITZ da Folha Online, no Rio de Janeiro


Pesquisa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra que 36,3% dos internautas acessam pelo menos uma vez por dia a rede. Já quase a metade dos usuários de internet faz acessos ao menos uma vez na semana (47,3%).

A pesquisa sobre o perfil dos internautas e usuários de celular é a primeira realizada com base na Pnad de 2005.
Os homens acessam a internet com mais freqüência que as mulheres. Dentre os homens, 38,8% usavam a rede ao menos uma vez ao dia. Para as mulheres esse percentual era de 33,7%.

A pesquisa aponta ainda que os usuários mais velhos usam a rede com maior freqüência que os mais jovens. Enquanto 45,3% dos internautas com 40 anos ou mais fazia uso diário, apenas 24,1% dos jovens entre 10 e 17 anos entrava na rede diariamente.
Se você está lendo esse post agora e pela internet com certeza faz parte dessa estatística!

Congelar ou Arriscar?

terça-feira, 8 de maio de 2007

Mulher de 30 deveria congelar óvulos, diz médica britânica
07 de setembro, 2006 - 09h30 GMT (06h30 Brasília)

Uma especialista em fertilidade da Grã-Bretanha está pedindo para que seja dada a mulheres com mais de 30 anos a chance de congelar seus óvulos.

Gillian Lockwood, da Sociedade Britânica de Fertilidade, diz que uma medida como essa é necessária porque, cada vez mais, as mulheres adiam a decisão de ter filhos. "Mulheres que entre os 35 e 45 anos parecem e se sentem mais jovens, tendem a querer a mesma vida reprodutiva que as mais novas", afirmou.

Segundo ela, isso aumenta o stress que as mulheres mais velhas enfrentam quando querem ser mães.
Pesquisas indicam que quanto mais velha for uma mulher, maiores são os risco de ela sofrer um aborto espontâneo ou de ter um bebê com síndrome de Down.

Mas outras entidades britânicas criticam o congelamento de óvulos para essa finalidade, dizendo ser uma solução "absurda" para um problema social.

'Óvulos vencidos'

Na Grã-Bretanha, mais de 30 das 84 clínicas de fertilização têm autorização da Autoridade em Embriologia e Fertilização Humana para realizar o congelamento de óvulos, mas acredita-se que apenas dez delas o fazem.

O procedimento é utilizado sobretudo por mulheres prestes a enfrentar tratamentos para doenças como o câncer.

Segundo Lockwood, que dirige uma clínica de fertilização, cerca de 25% das mulheres tratadas na clínica tiveram seus óvulos congelados como "forma de segurança".

A própria médica reconhece que o congelamento tem suas desvantagens. Uma delas é a de que nem sempre óvulos congelados podem ser usados em fertilizações in vitro.

"Não estou incentivando mulheres que podem começar uma família na hora certa a fazerem o congelamento, mas elas precisam saber que essa é uma alternativa possível", afirmou.

"Sei que parece intromissão sugerir que mulheres com seus 30 e poucos anos congelem seus óvulos", admitiu. "Em um mundo ideal, as mulheres deveriam conseguir conciliar o trabalho, a casa e os filhos. Mas este não é um mundo ideal."

"Prefiria ver uma mulher de 42 anos usando os óvulos saudáveis de seus 30 anos do que se arriscando com seus óvulos 'vencidos'", disse a médica.

O congelamento pode custar pelo menos 2,5 mil libras (aproximadamente R$ 10,1 mil).

'Idéia extrema'

As declarações de Lockwood foram criticadas pela Academia Real de Ginecologistas e Obstetras da Grã-Bretanha, que considera que ter filhos cedo ainda é a opção mais saudável.

Já o grupo independente de ética reprodutiva Core lembra que o congelamento de óvulos ainda é uma técnica pouco desenvolvida e rejeita totalmente a idéia da médica britânica.

"Temos que parar de encontrar essas soluções absurdas para os problemas da sociedade", diz Josephine Quintavalle, representante do grupo. "Não deveríamos vir com essas idéias extremas para consertar problemas no futuro", afirmou.

Pesquisas mostram que, pela primeira vez, na Grã-Bretanha, o número de gestações é maior entre mulheres na faixa dos 30 anos que entre as que têm 20 anos ou mais.
Isso me leva a frase de John Lennon: "O sonho acabou!!!", não congelei meus óvulos quando tinha 30 anos e não tenho coragem para arriscar com óvulos vencidos... Competir com as mulheres mais novas, realmente, é algo que estressa... mas tudo tem seu tempo, mas nem sempre planejar demais é fazer o correto, o tempo também passa!!!


E como diz um amigo meu: Se "o sonho acabou" traga bolo de chocolate!!!

Lar doce lar!!!

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Internauta prefere navegar de casa, diz IBGE
Informática - 23/03/2007 - 16h37 CLARICE SPITZ
da Folha Online, no Rio de Janeiro

A maior parte dos internautas brasileiros prefere usar a rede de casa. A primeira pesquisa acerca do perfil dos usuários de internet, realizada pelo IBGE, mostra que metade deles acessava a rede do domicílio em 2005. Já 39,7% das pessoas navegavam do trabalho. Segundo a pesquisa, 52,4% utilizavam mais de um local para navegar.

Os centros públicos de acesso gratuito são os menos utilizados. Apenas 10% dos internautas acessavam o computador por esses locais.
As mulheres preferem navegar do estabelecimento de ensino, enquanto os homens do local de trabalho.

O local de acesso também varia de acordo com a faixa etária. Entre 10 e 17 anos, a maior parte dos acessos ocorre no estabelecimento de ensino. Já entre 18 a 24 anos, a maior parte dos acessos é realizada de casa. Por outro lado, entre 25 e 39 anos o local de trabalho é o mais utilizado para navegação.
Navegar pela internet em casa é bem mais tranquilo... pelo menos eu acho!!! E você, de onde está acessando essa página agora???

Amamentar é bom para a mamãe também...

domingo, 6 de maio de 2007

Amamentar reduz risco de diabetes em mães, diz estudo
23 de novembro, 2005 - 11h55 GMT (09h55 Brasília)

Amamentar pode diminuir o risco de mães desenvolverem diabetes tipo 2, segundo uma pesquisa da Universidade de Harvard. De acordo com os cientistas, o ato de amamentar por um ano foi associado a uma queda de 15% nos riscos de desenvolver a doença.

Cada ano extra de amanentação foi associado a uma redução ainda maior do risco.

O estudo, publicado no Jornal da Associação Médica Americana, concluiu que o efeito protetor dura por pelo menos 15 anos depois do último período de amamentação da mãe.

O estudo também sugere que se uma mulher tiver dois filhos e amamentar os dois por um ano cada um, ela diminui em um terço o risco de desenvolver a doença.

Mas, aparentemente, a amamentação não tem efeito sobre as mulheres que tinham diabete na gravidez.

O estudo também sugere que mulheres que tomam remédios para evitar a lactação aumentam o risco de desenvolver diabetes do tipo 2.

Mudanças químicas

Estudos anteriores já haviam mostrado uma possível relação entre a amamentação e um aumento da sensibilidade à insulina e da tolerância à glicose - duas características que diminuem o risco de diabetes.

A equipe de Harvard analisou dados de mais de 157 mil mulheres em dois estudos separados.

"Nós já sabíamos há algum tempo que o aleitamento materno é bom para os bebês. Este estudo mostra que ele também é bom para as mães", disse Alison Stuebe, que liderou a pesquisa.

"Baseado nessas conclusões, temos mais uma razão para estimular as mães a amamentar os filhos."

Uma mãe em período de amamentação gasta em média 500 calorias por dia - o equivalente a uma corrida de cerca de 8 km - para produzir leite.

A energia adicional requerida pela lactação está associada a mudanças de curto prazo na insulina e glicose.

"Nosso estudo apóia a teoria de que o aleitamento materno pode estar associado a importantes mudanças metabólicas que influenciam o risco de diabetes", disse Stuebe.

"Mas ainda são necessárias novas pesquisas para determinar que fatores hormonais e biológicos estão envolvidos."

A Organização Mundial de Saúde recomenda que mães alimentem seus filhos exclusivamente com leite materno até os seis meses de idade e continuem a oferecê-lo junto a outros alimentos até os dois anos de idade.
Mamães de plantão ai está a dica... saúde para você e seu bebê!!! Amamentar é um ato de amor!!!

Aspirina - Ácido Acetil-Salicílico (03)

sábado, 5 de maio de 2007

Aspirina reduz risco de câncer no intestino, diz estudo
24 de agosto, 2005 - 10h44 GMT (07h44 Brasília)


O consumo regular de aspirina por um período superior a dez anos reduz o risco de uma pessoa desenvolver câncer no intestino, segundo estudo da Universidade de Harvard. Os pesquisadores basearam sua conclusão na análise dos históricos médicos de 82.911 mulheres cobrindo 20 anos de suas vidas.

As que tomavam aspirinas ou outros analgésicos do mesmo tipo todas as semanas apresentaram um risco menor de desenvolver câncer no intestino do que as que não faziam uso do produto com regularidade. As conclusões foram apresentadas na revista da Associação Americana de Medicina.


Hemorragias

Do total de mulheres pesquisadas, 962 desenvolveram câncer no intestino.

Segundo os autores do estudo, o risco é inversamente proporcional ao volume de comprimidos consumido: dos grupos em que foram divididas as mulheres pesquisadas, o que apresentou menor probabilidade de ter a doença foi o das que tomam 14 ou mais por semana.

A chance de que as mulheres deste último grupo sofressem de câncer no intestino era 32% menor do que as que não tomam aspirinas regularmente.

Mas a diferença de probabilidade não se mostrou significativa quando o período em análise foi de dez anos ou menos.

Por outro lado, o estudo encontrou uma relação direta entre o consumo de mais analgésicos com maiores riscos de sofrer de hemorragias intestinais.

De qualquer maneira, os cientistas afirmam que é preciso fazer mais estudos para determinar se os benefícios do consumo dos analgésicos são mais significativos do que os riscos.
Digo mais uma vez, nada de auto se medicar! Procure sempre um médico de confiança antes de assumir qualquer tipo de tratamento.

Um luz no fim do túnel...

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Espinafre pode ajudar a curar cegueira, diz estudo
29 de abril, 2004 - 20h25 GMT (17h25 Brasília)

Cientistas acreditam que o espinafre pode oferecer tratamento para algumas formas de cegueira.

Os pesquisadores do Oak Ridge National Laboratories, no Tennessee, Estados Unidos, estão trabalhando em uma técnica para extrair do vegetal pigmentos que absorvem luz e depois adicioná-los às células nervosas da retina.

Os testes indicam que o pigmento fotossensível pode fazer a célula nervosa reagir em presença de luz.

Os cientistas enfatizam que a técnica pode devolver apenas uma visão limitada ao paciente – por exemplo, ele continuará incapaz de distinguir cores.

Mas os especialistas acham que a técnica pode oferecer uma alternativa mais efetiva do que os implantes eletrônicos na retina, hoje em desenvolvimento.

Doenças degenerativas da retina, como Retinose Pigmentar e degeneração da mácula estão entre as causas mais comuns de cegueira nos países desenvolvidos.

Essas doenças afetam as células fotoreceptoras no fundo da retina (chamadas bastonetes e cones), mas as células nervosas em frente a elas normalmente permancem intactas.

Pesquisas anteriores mostram que é possível restaurar alguma visão estimulando-se essas células nervosas com implantes elétricos.

A nova técnica tira vantagem da habilidade da planta de gerar impulsos elétricos quando em contato com a luz – parte do processo da fotossíntese.

Os pesquisadores isolaram as proteínas relevantes do espinafre e as inseriram nas membranas de esferas de gordura chamadas lipossomos, usadas para liberar drogas nas células.

Eles descobriram que a voltagem gerada quando os lipossomos eram expostos à luz era alta o suficiente para ativar a célula nervosa.

Os pesquisadores precisam agora tentar estabelecer se a técnica vai funcionar quando for testada em pacientes.

Mesmo que funcione, porém, não se sabe por quanto tempo os implantes funcionariam, se eles danificariam as células nervosas e se pode haver algum problema de rejeição pelo organismo.

Os cientistas também não estão certos quanto à qualidade da visão que poderia ser obtida através do estímulo apenas às células nervosas, uma vez que, em circunstâncias normais, uma quantidade significativa do processamento visual ocorre entre as células fotoreceptoras e as nervosas.
Tenho dois amigos que têm retinose pigmentar e torço, sinceramente e de coração, para que a cura dessa doença apareça o mais rápido possível. Pois a sensação de perda da visão é diferente dos que nascem cegos ou num acidente perdem a visão, a retinose pigmentar é algo terrível, ela causa um sentimento de impotência, pois a pessoa sabe que vai se ficar cega e não pode fazer nada a não ser esperar.

Agora é a sua vez!!!

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Metade dos casais com bebês briga para dormir mais, diz pesquisa
29 de março, 2007 - 14h32 GMT (11h32 Brasília)


Uma pesquisa feita pela empresa de produtos infantis Tomy, na Grã-Bretanha, revelou que quase metade dos casais com filhos pequenos sofre da chamada “Síndrome de Sono Competitivo”, em que os pais têm discussões sobre quem dorme menos por causa do choro do bebê.

O estudo mostrou que um terço dos casais dorme uma hora e meia a menos por noite, o equivalente a uma noite inteira por semana ou a mais de dois meses por ano. Para um em cada cinco pais, a falta de sono é ainda pior: quase três horas a menos por dia.

“Com números como estes, não é surpreendente que os casais sofram com a falta de sono no primeiro ano do bebê. Acordar com um bebê berrando várias vezes por noite pode ser uma experiência muito solitária, especialmente se você não está recebendo a ajuda necessária”, diz Joanne Gray, da Tomy.

De acordo com a pesquisa, a falta de sono muitas vezes causa estresse no relacionamento dos pais, especialmente porque as mães reclamam que seus parceiros são muito lentos para acordar quando o bebê chora.

Quase metade das mães disse responder ao choro do filho em menos de 30 segundos, enquanto 68% delas acreditam que seus parceiros levam cinco minutos ou mais para levantar da cama.

Apenas uma em cada cem mães diz conseguir dormir enquanto o bebê está chorando, mas 43% delas acham que seus companheiros conseguem ignorar o barulho.

Medidas extremas

Muitos dos casais exaustos entrevistados na pesquisa confessaram recorrer a medidas pouco ortodoxas para conseguir alguns minutos de sono a mais.

Um quarto dos pais disse ter levado o bebê para longos passeios de carro para ajudá-lo a pegar no sono, enquanto mais da metade dos entrevistados afirmou ficar com o filho no colo por longos períodos para evitar que ele acorde.

Um em cada quatro pais admitiu fingir que está dormindo na esperança de que o bebê o copiasse. No entanto, de acordo com a pesquisa, a solução para noites mais tranqüilas pode estar em medidas bem menos complicadas.

“É compreensível que o sono se torne uma preocupação tão grande no primeiro ano da criança que os pais acabem recorrendo a idéias estranhas e maravilhosas para fazer seu bebê dormir. Mas nosso estudo mostra que são coisas simples, como um banho no início da noite, o investimento numa boa babá eletrônica ou o estabelecimento de uma rotina de sonecas durante o dia, que têm maior influência na qualidade do sono dos pais e bebês”, afirma Gray.

Para os casais entrevistados durante a pesquisa, fazer com que o bebê tenha um padrão de sono regular é o maior desafio do primeiro ano da criança, na frente de problemas como receber o apoio necessário dos parceiros, manter uma vida social ou recuperar a forma física depois da gravidez.
Eu creio que os casais devem conversar bem, principalmente, antes de gerar um filho e trazê-lo ao mundo! Se você decidiu ter uma produção independente é justo que resolva esse problema sozinha, mas se foi uma ação conjunta, é hora do marido também mostrar que não é bom pai só quando o filho está limpinho e tira ótimas notas na escola!

Aspirina - Ácido Acetil-Salicílico (02)

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Aspirina pode reduzir risco de asma, diz pesquisa
15 de janeiro, 2007 - 16h33 GMT (14h33 Brasília)

Uma pesquisa americana indica que tomar aspirina a cada dois dias pode ajudar a evitar o desenvolvimento de asma em adultos.

O estudo, realizado com 22 mil pacientes, descobriu que a aspirina reduziu o risco de diagnóstico de asma em 22%, possivelmente por causa de sua ação anti-inflamatória.

Especialistas dizem que a descoberta pode ajudar a entender as causas do desenvolvimento de asma em adultos, mas questionaram o uso de aspirina para evitar o problema. A aspirina pode provocar ataques de asma nas pessoas que sofrem do problema.

Apesar de a descoberta não ter sido a principal razão da pesquisa, os cientistas envolvidos acreditam que o resultado tem implicações importantes e deve gerar novos estudos.

O estudo da publicação médica American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine pretendia descobrir se a aspirina reduz o risco de ataques cardíacos e constatou que sim.

Além da redução de 44% de ataques cardíacos, as pessoas que tomaram uma dose baixa de aspirina um dia sim um dia não baixaram seus riscos de receber um diagnóstico de asma em 22%.

Riscos

O chefe da pesquisa, Tobias Kurth, do hospital Brigham and Women, disse que, "apesar de os resultados sugerirem que a aspirina pode reduzir o desenvolvimento de asma em adultos, eles não significam que a aspirina melhora os sintomas de pacientes com asma."

"Aliás, a aspirina pode causar sérios broncoespasmos em alguns pacientes com asma", acrescentou.

O professor Ian Hall, da Universidade de Nottingham, na Grã-Bretanha, disse considerar concebível que a aspirina reduz o risco do desenvolvimento de asma em adultos.

"Se confirmado por estudos posteriores, isto seria de interesse científico e pode ajudar a entender os mecanismos que fundamentam o desenvolvimento da doença."

Porém, mesmo se isto ocorrer, ele questionou a eficiência do uso da aspirina.

"De acordo com os dados do estudo, você precisaria tratar mil pessoas para prevenir três casos."

"Além disso, a aspirina pode levar a outros efeitos colaterais, incluindo sangramento no intestino", ressaltou Hall.
Não é bem assim... não vai sair tomando aspirina só porque leu esse artigo!!! Antes de qualquer tratamento procure um médico de confiança e verifique com ele as possibilidades de contar apenas com as vantagens da aspirina.

Qual é o pente que te penteia!

terça-feira, 1 de maio de 2007

Cabeleireiros são os profissionais mais felizes, diz pesquisa
11 de abril, 2007 - 16h58 GMT (13h58 Brasília)

Os cabeleireiros ficaram em primeiro lugar no índice geral de satisfação no trabalho, de acordo com pesquisa realizada pela consultoria vocacional inglesa City & Guilds.

Cerca de 57% dos representantes da categoria consultados admitiram estar felizes quando retornam ao trabalho.

Pelo mesmo critério, gerentes de recursos humanos, em contrapartida, ficaram em último na lista (2%), seguidos pelos advogados (4%) e por secretárias (4%).

A pesquisa mostra uma relação clara entre satisfação profissional, remuneração, ambiente de trabalho e nível de treinamento.

Por volta de 32% dos mil profissionais das diversas áreas pesquisadas revelaram estar infelizes no trabalho.

Outros 19% dos entrevistados gostariam de fazer algo mais gratificante, enquanto 15% prefeririam um horário de trabalho mais flexível.

Ambiente

A influência do ambiente de trabalho na felicidade profissional foi considerada o fator mais importante por quase um terço das pessoas com salários entre R$ 40 mil e R$ 60 mil por ano (10 mil libras a 15 mil libras).

Entre profissionais que anualmente ganham entre R$ 160 mil e R$ 180 mil (40 mil a 45 mil/ano), apenas 5% deram a nota máxima ao quesito ambiente de trabalho.

Mas, para 26% dos empregados, o incentivo financeiro é o principal fator de felicidade no trabalho.

Entre os empregadores, só 17% têm a mesma percepção, segundo a pesquisa.

Isso indica, de acordo com os especialistas, que salários mais altos nem sempre deixam funcionários e ambiente de trabalho mais felizes.

Treinamento

Para quase um em cada dez dos pesquisados, treinamento e desenvolvimento fariam o trabalho mais satisfatório.

"Está na hora de empregadores acordarem para essa situação, pois todos nós sabemos que uma força de trabalho feliz é muito mais produtiva", disse Chris Humphries, diretor-geral da City & Guilds, realizadora da pesquisa.

"Além do mais, investimento em treinamento faz com que funcionários se sintam prestigiados e conseqüentemente sejam mais leais."

A pesquisa revelou também que os chefes imaginam índices menores de satisfação dos empregados do que a realidade.


Desde que começei a trabalhar, há 13 anos atrás mais ou menos, sempre li que elogios e prestígio deixavam o funcionário/colaborador mais feliz que o salário em si. Trabalhei com RH e vi que isso, realmente, é válido.


O funcionário/colaborador aguarda por reconhecimento, espera, sim, receber aumento de salário, mas sem ter que pedir por ele! Fica aqui uma dica: Realizar uma pesquisa de clima organizacional ajudaria muito verificar o que os líderes devem ou não mudar em suas empresas.
Para isso não deixe de consultar um estatístico!