Beber socialmente... um ato bem pensado!

segunda-feira, 30 de abril de 2007

Quem bebe socialmente ganha mais, diz estudo
10 de outubro, 2006 - 14h07 GMT (11h07 Brasília)


Um estudo da entidade americana Reason Foundation afirma que trabalhadores que saem depois do expediente para beber têm, em média, salários de 10% a 14% maiores do que as que vão direto para casa.


A pesquisa, publicada na edição deste mês da revista Journal of Labor Research, afirma que os homens que saem para beber depois do trabalho ganham em média 10% a mais que os demais colegas. Entre as mulheres, a média sobe para 14%.

De acordo com o economista da Universidade de San Jose, Edward Stringham, que liderou a pesquisa, os trabalhadores que se relacionam com colegas e chefes fora do escritório desenvolvem técnicas de socialização que ajudam na carreira.

“Beber socialmente cria capital social”, diz Stringham. “Pessoas que bebem socialmente estão criando uma rede, construindo relações e adicionando contatos às suas agendas, o que leva a salários maiores.”

Moderação

O estudo foi baseado em respostas de cerca de 8 mil pessoas à Pesquisa Geral Social (GSS, em inglês), um questionário bianual de hábitos e opiniões realizado em todo os Estados Unidos. Os dados do GSS são usados em pesquisas sociológicas.

O levantamento também mostrou que os homens que declararam freqüentar bares pelo menos uma vez por mês ganham 7% a mais do que os outros colegas. Entre as mulheres que disseram ter o mesmo hábito, no entanto, não houve variação na renda.

Para Stringham, a pesquisa mostra que a bebida alcoólica, quando consumida em moderação, tem um papel importante na socialização entre colegas de trabalho.

“Em vez de campanhas que criam no medo, nós deveríamos dar um passo para trás e reconhecer alguns benefícios à saúde e à economia que vêm com o consumo responsável de álcool.”
Bom hoje é segunda, mas é véspera de feriado.... então que tal já ir garantindo um aumento salarial, aproveitando os festejos ao dia do trabalho, e convidar seu "chefinho/a" para um happy hour depois do expediente?

Perca peso dormindo...

domingo, 29 de abril de 2007

Dormir ajuda mulheres a manter peso, diz pesquisa
24 de maio, 2006 - 14h27 GMT (11h27 Brasília)



Uma boa noite de sono pode ajudar as mulheres a se manterem magras, segundo um estudo apresentado nesta terça-feira no Encontro Internacional da Sociedade Torácica Americana, na Califórnia.

Segundo a pesquisa - a maior deste tipo já realizada - mulheres que dormem em média cinco horas ou menos por noite têm tendência maior a engordar. Elas têm chances de 32% maiores de engordar, do que mulheres que dormem pelo menos sete horas por noite. Elas também têm chances maiores, de 15%, de serem obesas.

O estudo, realizado nos Estados Unidos, monitorou a rotina de sono de quase 70 mil mulheres durante 16 anos, registrando as mudanças de peso e das horas de sono por noite.

Dieta

Segundo os pesquisadores, a dieta e os exercícios não têm nenhuma influência no resultado.

"Estudos anteriores mostraram que depois de alguns dias de falta de sono, os hormônios que controlam o apetite deixam as pessoas com mais fome, então, achamos que as mulheres que dormiam menos comiam mais", disse Sanjay Patel, da Universidade Case Western Reserve, em Ohio, que liderou o estudo.

"Mas na verdade elas comem menos. Isso sugere que o apetite e a dieta não são responsáveis pelo aumento de peso das mulheres que dormem menos."


No início do estudo, as mulheres que dormiam menos pesavam, em média, quase 2,5 kg a mais do que as que dormiam mais.

"Pode não parecer muito, mas esta é a média - algumas mulheres engordaram muito mais do que isso, e mesmo uma pequena diferença no peso pode aumentar os riscos de problemas de saúde como diabetes e hipertensão", afirmou Patel.

Os cientistas descobriram que o sono e o aumento do peso estão relacionados, mas ainda não descobriram o que causa este aumento.

"Ainda não temos uma resposta neste estudo sobre por que a falta de sono causa aumento de peso, mas há algumas possibilidades que merecem ser estudadas", disse Patel.

"A falta de sono pode acarretar mudanças no ritmo do metabolismo basal (o número de calorias que se gasta normalmente, sem se levar em conta exercícios)."

"Outro fator que contribui para a regulação do peso descoberto recentemente é a chamada termogênese não associada ao exercício, que se refere a atividades involuntárias, como as pessoas que se mexem muito, ou que ficam em pé, em vez de sentadas", completa.

"Pode ser que, porque você dorme menos, você se mexe menos e acaba queimando menos calorias," conclui.

Se dormir emagrece... eu tô indo dormir!!! Pode ser que você não emagreça, mas dormir bem é funtamental para uma vida saudável. Boa Noite para vocês!!!

Ser ou não ser Euro...

sábado, 28 de abril de 2007

Metade dos usuários do euro quer moeda antiga de volta
Internacional 23/03/2007 - 20h42 - por Marcin Grajewski



BRUXELAS (Reuters) - Quase metade das pessoas em países que usam o euro gostariam de ver suas velhas notas e moedas nacionais novamente em circulação, segundo pesquisa divulgada na sexta-feira.

O levantamento da agência TNS para a entidade britânica Open Europe mostra também que a maioria dos cidadãos da União Européia gostaria que houvesse um referendo sobre um eventual tratado que substitua a Constituição do bloco, que foi rejeitada.

A pesquisa ocorre às vésperas de uma cúpula da UE em Berlim, na qual os líderes vão celebrar o 50o aniversário do Tratado de Roma (marco da fundação do bloco) com uma declaração destinada a retomar as reformas das instituições européias.

Foram ouvidas mais de 17 mil pessoas nos 27 países da União Européia. Entre os 13 que adotam o euro como moeda, 49 por cento dos entrevistados gostariam de ver a volta das moedas antigas.

Outros 47 por cento gostariam de preservar o euro, em circulação há pouco mais de cinco anos. Só em seis países da zona euro os defensores da nova moeda são maioria, segundo nota da Open Europe.

A pesquisa não indica as razões dessa rejeição ao euro, mas levantamentos anteriores sugerem que muitos consumidores atribuem a ele a percepção de que os preços aumentaram exageradamente desde 2002 -- o que as estatísticas negam ter ocorrido.

Em 11 dos 14 países da UE que não usam o euro, a maioria é contra adotá-lo. Ao todo, são 60 por cento contra a moeda única e 31 a favor.

As moedas antigas são mantidas nos 11 países que aderiram recentemente, e também na Grã-Bretanha, Dinamarca e Suécia. Os escandinavos já rejeitaram a adoção do euro em referendo.

Já os novos países do bloco são obrigados, segundo seus tratados de adesão, a adotarem o euro assim que cumprirem os critérios econômicos.

A pesquisa, realizada neste mês, mostra que 75 por cento dos cidadãos da UE gostariam que haja um referendo sobre um novo tratado da UE, caso este dê mais poderes às instituições do bloco. Em 2005, os eleitores da França e da Holanda rejeitaram a proposta de Constituição para o bloco.

De acordo com a pesquisa, 41 por cento votariam a favor da concessão de mais poderes à UE, e outros 41 apoiariam um tratado que retirasse alguns poderes do bloco.

No geral, 28 por cento acham que a UE deveria ter mais poderes, 23 por cento acham que está bom assim e 41 por cento gostariam que ela tivesse menos poderes.

Além disso, 56 por cento dos entrevistados em toda a UE concordam com a idéia de que o bloco "não representa os cidadãos comuns do nosso país".



Imagina se eles vivessem o que o Brasil viveu: Cruzeiro, Cruzado, Réis, Cruzado Novo, URV.... Com certeza achariam o EURO uma maravilha.

Aproveitando a sexta-feira

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Benefício de álcool é só para homens, diz estudo
26 de maio, 2006 - 18h32 GMT (15h32 Brasília)


Beber bebidas alcoólicas todos os dias - com moderação - reduz o risco de doenças do coração entre homens, de acordo com um estudo publicado no British Medical Journal, nesta sexta-feira. Mas, para mulheres, de acordo com a pesquisa realizada com 50 mil pessoas na Dinamarca, os benefícios não dependem da freqüência, mas da quantidade de álcool consumida.

Entre as mulheres que participaram do estudo, as que bebem pelo menos uma vez por semana têm o risco de doenças coronárias reduzido. As que bebem todos os dias também.

Mas a diferença entre os dois grupos foi mínima:
as que consomem álcool todo dia têm 36% menos chance de sofrer do coração do que as que não bebem. E as que bebem uma vez por semana têm 35% menos chance dos que as abstêmias.

Contraste

Já entre os homens, os que bebem diariamente têm 41% menos chances de terem doenças do coração do que os que não bebem, contra 7% a menos de chances para os que bebem uma vez por semana
.

"Entre as mulheres, a quantidade de álcool ingerida parece ser a determinante entre a associação de álcool e risco reduzido de doenças coronárias", afirma o Centro para a Pesquisa do Álcool da Dinamarca, uma das instituições responsáveis pelo estudo.

A pesquisa foi realizada com dinamarqueses entre 50 e 65 anos e a ingestão de álcool entre os estudados foi monitorada durante seus anos. A idade, os hábitos alimentares e o fumo também foram levados em consideração.


Explicações

Os pesquisadores acreditam que pode haver várias explicações para as diferenças entre homens e mulheres.

O problema pode ser hormonal, relacionado ao tipo de álcool consumido, ou ainda pode haver diferenças entre a forma com que o corpo de homens e mulheres processa o álcool.

O chefe da equipe, Morten Gronbaek, do Instituto Nacional de Saúde Pública da Dinamarca, disse que "já havia sido mostrado que a freqüência tem mais importância que quantidade, mas esta pesquisa aponta para a diferença entre gêneros".

A quantidade recomendada máxima de álcool são 14 unidades por semana para mulheres e 21 unidade para homens.


Uma ótima notícia para sexta-feira, não acham? Só não podemos esquecer da moderação isso evita pagar mico no dia seguinte e mais uma coisinha: Se for dirigir não beba!!! Se for beber me chame!!! Ótima sexta-feira!

Querido!!! Cheguei!!!

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Trabalho extra pode indicar casamento falido, diz estudo
10 de abril, 2007 - 16h52 GMT (13h52 Brasília)


Mulheres que começam repentinamente a fazer horas extras no trabalho podem estar à beira de um divórcio, segundo um estudo da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos.


A pesquisa concluiu que essas mulheres trabalham uma média de 283 horas extras por ano a mais do que aquelas em relacionamentos estáveis.

Segundo o economista Kerry Papps, autor do estudo,
isso ocorre porque as esposas que percebem que o casamento está no fim querem melhorar sua renda e assegurar que terão como se sustentar sozinhas.

O estudo, a ser apresentado nesta semana no congresso anual da Royal Economic Society britânica, se baseou na comparação das horas trabalhadas e do estado civil dos participantes.

Mulheres que se separaram um ou dois anos depois da análise foram consideradas como tendo previsto o fim do casamento.

Risco de separação

A partir das informações coletadas,
os pesquisadores também concluíram que tanto homens quanto mulheres no primeiro casamento correm mais risco de se separar após quatro ou cinco anos.

Segundo eles, as mulheres que se casam de novo têm menos tendência a romperem o relacionamento outra vez.

Especialistas em casamento britânicos concordam que as descobertas do estudo americano fazem sentido em alguns aspectos.

"Se uma pessoa está infeliz, ela tende a se jogar no trabalho e na vida social em torno dele, como uma maneira de se distrair", disse Denise Knowles, psicóloga de casais, segundo o jornal britânico The Times.

"Não acredito que isso aconteça conscientemente. Trabalhar a mais pode trazer uma sensação de estabilidade que a pessoa não tem no relacionamento. Ou a pessoa pode se sentir mais valorizada no escritório do que em casa."

Na Grã-Bretanha, o aumento no número de divórcios, entre os anos 60 e 90, coincidiu com um salto no número de mulheres no trabalho.
Trabalhar é muito bom, eu adoro!!! Mas fugir dos problemas não é nada aconselhável!!! O que está indo mal pode piorar!!! Ao invés de começar a fazer hora-extra, por que não mudar os programas familiares? Por que não ir jantar fora? Pegar um cineminha? Mudar a rotina...


É mais fácil conquistar alguém diferente todos os dias do que conquistar a mesma pessoa todos os dias!!! Mas essa é a única forma de manter a chama acesa e o amor vivo!!!

Homens, cuidado. Seu rosto é um livro aberto!!!

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Mulher pode ler o homem pelo rosto, diz pesquisa
10 de maio, 2006 - 12h35 GMT (09h35 Brasília)


Basta olhar no rosto de um homem para que uma mulher consiga aferir sua masculinidade, dizer se ele gosta de crianças, se é gentil, e se é o tipo ideal para uma relação de longa duração.

A conclusão é de uma pesquisa realizada pelas universidades de Santa Barbara e de Chicago, nos Estados Unidos e divulgada nesta quarta-feira. O estudo foi publicado na revista científica britânica Proceedings of the Royal Society B: Biological Studies.

"A pesquisa mostrou que as mulheres conseguem fazer avaliações precisas sobre a masculinidade de um homem e seu interesse por crianças só de olhar no seu rosto", segundo Dario Maestripieri, co-autor do estudo e professor de desenvolvimento humano comparativo da Universidade de Chicago.

De acordo com o pesquisador, o estudo mostrou ainda que "as mulheres valorizam a masculinidade como um fator que contribui para relações de curto prazo e o interesse de homens por crianças como sendo um fator que os torna mais propícios para relacionamentos de longo prazo".

Estudo

O estudo científico foi realizado entre um grupo de 39 homens, com idades entre 18 e 33 anos. Os pesquisadores mostraram a cada um dos homens fotos de adultos e de bebês e pediram que eles dessem notas para cada adulto e bebê retratado. Os autores do estudo também testaram a saliva dos pesquisados para medir seus níveis de testosterona.

As fotos dos participantes masculinos da pesquisa foram mostradas a 29 mulheres. Os pesquisadores pediram que elas avaliassem os homens em quesitos como "gosto por crianças", "atração física", "gentileza", e "masculinidade".

Em seguida, elas eram solicitadas a avaliar quais dos homens seriam apropriados para relacionamentos curtos e quais deles seriam os melhores para ligações duradouras.

A pesquisa mostrou que a maior parte das mulheres consultadas soube avaliar de forma precisa quais os homens que gostavam de bebês e souberam distingüir os que tinham altos níveis de testosterona dos que não tinham.

Os homens que indicaram que gostavam de crianças foram avaliados corretamente por 20 das 29 mulheres consultadas. E os homens que não mostraram interesse por crianças foram julgados de forma precisa por 19 mulheres.

Os pesquisados julgados como tendo o mais alto nível de masculinidade foram também tidos como os mais apropriados para relacionamentos de curto prazo. Aqueles que demonstraram maior interesse por crianças, foram considerados os melhores para relacionamentos de longa duração.
Os homens que se cuidem... será que poderíamos incluir essa qualidade no chamado "sexto sentido" feminino?


O título deste post foi sugerido por Bruno Melo,
o guardião da Verdade Absoluta,
meu blog predileto.

Os riscos de engordar após a gravidez

terça-feira, 24 de abril de 2007

Engordar após 1ª gravidez pode ser perigoso
29 de setembro, 2006 - 14h26 GMT (11h26 Brasília)

Um estudo sueco apresentado na publicação médica The Lancet alerta para o risco que as mulheres correm quando engordam ou não conseguem perder o excesso de peso entre o primeiro filho e a segunda gravidez.

Segundo os pesquisadores, alguns quilinhos a mais depois do nascimento do primogênito - mesmo para as mulheres que não estão acima do peso - poderiam levar a complicações como pressão alta, diabetes ou a morte do bebê ainda dentro da barriga da mãe durante a segunda gravidez.

Especialistas acham os resultados do estudo preocupantes, já que a obesidade está aumentando e, de acordo com as tendências atuais,
até 2010 dois terços das mulheres estarão obesas ou acima do peso.

Estudos anteriores já demonstraram que essas mulheres têm mais dificuldade para engravidar e, quando conseguem conceber, têm maior risco de complicações.

Riscos

A pesquisa sueca envolveu 150 mil mulheres e concluiu que o aumento no Índice de Massa Corporal (IMC) - o peso em quilos dividido pela altura em metros ao quadrado - em uma ou duas unidades já era suficiente para causar problemas na gravidez.

O IMC ideal ficaria entre 18,5 e 25. Uma mulher que mede 1,65 e pesa 60 quilos tem um IMC de 22. Se ela engordasse 3 quilos, seu IMC subiria em uma unidade para 23.

No estudo, mulheres que ganharam uma ou duas unidades de massa corporal em um período de dois anos, entre o nascimento do primeiro bebê e a segunda gravidez, aumentaram o risco de pressão alta e diabetes gestacionais de 20% a 40%.

Uma alta do IMC em três unidades aumenta ainda o risco de o bebê nascer morto.

O co-autor do estudo, Eduardo Villamor, da Escola de Saúde Pública de Harvard, nos Estados Unidos, frisou que as mulheres não precisam ficar acima do peso ou obesas para aumentarem a chance de ter problemas na gravidez.

"Um aumento de peso relativamente modesto entre as gravidezes já poderia levar a sérias doenças", afirma ele.

Perda de peso

Para Adam Balem, do Royal College of Obstetricians and Gynaecologists, na Grã-Bretanha, os resultados do estudo são impressionantes.

Ele afirma que um esforço para perder peso depois da primeira gravidez pode fazer uma grande diferença, especialmente para as mulheres obesas.

"A obesidade é um problema que vemos todos os dias nas clínicas. As mulheres têm dificuldade em perder peso depois da gravidez."

Fatores como amamentação, tipo de parto e quanto tempo a mulher leva para voltar às atividades físicas têm um papel importante na perda de peso.

"E com a idade, é necessário comer menos e fazer mais exercício para evitar engordar, o que pode ser complicado para mulheres que trabalham e têm filhos pequenos."

"O melhor conselho é que as mulheres amamentem e façam o possível para se exercitar, voltando ao seu peso normal antes de pensar na segunda gravidez", diz Balem.

Mas os especialistas também alertam para o perigo oposto, o da perda excessiva de peso.

"Muitas mulheres se preocupam em perder peso após darem à luz e acabam exagerando e emagrecendo demais", diz Gillian Fletcher, do National Childbirth Trust, na Grã-Bretanha.

Ela diz que dietas radicais são especialmente perigosas para mulheres que estão amamentando ou tentando conceber.


Mamães de plantão, está ai o aviso!!! Caso deseje calcular seu IMC - Índice de Massa Corporal - é só clicar aqui e ver se é necessário tomar providências. Cuidar da sua saúde é tão essencial, quanto cuidar da saúde de seu bebê.

Você confia??? (03)

segunda-feira, 23 de abril de 2007

Para 64% no Brasil, governo interfere demais na imprensa
03 de maio, 2006 - 13h01 GMT (10h01 Brasília)


O governo do Brasil interfere demais na imprensa na opinião de 64% dos ouvidos em uma pesquisa realizada para a BBC. O índice é um dos maiores nos dez países pesquisados, menor apenas que o da Nigéria (75%) e igual ao da Coréia do Sul (64%).

O estudo foi idealizado conjuntamente pela BBC, pela agência de notícias Reuters e pelo centro americano de estudos Media Center. A pesquisa foi conduzida pelo instituto de pesquisas GlobeScan.

A pesquisa ouviu 10.230 adultos nos seguintes países: Brasil, Estados Unidos, Egito, Grã-Bretanha, Índia, Nigéria, Rússia, Coréia do Sul, Alemanha e Indonésia.


Mídia impressa x TVs

O Brasil foi o único entre os dez países consultados a considerar a mídia impressa mais confiável do que as emissoras de TV.

Um total de 68% dos brasileiros estima que a mídia impressa é a mais confiável. O índice para os que consideram a TV como o meio de informação mais confiável é de 66%.

Mas ainda assim o órgão de comunicação considerado mais confiável no país foi a Rede Globo, citada por 52% dos consultados. O segundo órgão citado na categoria foi o jornal O Globo, mencionado por 4% das pessoas ouvidas.

Os índice de brasileiros que diz ter deixado de lado uma fonte de informação por haver perdido a confiança nela foi o mais elevado entre os dez países - um total de 44%.

Os brasileiros também são os que mais acreditam que a mídia se concentra em informar notícias ruins - opinião de 80% dos consultados.

A pesquisa foi realizada antes do caso que levou à queda do ministro da Fazenda, Antonio Palocci, acusado de participar da entrega para a revista Época de dados bancários sigilosos de um caseiro ouvido na CPI dos Bingos.



Como já disse em outros posts, temos como mudar isso! Vamos usar o "fale conosco" dos meios de comunicação e do governo, vamos exigir respostas. Só assim saberemos até que ponto poderemos confiar na mídia e no governo!!!

Aspirina - Ácido Acetil-Salicílico (01)

domingo, 22 de abril de 2007

Aspirina reduz risco de doenças cardíacas em mulheres, diz estudo
27/03/2007


Mulheres saudáveis que tomam uma dose de baixa a moderada de aspirina podem reduzir seu risco de morte prematura, particularmente de doenças cardíacas, sugeriu um estudo realizado nos Estados Unidos.

Os pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts e da Faculdade de Medicina de Harvard Medical, em Boston, monitoraram o uso de aspirina por 80 mil mulheres em mais de 20 anos, e divulgaram suas conclusões num artigo em Archives of Internal Medicine.

Mas cientistas britânicos afirmam que esses resultados contrariam outros estudos, que advertiram que aspirina pode causar sangramento.


Estudo americano

As mulheres que participaram da pesquisa tinham idades de 35 a 60 anos. Elas foram examinadas em 1980, e depois a cada dois anos até 2004.

No começo do estudo, nenhuma das mulheres apresentava doenças cardiovasculares ou câncer.

A cada exame, as mulheres disseram se usavam aspirina regularmente e, em caso positivo, quantos comprimidos tomavam por semana.

Durante o estudo, pouco menos de 30 mil tomavam doses de baixas a moderadas (de um a 14 comprimidos de 325 miligramas por semana), e 5 mil ingeriam mais de 14 comprimidos por semana.

Até 1º de junho de 2004, 9.477 mulheres participantes do estudo haviam morrido. Dentre elas, pouco menos de 2 mil foram vítimas de doenças cardíacas e 4.469 de câncer.

Cada morte foi comparada com a de sete ou oito outras mulheres que participaram do estudo e tinham idade e situação semelhantes.


Fatores de risco

Mulheres que disseram que tomavam doses de baixas a moderadas de aspirina apresentaram um risco 25% menor de morte por qualquer causa em comparação a mulheres que nunca usaram aspirina regularmente.

Usuárias de aspirina tinham um risco 39% menor de morte por doenças cardiovasculares, e 12% menor de morte por câncer.

O uso de doses elevadas de aspirina aparentemente não beneficiou as mulheres.

"O uso de aspirina (por um período) de um a cinco anos foi associado a reduções significativas de mortalidade cardiovascular", escreveram os pesquisadores liderados por Andrew Chan, em Archives of Internal Medicine.

"Em contraste, uma redução significativa do risco de morte por câncer não foi observada depois de dez anos de uso de aspirina."

"O benefício associado à aspirina foi confinado a doses de baixas a moderadas e foi significativamente maior em participantes mais velhas e naquelas com maiores fatores de risco cardíaco."

A equipe disse que a aspirina pode proteger as pessoas de várias formas, inclusive impedindo inflamação e danos celulares a partir de exposição a oxigênio.

Mas ela afirma que, como o estudo examinou mulheres que decidiram tomar ou não aspirina ao invés de optar por testes clínicos aleatórios, os resultados não sugerem que todas as mulheres deveriam tomar aspirina.

Os pesquisadores recomendam a realização de mais pesquisas para avaliar os efeitos da aspirina.


"Sem benefícios"

Mas John Baron, da Faculdade de Medicina de Dartmouth Medical School, em New Hampshire, disse que o Estudo da Saúde das Mulheres, que seguiu 40 mil mulheres por onze anos, não encontrou benefícios no uso de aspirina.

"A aspirina é realmente tão boa ou há alguma outra explicação para os resultados que são tão diferentes daqueles do Estudo da Saúde das Mulheres e outros testes de prevenção primária?", perguntou Baron.

Peter Weissberg, diretor médico da Fundação Britânica do Coração, disse que o estudo americano é "interessante", mas não segue todos os outros estudos prévios e "não deveria, portanto, ser usado como evidência em favor de todas as mulheres tomarem aspirina para prevenir doenças cardíacas".

"Há boas evidências que sugerem que as pessoas que tiveram um ataque cardíaco, ou são consideradas em risco de doenças cardíacas se beneficiam da prescrição de aspirina."

"Mas não é adequado para todo mundo tomar para prevenir doenças cardíacas, pois o uso regular de aspirina é associado ao risco estabelecido de sangramento."

"Não há dúvida de que esta continuará sendo uma questão controvertida", concluiu Weissberg.


Não há dúvidas do que o mais certo a se fazer é buscar orientação médica antes de sair se automedicando ou aconselhando amigos a fazê-lo. O que esta pesquisa mostra é que há muito a ser estudado em relação a Aspirina e isso requer, além de tempo e conhecimento, dinheiro.

Volta ao mundo causa mais do que tontura...

sábado, 21 de abril de 2007

Vôos freqüentes e longos podem causar psicose, diz estudo
30 de março, 2007 - 09h11 GMT (06h11 Brasília)


Pessoas que fazem muitos vôos de longa distância com freqüência, como tripulantes de aviões, correm risco de desenvolver problemas de saúde, de acordo com estudo britânico.

Além do fenômeno conhecido como jetlag, os distúrbios ocasionados pelas mudanças de fusos horários, um desajuste no relógio biológico pode levar a distúrbios emocionais e psicóticos.

Os pesquisadores atribuem isso a distúrbios nos padrões hormonais e do sono, disse artigo na revista especializada The Lancet.

A equipe da Universidade John Moores, de Liverpool, revisou mais de 500 artigos publicados sobre aviação e saúde.

Os pesquisadores encontraram relatos de tripulantes com diminuição do desempenho cognitivo e problemas de saúde mental, inclusive breves episódios de psicose - perda do contato com a realidade.

E aeromoças disseram que têm distúrbios no ciclo menstrual ligados à irregularidade de seu trabalho.

Os autores do estudo, Jim Waterhouse e seus colegas, oferecem dicas para limitar a fadiga e o jetlag resultantes de viagens, tais como buscar ou evitar exposição à muita iluminação no destino, para ajudar a ajustar o relógio biológico.

Uma xícara de café forte e exercícios ajudam o viajante a ficar acordado quando as reservas do corpo estão no fim, dizem os cientistas.


SINTOMAS DE JETLAG
Sono perturbado
Concentração ruim
Dor de cabeça, fadiga e
irritabilidade
Indigestão e alterações no apetite

Mas eles ressaltam que não há como impedir o jetlag e recomendam cautela no uso de medicamentos sem licença como melatonina - o hormônio secretado durante o sono.

Eles recomendam que se a viagem levar ao cruzamento de menos de três fusos horários, provavelmente o jetlag não será um grande problema para a maioria das pessoas.

Dicas

E se o viajante permanecer em seu destino por um período muito breve - geralmente menos de três dias - para que o relógio biológico se ajuste, é melhor manter os padrões de sono e alimentação de seu lugar de origem.

Se a viagem inclui mais de três fusos horários e a estadia é de mais de três dias, vale a pena adaptar os padrões de sono e atividades do local de destino.

Vôos para o oriente geralmente causam os piores sintomas do que rumo ao ocidente, dizem os pesquisadores.

De maneira geral, com vôos para o oriente o número de dias necessários para uma recuperação é equivalente a dois terços dos fusos horários atravessados. Em vôos para o ocidente, o número de dias é a metade do de fusos horários atravessados.

Um porta-voz do Departamento de Aviação Civil da Grã-Bretanha disse: "
Nós não estamos cientes de que pilotos em vôos de longa distância têm incidência maior de distúrbios psicóticos ou grandes distúrbios afetivos do que a população em geral."

Segundo ele, é muito raro para uma tripulação ficar fora mais de três dias e, portanto, ela tende a manter os padrões ditados pelos relógios na Grã-Bretanha.

Há regulamentos sólidos para saúde e segurança, inclusive limites para tempo de vôo. Pilotos registrados na Grã-Bretanha são proibidos de voar mais de 900 horas por ano, disse o porta-voz.
O negócio é os cientistas inventarem logo o teletransporte, mesmo que virtual e, assim, resolverem dois problemas de uma vez só... acaba-se com crise no espaço aéreo e com a possibilidade de mais versões do filme "Psicose" de Alfred Hitchcock!!!

Mãe, cuidado com as calorias...

sexta-feira, 20 de abril de 2007

Má alimentação da mãe pode gerar problemas arteriais
30 de julho, 2006 - 02h57 GMT (23h57 Brasília)

A má alimentação da mãe durante a gravidez pode gerar problemas artérias futuros para seu filho, diz um estudo realizado por uma equipe de pesquisadores britânicos.

O trabalho – realizado pela Universidade de Southampton - avaliou 200 crianças e chegou a conclusão de que quanto menor o consumo de calorias pela mãe durante a gravidez maior o risco de a criança desenvolver paredes arteriais mais espessas.

As paredes mais espessas aumentam o risco da formação de coágulos nas artérias.

Os cientistas que descobriram a relação dizem que ainda não sabem por que isso ocorrer e que mais pesquisas precisam ser feitas para se estabelecer o motivo.

O trabalho foi divulgado em uma publicação especializada em questões cardio-vasculares chamada Arteriosclerose, Trombose e Biologia Vascular.

No estudo foram usados scanners para verificar a espessura das paredes das artérias de crianças de noves anos de idade, todos filhos de mães que haviam passado por um estudo nutricional durante a gravidez.

Os especialistas disseram que a qualidade da alimentação aparentemente teve pouco importância. A
grande diferença foi verificada pela quantidade de consumo de calorias.
Mamães de plantão, não deixem de fazer seu pré-natal e pedir orientação nutricional a seu médico. Assim você estará cuidando não só a saúde do seu filho, mas como a sua própria.

Ser fofinho não é tão ruim assim...

quinta-feira, 19 de abril de 2007

'Gordinhos' vivem mais do que os magros demais, diz pesquisa
21 de abril, 2005 - 14h34 GMT (11h34 Brasília)


Pessoas ligeiramente acima do peso tenderiam a viver mais do que quem é obeso ou está abaixo do peso normal, segundo uma pesquisa publicada na revista científica Journal of American Medical Association.

O estudo feito pelo Centro Americano de Controle de Doenças analisou dados de três pesquisas americanas sobre saúde e nutrição realizadas nos anos de 1970s, 1980s e 1990s.

Os pesquisadores utilizaram o índice de massa corpórea (IMC), que é o peso dividido pela altura ao quadrado. A faixa de IMC de pessoas normais vai de 18,5 a 25, sendo que um índice acima de 30 caracteriza obesidade.

Eles descobriram que pessoas com o IMC acima de 25, mas abaixo de 30, não teriam uma expectativa de vida menor.

Obesidade ruim

A maior expectativa de vida foi encontrada em pessoas com IMC de 25, na fronteira entre o peso ideal e estar acima do peso.

Outra descoberta do estudo foi que o risco de morte ligado à obesidade diminuiu ao longo das décadas.

Eles dizem que isso acontece porque as pessoas vêm adotando um estilo de vida mais saudável e contando com melhores recursos da medicina.

Especialistas, entretanto, afirmam que o estudo apenas levou em conta a expectativa de vida das pessoas e não doenças relacionadas com excesso de peso.

"Não existe a menor dúvida de que ser obeso é ruim para você", diz William Cochran, nutricionista do Sistema de Saúde Geisinger, na Pensilvânia, Estados Unidos.
Nem obeso, nem magrelo... o negócio é ser fofinho!!! Já me sinto melhor com os meus quilinhos a mais... Mas com a saúde não se deve brincar. Cuide de você!!! A hora de ser feliz é agora!!! Dúvidas sobre o seu IMC - Índice de Massa Corporal - clique aqui e cuide do que lhe é o bem mais precioso... A VIDA!!!

Alta tensão!!!

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Pesquisa relaciona leucemia a redes de alta tensão
03 de junho, 2005 - 11h32 GMT (08h32 Brasília)


Morar muito
perto de redes de alta tensão pode aumentar o risco de leucemia na infância, segundo uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha. O estudo publicado pelo British Medical Journal concluiu que as crianças que moram a um raio de 200 metros de distância das linhas de alta tensão têm risco 70% maior de desenvolver leucemia do que as que moram a mais de 600 metros.

Os autores do estudo, no entanto, destacam que não há nenhuma razão biológica para explicar o fenômeno e que é preciso realizar mais pesquisas para estabelecer uma relação entre a proximidade das redes e a doença.

Mesmo se a relação entre a proximidade das redes de alta tensão e os casos de leucemia for confirmada, ela seria a causa de apenas 1% dos casos da doença na Grã-Bretanha - cinco casos extras a cada 400 casos por ano.


Estudo

A pesquisa, realizada por cientistas da Universidade de Oxford, avaliou 29 mil crianças com câncer - entre elas 9,7 mil com leucemia - nascidas entre 1962 e 1995, além de um grupo de controle de jovens saudáveis.

Causas já sugeridas para a leucemia na infância:

Suscetibilidade genética;
Sistema de imunidade prejudicado por substâncias químicas, infecções ou radiação antes do nascimento do bebê;
Desenvolvimento anormal do sistema de imunidade devido à falta de exposição a infecções na infância;
Os cientistas mediram a distância entre as casas das crianças quando elas nasceram e as redes de alta tensão mais próximas.


Eles concluíram que 64 crianças que sofriam de leucemia viviam a menos de 200 metros de distância de alguma rede. Outras 258 crianças que sofrem da doença viviam a uma distância entre 200 e 600 metros das redes.

As crianças que vivem entre 200 a 600 metros de distância das redes de alta tensão têm 20% a mais de chances de ter leucemia.

Apesar de a tendência ser clara, os médicos não conseguiram explicar a razão.

Eles acreditam que os resultados podem ser explicados por outros fatores, como por exemplo o tipo de pessoa que mora perto das torres, ou o ambiente em que eles são colocados.

Pesquisas anteriores, no entanto, sugerem que há uma relação entre campos magnéticos de baixa freqüência – como os criados com a produção de eletricidade – e o câncer.


Seja como for, se você mora perto de torres de alta tensão ou conhece quem mora é melhor avisar sobre esse risco. Eu já escutava essa história quando era criança... agora ela está aqui, com fundamento cientifico. Cuidemos das crianças!!!

Você confia??? (02)

terça-feira, 17 de abril de 2007

Confiança na mídia é maior do que no governo, diz pesquisa
03 de maio, 2006 - 04h31 GMT (01h31 Brasília)


Os brasileiros confiam pouco nos meios de comunicação e ainda menos no governo. De acordo com uma pesquisa realizada com mais de 10 mil pessoas, o Brasil é o país em que os cidadãos mais acham que existe interferência do governo sobre a mídia (64%).

Menos da metade dos brasileiros (45%) confia nas informações obtidas através da mídia e só 30% acreditam no governo.

A pesquisa realizada pela GlobeScan para a BBC, Reuters e The Media Centre mostra que os brasileiros não estão sozinhos em suas desconfianças. Em média, nos 10 países pesquisados, 61% confiam em informações provenientes da mídia, contra 52% que disseram acreditar no que diz o governo.

Notícias

Os outros países pesquisados foram Egito, Alemanha, Grã-Bretanha, Índia, Indonésia, Nigéria, Rússia, Coréia do Sul e Estados Unidos.

Na Nigéria, Coréia do Sul e Alemanha, assim como no Brasil, menos da metade da população confia nas notícias que ouve, assiste ou lê.

E somente na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos as pessoas confiam mais no governo do que na mídia.

Globo e Al Jazeera

Entre os brasileiros, os jornais impressos foram apontados por 68% dos respondentes como os meios de comunicação mais confiáveis. Mesmo assim, a fonte de informação mais mencionada como confiável foi a Rede Globo: 52% citaram o canal televisivo e só 19% citaram jornais.

Em todos os outros países, somente a Al Jazeera (canal de televisão a cabo do Catar) tem mais confiança: ela foi mencionada por 59% dos egípcios.

Em segundo lugar, com o pesquisado dando o nome do meio mais confiável, ficou o jornal O Globo, com 4% das respostas.

Uma em cada quatro pessoas (28%) deixou de lado uma fonte de informação nos últimos 12 meses, porque perderam a confiança. No Brasil, este número chegou a 44%. Destes, a maioria são jovens urbanos, com idade entre 18 e 24 anos.

Mesmo assim, na média, sete em cada dez pessoas segue os noticiários diariamente (no Brasil, são oito em cada 10), apesar de dois em cada três acreditarem que há muita interferência do governo (57%) e 42% duvidarem que jornalistas possam reportar livremente o que apuraram.

Fontes alternativas de notícias, como a internet, estão ganhando novas audiências, especialmente entre os jovens. Mas os blogs ainda são motivos de desconfiança. Eles foram apontados como os meios menos confiáveis.

Na média dos países pesquisados, a confiança ficou em 25% e somente em 20% no Brasil.


Bom se não confiamos no governo e nem na mídia, no que confiamos então??? Distorções existem, não só nas informações passadas pela mídia, ao contarmos uma história, um fato, sempre têm-se várias versões. Creio que o que, realmente, falta é uma linguagem mais clara, direta e imparcial.

O que vejo é um grande desinteresse em se saber o que acontece no país, prefere-se saber dos artistas, do futebol e da previsão do tempo. Você pode fazer mais do que mudar o canal, você pode sugerir, reclamar, indagar!

O que não dá é para engolir tudo com farinha! Praticamente, todos os meios de comunicação têm um “fale conosco”, comece com esse
aqui e ajude a clarear as informações em nosso país! Faça-se ouvir!!!

Navegando sem destino...

segunda-feira, 16 de abril de 2007

Internautas sem foco perdem 2 dias de trabalho por mês--pesquisa
Ter, 10 Abr, 11h57

LONDRES (Reuters) - Dois em cada três internautas britânicos perdem porções significativas de seu tempo de trabalho em navegação irrelevante, afirma uma pesquisa divulgada nesta terça-feira.

Confrontados com uma quantidade quase que ilimitada de informações online, os internautas ficam distraídos e começam logo a se perguntar "o que é que eu estava procurando mesmo", aponta a pesquisa.

Chamando de "wilfers" os internautas que se perdem na montanha de informações disponíveis na Web, a pesquisa afirma que esses usuários gastam dois dias de trabalho por mês com navegação irrelevante. Os homens apresentam os piores casos e os sites de compras são os que mais geram distração.

Além do tempo e dinheiro aparentemente perdido por empresas britânicas, a pesquisa YouGov, que ouviu mais de 2.400 pessoas, aponta outros problemas.

Um terço dos homens entrevistados disseram que a navegação por sites de entretenimento adulto prejudicou relacionamentos.

Jason Lloyd, do site de comparação de preços moneysupermarket.com, que patrocinou a pesquisa, disse:
"Apesar das pessoas navegarem com um propósito, elas estão recebendo tantas ofertas de escolhas e de distração online que muitas esquecem o que estavam fazendo e passam horas navegando sem um objetivo."

"É importante as pessoas não permitirem que distrações online desnecessárias fiquem no caminho quando navegam pela Web, pois isso pode afetar a produtividade no trabalho e relacionamentos em casa", conclui o estudo.
Essa eu nem vou comentar!!! Vou logo concordando com o Melo!!! Eles só perdem 2 dias porque o Verdade Absoluta não está escrito em inglês!!!

Síndrome do camaleão...

domingo, 15 de abril de 2007

Pesquisa relaciona tintura de cabelo a câncer linfático
08 de junho, 2005 - 17h14 GMT (14h14 Brasília)


Pessoas que pintavam o cabelo ou foram expostas a tintura de cabelo até meados dos anos 1970 correm mais risco de desenvolver câncer, segundo pesquisa da Agência Internacional para Pesquisa de Câncer, da França.

De acordo com os pesquisadores, alguns componentes foram eliminados das tinturas de cabelo naquela época, quando foi comprovado que eles provocavam câncer.

Mas o estudo feito com 5 mil mulheres constatou que as pessoas expostas a tintas de cabelo, como cabelereiros, antes dessa época ainda têm maior risco de contrair linfoma.

Os cientistas apresentaram os resultados de sua pesquisa na Conferência Internacional sobre Linfoma Maligno.

Linfoma

Linfoma é o câncer do sistema linfático – rede de vasos que fazem parte do sistema imunológico do corpo humano – que transporta células que lutam contra infecções, os linfócitos, e também retira as células mortas dos tecidos.

Entre as mulheres que usavam tinta de cabelo regularmente, o risco de desenvolver linfoma é 20% maior do que o das mulheres que nunca pintaram o cabelo antes de 1980.

Cerca de um terço das mulheres, além de 10% dos homens com mais de 40 anos, usam algum tipo de tintura de cabelo.

"É tranqüilizador verificar que as tintas usadas nos últimos 25 anos não parecem ter risco", disse o professor Paolo Boffetta, um dos pesquisadores.

"Pode ainda ser prematuro concluir que as tintas mais antigas têm relação de causa com linfoma, mas as evidências estão crescendo."

Vírus

Segundo Boffetta, um estudo publicado no Journal of the American Association há duas semanas também identificou ligações entre linfoma e tintas antigas.

Esse estudo, porém, não encontrou ligações com outros tipos de câncer, como de seio e de bexiga, apesar de preocupações anteriores.

"Nos últimos 20 anos, dobrou a incidência de linfoma no mundo ocidental", disse o professor Franco Cavalli, presidente da Conferência.

"Vírus e outros agentes infecciosos possivelmente tiveram um papel importante nessa epidemia, mas cientistas suspeitam há muito tempo que outros químicos poderiam estar envolvidos."

Por isso, esse estudo que prova aumento da incidência de linfoma em mulheres que usaram regularmente tipos antigos de tintura é muito importante.

"É um estudo grande o bastante para causar preocupação, mas ação regulatória foi adotada e os carcinógenos foram eliminados das tinturas de cabelo. Pessoas que usam tintas agora não devem ser alarmadas", disse o professor Gordon McVie, do Instituto Europeu de Oncologia.

"Cabeleireiros e pessoas que usaram muito tintas de cabelo no passado podem ser alertadas para prestar atenção se surgirem quaisquer caroços ou inchações anormais."
Você conhece alguém que usa ou usou muita tintura de cabelo??? Avó, mãe, tia, irmã, esposa, amiga, avô, pai, irmão, esposo, amigo... Não custa nada informar! Um exame preventivo pode salvar a vida dessa pessoa querida, mesmo que ela seja sua sogra (rs) afinal você não vai querer ver seu cônjuge sofrendo pela mãe, vai?

Gordo e louco... ai ai ai!!!

sábado, 14 de abril de 2007

Gordura na meia-idade aumenta risco de demência, diz pesquisa
29 de abril, 2005 - 11h10 GMT (08h10 Brasília)


As pessoas que estão acima do peso na meia-idade correm um risco consideravelmente maior de desenvolver demência, segundo pesquisa de uma equipe de cientistas de National Institutes of Health dos Estados Unidos.

De acordo com esse estudo, as pessoas obesas na fase dos 40 anos têm 74% mais chances de desenvolver demência do que aquelas com peso normal.

O risco de desenvolver essa doença em obesos de qualquer idade é 35% maior, segundo a pesquisa que envolveu mais de 10 mil homens e mulheres, em três décadas de trabalho.

Os resultados estão no jornal especializado British Medical Journal (BMJ).

Os cientistas alertam para o risco de a atual epidemia de obesidade levar a um grande aumento de casos de demência no futuro.

Acompanhamento

Para fazer a pesquisa, os cientistas definiram as pessoas obesas como aquelas que tivessem índice de massa corporal (BMI, na sigla em inglês) de 30 ou mais. As pessoas acima do peso foram consideradas aquelas com um BMI entre 25 e 29,9. Um BMI normal foi considerado aquele entre 18,6 e 24,9.

O BMI e calculado a partir da divisão do peso da pessoa pelo quadrado de sua altura.

Entre 1964 e 1973, todos os participantes passaram por exames de saúde detalhados. Na época, eles estavam com idade entre 40 e 45 anos. Eles foram monitorados até 1994 para ver se desenvolviam demência. No total, 713 participantes, 7% deles, desenvolveram demência.

Mulheres

Segundo a pesquisa, as mulheres obesas têm risco 200% maior de ter demência do que mulheres de peso normal. Entre os homens, os obesos têm risco 30% maior.

Já homens e mulheres com as maiores medidas de dobras cutâneas – outro indicador de obesidade – têm risco entre 60% e 70% maior de ter demência do que aqueles com as menores medidas.

Segundo a pesquisa, a etnia das pessoas não parece ser importante para determinar o risco de contrair a doença.

Os pesquisadores acreditam que a obesidade pode aumentar o risco de demência por causa de um efeito direto sobre o cérebro ou por sua associação com outros problemas como diabete e doenças cardiovasculares que, se acredita, também podem aumentar as chances de desenvolver a doença.

No entanto, os cientistas avaliaram indivíduos com diabete e doenças cardiovasculares e nenhum pareceu ter risco alterado de contrair demência.

Perda de tecido

Na Suécia, em outro estudo recente, os cientistas descobriram que quanto maior o BMI de uma mulher maior o risco de que ela teria perda de tecido cerebral, que é uma das primeiras indicações de que a pessoa vai desenvolver demência.

Para a médica Rachel Whimer, da equipe de médicos americanos de National Institutes of Health, se os resultados da sua pesquisa "forem confirmados, talvez o tratamento da obesidade possa reduzir os riscos de demência".

Segundo o professor Clive Ballard, da Alzheimer's Society da Grã-Bretanha, "as descobertas (dessa pesquisa) são consistentes com estudos anteriores que mostram que fatores de risco de doenças cardíacas, como pressão alta e colesterol elevado, também são fatores de risco de demência".

"É provável que a associação entre obesidade e demência seja explicada pela alta incidência desses outros fatores de risco em pessoas que estão substancialmente acima de seu peso."

"Dado que o número de pessoas com demência já está aumentando dramaticamente com o envelhecimento da nossa população, será extremamente importante minimizar fatores de risco adicionais que podem ser prevenidos, como obesidade."

Segundo ele, as evidências indicam que um estilo de vida saudável pode reduzir os riscos de demência.

As mulheres obesas têm risco 200% maior de ter demência do que mulheres de peso normal. Creio que eles deveriam ter estudado também a pressão que as mulheres sofrem da mídia e da sociedade em se manterem magras.

Também concordo que um estilo de vida saudável pode reduzir os riscos de demência, mas acho que os aspectos psicológicos deveriam entrar nessa discussão.

Caso deseje calcular seu IMC - Índice de Massa Corporal - é só clicar aqui e ver se é necessário tomar providências.


Hoje é SEXTA-FEIRA 13 (01)

Sexta-feira 13 é o dia com mais acidentes de carro, diz estudo
Atualizado às: 12 de abril, 2007 - 11h00 GMT (08h00 Brasília)

As incidências de acidentes de carro são maiores nas sextas-feiras que caem no dia 13 do qualquer outro dia do mês, de acordo com pesquisa de uma companhia de seguros britânica.

O índice de acidentes, curiosamente, é 13% maior quando o dia 13 do mês cai nem uma sexta-feira, tornmado o dia o mais azarado para motoristas de carro.

O estudo da Norwich Union foi feito com base em estatísticas de acidentes notificados por seus clientes entre 2002 e 2006 - período em que foram registradas seis sextas-feiras caindo em dias 13.

Quando o dia 13 cai em qualquer outro dia da semana, o número de acidentes notificados à seguradora por motoristas chega a ser inferior à média dos outros dias.

"Nossa análise sobre os dias perigosos para dirigir deu algum crédito às supertições das pessoas em torno da sexta-feira 13", disse Nigel Bartram, da Norwich Union.

"Embora seja difícil dizer ao certo porque isso ocorre, uma razão pode ser que as pessoas mudam sua atuação ao volante em resposta a um dia visto como 'azarado'."

"Na verdade, mudar o comportamento ao volante numa reação ao que é visto como risco - e não a um risco real como neve ou gelo (na pista, que pode levar a derrapagens) - não se traduz necessariamente em direção mais segura", concluiu Bartram.

Ele acredita que ao alterar seu comportamento para mudar 'a sorte', os motoristas podem confirmar a crença de que alguma coisa ruim vai acontecer.

O dia mais seguro, aparentemente, é o dia 26 do mês. Nesta data, o número de notificações de motoristas à seguradora britânica costuma ficar 8% abaixo da média diária.
Superstições à parte, quem deve ter gostado dessa pesquisa foi o Zagallo (rs)... o fato é que quanto mais gente pensa que o dia é do azar, mais azarado ele fica!!!
Então, vamos considerar essa data como um dia comum... difícil né??? Também acho!!! O certo então é ser mais atencioso no trânsito e nas atividades realizadas nesse dia tão misterioso.

E falando sobre o mistério da sexta-feira 13... você sabe como surgiu a lenda desse dia??? Não!!! Então clica aqui.

O que realmente mata???

quinta-feira, 12 de abril de 2007

Poluição 'pode ser mais nociva do que radiação de bomba nuclear'
03 de abril, 2007 - 11h47 GMT (08h47 Brasília)


Respirar o ar poluído de grandes cidades como São Paulo e Londres pode ser mais perigoso para a saúde do que ser exposto a altos níveis de radiação, de acordo com uma pesquisa publicada nesta terça-feira na revista científica BMC Public Health.

O estudo concluiu que os sobreviventes do acidente na usina nuclear de Chernobyl, em 1986, e das bombas atômicas que atingiram Hiroshima e Nagasaki, em 1945, sofrem conseqüências parecidas ou até menores do que quem vive em áreas poluídas, fuma ou é obeso.

"A percepção comum é de que a exposição à radiação causa grandes riscos para a saúde pública. Este estudo mostra que a população exposta a doses significativas de radiação (...) têm o mesmo risco de morte prematura que aqueles que comem demais ou são sujeitos a longos períodos de fumo passivo", diz o autor da pesquisa, Jim Smith.

"Todos nós enfrentamos esses riscos à saúde no nosso dia a dia", afirma ele.



Cigarro, obesidade e poluição

Estimativas sugerem que pessoas que fumaram a vida inteira podem morrer dez anos antes por causa do hábito, enquanto quem é severamente obeso aos 35 anos (com um Índice de Massa Corporal acima de 40) pode viver de quatro a dez anos a menos.

Já os sobreviventes das bombas atômicas do Japão que estavam num raio de 1,5 quilômetro do epicentro da explosão têm a expectativa de vida reduzida em 2,6 anos, em média, de acordo com a pesquisa.


Problemas de Saúde
Cigarro: 10 anos a menos de vida
Obesidade mórbida: 4 a 10 anos a menos de vida
Bomba Atômica: 2,6 anos a menos de vida
BMC Public Health


O estudo revelou ainda que pessoas expostas à radiação em Chernobyl têm uma chance em 100 de contrair um câncer fatal ao longo da vida, o que representa uma alta no risco de mortalidade de 1%.

Já um não-fumante que vive com um parceiro que fuma tem 1,7% mais chance de morrer de uma doença cardíaca devido ao fumo passivo e alguém que deixa uma cidade pouco poluída para um grande centro aumenta seu risco de morte devido aos efeitos da poluição em 2,8%.



Chernobyl

O autor da pesquisa, Jim Smith, afirma ainda que as pessoas que optaram por viver na zona de exclusão ao redor de Chernobyl podem sofrer menos problemas de saúde do que se elas decidissem se mudar para uma cidade grande próxima, como Kiev, devido aos níveis de poluição.


Um relatório da Organização das Nações Unidas estima em 9 mil pessoas o número total de pessoas que morreram ou ainda morrerão por causa da exposição à radiação durante o acidente em Chernobyl, apesar de o Greenpeace acreditar que o número de mortes ligados ao desastre será próximo a 90 mil.

As bombas atômicas que atingiram as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki mataram mais de 200 mil pessoas devido a efeitos da explosão, queimaduras e doenças ligadas à radiação.



Ótima pesquisa, não acham??? Ela mostra que, realmente, a poluição e o cigarro podem diminuir nosso tempo de vida, ou seja, poluição e cigarro matam!!!

Mas essa pesquisa mostra algo além!!! Ela mostra que o homem é capaz de matar mais gratuitamente do que a poluição e o cigarro... Não importa que quem foi exposto a radiação viva mais, o que importa é que inocentes morreram... isso é o que importa e deve ser lembrado!!!

Não estamos tendo efeito estufa só por causa da poluição e do desmatamento!!! Temos que lembrar que isso também é efeito das guerras que temos vivido, além de Chernobyl, Hiroshima e Nagasaki, devemos lembrar da Guerra do Vietnã (gás laranja) e Guerra das Malvinas (bombardeio nas geleiras) onde houveram grandes conseqüências a natureza.

Devemos começar a nos preocupar com o Planeta... novas guerras estão por vir... e dessa vez não será por petróleo, pedras preciosas ou poder, será por água e comida. Ainda temos como escolher que mundo deixaremos para os que virão depois de nós. Pense nisso!!!

É preciso fé cega...

quarta-feira, 11 de abril de 2007

Evangélicos e carismáticos chegam a 49% da população urbana
06 de outubro, 2006 - 09h35 GMT (06h35 Brasília) - Bruno Garcez de Washington



Uma pesquisa realizada pelo instituto de pesquisas religiosas americano Pew Forum on Religion and Public Life mostra que os adeptos de religiões pentecostais e os católicos carismáticos já formam 49% da população brasileira de grandes centros urbanos.

O recém-divulgado estudo Spirit and Power (Espírito e Poder) traz diversos dados a respeito do que chama de movimentos ''renovacionistas'' e foi feito em dez países - Brasil, Estados Unidos, Chile, Guatemala, Quênia, Nigéria, África do Sul, Índia, Filipinas e Coréia do Sul.

''A cifra brasileira é bem fascinante. Um em cada dois brasileiros nos centros urbanos são ou pentecostais ou carismáticos - católicos que aceitam muitas das práticas típicas do pentecostalismo. É a terceira maior porcentagem dessas populações entre os países que pesquisamos'', afirma Luis Lugo, diretor do Pew Forum on Religon and Public Life.

Entre os países consultados, as duas tendências cristãs só são mais fortes na Guatemala, onde representam 60% da população, e no Quênia, onde equivalem a 56%.

A pesquisa do Pew Center foi realizada por meio de entrevistas conduzidas nas ruas de Recife, São Paulo e Porto Alegre (que têm uma população estimada em 14 milhões de pessoas) entre maio e julho deste ano, com uma amostra de 1,6 mil pessoas com idade superior a 18 anos de idade.


Origens

Segundo Lugo, ''protestantes pentecostais e católicos carismáticos têm um senso muito forte da intervenção supernatural em eventos do dia a dia. Muitos acreditam em experiências como cura divina e até mesmo no fim do mundo e em exorcismo''.

Segundo a pesquisa, 80% dos pentecostais brasileiros dizem que ''já presenciaram ou vivenciaram exorcismos''. É a segunda cifra mais elevada entre os pentecostais consultados. A crença no exorcismo entre brasileiros adeptos dessa corrente só é ligeiramente inferior à do Quênia, onde 86% dos pentecostalistas contam já ter tido algum tipo de contato com exorcismos.

O movimento pentecostal se formou no início do século 20, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Seus adeptos crêem na manifestação do Espírito Santo por meio de sinais tais como curas milagrosas, profecias e visões e o dom de falar em línguas estranhas enquanto rezam (glossolalia).

No Brasil, o pentecostalismo teve diferentes fases. Uma das primeiras Igrejas, surgida no início do século 20, foi a Assembléia de Deus, que reúne o maior número de adeptos dessa tendência. As décadas de 70 e 80 marcam o advento do neo-pentecostalismo, à qual pertencem a Igreja Universal do Reino de Deus e a Renascer em Cristo, que defendem modelos empresariais de gestão, um amplo uso da mídia e pregam a chamada Teologia da Prosperidade, segundo a qual sinais de riqueza exterior são indicativos do amor divino.

Os ideais pentecostais foram além do protestantismo para influenciar até a Igreja Católica, levando ao surgimento do movimento de Renovação Carismática Católica. Os carismáticos utilizam músicas de louvor a Deus e costumam participar de missas de cura e libertação.

Um dos mais célebres expoentes da doutrina no Brasil é o padre Marcelo Rossi.


Resposta às preces

Para Luis Lugo, os números dos ''renovacionistas'' no Brasil são ''impressionantes'', porque ''um total de 8 em cada 10 protestantes brasileiros se identificam como sendo pentecostais e 1 em cada 2 católicos se dizem carismáticos''.

Lugo diz que o que mais caracteriza esse grupo ''é a intensidade de sua fé, que se manifesta com mais força que em qualquer outra denominação cristã''. No entender do pesquisador, alguns itens do estudo reforçam essa tese.

Ele cita, por exemplo, o número de brasileiros pentecostais que acreditam ter recebido uma resposta divina para suas orações, que é o mais elevado entre todos os países pesquisados: 95%. Nesse quesito, o país supera, entre outros, os pentecostais do Quênia (94%), Guatemala (92%) e Estados Unidos (77%).

No entender do pesquisador, o estudo derruba mitos, como o de que carismáticos ou pentecostalistas são apolíticos. Segundo a pesquisa, 65% dos pentecostais brasileiros acreditam que grupos religiosos devem expressar visões políticas. No mesmo quesito, 61% dos católicos carismáticos pensam da mesma forma.

Para Lugo, ''basta olhar a quantidade de parlamentares evangélicos no Brasil para ver que não se trata de um grupo apolítico''. O pesquisador lembra ainda ''a maneira como o presidente Lula cortejou este grupo tanto na última eleição como na mais recente''.

Engajamento

Uma das surpresas do estudo é, inclusive, o índice elevado de carismáticos que defende o engajamento político. O movimento normalmente não é associado a atividades políticas, visto que surgiu como uma reação à Teologia da Libertação, tendência que introduziu ideais marxistas no catolicismo e que incentiva a participação política do fiel.

''A Teologia da Libertação costumava dizer que fez uma opção preferencial pelos pobres, mas os carismáticos parecem ter descartado isso e feito uma opção preferencial pelos rituais pentecostalistas'', comenta Lugo.


De acordo com o pesquisador, a Igreja Católica enfrenta um dilema no Brasil.

''O Brasil é um país predominantemente católico, mas um ramo cada vez maior do catolicismo está sendo influenciado pelo pentecostalismo. A Igreja talvez nem sempre veja com bons olhos essa influência, mas se ela demonstrar uma reação contrária muito forte, pode acabar fazendo com que estes fiéis abandonem o catolicismo para se tornar protestantes pentecostais''.

Para Lugo, este impasse deverá dominar as futuras discussões sobre os rumos do catolicismo no Brasil. O pesquisador diz estar certo de que este será um dos temas dominantes no quinto encontro da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em maio de 2007, em Aparecida, no interior de São Paulo.

Bom maio está chegando e saberemos se o assunto será levado a discussão ou não. O fato é que apoio qualquer manifestação de fé... Deus, Jesus, Allah, Deuses do Olimpo... o importante é acreditar que existe algo maior que o "Big Bang" e que não estamos aqui por acaso ou só para fazer volume!!!

Encerro este post com uma música de Humberto Gessinger!!!

Você confia??? (01)

terça-feira, 10 de abril de 2007

Brasil lidera lista de desconfiança popular no governo
03 de maio, 2006 - 12h41 GMT (09h41 Brasília)


Os brasileiros são os que menos confiam no governo, segundo uma pesquisa em dez países encomendada pela BBC, Reuters e The Media Centre.

Apenas 30% dos entrevistados no Brasil disseram ter "muita" ou "alguma confiança" no trabalho do governo federal em "benefício da sociedade".

A pesquisa realizada pela GlobeScan, cujo principal objetivo é medir o grau de confiança na mídia, entrevistou mais de 10 mil pessoas entre 10 de março e 4 de abril.

O percentual de entrevistados brasileiros que disse confiar na imprensa em geral foi de 45%, igual ao da Coréia do Sul e maior apenas que a Alemanha (43%).


Confiança no governo
Brasil 30%
Nigéria 34%
Coréia do Sul 45%
Alemanha 48%
Grã-Bretanha 51%
Rússia 54%
Índia 66%
Estados Unidos 67%
Indonésia 71%
Egito N/D
Fonte:
GlobeScan


Média

Na média dos dez países pesquisados, pouco mais da metade dos respondentes (52%) disseram confiar nos governos nacionais.

Os que parecem confiar mais são os indonésios, 71%, seguidos dos americanos (67%) e dos indianos (66%).

No extremo oposto, além do Brasil, se encontra a Nigéria (34%).

Os respondentes na Rússia (54%), Grã-Bretanha (51%) e Alemanha (48%) apresentam uma posição semelhante à média mundial.

Dos países pesquisados, a confiança no governo não foi medida apenas no Egito.

Juntas, as populações dos dez países somam quase 2,3 bilhões de pessoas, o equivalente a quase 40% da população mundial.

A pergunta feita no Brasil foi a seguinte: "Até que ponto o senhor ou a senhora confia em cada uma das seguintes instituições (imprensa e mídia, governo) para trabalhar em benefício da sociedade?".

As respostas possíveis eram "tem muita confiança", "tem alguma confiança", "tem pouca confiança" e "não tem nenhuma confiança".

Por que será que a gente desconfia tanto do nosso governo??? Seria porque coisas provisórias ficam para sempre e com o nome de provisório, exemplo: CPMF; ou porque casos de corrupção acabam em “pizza”, exemplo: PC Farias e Cia, Caso Celso Daniel, e muitos outros que são de indignar profundamente?

Tá na hora de mudar Brasil, temos que cobrar mais atitudes de nossos governantes!!! Você pode começar isso agora!!! É só clicar aqui. Essa atitude pode ser uma gota no oceano, mas se todos fizerem sua parte ele também terá que fazer a dele!!! Cobra Brasil!!!

Diga NÃO ao Preconceito Racial!!!

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Pesquisa britânica revela preconceito contra asiáticas e africanas
Mundo - 15/03/2007 - 16h52 da Ansa

As mulheres britânicas de origem afrocaribenha e asiática enfrentam mais barreiras na hora de adquirir um emprego do que as suas compatriotas brancas e são discriminadas em um terço dos casos, segundo um relatório publicado nesta quinta-feira no Reino Unido.

A pesquisa, realizada pela Comissão de Igualdade de Oportunidades, concluiu que as britânicas de origem paquistanesa e afrocaribenha encontram mais dificuldades para encontrar trabalho ou ser promovidas do que as brancas. Elas também são mais discriminadas do que as brancas de mesma origem social, em determinados tipos de emprego, apesar de suas qualificações.

O relatório, intitulado "Subindo de Cargo: Mulheres de Minorias Étnicas no Trabalho", é considerado o mais extenso no assunto. Ele trata sobre a situação de emprego entre britânicas de minorias étnicas e raciais, e revelou que não há mulheres de origem asiática ou afrocaribenha em pelo menos um terço dos postos de trabalho do país.

A Comissão fez um pedido aos políticos e aos empregadores do país para "se atualizarem" com relação à diversidade na Inglaterra e para fazerem mais para mudar a cultura de discriminação nas fontes de emprego.

Jenny Watson, encarregada do relatório, afirma que as mulheres das minorias étnicas "são tão ambiciosas quanto suas colegas brancas e muito preparadas para exercer qualquer trabalho, mas seguem sofrendo muita discriminação na hora de serem contratadas".

A secretária do governo para as Comunidades, Ruth Kelly, admitiu que mulheres negras e de origem asiática sofrem preconceito, porém ela garante que o governo está trabalhando para evitar a cultura de segregação. "Como autoridade e como empregadores, devemos fazer mais e atuar mais rápido para solucionar o problema", disse ela, que faz parte dos Trabalhistas britânicos.


Creio que concordaremos em analisar que tal situação não ocorre apenas na Inglaterra. O preconceito contra outras etnias é Mundial.

O preconceito é algo enrustido que se fortalece na criação e exemplos que temos em nossa infância. Eu sou indígena, italiana, portuguesa, espanhola, libanesa e africana, sou brasileira!!! Não é minha cor que me faz melhor do que os outros e sim meu coração, minhas atitudes!!!

Se você é preconceituoso com certeza influenciará seus filhos a serem também, esse mal é invisível e perigoso. Cuide para transformar o mundo em um lugar melhor, talvez não para você, mas para os que estão por vir!!!

Quer saber mais sobre esse mal invisível??? Clique aqui e depois aqui você vai se surpreender e se emocionar com essa leitura.

Páscoa lembra chocolate (10)

domingo, 8 de abril de 2007

Mitos e verdades sobre o chocolate
Equipe Editorial Bibliomed - 25 Janeiro de 2007



História do chocolate

"A história do chocolate começa a partir do descobrimento da América, pois até 1492 o Velho Mundo nada sabia sobre o delicioso e extraordinário alimento. Cristóvão Colombo, retornando triunfante de suas conquistas no Novo Mundo, apresentou à corte do Rei Ferdinando e da Rainha Isabella algumas sementes de cacau - mas pouca ou nenhuma importância lhes foi dada naquela época.

Admite-se que os índios astecas foram os primeiros chocólatras conhecidos da história. Eles coletavam sementes de cacau e faziam uma infusão que acreditavam ser um poderoso afrodisíaco, chamado "chocolate" (líquido quente). O imperador asteca Montezuma chegava a beber mais de 50 porções por dia - e cuidava sempre de tomar uma dose extra antes de entrar no seu harém. Isto fez com que Cortez, o conquistador europeu, e seus homens acreditassem que o chocolate poderia intensificar sua performance sexual.

Ao retornar à Espanha em 1528, Cortez presenteou o Rei Carlos V com algumas preciosas sementes de cacau - e a partir daí, o chocolate começou definitivamente a fazer sua história, tornando-se tão popular e valioso na Espanha que sua produção foi mantida em segredo por mais de um século. A escassez de chocolate durante o século XVII fez com que este se tornasse um presente de excepcional valor. Contudo, os monges monastéricos espanhóis, responsáveis pela manufatura do líquido, não conseguiram escondê-lo por muito mais tempo.

Acredita-se que o chocolate tenha chegado à Grã-Bretanha na segunda metade do século XVII, sendo que a primeira "fábrica" de chocolate inglesa surgiu em 1657. Pouco a pouco, a produção artesanal deu lugar à produção em massa, e por volta de 1730 seu preço já era acessível a boa parte da população. A invenção da prensa de cacau em 1828 diminuiu ainda mais os custos de produção.

Quando a princesa Maria Teresa da Espanha foi prometida em casamento ao rei Luís XVI, da França, ela enviou-lhe chocolate de presente em uma cesta ornamentada. Mais tarde, sua fixação por chocolate tornou-se tão intensa que ela contratou seu próprio chocolatier.

Durante boa parte do século XIX, o chocolate continuou a ser consumido exclusivamente na forma líquida - mas a partir de 1861 passou a ser vendido na forma sólida, acondicionado em caixas com formato de coração. E apenas em 1876, em Vevei, na Suíça, o chocolatier Daniel Peter desenvolveu a técnica de adição de leite ao chocolate, criando o produto final que consumimos até hoje."



Mitos e verdades sobre o chocolate

1. Chocolate é afrodisíaco
Parece que o chocolate, assim como o café e o chá, possuem uma capacidade incomum para interagir com a química cerebral. Os pesquisadores descobriram que, bloqueando quimicamente receptores opióides no cérebro, eram capazes de diminuir pela metade o consumo de chocolate em comedores compulsivos.

Os pesquisadores também descobriram que o chocolate - assim como a cafeína - estimula a produção de um produto químico chamado feniletilamina. Esta substância tem sido associada há algum tempo ao "sentir-se apaixonado". É provável que explicação da sensação de extremo bem-estar ao devorarmos uma caixa de bombons passe por este caminho.

O chocolate contém nutrientes essenciais para dar energia, bom humor e prevenção da insônia. Alguns destes nutrientes estão ausentes em boa parte da dieta e os cientistas acreditam que o chocolate seja sua principal fonte.

Comer vegetais folhosos verdes, como brócolis e aspargos, é uma boa maneira de evitar o desejo intenso por chocolate, pois substitui algumas das substâncias que produzem o "vício".

2. Chocolate causa acne
Muitos dos velhos mitos sobre o chocolate e a saúde estão desmoronando sob o peso de fatos científicos. Nas últimas duas décadas, as pesquisas mostraram que ele não causa - tampouco agrava - os casos de acne. Um estudo realizado no Departamento de Dermatologia da Escola de Medicina da Universidade da Pensilvânia demonstrou que o consumo de chocolate não estava relacionado ao desenvolvimento ou piora da acne.

3. Chocolate causa cárie
Todos os alimentos que contêm carboidratos fermentáveis podem contribuir para formação de cáries, mas o papel do chocolate nesta doença tem sido supervalorizado. Pesquisas no Forsyth Dental Centre, em Boston, e na Escola de Odontologia da Universidade da Pensilvânia, mostraram que o chocolate é capaz de anular o potencial acidificante do seu açúcar. Ainda, ele reduz a desmineralização dos dentes - um processo diretamente relacionado ao surgimento de cáries. Pesquisas no Eastman Dental Centerin, em Rochester (estado de Nova Iorque) mostraram que o chocolate é rico em proteínas, cálcio, fosfatos e outros minerais, todos eles sabidamente protetores do esmalte dentário.

Em resumo, o açúcar contido no chocolate pode causar cavidades nos dentes, mas não é mais perigoso que o açúcar contido nos demais alimentos. O que importa é uma boa higiene bucal, e não o tamanho da caixa de bombons.

4. Chocolate não contém nutrientes e ainda por cima engorda
As pessoas tendem a superestimar as calorias do chocolate. Uma barra média contém cerca de 210 calorias. Ao contrário da crença popular, a maioria das pessoas acima do peso ideal, não come quantidades excessivas de bolo, doces, confeitados e similares. Na verdade, a ingestão de açúcar, por essas pessoas, tende a estar abaixo da média. Mais importante no controle do peso é o total de calorias consumidas por dia e a quantidade de energia gasta em atividades físicas.

O chocolate contém mais de 300 substâncias químicas diferentes e vários nutrientes necessários ao corpo. Calcula-se que uma barra média contenha:

3 gramas de proteína
15% da necessidade diária de riboflavina
9% da necessidade diária de cálcio
7% da necessidade diária de ferro.

A gordura (manteiga) presente no cacau dá ao chocolate sua textura característica. Pesquisadores mostraram que esta gordura não aumenta os níveis sanguíneos de colesterol, principalmente devido ao alto conteúdo de ácido esteárico. Mais ainda: pesquisas recentes na Universidade da Califórnia mostraram que o chocolate apresenta níveis elevados de produtos químicos conhecidos como flavonóides e fenólicos - e sabe-se que alguns fenólicos podem diminuir o risco de doenças cardíacas. Recentemente, por exemplo, pesquisas mostraram que doses moderadas de vinho tinto (um cálice por dia) exercem efeitos benéficos sobre o coração e acredita-se que isto se deva exatamente à presença destes compostos na bebida; eles também estão presentes no chocolate.



Hoje só tenho a dizer: Feliz Páscoa!!! Que os motivos que lhe levaram a comemorar essa data, sejam tão nobres quanto às propriedades do coadjuvante da festa!!!

Heavy Metal na cabeça!!!

sábado, 7 de abril de 2007

Pesquisa mostra que heavy metal serve de catarse para superdotados
22/03/2007 - 11h05 da Efe, em Londres

"O heavy metal é o som preferido pelas crianças superdotadas do Reino Unido, que encontram neste som visceral uma forma de catarse, segundo uma enquete feita entre estudantes da Academia Nacional para Jovens de Talento.

Grupos de rock pesado como Slayer e Slipknot estão entre os favoritos entre os maiores intelectos do país, que parecem gostar também das letras com mensagens políticas e de forte carga emocional.

Uma pesquisa feita entre estudantes da academia, à qual têm acesso apenas 5% dos jovens com mentes mais brilhantes do país, revela a predileção destes pela "brutalidade visceral" do "heavy metal".

Os responsáveis pela pesquisa reconheceram sua surpresa ao ver que os estilos menos populares entre os superdotados eram os que tradicionalmente são associados às mentes mais privilegiadas, como jazz e música clássica.

O responsável pela pesquisa, Stuart Cadwallader, da universidade de Warwick, disse que os resultados obtidos mostram que estes jovens encontram no "heavy metal" uma espécie de "catarse", de forma particular os que, apesar da inteligência superior, têm baixa auto-estima.

Esse tipo de música agressiva serve também para que canalizem suas frustrações e insatisfação, disse Cadwallader, em conferência realizada na British Psychological Society, na cidade inglesa de York.

De acordo com Cadwallader, "as pressões associadas à condição de superdotado talvez possam ser esquecidas, temporariamente, com a ajuda desta música".
Agora você já sabe porque se sacode tanto a cabeça ao ouvir esse tipo de música (rs – brincadeirinha). Particularmente eu prefiro rock, pop e música árabe... não creio ser superdotada, nem passar perto desse título... no máximo serei uma futura surda, uma vez que adoro um “som alto”.

Agora achei muito interessante o fato de associarem esse estilo de música a uma espécie de “catarse” (segundo o Aurélio: purgação, purificação), pois nossos pais adoram associar esse estilo de música a algo que não presta e adorariam nos ver ouvindo música clássica pelo simples fato de ficarmos com ar de "anjos intelectuais".

Escola Pública ou Privada?

sexta-feira, 6 de abril de 2007

Rede pública paga quase o mesmo que a particular
24/03/2007 - 11h00 - Antônio Gois da Folha Online, no Rio

Um estudo que será divulgado na segunda-feira contesta um dos mitos mais disseminados da educação brasileira: o de que o ensino público vai mal quando comparado ao particular por causa dos baixos salários dos professores.

Feito pelos pesquisadores Samuel Pessoa, Fernando de Holanda Barbosa Filho e Luís Eduardo Afonso, da FGV e da USP,
o trabalho mostra que a renda média de professores da rede privada é quase a mesma dos seus colegas da rede pública. A diferença não passa de 11%, no caso dos que trabalham no ensino médio.

No entanto, se forem considerados os benefícios da aposentadoria no setor público, a situação se inverte em favor dos professores estaduais, municipais e federais.

O estudo será apresentado no seminário Remuneração do Professor, Gestão e Qualidade da Educação, realizado pela Fundação Lemann, pelo Instituto Futuro Brasil (IFB) e pelo Ibmec para discutir as causas do fracasso do ensino público.

No Saeb (exame do MEC que avalia a qualidade da educação básica), os resultados da rede privada no 3º ano do ensino médio são significativamente superiores aos da rede pública.
Numa escala de 0 a 500, as médias na rede privada foram de 307 pontos em matemática e 333 em português. No setor público, elas caem, respectivamente, para 249 e 260.

O Enem (outro exame do MEC restrito ao ensino médio) mostra o mesmo quadro.
De 0 a 100, a média nas escolas particulares foi de 52,7, enquanto nas públicas ficou em 39,5.

Essa diferença de desempenho, para os autores do estudo, tem muito pouco ou nada a ver com o salário dos professores. Para chegar a essa conclusão, eles compararam pelo Censo 2000 do IBGE a renda média de professores da rede pública com os da rede privada em todos os níveis de ensino.

Levando em conta apenas a renda, a diferença a favor da rede privada variou apenas de 4,9% no caso da pré-escola para 11% no caso do ensino médio.

Os autores do estudo, no entanto, ampliaram essa análise levando em conta também o regime de contribuição previdenciária e aposentadoria em cada rede. Ao fazer isso, perceberam que os rendimentos pagos na rede pública são melhores do que os da rede privada se, nessa análise, forem considerados os descontos que os trabalhadores fazem para contribuir para a previdência e o valor dos rendimentos após aposentados.

No caso das mulheres --que se aposentam mais cedo que os homens--, os contratos na rede pública são mais vantajosos em todos os níveis de ensino. No caso dos homens, isso é verdade para professores de pré-escola e do ensino fundamental.

"Os diferenciais de salários dos professores entre a rede pública e a privada não favorecem o setor privado como tanto advogado tem defendido muitas vezes em debates acalorados. Com exceção do ensino secundário, os professores da rede pública recebem uma remuneração superior ou igual à paga aos da rede privada", afirmam os autores no estudo.

O presidente do sindicato dos professores da rede privada em São Paulo, Luiz Antonio Barbagli, concorda com a tese de que os contratos na rede pública são mais vantajosos: "Se formos trabalhar com a média e pensarmos a longo prazo, pode ter certeza absoluta de que na maioria dos casos o contrato é melhor na rede pública do que na rede privada. É preciso, no entanto, considerar que os salários nas escolas particulares variam bastante".

Juçara Dutra Vieira, presidente da (CNTE) Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, diz que o fato de o diferencial ser maior ou menor entre as duas redes não significa que o salário seja adequado. "Entendemos que é importante pagar um salário digno ao professor, mas achamos que isso não basta para melhorar a qualidade do ensino. No que diz respeito ao professor, é fundamental também investir na formação e na carreira
."


Com certeza a diferença entre os rendimentos das crianças em escolas públicas com as de escola privada, vai além da diferença de salários entre os professores, temos que levar em consideração os aspectos sócio-econômicos dessas crianças. Espero encontrar os resultados completos dessa pesquisa para podermos
voltar a discutir esse tema tão importante.

Agradeço ao leitor Carlos A. M. de Jesus que sugeriu esse post.

Você também pode participar é só enviar sua sugestão de post para
esteouaquele@gmail.com