Cuidado com a Mentira da Verdade!!!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Os números têm perna curta
Valor Econômico - 31/08/2001 - Caderno: Fim de Semana - pg 10


Malditas mentiras e estatísticas: Escritor americano derruba os mitos forjados por vistosos algarismos.

Quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a queda de 0,99% do PIB no segundo trimestre, há duas semanas, não imaginava a polêmica que acabava de criar. Os economistas mais mal-humorados reclamaram do número, que estaria exagerado graças à manipulação incorreta de dados do setor de telecomunicações pelos técnicos do IBGE. Outros, mais conformados, se lembraram apenas de uma antiga piada: "Estatística é assim mesmo. Tire um 's' e vira esta titica."


Felizmente, Sérgio Besserman, o presidente do IBGE, prefere os números às piadas e deve estar buscando a verdade por trás das estatísticas do PIB. O comediante da família Besserman, por sinal, é seu irmão mais novo, Cláudio. Ele mesmo, o Bussunda do "Casseta & Planeta". Ambos sabem que os números, conforme o mensageiro, podem fazer rir ("quantos portugueses são necessários para trocar uma lâmpada?") ou chorar ("o Brasil tem 50 milhões de miseráveis").
Na telinha da TV, ou nas planilhas do IBGE, todo cuidado é pouco com as combinações dos dez inocentes algarismos arábicos.


Dizem que os números não mentem. Mas eles são como as armas de fogo, que não matam. Quem aperta o gatilho são os homens. As estatísticas, assim como os economistas e os comediantes, podem ser boas ou ruins. Podem servir propósitos nobres ou vis. Podem ser honestas ou manipuladas. Ou, então, simplesmente distorcidas ao longo do tempo, como ocorre na brincadeira do telefone sem fio. "Deve-se tomar cuidado com elas", diz o escritor Joel Best, autor do livro "Damned Lies and Statistics" (Malditas Mentiras e Estatísticas, em tradução livre, University of California Press, 196 págs., US$ 19,95), publicado há quatro meses nos Estados Unidos.


Ninguém melhor do que um americano para desvendar o lado perigoso das estatísticas. Os Estados Unidos são obcecados por números e têm estatísticas para tudo. Todas as manhãs, o presidente do Federal Reserve, Alan Greenspan, aproveita o banho de banheira para ler milhares de levantamentos setoriais sobre o ritmo de atividade econômica. Lá, como aqui, a interpretação das estatísticas é fundamental para determinar a política de juros do banco central, que afeta o dia-a-dia das pessoas e das empresas.


O mundo é muito complicado e precisa de estatísticas para ser mais bem compreendido, defende Best, um bem-humorado professor de Sociologia e Justiça Criminal da Universidade de Delaware, na costa leste americana. "Mas deve-se pensar de forma crítica sobre os números, sejam eles quais forem", diz. Uma vez, Best ouviu a seguinte pérola de um aluno, numa defesa de tese: "Todos os anos, desde 1950, o número de crianças americanas mortas por arma de fogo dobrou." Desconfiado, checou a informação na fonte indicada, um artigo de jornal de 1995. A frase estava lá. Depois, Best fez as contas e concluiu. "Essa é a pior estatística social jamais produzida", contou ao Valor, por telefone.


Aos números. Suponha que em 1950 tenha havido uma morte infantil causada por um disparo de arma de fogo. Em 1951, o número dobrou para dois. Em 1952, para quatro, e assim por diante. Em 1965, teriam sido assassinadas 32.768 crianças, mais de três vezes o número total de homicídios em todo o país naquele ano, segundo o FBI. Mas números assim são como coelhos e em 1970 a cifra estaria em 1 milhão de pessoas. Em 1980, em 1 bilhão. Três anos depois, teriam sido mortas 8,6 bilhões de crianças, o dobro da população do planeta! Em 1995, ano da publicação do artigo, teriam desaparecido 35 trilhões de crianças - um número realmente astronômico.


A estatística havia sido distorcida, descobriu Best. Segundo o Fundo de Defesa da criança, autor do estudo original, o número de infantes mortos a tiros havia dobrado desde 1950. Ao reconstruir a sentença, um jornalista distraído deu novo sentido à pesquisa, que depois ganhou vida própria nos trabalhos escolares e nas campanhas contra o porte de armas. Números errados, ou simplesmente exagerados, podem atrapalhar em vez de ajudar na solução dos problemas sociais, diz Best. "Muitas vezes, os exemplos terríveis são os casos raros. Eles são mais gritantes, mas acabam levando a ações que não resolvem os problemas reais e mais comuns", observa.


Ele descreve no livro o fenômeno da "lavagem de números". Como acontece com as mentiras, a repetição de um número errado durante muito tempo o torna
verdade absoluta, inquestionável. A fonte desaparece, mas o estrago permanece. Nos anos 80, as famílias americanas perderam o sono com a estatística apavorante de que sumiam 2 milhões de crianças por ano. Na verdade, muitas apenas fugiam de casa, reaparecendo logo depois. "O medo e o pânico desnecessário são um problema, pois as pessoas podem começar a se preocupar com as coisas erradas. Se você está preocupado com as crianças desaparecidas, não está preocupado com outras coisas, como a pobreza", diz Best. "É mais difícil matar um império do que uma estatística ruim."


Isso ocorre porque a maioria das pessoas sofre de "innumeracy", o equivalente matemático do analfabetismo (em inglês, "illiteracy"). Incapazes de interpretar os números, os pobres mortais simplesmente absorvem as estatísticas como elas são apresentadas. Pelo senso comum, por trás das estatísticas sempre tem alguém que entende de números. É verdade, mas as intenções de quem produz os levantamentos são determinantes em suas conclusões. As estatísticas podem virar armas em disputas em torno de problemas e políticas sociais, afirma Best. Elas têm sempre dois objetivos, um deles geralmente oculto. O objetivo público é dar uma descrição acurada e verdadeira da sociedade. O outro é dar apoio a visões particulares de certos problemas.

Durante anos, o Instituto do Tabaco nos Estados Unidos produziu inúmeras estatísticas para desmentir as evidências científicas de que o cigarro faz mal à saúde. Acabou desmoralizado, mas ajudou a manter o lucro da indústria por muito tempo. Os ativistas antifumo também fazem das suas. Recentemente, um jornal publicou a seguinte estatística: um quinto dos fumantes morre todos os anos por conta de doenças relativas ao consumo de cigarros. "Se fosse assim, o problema do fumo estaria resolvido rapidamente", ironiza Best. Geralmente, os grupos de interesse são ótimos para questionar as estatísticas de seus oponentes, mas não têm o mesmo espírito crítico com os próprios números. A mídia, apressada e interessada em atrair o público, também contribui para aumentar a ignorância, divulgando sem verificar os números apresentados pelas indústrias e pelas ONGs.


O primeiro passo para detectar uma estatística ruim é desconfiar dos grandes números arredondados. Há 1 milhão de casos de abusos de velhos. Há 3 milhões de sem-teto nos Estados Unidos. Há 1 bilhão de pessoas no mundo vivendo com menos de US$ 1 por dia. "Um número grande e redondo é um indício de que alguém está chutando", diz Best. Mas não se deve apenas descartar essas estatísticas. Elas podem ser verdadeiras e refletir problemas sérios. O importante é olhar os números de maneira crítica.


A dica é fundamental não apenas na aplicação de políticas públicas, como o controle da violência ou das doenças, mas também para as decisões dos investidores e homens de negócios. Alguém se lembra das incríveis estatísticas sobre o potencial de internautas e dos resultados das empresas da Nova Economia? Os incautos perderam muito dinheiro acreditando em números irreais. Só duvidaram das estatísticas depois que estourou a bolha da tecnologia no mercado acionário. De ativistas a políticos, de industriais a corretores, todos os grupos de interesse sofrem do mesmo problema. "A tentação de fabricar números vistosos é muito grande", diz Best.


As estatísticas dos órgãos do governo também devem ser analisadas com cuidado. A maneira como são feitas as perguntas pode ajudar determinadas políticas que interessam ao governo, alerta o escritor. Nos Estados Unidos, os números oficiais tendem a ser menos distorcidos. Mas não estão imunes ao erro. No século XIX, a prostituição era considerada um grande problema. Em Nova York, dezenas de estatísticas eram produzidas para ajudar no combate ao "mal social". Em 1833, os reformistas publicaram um estudo contando "não menos que 10 mil prostitutas", o equivalente a 10% da população feminina da cidade na época. Em 1866, um bispo da igreja Metodista declarou que havia mais prostitutas do que metodistas em Nova York. Outras estimativas apontaram pelo menos 50 mil. Chamada a agir, a prefeitura começou a fazer o próprio levantamento. A Polícia de Nova York, responsável pelo combate à prática, contou apenas 1.223 prostitutas em 1872. Na época, as mulheres nova-iorquinas somavam meio milhão. No fundo, todos estavam mentido.

"Damned Lies and Statistics - Untangling Numbers from the Media, Politicians, and Activists". Joel Best, 199 págs., US$ 19,95. University of California Press.



É claro que um estatístico não é dono da verdade!!! Só que não é apenas o estatístico que divulga dados estatísticos... temos muitos profissionais que não possuem essa graduação, mas que exercem essa (des)função!!! Estatística vai além de calcular médias e percentuais e é ai que muitos se perdem em suas análises. Não estou aqui para achar culpados, mas para começar a exigir que estatísticas sejam realizadas por estatísticos e que seja cobrado, acima de tudo, ética e responsabilidade na divulgação de informações por esses profissionais!!!








O vídeo é só para vocês refletirem sobre as mentiras da verdade e também para não esquecerem que 2008 é ano de eleição e muitas, muitas estatísticas!!! Aos que desejarem fazer uma paródia a realidade brasileira a letra da música encontra-se no Blog do Patricio Langa - Olhar Sociológico.


Feliz 2008 para todos!!!

2008 o Ano do Planeta!!!

domingo, 30 de dezembro de 2007

Visitando o orkut do meu amigo Henrique Chagas e depois visitando seu Blog “Verdes Trigos” encontrei lindos cartões desenvolvidos pelo Blog “Mude o Mundo” que convida os visitantes a divulgá-los!!!

“Ajude a divulgá-los, enviando-os por e-mail, colocando no seu orkut ou blog. Também estão disponíveis versões em alta resolução para você imprimir (em papel reciclado, claro) e distribuir para seus amigos. Todas as imagens utilizadas são registradas sob Creative Commons, e os autores estão creditados.”(ver texto original)

Vale lembrar que a Organização das Nações Unidas (ONU) elegeu 2008 como "O Ano do Planeta".

“O "Ano Internacional do Planeta Terra" é um projeto científico grandioso e ambicioso. Congrega doze importantíssimas organizações fundadoras, que são: 1. "International Union of Geodesy and Geophysics" (IUGG); 2. "International Geographical Union" (IGU); 3. "International Union of Soil Sciences" (IUSS); 4. "International Lithosphere Programme" (ILP); 5. "Geological Survey of the Netherlands TNO" (TNO); 6. "The Geological Society of London" (GSL); 7. "International Soil Reference and Information Centre" (ISRIC); 8. A consortium of the "International Association of Engineering Geologists and the Environment" (IAEG), the "International Society of Rock Mechanics" (ISRM) and the "International Society of Soil Mechanics and Geotechnical Engineering" (ISSMGE); 9. "International Union for Quaternary Research" (INQUA); 10. "American Geological Institute" (AGI); 11. "American Association of Petroleum Geologists" (AAPG); 12. "American Institute of Professional Geologists" (AIPG).

Dentre uma variada gama de objetivos, o "Ano Internacional do Planeta Terra" busca: reduzir riscos para a sociedade, através do conhecimento atual e de novas pesquisas; reduzir problemas de saúde da Humanidade, melhorando-se os aspectos médicos das ciências; descobrir novos recursos naturais e torná-los exploráveis em um modo sustentável; construir estruturas mais seguras; determinar o grau de participação humana nos fatores de mudança climática; melhorar a compreensão das condições do fundo do mar, relevantes para a evolução da vida; estimular nas sociedades os interesses pelas ciências; expandir o número de estudantes de ciências; aumentar os orçamentos para pesquisas; e promover exposição e aplicação das geociências.” (
veja texto original)

No texto o autor, Thiago Cássio d'Ávila Araújo, diz: “O sucesso do "Ano do Planeta" depende, evidentemente, dos países que compõem a Ordem Internacional.” Mas ao meu ver o sucesso, não só para o Ano do Planeta, mas para todos os dias do Planeta, virá através da atitude de cada um perante ele.
Somos todos responsáveis!!!
Não se omita. Divulgue e Pense Nisso!!!

Coca-Cola é isso ai!!!

sábado, 29 de dezembro de 2007

Coca-Cola usa garrafa de vidro para conquistar classe C
São Paulo, 27 de dezembro de 2007 - Wilson Gotardello Filho - Gazeta Mercantil

Muito popular até o início da década de 1990, as garrafas de vidro, que desapareceram dos pontos-de-venda com o surgimento das garrafas de plástico - as chamadas PET, estão voltando às gôndolas dos supermercados.


Em 2000, por exemplo, a Coca-Cola possuía apenas um modelo de vidro utilizado no Brasil inteiro. Esse cenário mudou. Hoje, a gigante de bebidas totaliza sete modelos de vidros e tem traçado um plano de substituição de todos os disponíveis no mercado por modelos mais leves e econômicos, que têm como alvo as famílias das classes C menos e D.


"Estamos aumentando os investimentos em vidro", afirmou Marco Simões, diretor de comunicação da Coca-Cola.

"O nosso consumidor das classes A e B prefere conveniência, latas ou garrafas PET de 600 mililitros. Para as famílias de classe C menos e D a gente tem as embalagens retornáveis", disse Simões.


Por conta disso, o executivo afirmou que o crescimento das embalagens retornáveis tem se destacado no Nordeste. "Nosso crescimento no Brasil é afetado pelo aumento da renda. O consumo está crescendo no Nordeste, nas regiões mais pobres."


Hoje, segundo dados da ACNielsen, cerca de 13% das vendas de refrigerantes da Coca-Cola no Brasil são em garrafas de vidro. Em 2006, a empresa registrou vendas de 7,4 bilhões de litros de bebidas não-alcoólicas, a maior parte desse volume de refrigerantes. As vendas em garrafas de 290 mililitros lideram entre as sete embalagens de vidro da companhia, representando 5% das vendas de refrigerantes.


Em todo o mercado brasileiro desse tipo de bebida, o vidro possui 12,3% de participação, segundo a Associação das Indústrias de Refrigerantes (Abir). As embalagens PET dominam o mercado com 79,8% do total, enquanto as latas ficam com 7,9%. Os dados são de dezembro de 2006.


Segundo Simões, a Coca-Cola possui modelos retornáveis específicos para a população de baixa renda, como as garrafas com preço marcado nas tampas. "São próprias para as periferias", disse.


Reciclagem

A vantagem que mais se destaca entre o vidro e a PET é a possibilidade de reciclagem. Segundo o executivo, cada garrafa de vidro é reutilizável 40 vezes, em média. Após as 40 reutilizações das garrafas de vidro, a empresa ainda pode reciclar a desgastada embalagem e utilizar da mesma maneira, o que não é viável com as embalagens de plástico - que não podem ser convertidas em novas garrafas.



"No Brasil ainda é proibido usar PET reciclado para fazer novas embalagens, só podemos fazer produtos secundários como vassouras, tintas, entre outros", explicou Simões.



As embalagens de vidro utilizadas pela Coca-Cola estão atualmente no meio de um processo de mudança que começou este ano. De acordo com Simões, todas as garrafas do mercado serão substituídas por outras 20% mais leves nos próximos anos. "É uma garrafa mais eficiente sobre todos os aspectos. Esse modelo vai ser o novo padrão mundial, mas a substituição é lenta."


Segundo o executivo, a nova garrafa deve economizar até mesmo combustível, já que o transporte será facilitado. "Teremos economia de combustível, de procedimento. São milhões de garrafas. Tudo isso, a longo prazo, deve alavancar o negócio", afirmou. Simões contou que esse mesmo processo já aconteceu com as latas de alumínio, que foram substituídas por outras mais leves no final da década passada.


No ano passado, as vendas totais da Coca-Cola no Brasil somaram R$ 10 bilhões. Este ano, em volume, a empresa cresceu 8%, 22% e 16%, nos primeiro, segundo e terceiro trimestres respectivamente. As vendas da linha Coca-Cola (que inclui light, diet, zero e normal) atingiram 5,678 bilhões de litros este ano, volume 10% superior em relação a 2006. O Brasil foi o terceiro país a atingir essa marca. Antes, Estados Unidos e México já haviam alcançado volume semelhante.



Projeto

Se a Coca-Cola já aposta no vidro para ampliar sua participação na decisão de compra da população de baixa renda, a empresa pode contar com um empurrão do governo do Estado de São Paulo para ampliar ainda mais a penetração do vidro. O governo deve propor um projeto de lei que obriga as empresas que produzem e comercializam água mineral e refrigerantes a eliminar o uso das garrafas plásticas num prazo de seis anos. O projeto deve ser encaminhado no início de 2008.




Antes de comentar esse post vou deixar meu lado publicitário falar um pouco... Eu adoro os comerciais da Coca-Cola (pronto falei!!!) e se você como eu também gosta, assista o vídeo abaixo...





Como uma empresa sai na frente??? Analisando seus dados estatisticamente e ficando sintonizada com as decisões que envolvem a economia. Mudar de pet para vidro não é uma coisa boa apenas para pessoas de baixa renda é uma coisa boa para o Planeta!!! Utilizar vidro significa, entre tantos benefícios, diminuir o volume de lixo gerado. Ainda não estamos estruturados para reciclar tudo o que consumimos. Espero que mais empresas como a Coca-Cola pensem sobre o assunto e reestruturem suas estratégias e pensamentos em relação ao meio ambiente.

Economize Água

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007


Vontade de comer = Vontade de se drogar

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Comer demais vicia obesos como droga, diz estudo
03 de outubro, 2006 - 16h41 GMT (13h41 Brasília)


Um estudo feito por cientistas americanos afirma que comer demais é um vício para pessoas obesas.


Medições feitas com sete pessoas obesas mostraram que as regiões do cérebro que controlam a saciedade são as mesmas que são ativadas pelas drogas em pessoas viciadas.

O estudo feito pelo Brookhaven National Laboratory, de Nova York, foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Science.

A equipe de cientistas que fez a pesquisa disse que os resultados podem ajudar a desenvolver novos tratamentos para obesidade.


Impulsos cerebrais

Os pesquisadores estudaram os impulsos do cérebro de pessoas obesas. Todas elas usavam um Sistema Implantável de Estimulação Gástrica (sigla ISG, em inglês), um aparelho implantado no corpo que ajuda a reduzir peso.

O ISG manda sinais eletrônicos para um nervo que repassa uma mensagem de saciedade para o cérebro, reduzindo a vontade de comer.

Para entender a interação entre o estômago e o cérebro, os voluntários tiveram seus cérebros escaneados duas vezes com um intervalo de duas semanas. Em um dos testes, o aparelho estava ligado, e no outro, desligado.


Isso nos dá outro canal para compreender como tratar ou prevenir obesidade


Gene-Jack Wang, cientista

Quando os voluntários estavam se sentindo saciados, o scanner mostrou mudança no metabolismo em partes do cérebro como o córtex orbitofrontal e o hipocampo, área do órgão associada com o comportamento emocional, o aprendizado e a memória.

“Logo que vimos esses testes, logo me lembrei do que havíamos estudado sobre abuso de drogas, quando as pessoas estavam passando grande vontade (de tomar a droga) – as mesmas áreas do cérebro se ativaram”, disse o pesquisador do Brookhaven National Laboratory, Gene-Jack Wang, que liderou o estudo.

Segundo ele, isso corrobora a idéia de que há relação entre os circuitos do cérebro ativados pela alimentação e aqueles ligados ao consumo de drogas.

Apesar de a pesquisa ser uma amostragem pequena, afirmou Wang, ela ajuda a entender melhor a obesidade e o desejo de comer.

“Isso nos dá outro canal para compreender como tratar ou prevenir obesidade.”

Para o professor Jimmy Bell, do grupo de imagem molecular do hospital Hammersmith, de Londres, o estudo é muito interessante.

“Há muita pesquisa sendo feita em todo o mundo procurando biomarcadores – qualquer coisa que mostre exatamente o que está acontecendo no processo biológico – para entender a relação entre apetite, saciedade e fatores emocionais que controlam o que nós comemos, quando nós comemos e quanto nós comemos”, disse Bell.

“Não acho que seja surpreendente que eles tenham encontrado um elo entre o vício de drogas e comer demais. De certa forma, você pode encarar o ato de comer como uma ‘necessidade que vicia’ – se nós não fossemos viciados em comer, a maioria pararia de comer.”








Quem não deseja ter um corpinho sarado sem ter que fazer nenhum esforço??? Comer é muito bom!!! Mas tudo que é seguido de exagero prejudica, transformando o sonho do corpo sarado em garoto propaganda dos pneus Michelin!!! Então se você, assim como eu, não consegue se controlar, é melhor buscar ajuda ou encomendar um Sistema Implantável de Estimulação Gástrica (sigla ISG, em inglês) para uso particular e permanente. Eu já encomendei o meu KaKaKa!!!




Radioterapia não é uma freqüência no dial!!!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Novo tratamento pode baixar recorrência de tumor no reto
09 de outubro, 2006 - 17h02 GMT (14h02 Brasília)

Um novo método para tratamento de tumor de intestino pode diminuir as chances de recorrência da doença para até 1%.
Cientistas descobriram que o uso de radioterapia antes da cirurgia para remoção do tumor aumenta significativamente as chances de sobrevivência do paciente.

O estudo do instituto britânico Conselho de Pesquisa Médica analisou testes de 1.350 pacientes na Grã-Bretanha, Canadá, África do Sul e Nova Zelândia.

A pesquisa se concentrou nos pacientes que tinham câncer no reto. Os resultados foram apresentados no Instituto Nacional de Pesquisas sobre o Câncer da Grã-Bretanha.

Cerca de 13 mil novos casos desse tipo de tumor de intestino – mais de um terço do total desse tipo de câncer – ocorrem todos os anos na Grã-Bretanha.

No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer, surgem 25 mil novos casos anuais de câncer de cólon e reto.

No mundo todo, estima-se que cerca de 500 mil pessoas sejam vitimadas pelo câncer no intestino, de acordo com a Agência Internacional para Pesquisa do Câncer.

Remoção

Normalmente, quando o tumor é diagnosticado, cerca de 15 cm de tecido são retirados em uma cirurgia.

Mas o que os médicos não têm como garantir é que todas as células doentes são retiradas com a cirurgia, deixando espaço para um retorno da doença – freqüentemente de uma maneira incurável.

Os testes realizados foram chamados de CR07 e compararam pacientes que receberam radioterapia antes da cirurgia e aqueles que receberam o tratamento de maneira seletiva, após a remoção.

Para o primeiro grupo, cinco aplicações diárias de radioterapia foram utilizadas nas duas semanas anteriores à remoção.

O segundo grupo fez a cirurgia antes, e aqueles que ainda apresentavam células cancerosas recebiam uma combinação de radioterapia com medicamentos, durante um período de cinco semanas.

O câncer de intestino retornou antes de cinco anos em uma pessoa em cada 20 no primeiro grupo. Até então, a chance de um paciente permanecer vivo após esse período era de 75%.

No segundo grupo, a recorrência da doença chegou a 17%, e a taxa de sobrevivência depois de cinco anos foi de 67%.

A combinação de cirurgia, com a melhor remoção possível, e radioterapia cortou o risco de recorrência para cerca de 1%.

Mais chances

"Os resultados do CR07 mostram que a aplicação de radioterapia antes da cirurgia de remoção do câncer retal apontam um aumento considerável nas chances do paciente", afirma o oncologista David Sebag-Montefiore, coordenador do estudo.

Rob Glynne-Jones, chefe médico da ONG Bowel Cancer UK e oncologista no hospital Mount Vernon, lembra, no entanto, que é preciso levar em conta os efeitos colaterais da aplicação da radioterapia.

É sempre melhor prevenir!!! Mas se não foi possível, temos que agradecer por pessoas se dedicarem em pesquisar curas e/ou soluções para amenizar problemas e prolongar a vida.


Consuma Menos Carne

terça-feira, 25 de dezembro de 2007


Apague a Luz

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007


Não é doce ter acne!!!

domingo, 23 de dezembro de 2007

Menos açúcar para combater a acne
Dom, 16 Dez, 11h39 - Por Marco de Cardoso

Uma rotina alimentar com menos alimentos chamados glicêmicos, pode melhorar a sensibilidade à insulina e também ajudar a limpar o rosto da acne, a popular "espinha", que tanto "assusta" os adolescentes.

Pelo menos é o que mostra um estudo feito pela Universidade RMIT na Austrália. A pesquisa australiana analisou 43 homens entre 15 e 25 anos que, em 12 semanas, passaram pela dieta de baixa carga glicêmica e que apresentaram redução no peso corporal, uma maior sensibilidade à insulina e diminuição do risco da acne.


Os estudos revelam que alimentos como pão e batata, que elevam os níveis de glicose no sangue, podem contribuir para o aparecimento da acne.

Já os cereais com muita fibra e os feijões,considerados como tendo um baixo índice glicêmico, ajudam a impedir o aparecimento deste problema.



O excesso de açúcar não é só prejudicial ao risco da acne ou obsidade... ele também contribui para o aparecimento de doenças como a diabetes. Vale a pena ler e conhecer um pouco sobre essa doença, para isso, clique aqui.

Mude o Mundo

sábado, 22 de dezembro de 2007


Consuma Orgânicos

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007


Use Menos Papel

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007


Utilize Menos Sacolinhas Plásticas

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007


Prospere de Forma Sustentável

terça-feira, 18 de dezembro de 2007


Seja Voluntário

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007


Deixe o Carro em Casa

domingo, 16 de dezembro de 2007


95 ANOS - UFPR

sábado, 15 de dezembro de 2007

Nome: Christine Cardozo de Araujo
Categoria: Acadêmico (ensino médio, profissionalizante, graduação, pós-graduação, residência médica, ensino à distância)

HISTÓRIA:
Prestei o vestibular 1994 da UFPR para o Curso de Engenharia Química. Nesta época, ainda, existia a opção da segunda opção, a qual escolhi Estatística. Passei em segunda chamada e na segunda opção, não hesitei em largar o curso Técnico em Saneamento Básico no SENAI que estava cursando, aguardando o vestibular 1995, e iniciei o Curso de Estatística, afinal estar na UFPR era um sonho realizado. Passado 4 anos, duas greves e muitas dependências, apesar do meu amor pelo curso, pela monitoria e, principalmente, pela UFPR, eu sentia a necessidade de me formar. O mercado exigia isso de mim. Então sai e me formei em uma área diferente da Exatas. Mesmo assim, minha chave profissional sempre foi dizer que tinha noções de Estatística aprendidas na UFPR. Isso realmente era marcante e meu interesse pela Estatística e pela UFPR me pediam diariamente para voltar. Dessa forma, prestei o vestibular 2004, onde passei, mas não me classifiquei. Então tentei o Provar 2005 e assim, depois de 6 anos, eu voltei. Com garra, determinação e confiança na instituição que escolhi, me dediquei aos estudos, pois agora o que realmente me importava não era apenas estar na UFPR e me formar, o importante mesmo era aprender com os melhores professores do Paraná. Não fiquei em dependência em nenhuma matéria, voltei a prestar monitoria, tirei dúvidas, fiz novas amizades e consolidei as antigas. Hoje sou formanda, sou o orgulho da família por ser a primeira a conseguir um Diploma pela UFPR (se Deus quiser) e sinto-me realizada, pois todo meu sucesso profissional provém dessa instituição maravilhosa e acolhedora que, realmente, nos auxilia a crescer e viver melhor em sociedade. Sou Parnanguara, sou Curitibana, sou Paranaense e tenho grande orgulho por ter a UFPR na minha história de vida. Agradeço a oportunidade de poder contar o quanto isso é importante para mim. Parabéns UFPR! Parabéns Paraná!

Ser ou não ser o filho mais velho? Eis a questão!!!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Filhos mais velhos têm QI mais alto, diz estudo
22 de junho, 2007 - 15h50 GMT (12h50 Brasília)


Um estudo realizado por pesquisadores noruegueses revelou que os filhos mais velhos têm mais chances de apresentar QIs mais altos do que os irmãos mais novos.

Os pesquisadores analisaram 250 mil pessoas e constataram que os primogênitos e os que são o segundo ou o terceiro na ordem de nascimento - mas que perderam um dos irmãos mais velhos - marcaram uma pontuação mais alta no teste de QI.

No estudo, os pesquisadores deram como exemplo um terceiro filho que perdeu um dos irmãos mais velhos, passando a "assumir" o lugar do segundo.

Eles perceberam que essa criança desenvolveu um nível de inteligência muito próximo ao registrado em crianças que são as segundas na ordem de nascimento.

Os professores Petter Kristensen, do Instituto Nacional de Saúde Ocupacional de Oslo, e o colega Tor Bjerkedal, do Serviço Médico das Forças Armadas da Noruega, disseram que, apesar de as diferenças observadas serem pequenas, são significativas.

Eles explicam que um elemento importante é o fato de que, por um tempo, quando têm menos idade, os irmãos mais velhos não têm que dividir a atenção dos pais com os irmãos menores, que ainda não nasceram.

"O que conta é a posição social dos irmãos e não as diferenças biológicas entre eles", sustentam os estudiosos, que tiveram a pesquisa publicada na revista Science.

Maturidade

As correntes teóricas sobre o tema são divergentes há décadas.

Certos estudiosos sustentam que as diferenças entre QIs dos filhos são originadas ainda no útero, já que a cada gravidez, a mãe produz uma quantidade maior de anticorpos que podem afetar o cérebro do feto.

O pesquisador Frank Sulloway, do Instituto de Pesquisa Social e de Personalidade da Universidade da Califórnia, está estudando
como a educação pode influenciar na personalidade e na inteligência.

Em entrevista ao jornal The Daily Telegraph, Sulloway disse que os filhos mais velhos aprendem ao ensinarem os mais novos.

"A tendência que os mais velhos têm de atuar como pais em algumas situações e assumirem a posição do filho mais maduro e disciplinado também pode explicar porque os primogênitos tem um QI maior", disse.
Será??? Sou a filha mais velha lá em casa... E isso me lembrou uma frase do meu amigo [Dallai] do Blog [ZiunaNet], que diz: “O meu medo não é achar que todos são burros...é achar que eu sou super dotado!!!”. Perigoso, não??? Apesar de entre meus irmãos eu ser a única que tem 2 faculdades e uma pós, eu acho que eles são bem mais inteligentes do que eu, por vários e diversos motivos que não convém discutir aqui!!! Creio que inteligência não é uma questão de títulos e sim uma questão de ação!!! E todos eles tem ação e vivem muito felizes!!! E para mim ser feliz é o que, realmente, importa!!!

Você é Feliz?

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Quase 80% dos brasileiros dizem ser felizes
Redação Terra - Sábado, 9 de setembro de 2006, 17h56 Atualizada às 11h45


Setenta e seis por cento dos brasileiros afirmaram ser felizes, segundo pesquisa Datafolha que ouviu 7.724 entrevistados nos dias 4 e 5 de setembro em 349 municípios do País.

O estudo mostra que o resultado é 11 pontos percentuais maior que o registrado em pesquisa realizada em 1996 sobre o mesmo tema. Na época, 65% disseram se considerar felizes.

Contudo, quando questionados se os brasileiros são felizes, apenas 28% declararam que sim.

A pesquisa mostrou também que as mulheres e os homens se igualaram no "quesito" felicidade.
Setenta e cinco por cento das mulheres consultadas afirmam ser felizes enquanto 78% dos homens afirmaram o mesmo, dentro da margem de erro.

Tabelas do estudo também indicaram que a felicidade cresce com a renda, com a escolaridade e com a idade. A pesquisa mostrou ainda que os evangélicos petencostais dizem ser mais "alegres".


Com essa eu vou ter que concordar: “a felicidade cresce com a renda, com a escolaridade e com a idade”, para minha felicidade só está faltando o aumento da renda!!! E para a sua, falta muito ainda?

O que o Google diz sobre você???

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Pesquisa: sites influenciam em contratações
Magnet - Quinta, 29 de março de 2007, 09h55 Atualizada às 10h00

Uma pesquisa realizada pelo grupo inglês YouGov com 600 companhias e 2.447 usuários de internet revelou que 20% dos empregadores procuram informações dos candidatos a vagas em sites de relacionamento.

De acordo com o site IT Pro, das firmas entrevistadas, 15% afirmou já ter rejeitado funcionários estritamente pelo que foi visto online. Embora 15% pareça pouco, somam-se a este percentual outros 25% de empresas de RH que dizem descartar candidatos pelos mesmos motivos.

"As pessoas precisam entender que colocar um perfil em domínio público pode ter repercussões em suas carreiras posteriormente", declarou Peter Cunningham, da empresa de networking comercial Viadeo, que comissionou a pesquisa. Para Cunningham, as pessoas precisam aprender a controlar seus hábitos online, evitando linguagem inapropriada ou comentários preconceituosos.

O estudo também indicou que as empresas procuram saber se os candidatos estão mentindo em seus currículos confrontando-os com versões anteriores encontradas em sites de busca de emprego.

Os sites de relacionamentos MySpace e Facebook, bem como o repositório de fotos Flickr, também são meios de avaliar o comportamento dos candidatos, tendo sido fator decisivo em algumas rejeições a usuários de álcool ou ainda atividades não-éticas.

"Seja justo ou não, as pessoas fazem isto", disse Cunningham a respeito das companhias que investigam seus candidatos online. "Se você está empregando alguém, você olhará em fontes de fácil acesso. Por estar online, está a apenas alguns cliques de distância".

Pela extrema popularidade de sites de relacionamento, agora é fácil achar mensagens e fotos que indiquem detalhes tão pessoais e íntimos que não poderiam ser encontrados de outra forma. Das pessoas entrevistadas, de todos os grupos de idade, 31% diz ter inserido informações pessoais em serviços online, sendo o MySpace o preferido, com 15%.

No entanto, as informações em sites de relacionamentos não são completamente maléficas. O estudo descobriu que ter perfil em sites do gênero, blogs e páginas pessoais contam como agregadores de habilidades na rede, além de esclarecer melhor informações sobre uma pessoa e mostrar mais de seus conhecimentos.

Em contrapartida aos empregadores que desistiram de contratar pelo que foi visto em perfis online, outros 13% já optaram por contratar candidatos justamente pelo que encontraram na web, noticiou o site Silicon.com.

A dica do especialista é que as pessoas aumentem a sua privacidade online controlando a informação que disponibilizam no domínio público virtual, além de exibir também um perfil "profissional", para que as empresas vejam também o lado profissional do aspirante ao cargo.

Obviamente, cada trabalho tem seus requisitos próprios, e o cuidado online deve ser tomado sem um padrão específico. "Professores e doutores, por exemplo, devem ser cuidadosos para não serem vistos como irresponsáveis", explicou Cunningham.

Um jeito fácil de saber como você está sendo visto pela rede é digitar seu nome no Google!!! Cuide do seu perfil no Orkut, das fotos que disponibiliza no Flickr, reveja o conteúdo do seu Blog e se você tem um currículo bacana disponibilize-o em Lattes!!! Tudo o que você tem de bom deve ser divulgado!!! Só assim você será avaliado de forma justa. Ah!!! E Não adianta mentir… pois sempre tem um amigo que disponibiliza aquilo que a gente tenta esconder!!! Cuide da sua imagem virtual!!!


Quer sabe um pouco mais sobre mim? Então dá uma olhada em:
Currículo Lattes Wiki LEG Orkut

Este ou Aquele? Eu, Eu Mesma e Tine

Alguém respondeu essa pesquisa???

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Pesquisa mundial sobre código aberto chega ao Brasil
InfomediaTV - Quarta, 14 de junho de 2006, 16h51 Atualizada às 20h32


Quem são os desenvolvedores de software livre e de código aberto? Onde trabalham e em quais projetos buscam integração? Essas e outras questões serão respondidas por uma pesquisa sobre o impacto do modelo FLOSS de desenvolvimento. A sigla é de Free Libre Open Source Software. O estudo batizado de FlossWorld é coordenado pela Comissão Européia, e tem como parceiros no Brasil o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação e a Unicamp.

A pesquisa abrange quatro segmentos específicos: desenvolvedores, empresas, governo e universidades. Em um primeiro estágio, basta que seja feita a identificação através de nome e e-mail. Em seguida, os responsáveis pela pesquisa enviarão um questionário detalhado.

O mapeamento da comunidade é considerado peça chave para sua expansão. Segundo o site de divulgação da pesquisa FlossWorld, esse fortalecimento será acompanhado pela realização de workshops regionais e internacionais. Isso significa maior visibilidade para os encontros locais. Para participar, acesse o endereço rau-tu.ccuec.unicamp.br/floss

Procurei no Google por resultados... mas não achei!!! Alguém ai respondeu essa pesquisa???

Fumar ou Engordar: o que é pior?

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Pesquisa: mulheres fumantes não gostam do corpo
Agência EFE - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da Agência EFE S/A.
Segunda, 5 de novembro de 2007, 18h25 Atualizada às 19h12

A maioria das mulheres que não deixam de fumar principalmente por medo de engordar são as que estão mais longe de ter sua imagem de corpo ideal, segundo um estudo da Universidade de Michigan divulgado nesta segunda-feira.

A pesquisadora Cindy Pomerleau, principal autora do estudo e diretora do Laboratório de Pesquisa da Nicotina na universidade, afirmou que estas mulheres são mais propensas às dietas e aos excessos nas comidas que as que não fumam. "Não é surpreendente que as mulheres que têm problemas com seu peso ou não estão satisfeitas com seus corpos se sintam atraídas pelo tabaco", afirmou em comunicado Pomerleau, que explicou que fumar reduz o apetite.

Uma pesquisa realizada por Pomerleau há alguns anos indicou que 75% das fumantes não estão dispostas a ganhar mais de 2,25 kg se deixarem de fumar, e quase a metade delas disse que não toleraria aumento de peso algum. No entanto, o estudo recém-publicado afirma que uma em cada quatro mulheres que deixarem de fumar ganhará pelo menos 2,25 kg; duas em cada quatro engordarão entre 2,25 e 7 kg. Apenas uma em cada quatro ganhará mais de 7 kg.

Segundo outro relatório realizado recentemente pela Universidade de Michigan, as mulheres que já tinham excesso de peso na infância eram muito mais propensas a começar a fumar nos primeiros anos da adolescência que aquelas cujos problemas de peso chegaram mais tarde. "O problema aqui é conseguir que as mulheres preocupadas com seu peso estejam dispostas a fazer a tentativa de deixar o cigarro, e depois ajudá-las a alcançarem um certo controle sobre seu peso", afirmou.

Pomerleau disse que, apesar de reduzir o apetite, o tabaco causa muitos danos na aparência dos fumantes, tais como rugas na pele, perda de cabelo, enfraquecimento das unhas, coloração amarelada dos dentes e mau hálito. "Gostaríamos de elaborar uma estratégia de compromisso que se concentre no fim do tabagismo, mas dentro da qual as mulheres também possam tomar algumas medidas passivas e ativas para controlar seu peso", explicou.

Entre estas medidas, o estudo indica os chicletes de nicotina, alguns remédios e aumento da atividade física. Para a realização do estudo, contou-se com a colaboração de 587 mulheres, com idade entre 18 e 55 anos, das quais 420 eram fumantes e 167 jamais tinham fumado. Uma proporção igual nas duas pesquisas tinha excesso de peso ou era obesa, com um índice de massa corporal de 25 ou mais.


Deixar de fumar não é uma tarefa fácil!!! Agora quando isso vem seguido de aumento de peso... não tem mulher que aceite mesmo!!! Porque bonito e saudável é ser magro!!! E também não é válido que todo mundo que fuma é magro... vejo muitos acima de seu peso!!! Agora pelo lado da saúde acho que entre ter um câncer porque fuma ou ficar gorda porque parou de fumar, a maioria das mulheres escolheria o câncer!!!

Cibervadiagem!!! Nova palavra para o Aurélio!!!

domingo, 9 de dezembro de 2007

Pesquisa mostra aumento da "cibervadiagem" no Brasil
Redação Terra - Quinta, 13 de setembro de 2007, 18h39 Atualizada às 18h44


Funcionários brasileiros gastam, em média, 5.9 horas por semana (ou 71 minutos por dia) durante o expediente navegando na Internet em sites não relacionados ao trabalho. O número representa um aumento considerável sobre a média de 2006 (4.7 horas) e de 2005 (2.1 horas).
A informação é da Websense, que realizou entrevistas com 400 companhias do Brasil, Chile, Colômbia e México, que tinham no mínimo 250 funcionários para o estudo Web@Work America Latina. A pesquisa apurou também que os gerentes de TI entrevistados acreditam que os funcionários passam 7.6 horas por semana na "cibervadiagem".

No México, funcionários admitem gastar mais tempo na semana navegando em sites para fins pessoais, com 9.6 horas em média. No Chile a média semanal é de 5 horas. A média em toda a região é de 1 hora e 27 minutos por dia, ou 7,3 horas por semana, mas os gerentes de segurança de TI estão bem conscientes desta atividade, com 94% admitindo que os funcionários em sua organização gastam pelo menos parte de seu tempo fazendo isto.
Na realidade, os gerentes de TI dizem, em média, que seus funcionários gastam 1 hora e 47 minutos por dia surfando por diversão a partir de seus PCs de trabalho - ou 9 horas por semana - ligeiramente mais do que os funcionários admitem.

As páginas mais acessadas são as de sites financeiros. No total, 76% dos funcionários brasileiros admitiram tê-los acessado este ano. Os sites de notícia, que no ano passado eram acessados por 74% dos funcionários durante o expediente, diminuiu para 40%. Sites de email mantiveram o terceiro lugar na preferência e o mesmo índice de 2006, 32%.
O acesso a blogs subiu de 4% para 14% em 2007.

Os brasileiros são os que mais aproveitam o uso de instant messaging no trabalho. No total, 8% dos trabalhadores se comunicam com os amigos durante o expediente.

Os trabalhadores brasileiros também são os que mais podem colocar em risco os computadores da empresa, com 44% deles enviando trabalho para o email pessoal para trabalhar em casa. Entretanto, apenas 2% dos trabalhadores acessam acidentalmente ou propositalmente sites com conteúdo adulto, sendo o mais baixo índice encontrado.

Para a realização do estudo, foram realizadas 100 entrevistas em cada um dos países, sendo 50 com funcionários e 50 com gerentes de TI.

O quê?? Você está lendo esse comentário em pleno expediente!!!! Tá de "cibervadiagem"!!! Pois é você não deve ser o único!!! Temos que cuidar é para não deixar nossas responsabilidades profissionais prejudicadas pelo desejo de nos comunicar com o mundo de forma tão cômoda quanto é a Internet! Sempre tem alguém que quer o seu lugar (que mal ? mas é verdade). Então se você gosta do que faz, cuide de sua reputação profissional... já se não gosta muito... aproveite para mandar uns currículos!!!

Consultoria

sábado, 8 de dezembro de 2007

Um homem anda por uma estrada próxima a uma cidade, quando percebe, a pouca distância, um balão voando baixo. O balonista acena desesperadamente, consegue fazer o balão baixar o máximo possível e grita:
- Ei, você, poderia me ajudar? Prometi de pés juntos a um amigo que me encontraria com ele às duas da tarde, porém já são quatro horas da tarde e nem sei onde estou. Poderia me dizer onde me encontro?
O outro homem, com muita cortesia, respondeu:
- Mas claro que posso ajudá-lo! Você se encontra em um balão de ar quente, flutuando a uns 20 metros acima da estrada. Está a quarenta graus de latitude norte e a cinqüenta e oito graus de longitude oeste.
O balonista escuta com atenção e depois pergunta com um sorriso:
- Amigo, você trabalha com consultoria, né?
- Sim, senhor, ao seu dispor! Como conseguiu adivinhar?
- Porque tudo o que você me disse está perfeito e tecnicamente correto, porém esta informação me é totalmente inútil, pois continuo perdido. Será que você não tem uma resposta mais satisfatória?
O consultor fica calado por alguns segundos e finalmente pergunta ao balonista:
- E você... É político, não?
- Sim, sou realmente. Como adivinhou?
- Ah! Foi muito fácil! Veja só: você não sabe onde está e nem para onde vai. Fez uma promessa e não tem a mínima idéia de como irá cumprir e ainda por cima espera que outra pessoa resolva o seu problema. Continua exatamente tão perdido quanto antes de me perguntar. Porém, agora, por um estranho motivo, a culpa passou a ser minha...

(fonte)

Estudo Importante

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Estudo revela que depois de fazerem amor, 10% dos homens voltam-se para o lado direito, 10% para o lado esquerdo e os outros 80% voltam para casa!

(fonte)

Provando que todo ímpar é primo...

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

- Matemático: 3 é ímpar e primo, 5 é ímpar e primo, 7 é ímpar e primo, por indução, todo ímpar é primo.

- Físico: 3 é ímpar e primo, 5 é ímpar e primo, 7 é ímpar e primo, 9, ahm, não interessa, 11 é ímpar e primo, logo todo ímpar é primo.

- Engenheiro: 3 é ímpar e primo, 5 é ímpar e primo, 7 é ímpar e primo, 9 é ímpar e primo, ... logo todo ímpar é primo.

- Estatístico*: vamos por todos os números primos num saco. Vou tirar um ao acaso: 43.
43 é ímpar e primo, logo 100% dos números ímpares são primos.

Hail!

Na versão que eu conhecia dessa piada, em ingles, ao chegar no 9, o físico o justifica como um erro experimental... :-)

Para quem não lembra dos número primos... é só clicar aqui!!

Peter Donnelly conta piada de estatístico...

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Como você distingue um estatístico introvertido de um extrovertido?
Resposta: O extrovertido é aquele que olha para o sapato do outro.

Essa piada foi contada pelo estatístico australiano Peter Donnelly na sua apresentação na série TED, em Monterey (Califórnia).

(fonte)

Eu te derivo!!!

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Um louco internado no hospício achava q era o operador diferencial. Assim ele chegava pros outros loucos e gritava: "EU TE DERIVO!!!" e os outros loucos saiam todos apavorados gritando de horror. Um dia chegou um novo louco, sentou-se à mesa, e o "operador diferencial" quando o viu, não teve dúvidas: resolveu derivá-lo também. Veio devagar, encheu os pulmões e gritou: "EU TE DERIVO!!!" Só que o outro louco nem se mexeu... Não acreditando em tamanha coragem, ele tentou de novo: "EU TE DERIVO!!!!!!!!" Nada. Nenhuma reação. Até q ele se intrigou e perguntou pro outro louco "Mas que coisa... você não tem medo de ser derivado??" ao que este respondeu "Pq? Eu sou e^x"!!

Matemática e Estatística Sexual

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

homem inteligente + mulher inteligente = romance
homem inteligente + mulher burra = caso
homem burro + mulher inteligente = gravidez
homem burro + mulher burra = casamento

O homem paga R$2 por um produto de R$1 que precisa.
A mulher paga R$1 por um produto de R$2 que não precisa.

A mulher se preocupa com o futuro até arrumar um marido.
O homem nunca se preocupa com o futuro até arrumar uma esposa.

O homem de sucesso e aquele que ganha mais dinheiro do que sua mulher pode gastar.
A mulher de sucesso e aquela que encontra tal homem.

Para ser feliz com um homem, a mulher deve entendê-lo muito e amá-lo um pouco.
Para ser feliz com uma mulher, o homem deve amá-la muito e nunca tentar entendê-la.

Homens casados devem esquecer seus erros, não tem sentido duas pessoas lembrarem da mesma coisa.

Os homens acordam tão bonitos quanto quando deitaram.
As mulheres, de alguma forma, deterioram durante a noite.

A mulher casa esperando o marido mudar, mas ele não muda.
O homem casa esperando que a esposa não mude, mas ela muda.

A mulher tem a ultima palavra em qualquer discussão. Qualquer coisa que o homem diga depois disso e o inicio de uma nova discussão.

Em 2 momentos o homem não entende a mulher - antes do casamento e depois do casamento

A Estatística a serviço da Segurança

domingo, 2 de dezembro de 2007

Essa aqui é a versão "completa e brasileira" da propabilidade de 2 bombas em um mesmo avião?



Bernardo estava muito preocupado. Precisava fazer uma viagem de avião a New York a serviço e estava com medo de seqüestro e o que é pior a possibilidade de uma bomba no avião. Passou algumas noites sem dormir. Aí teve uma idéia. Foi falar com seu primo David que trabalhava no IBGE como estatístico.
-- David, me diga uma coisa, qual a probabilidade de ter uma bomba em um avião? Levada por um terrorista?
-- Sei lá? Para que você quer saber?
-- Só me responde. Qual a probabilidade?
-- Chutando, 1 possibilidade em cada 10.000.
-- Muito bem. E ter duas bombas? De dois terroristas independentes. Que um não saiba da existência do outro?
-- Qual é Bernardo? Que pergunta maluca é essa?
-- Só responde. É uma aposta que eu fiz com um amigo.
-- Novamente chutando, é 1 em cada 100 milhões.
-- Só isso? Que legal.
-- Tudo bem? Você ganha a aposta?
-- Ganho sim.
Dias depois Bernardo foi preso dentro do avião para New York levando uma bomba de fabricação caseira. Está até hoje explicando que só levou para diminuir as chances de ter outra bomba no avião.

(fonte)

Direitos iguais??? Tem certeza???

sábado, 1 de dezembro de 2007

Cansaço freqüente 'acompanha 85% das mulheres'
28 de setembro, 2007 - 10h58 GMT (07h58 Brasília)

Uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha apontou o cansaço freqüente como o maior sintoma do estilo de vida frenético da mulher moderna.

A sondagem, realizada com 2 mil mulheres com idade média de 35 anos, mostrou que 85% delas se sentem freqüentemente cansadas, enquanto 59% disseram que o cansaço as acompanha "o tempo inteiro".

A luta diária para conseguir conciliar os afazeres domésticos, educação dos filhos e a ambição profissional está fazendo com que mulheres entre os 30 e 40 anos atravessem a "década mais difícil de suas vidas", sugere o estudo.

O estudo, encomendado pela revista Top Sante, mostrou que parte do cansaço pode ser explicado por poucas horas de sono e uma dieta alimentar precária.

Comer rápido

Cerca de 75% das mulheres disseram "ter sorte" quando conseguem dormir seis horas por noite, enquanto 40% admitiram dormir sempre menos do que isso.

Os resultados também não foram animadores quanto ao regime alimentar das pesquisadas, com 78% das mulheres dizendo que não têm tempo de comer de forma adequada. Para elas, a solução é fazer lanches e comer rápido durante trajetos de um lugar para o outro.

Isto poderia explicar, segundo a pesquisa, por que mais da metade delas (56%) está acima do peso. Tomar o café da manhã é prioridade para apenas 8% das voluntárias, das quais 81% admitem se sentir mal-humoradas durante o dia e reclamam de falta de concentração.

Para a editora da revista, Marina Crook, o estudo revela "os males de um estilo de vida frenético".

"Refeições em família já deixaram de ser a norma, principalmente durante a semana. As mulheres devem encontrar tempo para relaxar e comer bem. Do contrário, ao chegarem aos 50 ou 60, quando terão mais tempo para curtir a vida, vão ter de se preocupar com a saúde", alerta Crook.

O estudo mostrou, no entanto, que as mulheres estão conscientes do mal que podem estar fazendo a si mesmas.

Para 92% delas, a falta de sono está afetando seu sistema imunológico, seguido por estresse (82%) e dieta alimentar desregulada (65%).
Eu não sei o que dizer... as mulheres queriam direitos iguais... mas até hoje nada ficou igual... na verdade acho que tudo ficou pior... mas discutir isso aqui poderia provocar polêmica e eu ser tachada de machista... então fico por aqui!

Violência nas Escolas Públicas do DF

sexta-feira, 30 de novembro de 2007


A pesquisa foi realizada em 2001, mas gostei da forma de divulgação!!!

Charge 10

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

(fonte)

Eu também acho que a culpa é do homem!!!

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Para 8 em cada 10, mudança climática é causada pelo homem, diz pesquisa
25 de setembro, 2007 - 03h07 GMT (00h07 Brasília)

Cerca de oito em cada dez pessoas ao redor do mundo acreditam que a atividade humana está provocando mudanças climáticas, sugere uma pesquisa encomendada pelo Serviço Mundial da BBC.

A pesquisa, realizada pela empresa Globescan, entrevistou mais de 22 mil pessoas em 21 países.

Entre os entrevistados, 79% concordaram que "a atividade humana, incluindo indústrias e transportes, é uma causa significativa das mudanças climáticas".

Nove em cada dez participantes disseram que é necessário agir, e dois terços foram além, afirmando que "é necessário tomar medidas importantes e começar logo". No Brasil, 76% disseram ser necessário agir rapidamente.

Acordo global

Segundo a pesquisa, 73% das pessoas manifestaram apoio a um acordo global em que cada país limite suas emissões de gases que causam o efeito estufa e que incluiria os países em desenvolvimento.

Em troca, os países em desenvolvimento receberiam apoio financeiro e tecnológico das nações ricas.

No Brasil, 63% dos entrevistados disseram ser a favor de limitar as emissões nos países em desenvolvimento. Esse percentual foi de 68% entre os chineses e de 54% na Indonésia.

Somente em três dos países pesquisados (Egito, Nigéria e Itália) a maioria dos entrevistados disse que as nações em desenvolvimento não deveriam limitar suas emissões.

Encontro de líderes

Os resultados da pesquisa foram divulgados um dia depois de um encontro de líderes e delegados de 150 países, incluindo 80 chefes de Estado, realizado nesta segunda-feira, na sede da ONU em Nova York, para discutir como combater o aquecimento global.

Segundo o presidente da empresa de pesquisas Globescan, Doug Miller, o impacto das mudanças climáticas pode ser sentido pelas pessoas em seus países, em suas propriedades. "É real para pessoas ao redor do mundo", disse.

"A força dos resultados (da pesquisa) torna difícil imaginar um momento mais favorável da opinião pública para que os líderes se comprometam em agir (contra as mudanças climáticas)", afirmou Miller.

Em seu discurso no encontro desta segunda-feira, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse que a forma como os governos lidam hoje com as mudanças climáticas definirá o legado que deixarão para as futuras gerações e que a ONU é o melhor fórum para discutir quais ações devem ser tomadas.

Avanço real

"Hoje, o tempo das dúvidas acabou. O painel intergovernamental da ONU sobre mudanças climáticas afirmou de forma inequívoca o aquecimento do nosso sistema climático e o associou diretamente a atividades humanas", disse o secretário-geral da ONU.

"Nosso objetivo não deve ser nada menos do que um real avanço em Bali", salientou, referindo-se ao encontro anual sobre o Tratado do Clima na ilha indonésia, que será realizado em dezembro.

O presidente americano, George W. Bush, não participou do evento desta segunda-feira.

Bush vai realizar seu próprio encontro sobre o tema nas próximas quinta e sexta-feira, quando receberá na Casa Branca representantes de 16 grandes emissores de gases poluentes associados ao aquecimento da Terra.


Se as pessoas já culpam o homem pelo que está acontecendo, por que elas não começam fazendo sua parte? ou elas acham que elas não fazem parte do grupo "homem"? Se 8 em 10 sabem que fazem mal ao Planeta está na hora das pessoas agirem em favor dele!!!



Jovens... até que ponto realmente eles se preocupam?

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Meio ambiente: 74% dos jovens brasileiros 'estão preocupados'
24 de setembro, 2007 - 19h01 GMT (16h01 Brasília)

Quase três em cada quatro jovens brasileiros (74%) disseram estar preocupados com a questão ambiental, em uma sondagem realizada pela rede MTV em 14 países.

O Brasil ficou em segundo lugar no ranking de preocupação com o meio ambiente, atrás apenas dos indonésios - 75% dos quais afirmaram estar preocupados com o tema.

A poluição ambiental ganhou mais destaque do que problemas como pobreza e conflitos políticos,
entre os cerca de 200 jovens de oito a 24 anos de idade entrevistados em cada um dos países.

Os mexicanos foram os terceiros da lista dos mais preocupados com o meio ambiente (71% se disseram preocupados com o tema), seguidos por indianos e chineses (65%, ambos).

"A pesquisa global mostra que o meio ambiente é uma preocupação de jovens internacionalmente", disse o diretor-gerente da MTV na Grã-Bretanha, David Lynn.

Mas ele lamentou que a preocupação dos jovens nos países mais industrializados – os mais poluidores – tenha sido menor que nos países emergentes.

Apenas 44% dos jovens britânicos se declararam preocupados com a poluição ambiental. Já os americanos foram os menos preocupados com o tema: 36% lhe deram importância.

"É incrível que as pessoas que vivem em países menos desenvolvidos que a Grã-Bretanha estejam tão à frente em termos de conscientização sobre o perigo em que nos encontramos se não ajudarmos a combater a mudança climática."

Negociações

O tema ganhará destaque nesta semana em reuniões de representantes internacionais que acontecerão nos Estados Unidos.

Nesta segunda-feira, representantes de 150 países discutiram as mudanças climáticas num evento na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, que precedeu a reunião anual da Assembléia-Geral.

Na quinta e na sexta-feira, o tema também estará na pauta do encontro entre o presidente americano, George W. Bush, e líderes das nações mais poluidoras do mundo.

Observadores dizem que o encontro é uma tentativa dos países industrializados de encontrar maneiras de reduzir suas emissões sem prejudicar sua própria economia.

O Protocolo de Kyoto, pelo qual nações mais ricas deveriam se comprometer a reduzir emissões até 2012, foi rejeitado pelo governo Bush, com o argumento de que sua aplicação seria nociva para economia americana.

Espera-se que um novo acordo seja definido até 2009, com folga para ratificá-lo nos diversos países a tempo de entrar em vigor quando a primeira fase do atual Protocolo de Kyoto expirar, em 2012.
Quer saber um pouco mais sobre o Protocolo de Kyoto? Então clica aqui!


A Amazônia será forte até quando?

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Amazônia 'resiste melhor à mudança do clima do que se pensa'
21 de setembro, 2007 - 13h08 GMT (10h08 Brasília)

Um estudo publicado nesta sexta-feira pela revista Science sugere que a Amazônia pode ser mais resistente à mudança climática do que se pensava.
A pesquisa observou que a folhagem das plantas se tornou "mais verde" mesmo sob uma seca histórica, que fez os rios amazônicos atingirem seu menor nível em décadas.

A equipe da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade do Arizona observou imagens feitas por satélite entre julho e setembro de 2005, analisando a quantidade de clorofila utilizada pelas plantas durante o seu processo de fotossíntese.

"Essas descobertas sugerem que a floresta amazônica, embora ameaçada pelo desmatamento causado pelo homem, incêndios, e possivelmente por secas mais severas e longas, pode ser mais resistente às mudanças climáticas que modelos de ecossistema assumem", eles escreveram.

Pesquisas anteriores concluíram que mesmo estiagens curtas podem colaborar para o processo de transformação da Amazônia em savana – fenômeno agravado se o clima se tornar definitivamente mais quente e seco.

Longo prazo

Em entrevista à agência Fapesp, um dos autores do estudo, o professor Humberto da Rocha, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, ofereceu duas explicações para o verdejar das plantas, apesar da pouca disponibilidade de água.

Primeiro, o processo de fotossíntese (transformação de energia solar em energia química nas plantas) se beneficiou da maior disponibilidade da luz solar, ele afirmou.

Além disso, as árvores da floresta tropical podem ter se adaptado evolutivamente para captar água em reservatórios de mais de dez metros de profundidade.

Mas o professor observou que a pesquisa não alterou a reação da floresta a outros "estresses climáticos", como queimadas e desmatamento, e que novos estudos precisam ser conduzidos para examinar os efeitos da mudança climática por períodos mais longos.

"Nossa expectativa é que o fenômeno identificado não invalide as previsões feitas para a savanização da Amazônia caso o clima se torne sistematicamente mais seco e quente, como alguns modelos globais estão prevendo", afirmou ele.

"A seca da Amazônia em 2005 foi muito intensa, mas, por ter sido um evento transitório, não se enquadra exatamente nessas premissas (de longo prazo)."
De acordo com o pesquisador, as conclusões do novo estudo podem ter "impacto nas previsões climáticas dos próximos 10 ou 20 anos".
Eu só espero que daqui a 10 ou 20 anos ainda tenhamos a Amazônia para realizar qualquer tipo de estudo.

Será o fim do homem bomba?

domingo, 25 de novembro de 2007

Diminui o apoio de muçulmanos a atentados suicidas, diz pesquisa
25 de julho, 2007 - 14h13 GMT (11h13 Brasília)


O apoio a ataques suicidas contra civis caiu drasticamente em todo o mundo muçulmano desde 2002, segundo uma grande pesquisa de um instituto americano.

A Pesquisa Global de Tendências e Opiniões do Centro de Pesquisas Pew, nos Estados Unidos, entrevistou 45 mil pessoas em 47 países.

Entre os palestinos consultados, 70% afirmaram que acreditam que este tipo de ataque é justificável em algumas ocasiões.

A pesquisa também apurou que existe otimismo em países pobres, que acreditam que a próxima geração terá uma vida melhor.

Os resultados sugerem ainda que as pessoas enxergam os Estados Unidos como o país mais simpático do mundo, mas, ao mesmo tempo, o país mais temido.

Tensão

Em Bangladesh, Líbano, Jordânia, Paquistão e Indonésia, a proporção de muçulmanos que apóiam ataques suicidas caiu pela metade, ou mais, desde 2002.

O Líbano foi o país que registrou maior queda de aprovação. Em 2002 a proporção de muçulmanos que aprovavam esse tipo de ataque era de 74%. Em 2007, o índice ficou em 34%.

Mas em áreas de conflito os resultados são diferentes - 70% dos palestinos afirmaram que ataques suicidas contra civis são justificáveis em algumas ocasiões. O centro de Pesquisa Pew não coletou opiniões entre os palestinos em 2002.

O apoio de muçulmanos a Osama Bin Laden também está caindo, de acordo com os resultados da pesquisa. Na Jordânia apenas 20% expressam alguma ou muita confiança em Bin Laden, uma queda de 56% do índice registrado há quatro anos.

Mas a pesquisa também descobriu uma grande preocupação entre muçulmanos: que a tensão entre sunitas e xiitas não estejam restritas ao Iraque e representem um problema crescente para o mundo muçulmano.

A pesquisa também sugere que à medida que os países e famílias ficam mais ricos, o otimismo aumenta, além do apoio aos governos.

Na América Latina, a pesquisa indicou que, apesar do sucesso eleitoral de uma nova geração de líderes de esquerda, a maioria dos que responderam aos questionários acredita que as pessoas vivem melhor em uma economia de mercado.

Mas de 20 se passaram desde que aprendi a ler... e até hoje não entendi por quê as pessoas se matam desse jeito... espero que as novas gerações tenham mais sorte mesmo!


Miséria chama Miséria...

sábado, 24 de novembro de 2007

Em dez anos, 27% saíram da pobreza no Brasil, diz Pnud
17 de julho, 2007 - 17h00 GMT (14h00 Brasília)

Um relatório divulgado pelo Centro Internacional de Pobreza, instituição de pesquisa do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), afirma que 27% dos pobres das áreas urbanas do Brasil conseguiram sair da situação de pobreza em dez anos.
Os 73% restantes teriam ficado estagnados "em uma situação de pobreza crônica", afirma o estudo intitulado Distinguindo a pobreza crônica da transitória no Brasil.

A pesquisa utilizou dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 1993 a 2003 e dividiu a população urbana adulta em 180 grupos, de acordo com o ano de nascimento, sexo, cor, escolaridade e região de domicílio.

"A pobreza se tornou um fenômeno essencialmente urbano e metropolitano, em parte devido ao êxodo rural. No fim da década de 90, 78% dos pobres do Brasil estavam em áreas urbanas", diz o relatório, assinado pelos pesquisadores Rafael Perez Ribas, do Centro Internacional de Pobreza, e Ana Flávia Machado, do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Pobreza crônica e transitória

O estudo estabelece as diferenças entre pobreza transitória e crônica. Para os autores, a pobreza transitória caracteriza-se essencialmente por um "problema de renda temporário", quando, por exemplo, há desemprego na família. Nesse caso, a condição de pobreza pode ser revertida em um curto período de tempo.

Já a pobreza crônica pode ser definida "por uma situação de desemprego mais duradoura, que ultrapassa dois anos".

Os pesquisadores, no entanto, afirmam que a situação de pobreza crônica no Brasil se dá pela "dependência", acima de tudo.

"Durante este período (1993-2003), constatamos que 73% da pobreza no Brasil era crônica. Esta grande proporção se deve, principalmente, a um estado de dependência, ou seja, pessoas pobres, que continuam pobres porque têm um passado pobre independentemente de suas características pessoais."

Os autores observam que entre os mais propensos à pobreza crônica estão "os não-brancos, menos escolarizados, residentes da região Nordeste e trabalhadores informais".

Por sua vez, a pobreza transitória atinge mais as mulheres que chefiam domicílios e os lares chefiados por desempregados.

De forma geral, conclui o relatório, tanto a pobreza transitória e como a crônica estão ligadas ao nível de escolaridade.

"A pobreza transitória é observada entre os indivíduos com muito pouco ou nenhum nível de escolaridade. Isso se explica porque esses grupos estão mais suscetíveis às crises do mercado de trabalho do que as que estudaram mais tempo", diz o estudo.

Para reverter a situação, os autores sugerem "aliar políticas de formação de capital humano e acesso a serviços públicos combinados com programas destinados a reduzir desigualdades na distribuição de renda das famílias".

Bom pelo jeito miséria chama miséria mesmo... infelizmente o governo vive disso... e duvido muito que façam grandes coisas para resolver esse problema.


A culpa não é do Sol !!!

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Aquecimento global não é provocado pelo Sol, diz estudo
11 de julho, 2007 - 07h52 GMT (04h52 Brasília) - Richard Black


Um novo estudo científico concluiu que mudanças na atividade do Sol não podem estar causando mudanças climáticas no mundo moderno.

Ele mostra que nos últimos 20 anos a atividade do Sol diminuiu, embora temperaturas na Terra tenham aumentado.

O estudo mostra ainda que as temperaturas modernas não são determinadas pelo efeito do sol em raios cósmicos (um tipo de radiação emitida por estrelas e galáxias), como foi alegado.

Por esta teoria, os raios cósmicos ajudam a formação das nuvens ao fornecer pequenas partículas em torno das quais o vapor d'água pode se condensar.
De maneira geral, nuvens resfriam a Terra.

Durante certos períodos de atividade solar, raios cósmicos são bloqueados parcialmente pela maior intensidade do campo magnético do Sol. A formação de nuvens diminui e a Terra se aquece.

Em artigo na revista científica da Sociedade Real Proceedings A, os pesquisadores dizem que raios cósmicos podem ter afetado o clima no passado, mas não no presente.

"Isto deve resolver o debate", disse Mike Lockwood, do Laboratório Rutherford-Appleton, na Grã-Bretanha, que realizou o novo estudo juntamente com Claus Froehlich, do World Radiation Center, na Suíça.

Lockwood iniciou o estudo em parte como resposta ao documentário exibido na televisão britânica em meados do ano The Great Global Warming Swindle (A Grande Enganação do Aquecimento Global), que apresentou a hipótese dos raios cósmicos.

"Todos os gráficos que eles mostraram paravam por volta de 1980, e eu sei por que - é porque as coisas mudaram depois daquilo", disse Lockwood.

"Não se pode ignorar dados de que não se gosta", afirmou.

Tendência

A principal abordagem dos cientistas nesta nova análise é simples: observar a atividade do sol e a intensidade dos raios cósmicos nos últimos 30 ou 40 anos, e comparar estas tendências com o gráfico para média global das temperaturas da superfície, que aumentou cerca de 0,4ºC nesse período.

O Sol varia em um ciclo de cerca de 11 anos entre períodos de atividade intensa e baixa.

Mas este ciclo ocorre junto com outras tendências de longo-prazo e a maior parte do século 20 viu um aumento leve, mas persistente, da atividade solar.

Mas por volta de 1985, esta tendência parece ter se revertido, com a atividade solar diminuindo.

Apesar disso, neste período temperaturas subiram tão depressa, ou talvez até mais depressa, do que qualquer época nos cem anos anteriores.

"Este estudo reforça o fato de que o aquecimento nos últimos 20 ou 40 anos não pode ter sido causado por atividade solar", disse Piers Forster, da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha, um dos principais cientistas que contribuíram para a avaliação científica do clima feita pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês).

O relatório do IPCC apresentado em fevereiro concluiu que gases do efeito estufa eram cerca de 13 vezes mais responsáveis do que as mudanças no Sol pelo aumento das temperaturas na Terra.

Mas a organização foi criticada em algumas áreas por não levar em conta a hipótese dos raios cósmicos, desenvolvida por, entre outros, Henrik Svensmark e Eigil Friis-Christensen, do Centro Espacial Nacional da Dinamarca.

A análise de Mike Lockwood parece ter colocado um grande fim nesta hipótese intrigante.

"Eu acho que há um efeito dos raios cósmicos sobre a cobertura oferecida por nuvens. Funciona no ar marítimo limpo, onde não há muito mais onde o vapor d'água pode se condensar", afirmou.

"Pode até ter tido um efeito significativo no clima pré-industrial. Mas não se pode aplicar isto ao que estamos vendo agora, porque estamos em uma situação completamente diferente."

Svensmark e Friis-Christensen não foram encontrados para comentar o caso.

O Planeta pede socorrro!!! Simplesmente é isso que concluo!!!



Charge 09

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

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Charge 08

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

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Charge 07

terça-feira, 20 de novembro de 2007

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Charge 06

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

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Charge 05

domingo, 18 de novembro de 2007


Charge 04

sábado, 17 de novembro de 2007

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